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Aquaris X5 - o novo smartphone da BQ




BQ Aquaris M10 - o novo tablet da empresa Espanhola

Durante o dia de hoje, está a decorrer em Madrid o BQ Open Day, um grande evento dedicado à apresentação de novos gadgets da marca.
Depois de ter apresentado um novo smartphone Aquaris X5, a BQ revelou o novo tablet Android Aquaris M10.
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O novo tablet tem um ecrã de 10, 1 polegadas com resolução HD ou Full HD. Conta com um processador Quad-Core da MediaTek, MT 8163A a 1,5 GHz e um GPU Mali 720 e pode ser adquirido nas versões de 16 ou 32 GB de armazenamento interno e 2 GB de RAM.
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Vem equipado com duas câmaras fotográficas, uma frontal de 5 MP e uma traseira de 8 MP com capacidade de gravação de vídeo em Full HD.
Terá um botão capacitivo programável com duplo toque ou toque longo, que permitirá, por exemplo, ver notificações, voltar ao ecrã inicial, aceder à câmara ou abrir apps específicas.
A bateria é de 7280 mAh que permitirá uma autonomia em navegação de 11 horas em Wi-Fi. Este M10 tem 470g de preso e uma espessura de 8,15 mm.
Apesar de vir disponível com a versão 5 do Android, a BQ assegura a actualização para a mais recente versão do Android Marshmallow.
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Este tablet estará disponível em preto e branco a partir de Novembro em toda a Europa, por um preço recomendado de 229,90€ na versão HD e 259,90€ FullHD.

BQ Aquaris A4.5 - análise



É positivo ver o programa de smartphones de baixo custo, o Android One, chegar a Portugal e por mão de uma empresa que é conhecida dos consumidores portugueses. O problema é que tirando a questão das atualizações de software, o smartphone da BQ parece não ter o espírito da missão da Google.



“O que nos entusiasma no Android One é o facto de ser uma solução vantajosa para que à escala, possamos trazer smartphones de alta qualidade e acessíveis para mais mil milhões de pessoas. E mal podemos esperar pelo impacto que vão ter”. As palavras são de Sundar Pichai durante o Google I/O em 2014, na altura o chefe máximo da divisão Android, quando apresentava a iniciativa.

E os smartphones que foram surgindo seguiram de facto a máxima de apresentar preços baixos e acessíveis. Até que na semana passada, 17 de setembro, surgiu a BQ e o Aquaris A4.5 com o preço de 179,90 euros. Muito acima da meta psicológica de 100 dólares-100 euros esperada de um Android One.

Porquê esta estratégia? A questão foi colocada a Alberto Méndez, da BQ. “Aquilo que era muito importante era construir um terminal que cumprisse exigências técnicas e de qualidade altíssimas. E qualidade a todos os níveis, tanto por fora como por dentro. Não se podem fazer smartphones sustentáveis abaixo dos 150 euros. Nesse aspeto e tendo em conta o nível económico que temos na Europa, é um terminal económico, acessível. Mas logicamente é um preço mais elevado do que os Android One existentes noutros países”.
Percebe-se a questão de adaptar um pouco a realidade do Android One à realidade de Espanha e Portugal, mas a questão do preço parece ter-se perdido pelo meio. O objetivo da Google no ano passado era possibilitar que mais mil milhões de pessoas, sobretudo de países em vias de desenvolvimento, tivessem acesso a um smartphone.


Consegue o Android One da BQ fazer com que os portugueses que não têm um smartphone tentem a sua sorte no mundo dos dispositivos sempre conectados e das aplicações? Pode conseguir fazer, mas não será pelo preço. Mas esta também não é uma questão isolada.

O que leva pelo investimento de 180 euros?
Restava perceber uma coisa: olhando para as características do Aquaris A4.5 e do primeiro contacto com o dispositivo, o preço justifica-se, transformando-se em valor único para os consumidores?

