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YouTube Kids- causa polémica com publicidade infantil



Quando o aplicativo YouTube Kids foi lançado, acreditava-se que seria um ambiente seguro para que os pais se sentissem tranquilos enquanto os seus filhos simplesmente fossem protegidos ao mesmo tempo que desfrutassem de programação infantil.



Porém, não é o que grupos de vigilância acreditam que ocorre na prática. Uma denúncia foi feita ao Federal Trade Commission (FTC), alegando que o app da Google abusa de comerciais. Segundo as acusação, as práticas de marketing do YouTube Kids são desleais e não seriam permitidas em um canal de televisão a cabo.

Os pais que buscam distinguir o marketing imparcial de produtos infantis se preocupam não apenas com as propagandas que aparecem necessariamente entre uma atração e outra, mas estão insatisfeitos com o fato de que nos próprios apresentadores infantis endossam produtos às crianças, em seus programas.

Há algum tempo que foi estabelecida uma série de regulamentos para publicidade infantil, diante a afirmativa de que as crianças são mais susceptíveis a determinadas abordagens de marketing. Os grupos acreditam que o YouTube Kids não respeita esses regulamentos.

As denúncias alegam ainda que o YouTube contraria suas próprias diretrizes de publicidade. "Produtos relacionados com alimentos e bebidas de consumo são proibidos, independentemente do conteúdo nutricional", segundo constaria na página sobre as políticas do aplicativo, e ainda assim, entre os vídeos infantis, está incluso um canal do McDonald's com conteúdo sobre alguns de seus alimentos.

Reguladores tornaram-se cada vez mais preocupados com a publicidade online dirigida às crianças. Em setembro passado, Yelp e TinyCo pagaram US $ 450.000 devido a uma queixa à FTC, alegando que eles teriam violado o Ato de Proteção de Privacidade de Crianças, estabelecido em 1998.

Um porta-voz do YouTube disse apenas que “ao desenvolver YouTube Kids consultamos inúmeros parceiros e grupos de defesa de privacidade da criança. Estamos sempre abertos a comentários sobre formas de melhorar o aplicativo”.

O YouTube Kids está disponível para Android e iOS desde o final de fevereiro.

ASUS diz que é preciso ser maluco par comprar Apple Watch de US$ 10 mil

Acha que a qualidade dos produtos da Apple não é o suficiente para justificar seus preços elevados, então provavelmente ficou sem palavras ao saber sobre o Apple Watch Edition – a versão em ouro do relógio inteligente que possui preços a partir de US$ 10 mil. Aproveitando a onda e buscando lucrar fazendo humor sobre a concorrente, a ASUS resolveu faze um fluxograma explicando porque escolher a “maçã de ouro” é loucura.
Embora a ideia da edição de luxo do relógio dourado seja oferecer um produto diferenciado para um público que está disposto a pagar mais por esse tipo de diferencial – e possui condições para isso –, a ASUS tenta explicar em tom de brincadeira porque não preferir o seu ZenWatch é uma decisão ilógica. Logo de cara, a empresa expõe que o único motivo para ficar com o Apple Watch Edition é “estar fora de si”.
Atualmente, o ZenWatch é vendido no exterior por US$ 199 (no Brasil equivalente a cerca de R$ 618, sem impostos), o que certamente é bem menos que os US$ 10 mil (em torno de R$ 31 mil) do relógio dourado da empresa de Cupertino. Ainda assim, vale lembrar que aqueles que preferirem um smartwatch da Maçã, mas não desejarem gastar tudo isso por ele, podem obter um Apple Watch Sport por US$ 350 (no Brasil aproximadamente R$ 1.085).

Ataque em vários fronts

Como se não bastasse a provocação com relação ao relógio dourado, a ASUS também resolveu dar uma alfinetada na Apple com relação ao seu MacBook. Em uma postagem em sua página no Facebook, a empresa postou uma imagem comparando o aparelho da Maçã com o seu ZenBook UX305. Confira a provocação a seguir:
ASUS com ArchiVong Vichet e outros 8
Computadores · 1.956.582 curtidas
 · 12 h · 
The ‪#‎ASUS‬ ‪#‎ZenBook‬ UX305 is even slimmer than the Macbook. Now that’s golden.

Sempre que o The Pirate Bay for encerrado num local surgirá noutro


A convicção é do presidente do Partido Pirata da Alemanha, que recorda as várias medidas contra o site nos últimos anos e o facto de nenhuma delas ter conseguido acabar com o projeto.

                     


"O site já tinha sido fechado em 2005 e o resultado foi a criação de um Partido Pirata, que reuniu todas as ideias de partilha de informação, conhecimento, cultura e liberdade na Internet", defendeu Kramm, em declarações ao site RT.

"Cada vez que o Pirate Bay for desligado, vamos multiplicar", acrescenta o mesmo responsável, defendendo a legitimidade do projeto e considerando que a Internet é ela própria uma "enorme máquina de copiar", que alterou o conceito de propriedade pública.

Em resposta a esta transformação, a legislação deveria ter sido alterada e adequada, mas em vez disso as empresas fazem todos os esforços para fazer valer as leis antigas, defende Bruno Kramm, apontando uma exemplo que considera de sucesso nesta transição do analógico para o digital: o da música, com os serviços de streaming.

