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NASA mostra imagens de Marte onde Matt Damon “esteve”
A agência espacial norte-americana continua a fazer o paralelo entre a ficção do filme “Perdido em Marte” e a realidade conhecida. Desta vez, mostra imagens de alguns dos locais do planeta vermelho onde Matt Damon “esteve”, na pele do astronauta Mark Watney, claro.

Num conjunto de imagens recolhidas pela HiRISE, a “câmara fotográfica” que equipa a sonda Mars Reconnaissance, a NASA indica onde o protagonista da mais recente obra cinematográfica de Ridley Scott construiu o seu “abrigo” Ares 3, bem como os diferentes locais de passagem.

Na verdade, todo o percurso do astronauta Mark Watney pode ser feito online, através de uma ferramenta disponibilizada pela NASA, uma espécie de mapa interativo#mce_temp_url# com os pontos determinantes de viagem assinalados.

As coordenadas para os locais exatos para a recolha das imagens foram dadas por Andy Weir, autor do livro que deu origem ao filme.
NASA testa veículo espacial que vai levar humanos a Marte
O espaço profundo poderá ficar mais perto esta quinta-feira, dia 4 de dezembro, com o passo-chave que a NASA está a preparar: o lançamento da Orion num teste de voo bastante ousado.
Orion - Viagem de teste
A agência espacial norte-americana vai lançar a nave, concebida para transportar humanos até Marte, a uma distância de 5.793,64 quilómetros.
Os quilómetros feitos nesta viagem de testes vão permitir à Orion orbitar o planeta Terra duas vezes antes de reentrar na atmosfera e parar no Oceano Pacífico. Durante o percurso vai atingir velocidades de 32.000 quilómetros por hora e temperaturas na ordem dos 2.200ºC.
Como referência, diga-se que a nave não chegará perto da Lua, que fica a mais de 300 mil quilómetros, mas deixará para trás os limites alcançados pela Endeavour, o projeto anterior de veículos tripulados da NASA, em que se atingiu o máximo de 2.000 quilómetros de altitude.
Embora tenha sido concebida para transportar humanos, nesta viagem de teste a Orion levará apenas sensores no seu interior.
A hipótese de água líquida em Marte foi afastada
Um grupo de investigadores analisou durante um largo período de tempo transformações que existem no solo marciano. O que se pensavam ser alterações provocadas por fluxos de água, são na realidade aglomerações de gelo seco.
As esperanças de encontrar água líquida em Marte não estão totalmente postas de parte – tanto que apenas uma ínfima parte do planeta está a ser explorada. Mas um fenómeno que era tido por alguns investigadores como uma prova de que podia haver água, foi entretanto refutada.
Através de várias verificações ao solo marciano e de comparações entre fotografias, os investigadores concluíram que os pequenos regos que se formavam não eram provocados pelo movimento de água líquida, sendo antes a aglomeração de dióxido de carbono congelado – o chamado gelo seco.
A criação de novas forma de relevo no solo acontece sazonalmente – no inverno e no início da primavera – um elemento que fez os investigadores a perceberem que não se trataria mesmo de água em estado líquido.
Os primeiros registos destas transformações no solo datam do ano 2000. Apesar de haver conhecimento de que existe água em Marte, no estado gasoso e estado sólido, é na água líquida que os cientistas esperam encontrar um dia alguma forma de vida.
As imagens que permitem agora chegar à conclusão de que os sulcos são originados por gelo seco foram conseguidas pelo Mars Reconnaissance Orbiter (MRO), através de uma câmara de alta resolução. Desde o início de 2006 que foram fotografados mais de 350 locais em Marte, sendo que 38 tinham apresentado sinais de mudança sazonal.
O dióxido de carbono congelado é abundante em Marte, como explica um comunicado da NASA, e as transformações ao nível do solo continuam a acontecer.
Apesar de esta hipótese ter sido excluída, os investigadores continuam a seguir outros rastos e transformações que parecem sugerir a existência de água liquida em Marte. “Eu gosto do facto de Marte ainda nos poder surpreender”, afirmou um dos cientistas responsáveis pela conclusão, Colin Dundas.
Três portugueses na lista de potenciais colonos de Marte