Ao nível de design e de construção, este equipamento acaba por ser muito parecido com outros smartphones da BQ: seja o mais antigo Aquaris E5 4G, seja com o mais recente Aquaris M5. Isto é, aspeto retangular de linhas vincadas e corpo construído em plástico.




O ecrã apresenta uma resolução um pouco acima do HD - 960x540 píxeis -, mas durante o primeiro contacto mostrou que mais do que na resolução, é nas cores que está o seu grande valor. As tonalidades tinham uma boa saturação e isso ajuda a criar uma experiência multimédia mais positiva.

Do ponto de vista do desempenho o primeiro contacto só permitiu perceber que o telemóvel tem um desempenho fluído, acima de tudo por apostar numa versão pura do Android. Não há qualquer personalização por parte da BQ e a versão Lollipop 5.1.1 é a que vem de origem no equipamento.

Será necessário um período de testes mais alargado para perceber o que vale realmente este smartphone da BQ, com a questão do preço sempre a pairar na minha cabeça.

Há no entanto dois aspetos nos quais este Aquaris A4.5 parece de facto assimilar uma postura de “auxílio” que está inerente ao Android One. Além de ser um smartphone com cinco anos de garantia - mais três anos do que é típico nos produtos de eletrónica -, assegura também a questão das atualizações distribuídas pela Google.
Quer isto dizer que quando o Android 6.0 Marshmallow ficar disponível, o dispositivo da BQ estará no topo da lista para ser atualizado. E olhando para o mercado lento e fragmentado do Android, é uma mais valia inegável. As atualizações são asseguradas por 24 meses, o que também parece ser bem mais do que a esmagadora maioria dos smartphones Android do mercado conseguem garantir.

Mas chega para justificar os 179,90 euros? Dificilmente. É positivo ver o Android One chegar a Portugal, mas não só o preço não é a la Android One, como parece não ser assim tão competitivo relativamente ao que o restante mercado dos smartphones apresenta.

Por apenas mais 20 euros - ou até por um valor inferior - é possível encontrar smartphones interessantes e com um bom valor qualidade-preço. E nem sequer têm o “peso” de pertencer ao Android One.

A BQ tem boas expectativas para o lançamento da iniciativa Android One em Portugal, como o próprio Alberto Méndez confirmou ao TeK. Resta saber como reagem os consumidores a esta novidade no ecossistema móvel da Google: a marca passa a ser apenas um intermediário na relação ecossistema-dispositivo-consumidor.

Olhando para a forma como o cenário está definido atualmente em torno deste equipamento, tudo parece apontar que o BQ Aquaris A4.5 é o primeiro grande “pecado capital” do Android One. Está a distanciar-se das suas linhas originais e logo na parte na qual mais prometia: nos preços acessíveis dos equipamentos.

Tesla 2 W8 - análise ao melhor tablet da BQ



A BQ dispensa apresentações  para milhares de portugueses. Foram já vários os equipamentos da tecnológica espanhola que passaram pela redação, incluindo a mais recente aposta alternativa, o smartphone Aquaris numa edição com o sistema Ubuntu pensado para dispositivos móveis.

Do lado dos consumidores a BQ é uma das marcas que mais smartphones vende no mercado livre, tendo também uma presença constante no segmento dos tablets. Conseguiu o estatuto que tem por apresentar uma relação qualidade-preço interessante do ponto de vista de quem compra.

Nem sempre os produtos da empresa apresentam o melhor desempenho, como aconteceu com o tablet Aquaris E10 e com o telemóvel Aquaris E5 4G, mas no final os dispositivos cumprem e são bons companheiros para o dia a dia.

O que a empresa espanhola apresenta no Aquaris Tesla 2 W8 é diferente. É diferente do que costuma fazer - apostar sobretudo no Android - e é diferente porque transmite de facto um salto de qualidade no trabalho que tem vindo a ser desenvolvido ao longo dos últimos anos.