O The Pirate Bay foi encerrado no início da semana, na sequência de uma rusga às instalações de suporte ao projeto. As autoridades suecas revelaram na altura que as buscas e suspensão de atividade estão relacionadas com suspeitas de violação das leis de propriedade intelectual.

Esta não é a primeira tentativa para destativar o site, que na última década tem sido alvo das mais diversas tentativas da indústria para calar este centro de partilha de ficheiros.

O registo do domínio já tinha sido alterado e a localização dos servidores para garantir a continuidade do projeto, algo que pelos vistos pode acontecer tantas vezes quantas forem necessárias para manter ativo o maior simbolo da defesa de uma Internet onde a partilha de conteúdos é livre.

Seis milhões de dólares da Spotify!? Não são suficientes para Taylor Swift



Recentemente estourou  a grande polémica entre a cantora Taylor Swift e o serviço de músicas por streaming Spotify.

 A cantora que ganhou  diversos prémios da indústria fonográfica retirou suas músicas do catálogo do serviço, alegando que a empresa não lhe paga o suficiente. Hoje, descobrimos que essa “insuficiência” trata-se de seis milhões de dólares anuais.

Quem nos esclarece o caso é o CEO da companhia, Daniel Ek. A resposta foi dada devido à importância da artista, vencedora de diversos Grammys e uma das poucas capazes de quebrar recordes de venda de músicas atualmente.

O CEO do Spotify revela que paga cerca de 2 biliões de dólares anuais de direitos autorais de todo o seu catálogo. Esse dinheiro é advindo dos 50 milhões de usuários ativos. Uma grande parte é coletada através de propagandas. Já outros 12,5 milhões de usuários pagam, anualmente, 120 dólares cada um.

Já a cantora Taylor Swift, por sua vez, se não tivesse tirado suas canções do catálogo do Spotify, iria lucrar, apenas com o serviço, 6 milhões de dólares esse ano. À título de comparação, seu novo álbum, 1989, rende à artista 12 milhões de dólares por semana.




Por outro lado, Ek ressalta que o montante de 2 biliões de dólares neste ano é o maior valor já pago pelo Spotify aos donos das canções. E, seguradamente, o serviço, a cada ano, vem aumentando o valor do pagamento. Esse é, portanto, um claro sinal de que o modelo de negócios vem dando certo, e certamente se tornará uma fonte segura de renda para artistas que querem fugir da pirataria digital.

O ponto da pirataria e venda de músicas é essencial para Ek. Swift pode ter vendido muito em apenas uma semana. Ela, porém, foi a primeira artista a ultrapassar um milhão de cópias vendidas na primeira semana desde 2002. Em 12 anos, portanto, não houve ninguém que havia conseguido vender tanto. Prova, então, que o mercado de vendas direta não é tão rentável quanto Swift pensa.

De modo muito direto, Ek avisa que Spotify e outros serviços semelhantes não devem ser vistos por artistas de forma isolada no quadro global da música digital. A cantora pode ter retirado suas músicas desses serviços por achar que eles lhes rendem pouco. O CEO do Spotify, entretanto, desabafa, avisando que mesmo que os usuários não encontrem as músicas de Taylor no streaming, encontrarão em outros sites como o YouTube e o Soundcloud. E escutarão. De graça.

Ainda sem poupar palavras, Ek cita que ainda existe os usuários que simplesmente procuram a pirataria em serviços como o Grooveshark. Ademais, o novo álbum da cantora, 1989, está em primeiro lugar não apenas no iTunes, sim também no Pirate Bay.

Ecrã do iPhone 6 Plus se desencaixa do aparelho ?mais polémica


Desde que chegou ao mercado, o novo iPhone vem enfrentando algumas críticas referentes ao design de construção dele. Segundo alguns consumidores, o aparelho pode ser dobrado nos bolsos, ficando com a estrutura curvilínea devido à fragilidade do projeto. Apesar disso, a Apple afirma que o número de aparelhos com o problema é muito baixo. Mas aparentemente a possibilidade de o iPhone dobrar não é a única preocupação da fabricante.
Um novo vídeo publicado hoje na imprensa internacional mostra que pode existir uma outra falha no design estrutural doiPhone 6 Plus. O canal Technibility mostra que o aparelho pode ter o ecrã facilmente desencaixado — involuntariamente, é claro. Isso significa que o display de 5,5 polegadas pode sair do frame principal sem que o consumidor queira, o que pode causar problemas bem sérios à durabilidade.
Não há como provar que não houve nenhuma força excessiva na utilização do aparelho para que as imagens fossem capturadas, mas também não existe forma de provar o contrário. Será que o iPhone 6 Plus é mesmo frágil ou  essa se trata de uma exceção entre os milhões de aparelhos que já foram vendidos?

iPhone 6 e iPhone 6 - Apple responde oficialmente à polémica ...Apple mostra "sala de tortura" para provar resistência de iPhone 6



O lançamento dos novos iPhones foi marcado por um problema que ganhou proporções incríveis com a divulgação da média. O fato de que algumas unidades do iPhone 6 Plus entortaram acabou se espalhando rapidamente - não apenas por se tratar de uma das maiores fabricantes do mundo -, e os profissionais de jornalismo e tecnologia, é claro, não ficaram de fora e acompanharam todo esse processo bem de perto.