O consórcio Mars One acaba de revelar os nomes dos candidatos apurados durante os testes de seleção dos primeiros exploradores do planeta vermelho. Há três portugueses na lista.
O Mars One acaba de revelar os 705 candidatos que passaram a próxima ronda de seleção de colonos que deverão rumar a Marte em 2023. Entre os apurados durante esta ronda, encontram-se três portugueses: Gracinda, de Santa Maria da Feira; André, de Lisboa; eJoão, de Lisboa (o Mars One apenas revela nomes e omite apelidos).
Na lista, é ainda possível encontrar uma brasileira de nome Norma, que concorre a partir de Portugal; e ainda uma ugandesa, de nome Deborah, que também apresentou candidatura a partir de Portugal.
Mais de 200 mil pessoas candidataram-se aos lugares disponíveis nas missões que a Mars One pretende lançar rumo a Marte, com o objetivo de criar a primeira colónia humana no Planeta Vermelho. O projeto, que prevê angariar financiamento através de parcerias com a indústria aeroespacial e a realização de reality shows, tem por objetivo o envio de 24 a 40 pessoas para o planeta vizinho.
No final de 2013, o Mars One revelou que apenas 1058 dos mais de 200 mil candidatosforam apurados durante a primeira fase de seleção. Hoje, soube-se que dos 1058 escolhidos na anterior ronda, apenas 705 aceitaram fornecer os relatórios clínicos e tornar públicos os respetivos perfis no Mars One – e por isso foram apurados para a fase de entrevistas pessoais com os responsáveis pelo projeto de exploração de Marte.
«Estamos incrivelmente entusiasmados com o início da segunda ronda (de seleção), que nos vai permitir compreender melhor estes candidatos que decidiram fazer uma viagem tão arriscada. Agora, eles vão ter de dar a conhecer os seus conhecimentos, a inteligência, a capacidade de adaptação e a personalidade», refere Norbert Kraft, responsável clínico pelas missões Mars One, em comunicado.
Depois da ronda de entrevistas, voltará a ser feita nova seleção, com o objetivo de criar equipas internacionais compostas por dois homens e duas mulheres (o Mars One não revela o número de apurados da próxima ronda). Uma vez constituídas, estas equipas deverão dar início a um programa de treinos e testes.
«Os treinos das missões a Marte serão o emprego a tempo inteiro destas pessoas. Todas as equipas e indivíduos poderão ser eliminados durante os treinos, se revelarem que não têm perfis adequados para as missões. O Mars One deverá repetir o processo de seleção regularmente para treinar mais equipas e substituir as equipas e tripulações de colonos que abandonaram a Terra para viver em Marte», refere o comunicado do Mars One.
A Exame Informática 221, que saiu para as bancas a 1 de novembro, revela as aspirações de alguns dos candidatos portugueses e várias questões humanas, técnicas e financeiras que envolvem o arrojado projeto iniciado por um milionário holandês. Entre os vários especialistas entrevistados nessa altura, há uma opinião que é comum: Mesmo que consigam fazer esta viagem, nenhum destes colonos conseguirá sobreviver e regressar à Terra.
Apesar das várias previsões pessimistas (muitas delas questionam mesmo a viabilidade do projeto do ponto de vista técnico e financeiro), o consórcio Mars One iniciou, recentemente, a construção dos primeiros simuladores das futuras colónias em Marte.
O que é essa luz brilhante capturada por Curiosity em Marte? Teorias especulativas já!

Não há necessidade de olhar de perto para vê-la na foto: a luz estranha no horizonte.Desde NASA publicou esta foto ontem , dezenas de teorias começaram a circular tentando explicar a origem do surto. Um teste do fascínio que nos faz Marte. De onde vem essa luz?
A câmera foto capturou o rover Curiosity Mars, você pode ver abaixo a íntegra, ou tamanho aqui também . NASA oferece duas explicações possíveis: é o reflexo da luz solar sobre a superfície de uma rocha, ou um raio cósmico detectado pelo Navcam, Camera Curiosity.
Justin Maki, do JPL da NASA líder da equipe que construiu e opera a câmera robô Mars Curiosity, explica que este tipo de surto nas fotos é totalmente normal. " Nos milhares de imagens que recebemos de Curiosity, temos visto alguns flashes com quase toda semana. que pode ser causada por um raio cósmico ou luz solar refletida na superfície de uma rocha ", diz ele. Na verdade, tudo aponta para o último.
Maki dá mais detalhes NBC , explicando que a luz aparece em duas fotos tiradas por Navcam de curiosidade, a 02 de abril e 03 de abril , ainda não aparece em duas outras fotos tiradas menos de um segundo após a acima, mas capturado pelo olho esquerdo da câmera, aqui está o02 de abril e aqui está o 03 de abril . Além disso, nas duas primeiras imagens captadas pelo sensor de direito, a luz aparece em diferentes locais no quadro da imagem.
A última explicação sugere fortemente que a luz é simplesmente o reflexo da luz solar em uma pequena rocha, e não um raio cósmico. Também é possível que o flash ocorreu no impacto luz solar directamente na câmara do sensor através de um furo no invólucro que cobre. Ambos são os dois mais viável para o "mistério" das explicações claras marcianas.Aos que buscam alguma explicação especulativa, não tem nada a ver. [Via NASA , NBC e Slate ]