O Tesla 2 W8 é o melhor dispositivo BQ que já nos passou pelas mãos até à data. É convidativo no aspeto, é interessante no desempenho e pode ser justamente aquilo que muitas pessoas procuram num tablet. A grande contra-partida está no sistema operativo Windows. Mas até esta situação está prestes a mudar.


Agarrar a diferença


Basta pegar no tablet da caixa para perceber de imediato que algo está diferente. O desenho do dispositivo é mais moderno do que aquele empregue nos modelos Android. Muitos poderão defender que não são assim tão diferentes - e é verdade. Mas às vezes os pequenos pormenores fazem grandes diferenças e se isso é válido para grandes marcas como a Sony e o seu Xperia Z3, então também o é para a espanhola BQ.

Os cantos mais arredondados e a ligação entre a frente e a traseira também mais arredondada tornam melhor a experiência visual e tátil com o tablet. A parte traseira construída em plástico rugoso também foi uma excelente escolha, sendo trabalhada o suficiente para não incomodar e eficaz o suficiente para evitar escorregadelas.

Em contra-partida o material escolhido é um autêntico íman de dedadas, o que obriga a uma limpeza regular do tablet.

O facto de ser um bloco maciço preto apenas com o símbolo do Windows na parte frontal coloca-o em pé de igualdade com outros equipamentos que existem no mercado e que apostam na mesma estratégia de sistema operativo.

Os rebordos do ecrã são grossos, mas não são muito exagerados. O gosto é pessoal e há utilizadores que preferem o mínimo de rebordo possível num dispositivo móvel. Mas num tablet com uma dimensão de dez polegadas sabe bem ter margem de manobra em torno do ecrã, em vez de colocar os dedos diretamente sobre o campo de ação.



O friso negro pesado ajuda também a realçar as cores do painel escolhido para o equipamento. E a saturação das cores, assim como o campo de visão, são os pontos positivos da tela escolhida. A BQ diz que a resolução é de 1.280x800 píxeis e de facto o ecrã do dispositivo é mediano na definição.

No geral o Tesla 2 W8 garante uma boa experiência de visualização, mas em conteúdos com mais detalhe o ecrã podia definitivamente ser mais ambicioso. O ecrã da unidade destes testes  sofria ainda de “sangramento”, um fenómeno que se caracteriza por uma iluminação mais forte nas laterais do ecrã, justamente onde estão posicionados os principais sistemas de brilho do painel. Este é um defeito que passa despercebido durante a maior parte do tempo, mas que em ambientes escuros e que na reprodução de conteúdos com muito preto salta à vista e que não pode deixar de ser assinalado.

Apesar de tudo e fazendo um balanço final, as dez polegadas do ecrã são uma mais valia e para o consumo de filmes, séries e videojogos pode ser justamente aquilo que muitos consumidores procuram.

Ainda na parte do design, mas entrando numa questão mais funcional, a BQ escolheu colocar as duas colunas do tablet na parte traseira, uma decisão com a qual é difícil de concordar. Sabendo que o sistema de som até apresenta boa qualidade, seria mais vantajoso ter as sonoridades a entrar diretamente nos ouvidos dos utilizadores, em vez de terem que fazer reflexo numa mesa ou até nas pernas de quem o segura.


A surpresa dentro da caixa


Se a construção sólida e apelativa do BQ é uma surpresa assim que salta da caixa, a própria estrutura do tablet também esconde uma agradável surpresa: o desempenho.

Ter o Windows 8.1 na sua força máxima num tablet é sempre algo que pode deixar os consumidores com a sobrancelha levantada ao nível do comportamento. Mas o Tesla 2 W8 portou-se muito bem.



Claro que não está pensado para tarefas muito pesadas. O processador ainda é mobile - um Intel Atom de quatro núcleos a 1,33Ghz - e a gráfica não passa dos 646 Mhz de velocidade de relógio. No entanto mesmo estes componentes são suficientes para garantir uma experiência de streaming de conteúdos em alta defnição muito positiva, um bom comportamento dos jogos, sem engasgos e até a utilização do tablet como um dos equipamentos para estar ligado a uma impressora 3D. Num programa de renderização de objetos a três dimensões foi notória a limitação do processador e poder gráfico, mas não deixou de fazer aquilo que era suposto.