Depois de um certo tempo sem comentar o assunto, a empresa de Cupertino resolveu romper o silêncio e expor aos usuários um comunicado de imprensa sobre o acontecido.

"Os nossos iPhones são concebidos, projetados e fabricados para serem bonitos e resistentes. O iPhone 6 e iPhone 6 Plus contam com uma precisa engenharia de estrutura unibody construída a partir da usinagem de uma série personalizada de alumínio anodizado, que é temperado para dar resistência extra. Eles também dispõem de inserções de aço inoxidável e titânio para reforçar os locais de alto estresse e utilizam o vidro mais forte disponível na indústria de smartphones. Nós escolheremos estes materiais de alta qualidade para com muito cuidado para torná-los resistentes e duráveis. Também realizamos testes rigorosos em todo o ciclo de desenvolvimento, que incluem 3 pontos de flexão, de pressão cíclica, testes de torção e estudos de usuários. Os modelos atenderam ou excederam todos os nossos elevados padrões de qualidade para aguentar todos os dias o uso na vida real.

Com um uso normal, uma curvatura do iPhone é algo extremamente raro e constatamos nos seis primeiros dias de venda que apenas nove clientes entraram em contato com a Apple para reportar o problema de inclinação no iPhone 6 Plus. Como acontece com qualquer produto da Apple, se  tiver qualquer dúvida, por favor, entre em contato conosco."

Confira abaixo algumas imagens feitas pelo The Verge que mostram como é o processo de testes internos da Apple com os novos modelos de iPhone.







Já viu que a Apple meteu um álbum dos U2 no seu iPhone/iPad? veja a polémica dos usuários iTunes



Quem deu autorização?

Foi na passada terça-feira que a gigante Apple deu a conhecer ao mundo mais um conjunto de tendências tecnológicas. Além dos tão esperados iPhone 6, a empresa de Cupertino apresentou também o serviço Apple Pay, o Apple Watch e deu a conhecer algumas novidades do IOS.

Depois de apresentadas todas as novidades, um dos momentos altos da noite foi a presença dos U2 que lançaram o novo álbum Songs of Innocence que está gratuitamente disponível no iTunes, até 31 de Outubro.Mas já reparou que o álbum está no seu iPhone/iPad?





Ter um álbum dos U2 no iPhone/iPad é sempre uma boa noticia…mas se este for escolhido pelo próprio utilizador.No entanto a Apple adiantou-se e “colocou” nos “seus” iDevices o 13º álbum de estúdio do U2, Songs of Innocenc” sem que o utilizador desse qualquer tipo de autorização.

Considerado já como o maior lançamento de um álbum na história da musica, esta acção levada a cabo pela Apple, tem levado muitos utilizadores a criticarem (especialmente nas redes sociais) tal “abuso” pois não pediram sequer que o álbum estivesse nos seus dispositivos.



Para quem pretender remover o álbum do seu iDevice avisamos desde já que processo não é muito fácil. No entanto através do iTunes basta seleccionar o álbum, botão do lado direito do rato e escolher delete.

O 13º álbum de estúdio do U2, Songs of Innocence, tem influências que incluem os Ramones, Bob Dylan e The Clash. É um tributo aos primeiros anos da banda em Dublin e à peregrinação transformadora à Califórnia. É uma colecção de músicas e letras que foi apenas possível graças aos muitos anos de convivência e às experiências partilhadas.



E já que estamos a falar em U2…nada melhor que ouvir a música With Or Without (que nos fará pensar que a Apple, com ou sem


Usuários do iTunes estão reclamando da aparição do álbum do U2 em suas bibliotecas de músicas


Mais...


Na última terça-feira, 09 de setembro, a Apple realizou um evento nos Estados Unidos com o foco no anúncio de novos produtos da companhia. Entre os anúncios, a Apple informou que todos os usuários do iTunes poderiam baixar o novo álbum do U2 de forma gratuita, porém, a realidade foi um pouco diferente.

O problema começou quando o álbum do U2 começou a aparecer espontaneamente na biblioteca de músicas do iOS, sem que os usuários tenham baixado as músicas, e essa atitude desagradou alguns consumidores da ferramenta da Apple.

Muitos usuários reclamaram no Twitter sobre a iniciativa da companhia da maçã, afinal, nem todos gostam das músicas do U2, e a presença do álbum em suas listas podem atrapalhar a organização de suas músicas.

De fato, a imposição feita pela Apple não foi uma atitude porreira da companhia, já que ela deveria ter pensando que os gostos musicais variam de pessoa a pessoa. A melhor opção teria sido deixar o álbum gratuito para download sem baixar as músicas automaticamente, assim, apenas quem gostou da novidade iria fazer o download das novas músicas do U2. autorização, meteu conteúdos no nosso iDevice).

