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Apple prepara “a melhor linha de produtos dos últimos 25 anos” - diz Eddy Cue

O executivo responsável pelo iCloud e pelo iTunes, Eddy Cue, lançou mais lenha para a fogueira ao tentar aumentar ainda mais as expectativas para o que a Apple vai apresentar este ano. O primeiro grande evento da empresa acontece já para a semana.

New Apple CEO Tim Cook Introduces iPhone 4s


A Apple redefiniu a indústria tecnológica na última década. Com o lançamento do iPod, do iPhone e do iPad criou três novas linhas de produtos que colocaram a tecnológica nos píncaros do mundo. Também nos computadores a marca da maçã continua a ser uma das melhores no segmento topo de gama, sendo o novo Mac Pro o mais recente exemplo do repensar de produtos que a Apple faz.

Mas o que é que se segue? Depois da morte de Steve Jobs que muitos se têm questionado sobre a capacidade inovadora e inventiva da empresa – apesar de quase toda a restante equipa ainda fazer parte da Apple.

O diretor executivo, Tim Cook, já tinha prometido uma nova linha de produtos para este ano. Agora é o responsável pelo iCloud e pelo iTunes que vem falar na melhor linha de produtos dos últimos 25 anos, como relata o The Verge.

“No final do ano, vamos ter a melhor linha de produtos que eu já vi nos meus 25 anos na Apple”, disse Eddy Cue durante uma entrevista na Code Conference, partilhada com um dos cofundadores da Beats Electronics, Jimmy Iovine.

A compra da Beats e o facto de a WWDC estar a apenas alguns dias de distância, fazem crescer junto dos fãs e dos entusiastas da tecnologia uma ansiedade ainda maior para o que a Apple vai apresentar.

Mas o secretismo da marca da maçã continua o mesmo de sempre, como o novo elemento da empresa admitiu. Jimmy Iovine disse que quando se desloca a Cupertino, que nunca vê os novos produtos que são logo tapados com lonas.

O novo produto será um equipamento wearable? Que novidades vão ter o iPhone e o iPad? Poderá a Apple apresentar o seu primeiro computador híbrido? Questões para serem respondidas nos próximos episódios. 

China quer construir uma cidade futurista no Quénia como o Dubai

China quer construir uma cidade futurista no Quênia e Dubai



As cidades fantasmas e projetos urbanos faraónicos deixará de ser exclusivo para a China. Um consórcio de cerca de 100 investidores privados do gigante asiático anunciou sua intenção de construir a partir do zero tão espetacular comocidade Dubai. O local escolhido não é a China, mas Quénia.

A China é um dos países que mais investem na África. No caso do Quénia, o mais recente exemplo de um contrato que o investimento é de 5.000 milhões de dólares para construir estradas, ferrovias e outras infra-estruturas no país Africano.

O que é o que você recebe em troca para que o investimento China? A resposta não é totalmente clara. Empresários chineses geralmente concordam acordos e direitos de exploração de recursos naturais, especialmente o petróleo comerciais. Faz apenas dois anos que foram descobertas jazidas de ouro negro do Quênia.

A cidade proposta seria uma zona de comércio livre, quase uma cidade-estado, na periferia de Nairobi. O projeto inicial inclui 20 arranha-céus, e nem mesmo o único. O governo queniano lançou um plano chamado de Vision 2030 , que prevê outros projetos semelhantes. Entre eles Konza Techno Cidade , uma espécie de Vale do Silício na savana Africano, que custou 14.500 milhões. Também promovido pela China, como Machakos Cidade , outro espaço económico independente, com dezenas de arranha-céus e áreas residenciais.



Conforme relatado pela Semana da Construção , o projeto da nova Dubai é firme. No próximo mês, o primeiro ministrochinês Li Keqiang vai visitar Quénia e nós provavelmente pode aprender mais sobre esse desenvolvimento conjunto. [ Semana da Construção ]

As novidades dos carros de próxima geração.... que tal conduzir sem pôr as mãos no volante


São muitas as novidades prometidas pela indústria automóvel para os próximos anos, com muita (até agora) ficção prestes a tornar-se realidade. Prepare-se os para os carros inteligentes do futuro num presente muito próximo.