O próprio Windows comportou-se sempre de forma fluída e limpa. Ligar e desligar o tablet é muito rápido, assim como aceder aos programas mais básicos como o navegador de Internet Google Chrome. Mesmo a suite de produtividade Office comportou-se a um bom nível.

O que também surpreendeu pela positiva foi a rapidez de navegação à Internet e o download veloz de ficheiros que o tablet conseguiu executar. Não esperaria tanto de um tablet, sendo que ao nível do desempenho pode muito facilmente colocar-se ao lado de muitos computadores portáteis que existem no mercado - mas em níveis de preço baixos.


Nem todos os tablets podem ter uma segunda vida


Apesar do bom desempenho registado, tendo em vista uma utilização casual e quotidiana, o BQ Tesla 2 W8 será certamente melhor daqui a uns meses, quando a Microsoft disponibilizar o Windows 10. É que o Windows 8.1 apesar de estar pensado para o mobile, ainda vive maioritariamente do seu estado desktop. E isso num tablet não funciona muito bem, mais na perspetiva da usabilidade e não tanto do desempenho.

Mas com a chegada do Windows 10 chega também um modo específico para dispositivos móveis de grandes proporções, o modo Continuum. Aí o Windows transforma-se ligeiramente e fica mais “sensível” ao toque, o que ajudará na experiência total do equipamento.

E como a atualização para o próximo Windows vai ser gratuita, não estará obrigado a investir mais algum dinheiro para conseguir aquela que se espera ser uma experiência melhorada.

Resumindo, se o Tesla 2 W8 já apresenta uma experiência de utilização interessante, as perspetivas parecem apontar para uma “subida” neste campo.



















Especificações técnicas BQ Tesla 2 W8 

Ecrã: 10,1 polegadas com resolução de 1.200x800 píxeis
Tecnologia de ecrã: IPS com capacidade para reconhecer dez toques em simultâneo
CPU: Intel Atom Z3735F de quatro núcleos a 1,33Ghz com arquitetura de 64-bits
GPU: Intel Gen 7 até 646 MHz
Memória interna: 32GB
RAM: 2GB
Sensor fotográfico principal: 5 megapíxeis
Sensor fotográfico secundário: 2 megapíxeis
Bateria: ~ 7.000 mAh
Dimensões: 25,8x17,3x 0,99 centímetros (Largura x Altura x Espessura)
Peso: 650 gramas
Outras características: dois altifalantes de 0,7W, Bluetooth 4.0, entrada cartão microSD até 32GB, entrada USB 2.0 com suporte OTG e Windows 8.1 atualizável para o Windows 10 












BQ Tesla 2 W8




Mas o Windows também acaba por prejudicar o tablet. A falta de aplicações na loja do sistema operativo ainda é notória e por exemplo, o teclado virtual do Windows em nada se compara com as alternativas que existem para o Android. Quer isto dizer que apesar de ter um ecrã de dez polegadas, torna-se difícil fazer grandes produções escritas no Tesla 2 W8, pois não há uma boa otimização entre teclado e tamanho do equipamento.


Margem para melhorar


A BQ é conhecida por ir construindo linhas de produtos. Isto é, não lança simplesmente um modelo e depois parte para outro. A tecnológica espanhola vai fazendo updates aos seus dispositivos e caso volte a fazê-lo no Tesla 2 W8 - já é a segunda versão -, então estes são alguns dos pontos nos quais deve pensar.

Em primeiro lugar o sensor de luminosidade do tablet não é regular. Aconteceu mais do que uma vez o ecrã passar de um brilho intenso para um baixo nível de iluminação, sem que nada o justificasse. E a situação pode tornar-se um pouco irritante pois volta e meia acontecia precisamente quando não dava jeito.

A autonomia da bateria também não é estonteante, pelos menos tendo em conta o que outros tablets do mercado vão entregando. O facto de executar uma versão completa do Windows certamente influencia e bastante o consumo da bateria.