Secret anuncia mudanças para acabar com as polémicas







O Secret já é um dos aplicativos mais polémicos de todos os tempos, e disso não nos restam dúvidas. Com o aplicativo, os usuários podem publicar fotos e textos de modo anónimo, entretanto, toda a sua lista de contatos (do Facebook, por exemplo) pode ver estas declarações, mas sem saber quem as publicou, é claro. No começo, a brincadeira era até legal e as pessoas se divertiam postando curiosidades sobre si próprio, mas o app tomou outro rumo.

A partir de agora, visando acabar com as polémicas de cyberbullying, só será possível adicionar fotos ao aplicativo que são tiradas na hora, deixando o usuário sem acesso ao rolo da câmera. Além disso, quem quiser utilizar o recurso deverá ter uma conta no Flickr para publicar as imagens.

O aplicativo também vai permitir votar nas publicações visualizadas, para selecionar as mais divertidas das menos divertidas. Outra mudança do app está no seu algorítimo, que ao detectar alguma publicação fora dos padrões do app pode bloquear o conteúdo.

Agora, também, caso algum nome seja citado, o aplicativo deverá perceber e verificar a publicação com o autor, para evitar possíveis constrangimentos ou problemas maiores.


Secret - Entenda as polémicas por trás da rede social

O Secret é um aplicativo de compartilhamento de mensagens, onde o usuário pode se cadastrar através do número de celular ou com sua conta do Facebook. Não existem restrições sobre o conteúdo que pode ser compartilhado; geralmente os usuários costumam utilizá-lo para desabafos, revelações e piadas, já que o aplicativo diz garantir total anonimato. Um dos recursos oferecidos pelo aplicativo é a opção de inserir uma imagem como plano de fundo para as frases a serem compartilhadas; aí está o problema todo.




Hoje, o juiz da 5ª Vara Cível de Vitória determinou por meio de liminar a remoção do Secret da Play Store e exigiu que a empresa delete os aplicativos de smartphones nos quais o Secret já tenha sido instalado.

Aplicativo Secret promete anonimato total de seus usuários.

Como toda ferramenta que permite ao usuário compartilhar o que bem quiser, da forma como lhe convém, frases ofensivas acompanhadas da imagem de outras pessoas estão sendo compartilhadas no aplicativo e gerando uma onda de bullying. Já foram relatados casos de briga de vizinhos, relacionamentos amorosos, processos judiciais, inimizades e até mesmo brigas de família.

A gota final, que moveu uma ação civil pública, cita o consultor de marketing Bruno Machado, que entrou com uma ação individual na Justiça pedindo o bloqueio ao aplicativo após ter tido fotos nuas e comentários sobre ele ser portador do vírus HIV e participar de orgias com amigos publicados na rede anónima.



Justiça brasileira quer suspender o Secret

De acordo com o jornal Estadão, um promotor da cidade de Vitória, Marcelo Zenker, entrou com uma ação civil pública solicitando a remoção do aplicativo da Google Play. Segundo o promotor, muitas pessoas o procuraram para denunciar o aplicativo, uma vez que se sentiam prejudicadas através das publicações. O juiz da 5ª Vara Cível de Vitória, Paulo Cesar de Carvalho, determinou através de uma liminar que o pedido do promotor fosse acatado e o aplicativo removido. O Juiz entende que por não apresentar Termos de Uso e Privacidade corretamente traduzidos para o idioma local, o aplicativo fere um dos direitos do Código de Defesa do Consumidor:

“a oferta e apresentação de produtos ou serviços devem assegurar informações corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa sobre suas características”

O Google terá até 10 dias para excluir o aplicativo da Play Store, além de garantir que o mesmo seja removido dos smartphones de usuários que já possuem o aplicativo instalado. Caso a empresa atrase no cumprimento desta ordem, a multa pode chegar até 20 mil reais por dia. Até o momento o Big G não se pronunciou publicamente se irá recorrer da decisão do juiz.

Talvez o juiz não tenha levado em consideração que leis sobre anonimato são diferentes nos Estados Unidos, país de origem do aplicativo, o que pode acarretar na exclusão de uma série de outros aplicativos que se enquadrem nessa liminar. Até o momento o aplicativo continua disponível na Play Store, e você pode baixá-lo normalmente até segunda ordem.


Steve Wozniak: ''O Galaxy Gear é inútil''


E Woz tem algumas reservas quanto ao futuro dos gadgets vestíveis.

Steve Wozniak: ''O Galaxy Gear é inútil''