Planeta Terra é uma "estrela de fim de tarde" quando vista a partir de Marte
A sonda Curiosity captou uma fotografia que pode ficar para a História: o planeta Terra é o astro mais brilhante do anoitecer marciano e seria visível a olho nu se por lá houvesse habitantes.
O robô de exploração espacial Curiosity continua a sua missão no planeta vermelho e também continua a brindar a Terra com algumas relíquias da sua passagem por Marte. Desta vez a sonda captou duas imagens que mostram como é a Terra quando vista a partir de solo marciano. Os investigadores da Nasa equiparam o brilho do planeta Terra ao de uma estrela de fim de tarde.
A resolução das imagens não é a melhor, mas não existem dúvidas de que o ponto mais brilhante da paisagem é a Terra, que está a 160 milhões de quilómetros. Quando aplicado um zoom nas imagens é possível ver a Lua, que também seria visível a olho nu. As fotografias com mais resolução podem ser vistas no site da NASA.
A resolução das imagens não é a melhor, mas não existem dúvidas de que o ponto mais brilhante da paisagem é a Terra, que está a 160 milhões de quilómetros. Quando aplicado um zoom nas imagens é possível ver a Lua, que também seria visível a olho nu. As fotografias com mais resolução podem ser vistas no site da NASA.
Escreve a NASA que as imagens foram captadas cerca de 80 minutos depois de o Sol se ter posto em Marte, no 529º dia do Curiosity em Marte - 31 de janeiro de 2014.
As imagens que a agência espacial norte-americana divulga são "retocadas", uma edição que serviu para tirar os efeitos dos raios cósmicos.
Pela falta de resolução estas imagens dificilmente se vão tornar tão icónicas como algumas que foram tiradas, por exemplo, do planeta Terra a partir da perspetiva da Lua ou da Estação Espacial Internacional. Mas fica o registo de como seria ver o "berlinde azul" a partir de Marte.
Uma outra missão espacial da NASA, a sonda Cassini, tinha captado em julho de 2013 uma imagem também da Terra e da Lua vistas a partir de Saturno, tendo os aneis do planeta como perspetiva.
Recentemente uma outra imagem captada por um satélite tornou-se "viral", pois foi apelidada pelos investigadores de "Mão de Deus".
Rocha marciana encontrada pela NASA continua envolta em mistério

O mistério sobre a rocha misteriosa em forma de donut encontrada pela NASA adensa-se. As primeiras análises mostram uma composição estranha.
Depois das primeiras imagens que espantaram a comunidade científica, a NASA publicou mais algumas informações sobre a rocha mistério de Marte.
Os investigadores indicam que a composição química é invulgar e que apresenta compostos anteriormente não encontrados no planeta.
De acordo com o Slashgear, Steve Squyres, cientista da missão Mars Exploration Rover, a análise mostra que a rocha contém níveis muito elevados de magnésio e enxofre, bem como o “dobro do manganésio alguma vez encontrado” em Marte.
Recorde-se que na semana passada a sonda da NASA que percorre o solo marciano encontrou uma rocha com um formato a lembrar um donut num local onde, 12 dias antes, nada existia.
Depois das primeiras imagens que espantaram a comunidade científica, a NASA publicou mais algumas informações sobre a rocha mistério de Marte.
Os investigadores indicam que a composição química é invulgar e que apresenta compostos anteriormente não encontrados no planeta.
De acordo com o Slashgear, Steve Squyres, cientista da missão Mars Exploration Rover, a análise mostra que a rocha contém níveis muito elevados de magnésio e enxofre, bem como o “dobro do manganésio alguma vez encontrado” em Marte.
Recorde-se que na semana passada a sonda da NASA que percorre o solo marciano encontrou uma rocha com um formato a lembrar um donut num local onde, 12 dias antes, nada existia.
Marte tem mais de mil candidatos a colonos
Colonização de Marte tem mais de mil candidatos
Se for bem sucedida, a companhia holandesa Mars One será a primeira iniciativa, tripulada ou não tripulada, a explorar outro planeta