Mas sabendo que o equipamento é grande e sabendo que pedem ao utilizador para carregar quase 650 gramas de peso, então seria de esperar algo próximo das dez horas. Numa utilização “a la PC” a bateria rendeu entre as cinco e as sete horas de utilização, o que não ficou em linha com as expectativas traçadas.

No entanto há a destacar o facto de o Tesla 2 W8 não aquecer muito, mesmo após longos períodos de utilização. Aqui uma vez mais o perfil grosso do dispositivo ajuda neste sentido, ao passo de que os equipamentos móveis mais finos tendem a sofrer deste problema.

Uma última palavra relativamente ao facto de o tablet estar minimamente bem servido de entradas multimédia - USB, microHDMI e cartão microSD -, o suficiente para uma boa gestão de conteúdos multimédia e até para uma conexão com um televisor ou com um ecrã de apresentação numa empresa, por exemplo.



O Tesla 2 W8 apresenta o preço de 289 euros. Não é o mais barato dos tablets, mas sabendo que entrega uma experiência Windows-desktop muito aceitável, também não parece estar totalmente desalinhado com a realidade.


Considerações finais


À medida que os smartphones vão crescendo e os computadores vão ficando mais híbridos - como é o exemplo o HP Pavillion x360 -, os tablets estão a entrar num período difícil. Basta comparar a quantidade de dispositivos deste segmento que chega ao mercado em comparação com o que acontecia em igual período de 2013.




Mas a passagem do tempo também está a trazer algo bom: mais know how na forma como se controem dispositivos. E este Tesla 2 W8 da BQ é um excelente exemplo disso mesmo.

Tendo também experimentado o Aquaris E10 com Android, a minha escolha recai seguramente nesta versão Windows. Se o utilizador estiver disposto a investir 30-40 euros num teclado Bluetooth, pode formar uma dupla com uma relação qualidade-preço muito interessante.

O Tesla 2 W8 não substitui totalmente um computador portátil, mas também não apresenta todas as condições para isso. A utilização do Windows em modo desktop por vezes torna-se complicada, devido à relação que existe entre o tamanho do interface e o tamanho do ecrã. Mas isso vai mudar e este tablet da BQ só terá a ganhar.

Se é um utilizador que procura apenas um equipamento maior de acesso à Internet, que lhe permita consumir conteúdos online sem problema e também aventurar-se nos jogos da loja do Windows, então esta é uma opção que tem de considerar.

Para o caso de ser mais exigente e precisar de um grau superior de produtividade, então pode olhar para soluções um pouco mais caras, mas ao mesmo tempo mais versáteis: caso do Asus Transformer Pad.

Ou então pode simplesmente fazer um compasso de espera e ver o que a BQ pode ter reservado para uma terceira geração do seu tablet com Windows.

Aquaris M - BQ anuncia smartphone por 179,90€

A empresa tecnologia espanhola BQ  acaba de anunciar o novo Aquaris M. Com um design ergonómico e material anti-dedadas, o novo Aquaris M vem com um ecrã com tecnologia Quantum color+ (sistema de visualização mais avançado do mundo) e também com uma aposta na autonomia.
O Aquaris M está disponível em três modelos: Aquaris M4.5, Aquaris M5 e Aquaris M5.5.
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Com um volume de negócios na ordem dos 202,5 milhões de euros em 2014 e com 1078 colaboradores, a BQ orgulha-se de ser uma empresa irreverente, exigente, dinâmica, responsável e didáctica. Depois do sucesso da gama E(Aquaris E5 é o Smartphone livre líder em Espanha) a empresa anunciou o Aquaris M4.5, Aquaris M5 e Aquaris M5.5.
Os novos equipamentos destacam-se pelo design,  por terem uma moldura reduzida e por ter sido optimizada a posição dos botões.
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Ecrã