Steve Wozniak, co-fundador da Apple, arrasou a Samsung e o seu Galaxy Gear numa conferência que decorreu em Milwaukee, Estados Unidos, na semana passada.
Woz tem algumas reservas quanto ao futuro dos gadgets vestíveis e partilhou algumas das suas experiências com estes dispositivos.
Depois de ter experimentado o Samsung Galaxy Gear, o co-fundador da maça comentou: “Foi a única peça tecnológica que eu comprei para experimentar e que eu vendi pouco depois no eBay, porque fazia tão pouco e era tão inútil.”
“Tens de o segurar ao pé do teu ouvido e essas coisas.” Segundo Woz, os gadgets vestíveis não fazem o necessário para garantir um lugar no seu pulso. “Eu quero o meu smartphone aqui, mas quero o pacote completo.”
“Eu não quero apenas uma pequena ligação Bluetooth com o smartphone no meu bolso porque senão acaba por se tratar de um intermediário, algo extra que eu compro e que apenas faz o que eu já faço atualmente.”
Porém, nem tudo foi mau na perspetiva de Woz, tendo este elogiado o Google Glass. “Pode não ser tão útil, tal como os smartwatches não são úteis o suficiente para conquistarem a mancha de público necessária para terem sucesso. Mas tudo o que eu fiz com o Google Glass, eu realmente tive algum prazer em fazê-lo.”
Como era de esperar, Woz também falou sobre a Apple, declarando esperança que a empresa de Cupertino possa revolucionar a tecnologia vestível num futuro próximo: “Se 30 empresas estão a fazer a mesma coisa, tu sabes que algo está errado.”
“Quando uma empresa faz algo muito diferente, e toda a gente diz que é fantástico, então esse é realmente o caminho para o futuro. No passado, a Apple fê-lo várias vezes – não sempre. Portanto, espero que mais uma vez a marca consiga evidenciar-se em relação aos seus concorrentes.”

Kanye West sempre polémico fala no motivo que levou a Apple ter comprado a Beats

                              
Polêmico: Kanye West diz qual é o real motivo da Apple ter comprado a Beats
Kanye West já se tornou bastante polémico nos últimos anos, especialmente por ele querer se comparar aos grandes ícones do mundo da tecnologia, como Steve Jobs.
Além disso, o cantor é um tanto arrogante em suas declarações, principalmente quando se auto declarou o novo ícone da internet, da moda e da cultura. No Festival de Publicidade de Cannes, o cantor explicou o motivo (pelo menos, que faz sentido para ele) de que por que a Beats foi comprada pela Apple.
Segundo West, a Apple precisou comprar a Beats por motivos estratégicos para não deixar que a Samsung roubasse toda credibilidade cultural do mundo do Hip-Hop após o cantor Jay-Z promover as suas músicas nos aparelhos da Samsung. Pois é. Kanye West também declarou que a Apple jamais teria comprado a Beats se não houvesse um acordo prévio de Jay-Z com a Samsung em primeiro lugar.

Os influenciadores número um

“Isso mostrou à importância da empresa Nº1 em se conectar com a cultura. A razão pela qual eu disse que não gosto particularmente da Samsung é por que durante minha vida inteira, devido ao modo como meus pais me criaram, eu tenho que trabalhar com os que são Nº1. Eu não posso trabalhar com ninguém além de Jay-Z, por que ele é o Nº1. Eu não posso representar qualquer marca que não seja Louis Vuitton. Eu não posso ficar com qualquer mulher que não seja Kim [Kardashian] (...). A Samsung não é exatamente a Apple, mas mostrou que Jimmy Iovine e Dr. Dre [co-fundadores da Beats] são capazes de se juntar com os influenciadores Nº 1”, declarou Kanye West.
Contudo, se pararmos para analisar friamente o caso (se ocorreu realmente como o cantor diz que é), percebemos que o investimento da Apple na Beats, de mais de US$ 3 biliões, foi muito maior do que o da Samsung em Jay-Z, que é de aproximadamente US$ 20 milhões, o que não dá muito sentido para a teoria de Kanye West. 

Polémica da página do NOS no Facebook é exagerada ou existe falta de ética?

A marca que sucedeu à Zon Optimus viu-se envolvida numa nova vaga de acusações, desta vez por ter transferido de forma automática os Gostos das páginas das antigas marcas para a nova, não perguntando aos utilizadores se era essa a sua vontade.


No dia 22 de maio a NOS anunciava no Facebook que “dado o desaparecimento das marcas Zon e Optimus e de forma a permitir aos seus seguidores continuarem a receber novidades, promoções e passatempos, foi criada a nova página NOS”. A empresa explicou depois que “todos os seguidores que tinham 'gosto' nas antigas páginas Optimus, Zon Life, Zon Futebol, Zon North Canyon, Zon Kids e ZON@fon foram unidos nesta nova página, que manterá o mesmo tipo e frequência de conteúdos”.

Rapidamente choveram comentários de utilizadores que não gostaram de ver um Like do seu perfil numa página da qual não tinham gostado. Entre os internautas que comentaram a publicação da NOS, há quem diga que o Like apareceu na nova página mesmo sem terem Like em nenhuma das páginas entretanto agregadas.

“Uma coisa é gostar da Zon north canyon apenas por gostar de surf...mas isso não quer dizer que goste da NOS!! Chamo a isto abuso de confiança”, escreveu Rafael Reis num dos comentários, que são mais de 600. Mas também há quem defenda que as reações dos internautas são exageradas e não passam de um resultado direto da onda de negatividade que a marca tem sido alvo.

Acusações à parte, as questões que se colocam são: agiu a NOS de forma ética ao ter assumido que os utilizadores das marcas antigas iam gostar também da nova página?; ou será esta uma polémica exagerada, mais uma polémica depois de outras que acusam a empresa de falta de originalidade na escolha da marca?
A responsável de social media da Made2Web, Helena Santos, a propósito desta questão. Para a especialista em redes sociais não há grande motivo para polémica – é fácil os utilizadores retirarem o Like da página da NOS -, mas ao mesmo tempo admite que possa ter existido falta de ética por parte da operadora.