Embora sempre tenha estado na dianteira da inovação, o sector automóvel ganhou uma dinâmica acrescida nos últimos tempos, com uma sucessão de vários anúncios e a apresentação de funcionalidades que prometem dar uma nova "roupagem" ao conceito de "condução segura".

São cada vez mais comuns as parcerias entre as gigantes da tecnologia e as grandes da produção automóvel com o objetivo de integrar sistemas operativos móveis, como são exemplo o iOS ou o Android, que oferecem funções adicionais de comunicação aos veículos.

Palco por excelência para a apresentação de dispositivos de eletrónica de consumo, a CES viu este ano o seu espaço "invadido" por várias fabricantes de automóveis que quiseram mostrar as novidades mais recentes ou em preparação para um futuro não muito distante, resultantes destas parcerias.

A Mercedes-Benz exibiu um relógio inteligente desenvolvido em parceria com a Peeble, que se liga ao seu carro. O smartwatch oferece dados à distância sobre o veículo com base numa aplicação, nomeadamente verificação do bloqueio de portas, local em que o veículo foi estacionado, quantidade de combustível e pressão dos pneus.



Dentro do carro, o relógio inteligente é capaz de alertar o condutor sobre acidentes, condições climáticas, peões na estrada, entre outros dados.

Na Audi a aposta foi para o painel de instrumentos totalmente digital do próximo Audi TT. Com um ecrã TFT de 12,3 polegadas, o painel de instrumentos apresenta informação em dois modos: no tradicional, com o velocímetro e o conta-rotações em primeiro plano, e em modo "infotainment", em que a parte central do ecrã é dedicada à função que se pretenda utilizar, como a de mapas e o velocímetro e o conta-rotações são minimizados.



A Hyundai, com seu modelo Genesis, apostou na integração do Google Glass e o sistema do automóvel, o que fará com que as informações sobre o veículo possam ser apresentadas nas lentes dos óculos da Google.

Mas entre as novidades mais recentemente apresentadas, as relativas à condução autónoma são aquelas que mais interesse têm gerado. A Google tem uma grande quota de responsabilidade no tema com os seus populares "carros sem condutor". Numa aplicação não generalizada, a tecnologia já leva alguns avanços comprovados. 



A Bosch pretende lançar em 2015 o seu Automatic Parking Assistant, um sistema de estacionamento automático, tal como o nome indica, que eleva ao nível seguinte este tipo de tecnologia. Este baseia-se em sensores instalados no carro e numa aplicação móvel, podendo ser acionado remotamente.



A BMW tem algumas coisas a dizer na área da condução autónoma, como também mostrou na CES. A fabricante alemã levou à feira um protótipo que pode prescindir do condutor e que se mostrou ágil com as manobras entre cones e ao surgimento de obstáculos imprevistos.

Carros suficientemente inteligentes para falarem entre si
A possibilidade dos carros do futuro se conduzirem sozinhos vai assentar numa outra capacidade que estão prestes a adquirir: comunicarem uns com os outros e com as infraestruturas rodoviárias.

É nesse sentido que a Comissão Europeia investiu mais de 180 milhões de euros em projetos de investigação na área dos sistemas de transportes.

Tal investimento terá dado recentemente os seus primeiros resultados, com o anúncio de que estão reunidas as condições para avançar com os standards que permitirão transformar o conceito de "carros ligados" em realidade.

As normas adotadas vão assegurar que veículos produzidos por diferentes fabricantes possam comunicar uns com os outros. 



Do outro lado do Atlântico vem informação idêntica, com a National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA) nos Estados Unidos - o equivalente à Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária em Portugal -, a dar conta que está a desenvolver uma tecnologia de comunicação veículo-a-veículo, com o objetivo de reduzir a sinistralidade nas estradas norte-americanas.

A tecnologia consistiria num sinal de rádio integrado de origem nos veículos e que transmitiria a localização, distância, velocidade e outros dados relevantes. Os carros receberiam os avisos de outros carros e um computador de bordo alertaria o condutor para uma colisão iminente, por exemplo.

O alerta poderia chegar sob a forma de um sinal sonoro ou de uma vibração no cinto de segurança. Se as fabricantes automóveis assim o entenderem, é possível integrar na tecnologia sistemas automáticos de travagem para evitar acidentes. 

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