Ao nível do ecrã, além da tecnologia Quantum color+ destaca-se também a tecnologia Assertive display que garante alta visibilidade, mesmo quando o equipamento está exposto à luz directa do Sol. Todo o sistema de cores ajusta-se dinamicamente à luminosidade e as cores do ecrã à luz ambiente.
O ecrã está protegido com material álcali-aluminossilicato reforçado, resistente a riscos, impactos e torsão em caso de acidente.
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Bateria

O novo Aquaris M traz também novidades ao nível da autonomia.O Aquaris M4.5 vem com uma bateria LiPo de 2470 mAh, o M5 vem com uma bateria LiPo de 3120 mAh e o M5.5 traz uma bateria LiPo de 3500 mAh.

Câmaras

A câmara frontal é de 5MPX com flash e a câmara traseira tem dual-flash e é de 13 MPX no M5 e no M5.5 e 8 MP no M4.5. A resolução de vídeo é Full HD – 1080p.

Som

O novo Aquaris M inclui também tecnologia de som Dolby, através do chip de áudio Cirrus.
Todas as versões têm suporte para redes 4G, são Dual-SIM e vêm já com o Android Lollipop.
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Aquaris M5.5

O Aquaris M5.5 dispõe de um ecrã de 5,5 polegadas IPS Full HD, com tecnologia Quantum Color + e Assertive Display de Apical, que ajusta a saturação e o contraste das cores à luz ambiente. A sua resolução é 1080 x 1920 px e 400 ppi (XHDPI).
Vem equipado com um processador Qualcomm® Snapdragon™ 615 Octa Core A53 até 1,5 GHz, uma gráfica Qualcomm® Adreno™ 405 até 550 MHz, além de uma bateria LiPo 3500 mAh.
A câmara frontal é de 5 Mpx com flash e a câmara traseira de 13 Mpx com sensor Samsung S5K3M2e dual flash, ambas com resolução de vídeo Full HD (1080p). Apresenta uma dimensão de 75,5 x 151,8 x 8,5 mm e 180 g de peso e dispõe detecnologia NFC (SE).

Aquaris M5

O ecrã de 5 polegadas do Aquaris M5 é IPS Full HD, com uma resolução de 1080 x 1920 px e 440 ppi (XHDPI. Conta com tecnologia Quantum Color + e Assertive Display de Apical, que ajusta a saturação e o contraste das cores à luz ambiente.
Os modelos Aquaris M5 têm um processador Qualcomm® Snapdragon™ 615 Octa Core A53 até 1,5 GHz, uma gráfica Qualcomm® Adreno™ 405 até 550 MHz e uma bateria LiPo 3120 mAh. Integram uma câmara frontal de 5Mpx com flash e uma câmara traseira de 13 Mpx com sensor Sony IMX214 e dual flash, ambas com resolução de vídeo Full HD (1080p). Apresentam dimensões de 69,4 x 143 x 8,4 mm e 144 g de peso e contam comtecnologia NFC (HCE).

Aquaris M4.5

O mais pequeno dos Aquaris M está equipado com um processador MediaTek MT6735M Quad Core Cortex A53 até 1 GHz e uma gráfica ARM Mali T720-MP1 até 450 MHz. O seu ecrã IPS qHD de 4,5 polegadas tem uma resolução de 540 x 960 px e 244,77 ppi (HDPI). Apesar dos seus reduzidos 115,5 g, dispõe de uma bateria LiPo 2470 mAh,de uma câmara frontal de 5 Mpx com flash e de uma câmara traseira de 8 Mpx com dual flash, ambas com resolução de vídeo Full HD (1080p).

Comparação entre modelos

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Preços

Relativamente aos preços, o Aquaris de 4,5” ronda os 179,90€ enquanto a versão de 5,5” custa 319,90€. Aquaris M4.5 e o Aquaris M5 poderão ser adquiridos no início de julho nos países da União Europeia através da loja online da BQ e nos pontos de venda autorizados. O Aquaris M5.5 estará disponível após o verão.
Aquaris


Galeria de Imagens



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