A formadora admite que houve um certo abuso por parte da marca na questão de transferência dos Likes, mas diz perceber a estratégia que “lhes dá um ponto de partida e uma autoridade online que de outra forma demoraria a conseguir”.

NOS Facebook

A head of social media da M2W diz inclusive perceber a fusão online, que apenas deu seguimento a uma fusão que aconteceu offline. A especialista acredita que a NOS precisou da colaboração direta do Facebook para fazer a operação.

Facebook como a NOS ainda não se pronunciaram oficialmente sobre o tema.

Mas Helena Santos levanta ainda outras questões. Pergunta por exemplo se os utilizadores estão certos de nunca terem feito Gosto em nenhuma das páginas referidas, já que ao longo dos anos são muitos os Gostos que se vão acumulando e esquecendo. Sobretudo através da participação em diversos passatempos.

Alguns internautas chegam mesmo a sugerir que a NOS comprou Likes, uma prática que a provar-se, vai prejudicar seriamente a imagem da marca, de acordo com a análise de Helena Santos. Para já a especialista em redes sociais avalia como positiva a performance do community manager da empresa “que tem respondido de forma eficaz”.

A porta-voz da H2W explicou por fim que o caso não é dramático, que vai deixar poucos estragos na marca e que as polémicas online acabam tão depressa como surgem.

O que dizem os termos de utilização do Facebook
A rede social permite que um administrador de duas páginas as possa fundir. “Esta opção só se encontra disponível para Páginas que representem a mesma coisa e tenham nomes semelhantes”, diz a página do Facebook.

“As pessoas que gostam das tuas Páginas e as visitas serão combinadas, mas todos os outros conteúdos, como publicações, fotos e o nome de utilizador serão eliminados permanentemente da Página que fundires. Os conteúdos incluídos na Página que pretendes manter não sofrerão alterações, exceto a inclusão das pessoas que gostam da Página e das visitas que foram fundidas a partir da outra Página. A Página que não quiseres manter será removida do Facebook e não poderás anular a fusão”. 

Bagão e Mira 'vexados' no Facebook por assessor de Passos

O assessor económico de Pedro Passos Coelho, Rudolfo Rebelo, publicou no Facebook algumas considerações menos abonatórias em relação ao atual presidente do Banco BIC Português, Mira Amaral, e ao antigo ministro das Finanças, Bagão Félix. O responsável pela instituição bancária reage, em declarações ao i, salientando que se fosse primeiro-ministro demitiria Rebelo.

Mira e Bagão 'vexados' no Facebook por assessor de Passos

“Mira Amaral, o ultrapassado, parece conviver momentos de lucidez com outros de menor felicidade (estou a ser simpático). É mais um instalado ex-barão, que aparece para aí a cuspir nas TV, defensor das reformas… altas. Na linha de Bagão Félix. Porque será que a mais incapaz elite do pós 25 [de Abril], que se abasteceu no pós-cavaquismo, se atira ao Governo?”. O comentário foi publicado no Facebook pelo assessor económico de Passos Coelho, Rudolfo Rebelo, indignando pelo menos um dos visados, no caso, Mira Amaral.

Se fosse primeiro-ministro e tivesse um assessor destes, que não sei se é formado em ciências económicas ou em ciências ocultas, a primeira coisa que fazia era demiti-lo por fazer declarações idiotas”, reage o presidente do Banco BIC Portugal, ouvido pelo i.
O episódio reveste-se de particular importância atendendo ao facto de que, lembra o i, os visados nas considerações de Rudolfo Rebelo são pessoas com quem poderá de ter de contactar no exercício das suas funções.
Recorde-se também, a título de comparação, que o Presidente da República, Cavaco Silva, decidiu exonerar dois dos seus conselheiros em virtude de terem subscrito o manifesto que defende a reestruturação da dívida.
O assessor económico do líder do Executivo escusou-se a comentar ao i o que escreveu naquela rede social.

Snapchat enfrenta acusações de propaganda enganosa

O Snapchat está sendo acusado de fazer propaganda enganosa no que diz respeito a apagar as mensagens enviadas por seus usuários. A denúncia foi revelada na quinta-feira (8) pela FTC (Federal Trade Commission, ou Comissão Federal de Comércio), agência do governo americano que visa à proteção do consumidor. No mesmo dia, o Snapchat publicou nota concordando com as declarações do FTC e prometendo melhorias em sua redação na política de privacidade e segurança dos usuários.

Mais uma vez, o Snapchat apresenta falhas em seu sistema de segurança (Foto: Reprodução/ Digital Trends)Snapchat apresenta falhas em seu sistema de segurança e privacidade (Foto: Reprodução/TechTudo)

A agência também alegou que a companhia enganou os consumidores sobre a quantidade de dados pessoais que recolhe e as medidas de segurança tomadas para proteger as informações contra uso indevido e divulgação não autorizada. A hipótese do FTC é de que a falha do Snapchat foi provocada pela função “Find Friends”, que abriu uma brecha na segurança, permitindo que invasores compilassem um banco de dados com 4,6 milhões de nomes de usuários e números de telefone.