Mais de mil pessoas foram pré-selecionadas para formar parte de um grupo de primeiros colonos do planeta Marte, em 2025, informou nesta quinta-feira a companhia holandesa Mars One, autora do projeto.
A seleção foi realizada a partir de 200 mil pessoas, de 140 países, que se inscreveram para fazer parte da primeira onda de colonização do Planeta Vermelho. No total, 1.058 candidatos passaram à segunda fase da seleção, segundo a Mars One.
"O desafio com os 200.000 inscritos era separar os que pensamos ser capazes - mental e fisicamente - para a missão de embaixadores humanos em Marte dos que não levam o desafio a sério", disse Bas Lansdorp, fundador e presidente da Mars One.
A Mars One vai selecionar agora, em várias fases, os 24 colonos que devem viajar a Marte em seis grupos de quatro pessoas.
Os colonos, que jamais poderão regressar à Terra, deverão viver em pequenos habitats, encontrar água, produzir oxigénio e cultivar seus próprios alimentos.
O projeto enfrenta muito ceticismo, mas entre seus apoiantes está o Nobel holandês Gerard 't Hooft, ganhador do prémio de Física em 1999, que aparece em um vídeo promovendo a Mars One no site de financiamento coletivo Indiegogo.
Até agora, as agências espaciais ao redor do mundo só conseguiram enviar sondas robóticas a Marte, sendo a última a Curiosity, da Nasa, estimada em US$ 2,5 biliões, e que pousou no Planeta Vermelho em agosto de 2012.
Se for bem sucedida, a Mars One será a primeira iniciativa, tripulada ou não tripulada, a explorar outro planeta.
1ª missão da Índia rumo a Marte ultrapassa rival China
1ª missão da Índia deixa Terra e país ultrapassa rival China
Missão da Índia rumo a Marte deixou a órbita da Terra neste domingo, depois de se livrar de um obstáculo na sua viagem ao planeta vermelho, superando rivais

A primeira missão da Índia rumo a Marte deixou a órbita da Terra neste domingo, livrando-se de um obstáculo crítico na sua viagem ao planeta vermelho e superando os esforços no espaço da rival China.
O sucesso da nave espacial, cuja previsão é de orbitar Marte até setembro do ano que vem, colocaria a Índia em um pequeno clube que inclui Estados Unidos, Europa e Rússia, cujas sondas orbitaram ou pousaram em Marte.
A aventura da Índia, chamada Mangalyaan, ainda vai enfrentar mais obstáculos durante a sua viagem a Marte. Menos da metade das missões rumo ao planeta são bem sucedidas.
"Enquanto a Mangalyaan leva 1,2 bilhão de sonhos para Marte, nós lhes desejamos bons sonhos!", disse a agência espacial da Índia em um tweet, logo após o evento, referindo-se à população do segundo país mais populoso do mundo.
A China, um concorrente incisivo na corrida espacial, avaliou a possibilidade de colocar um homem na lua em algum momento depois de 2020 e planeia pousar sua primeira sonda na lua na segunda-feira.
Ela vai pousar um veículo chamado o "Jade Rabbit" (coelho de jade) para explorar a superfície lunar em uma missão que também irá testar suas tecnologias de comunicação no espaço sideral.
A sonda de Marte da China foi acoplada a uma nave russa que não conseguiu deixar a órbita da Terra em novembro de 2011. A nave se desfez na atmosfera e seus fragmentos caíram no Oceano Pacífico.
A missão da Índia exibe a tecnologia barata do país, aumentando a esperança de que ela poderá capturar uma fatia maior do mercado global espacial de 304 biliões de dólares, que inclui o lançamento de satélites para outros países, dizem analistas.
"Dada a efetividade de custo da sua tecnologia, a Índia é atraente", disse Rajeswari Pillai Rajagopalan, especialista em segurança espacial do instituto de pesquisas Observer Research Foundation em Nova Délhi.
A missão da Índia para Marte, de baixo custo, é de 4,5 biliões de rupias (73 bilhões de dólares), um pouco mais de um décimo do custo da última missão da Nasa para lá, que foi lançada em 18 de novembro.