A principal queixa do órgão é a de que o aplicativo fez várias declarações falsas a seus consumidores, que contrastam com a maneira como ele realmente funciona. 

“Se uma empresa comercializa privacidade e segurança como principais atrativos ao lançar seu serviço, é fundamental manter essas promessas”, disse a presidente do FTC, Edith Ramirez, em comunicado.
De fato, a natureza efêmera do aplicativo foi seu diferencial e motivo de grande crescimento entre os concorrentes, uma vez que ele seria um ambiente seguro para compartilhar conteúdo privado, como fotos íntimas. Mas a promessa de que os “snaps” desaparecem para sempre após o tempo designado pelo usuário pode ser quebrada com simples ações, o que não fica claro nos termos de uso.  
Se os consumidores usarem versões não oficiais do aplicativo, por exemplo, as mensagens podem ser guardadas tranquilamente. Outra maneira é usar aplicativos de terceiros para baixar fotos ou vídeos, como o Snap Save for Snapchat ou SnapCapture for Snapchat.
Há outros problemas no quesito armazenamento. O Snapchat guarda os vídeos sem criptografia no dispositivo fora da pasta “sandbox”, o que significa que podem ser acessados pelos destinatários através do diretório de arquivos ou conectando o aparelho a um computador. O relatório completo com todas as acusações pode ser conferido em um documento em PDF (em inglês), da FTC.
Resoluções
O acordo firmado entre FTC e Snapchat proíbe a empresa de deturpar as informações sobre privacidade, segurança e confidencialidade dos usuários no futuro. Além disso, a empresa será obrigada a implementar um programa de privacidade abrangente, que será monitorado por um profissional de privacidade independente, pelos próximos 20 anos.

@evleaks critica o HTC One M8 Prime e a diretora HTC o insulta publicamente "É a seu rabo"



Parece que o perfil @evleaks, que de alguma maneira misteriosa consegue revelar tudo antes do tempo, tem conquistado cada vez mais inimigos virtuais. Esta semana o perfil twittou a seguinte frase: "O que o M8 Prime tem de mais lporreiro não é a sua lista de especificações".








No mesmo dia, a diretora de produto da HTC, Leigh Momii, disse: "É a seu rabo". A expressão da Momii revela claramente sua insatisfação acerca dos comentários do perfil. Apesar de muitos gostarem dos vazamentos creditados por ele, os profissionais que se esforçam para criar algo surpreendente para seu público sentem-se insultados pelos seus comentários.

Apesar de não ser difícil de entender este tipo de comentário acerca de alguma publicação, é muito complicado entender o que levou a Leigh a tomar esta atitude publicamente, já que a repercussão do seu comentário foi imediata, tendo aproximadamente 42 RT e cerca de 83 pessoas colocaram seu comentário como favorito.



Ao que tudo indica, o gadget terá as seguintes funcionalidades:
Ecrã de 5,5" Quad HD
Processador Snapdragon 805 com quatro núcleos de 2.3 GHz
3 GB de RAM
Câmera de 18 megapixels para percepção de profundidade  e principal de 5 ultrapixels (megapixels)

Jornalista publica foto no facebook em que anuncia que desiste de cobrir Mundial devido a "limpeza" de crianças

Jornalista desiste de cobrir Mundial devido a "limpeza" de crianças

Um jornalista dinamarquês decidiu abandonar a cobertura do Mundial de Futebol, no Brasil, depois de visitar a cidade de Fortaleza e descobrir que, alegadamente, estava a decorrer uma "limpeza" de crianças sem-abrigo para impressionar a imprensa internacional.
Faltam cerca de dois meses para o pontapé de saída do Campeonato Mundial de Futebol que, este ano, se realiza no Brasil. As atenções estão viradas para este país sul-americano, que possui diversas cidades entre os tops de lugares mais violentos do planeta.
Uma das cidades a acolher jogos é Fortaleza, uma das maiores dores de cabeça para a organização da "Copa", pois é considerada uma das cidades mais violentas a alguma vez receber jogos do Mundial de Futebol.
Foi uma visita a esta cidade que levou o jornalista dinamarquês Mikkel Keldorf Jensen a desistir de fazer a cobertura do campeonato mundial, depois de dois anos e meio de preparação. "O sonho tornou-se num pesadelo", diz, numa publicação feita no Facebook e que tem corrido o Brasil.
Segundo conta, a decisão acontece devido à "limpeza" que está a acontecer "na cidade de Fortaleza", para preparar a "Copa" e impressionar os "gringos" (estrangeiros) "e a imprensa internacional". "Fiquei a saber que algumas [crianças] estão desaparecidas. Muitas vezes, são mortas quando estão a dormir à noite em áreas com muitos turistas", assegura.
"Não posso cobrir esse evento depois de saber que o preço da Copa não só é o mais alto da história em reais e centavos - também é um preço que inclui vidas das crianças", diz.

O texto, acompanhado por uma fotografia do próprio em que se pode ler "Um gringo que viu o que os gringos não devem ver", já conta com mais de 15 mil gostos, tendo sido partilhado mais de 33 mil vezes (o ex-jogador e deputado federal Romário foi um dos que partilhou este texto com os seus seguidores). Já os quase dois mil comentários feitos à publicação não são consensuais: há quem apoie o texto, aproveitando para denunciar outros casos de violência, e quem se oponha à decisão do jornalista, desmentindo o que relata.
Também fora da Internet já se acumulam as reações. A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará já se pronunciou, garantindo que "não há registo de mortes de crianças em situação de rua em Fortaleza". Também o secretário de Turismo da região, Mismarck Maia, já veio a público classificar o texto do dinamarquês como "criminoso" e as suas declarações como "preconceituosas, descabidas e de interesses escusos".
Algumas organizações não governamentais (ONG) locais também já garantiram desconhecer casos de crianças mortas para "limpar" a cidade e prepará-la para o grande evento. "Não sei qual foi a fonte dele, mas eu não conheço nenhum caso de extermínio", garantiu o diretor da ONG "O Pequeno Nazareno", que lida com crianças vulneráveis no Ceará, ao UOL.
Keldorf continua a defender a sua decisão, garantindo esta quarta-feira, em entrevista a um canal dinamarquês, que as fontes que usou "têm contato diário com crianças" e sabem de casos de jovens que foram mortos "quando estavam na rua". "É uma coisa que muita gente sabe que acontece, mas ninguém ousa falar sobre isso". O dinamarquês está a planear um documentário sobre a sua passagem pelo Brasil, que deverá ser exibido no seu país antes do Mundial de Futebol.

A polémica das Selfie" pós-sexo... é a nova forma de autoexposição


Publicações estão dividindo opiniões em redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas

De propósito ou sem consentimento, a privacidade das pessoas (agora também em relação a sexo) está cada vez mais exposta – não apenas nas redes sociais, mas também nos aplicativos de mensagens instantâneas. Com dois cliques, imagens de conversas, fotos e vídeos viajam o País e até mesmo o mundo e são compartilhadas por milhares de pessoas. Recentemente, uma nova febre invadiu as redes sociais: o autorretrato de casais depois de terem relações sexuais.
Identificados na legenda como #aftersexselfie ou simplesmente #aftersex, os mais de 9,3 mil retratos publicados no Instagram têm dividido opiniões. Muitos usuários das redes sociais condenam a prática alegando que o limite da exposição de algo que deveria permanecer entre quatro paredes foi ultrapassado. Entretanto, uma página internacional criada no Facebook há 12 dias intitulada “After Sex Selfies” tem mais de 535 mil curtidas de pessoas de todo o mundo. Em geral, os retratos não têm nudez e mostram o rosto do casal.

Hashtag

A secretária Tamires de Oliveira, de 26 anos, e o estudante de Engenharia Roberto Junior, de 24, são noivos e publicaram na semana passada uma foto na rede social com a legenda #aftersex. O retrato mostra parte do rosto dos dois deitados olhando para a câmera. “Eu já tinha essa foto, mas por curiosidade publiquei com a hashtag quando vi que ela estava sendo utilizada”, disse Tamires. Para Junior, é a identificação na legenda que “entrega o momento”. “Acho que, se não fosse a hashtag, ninguém ia reparar em que momento ela foi tirada”, disse.
Para a psicóloga Luciana Ruffo, do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da PUC-SP, a exposição em si tem um caráter diferente nos dias de hoje. “Podemos dizer que (o aftersex) é uma autoexposição, mas esse conceito tem mudado muito. Essa geração é nascida e criada com a questão da internet e do compartilhamento. Eles entendem o mundo privado de uma forma diferente do que a maioria das pessoas que não foi criada com essa tecnologia entenderia. É uma questão de geração”, disse Luciana. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

                       


                     

Fãs revoltados com o final do episódio " The Good Wife" fúria nas redes sociais

Os inesperados acontecimentos do décimo quinto episódio de "The Good Wife", emitido dia 23 de março, nos Estados Unidos, está a gerar polémica em todas as redes sociais e meios de comunicação social.

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Eventos imprevistos, como a morte de uma das personagens principais, marcam este novo episódio da quinta temporada intitulado de que será emitido na Fox Life, em Portugal, já no próximo dia 2 de abril, pelas 22 horas.

Os acontecimentos extraordinários levaram à revolta dos fãs no Twitter. Muitos afirmam que nunca mais vão ver a série, outros já combinam "abraços de grupo" e muitos pedem ajuda psicológica para os espectadores.

"Esta morte cria um ponto de viragem para a série. Estamos sempre à procura destas viragens decisivas - alguns eventos a meio das temporadas que levam a vida das personagens numa nova direção. Estes pontos de viragem evitam que a série fique aborrecida e mantenham as personagens frescas" afirmaram os criadores Michelle e Robert King à imprensa norte americana.

"Já todos passamos por uma morte súbita de um ente querido. É assustador com o um dia perfeitamente normal pode levar a uma inesperada tragédia. A televisão, na maioria das vezes, não mostra este tipo de situações: a inevitabilidade da morte", acrescentaram os criadores.


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