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Memes da Conquista da Liga dos Campeões pelo Real Madrid






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Veja a simulação da Final Champions League no estádio da Luz ... quem ganhou ?
Pro Evolution Soccer 2014 traz como exclusividade a possibilidade de disputar a UEFA Champions League, maior torneio de clubes que acontece anualmente, colocando frente a frente as melhores equipes da Europa. A edição de 2014 já chegou à sua final, onde Real Madrid e Atlético de Madrid se enfrentarão pela glória máxima do desporto europeu. Ansioso pela final? Confira a nossa simulação da partida entre os rivais espanhóis.
PES 2014: simulamos a final da UEFA Champions League no game (Foto: Reprodução/Murilo Molina)
A partida foi gravada da versão para Xbox 360 de Pro Evolution 2014, com as últimas atualizações disponibilizadas pela Konami. Os titulares são baseadas nas usadas nas semifinais, com a exceção do volante Xabi Alonso, do Real Madrid, que está suspenso pelo acumulo de cartões amarelos.
Não tivemos nenhuma interferência no resultado da partida, já que ela está sendo disputada no modo CPUxCPU, na dificuldade padrão do game (Profissional). A simulação rodou no Estádio da Luz, em Portugal, que será o palco da grande final da Champions League, que acontece no dia 24 de maio. Confira:

Mesmo com o favoritismo para o lado do Real Madrid, que conta com estrelas mundiais como o português Cristiano Ronaldo e o galês Gareth Bale, o Atlético foi quem surpreendeu, aproveitando melhor as poucas oportunidades.
Não concorda com o resultado? Também é possível fazer a sua própria simulação, selecionando a escalar e formação das equipas. Para isso basta escolher o modo “Assistir Amistoso”, e depois selecionar a Liga dos Campeões.
PES 2014: simulamos a final da UEFA Champions League no game (Foto: Reprodução/Murilo Molina)El Clássico em memes
Com uma pontuação de 4-3, Barcelona venceu a partida mais recente de futebol de El Clásico contra o Real Madrid, que foi realizada neste fim de semana.
O resultado e as reações dos fãs de ambas as equipes, Real Madrid e Barcelona, estavam por toda a média social através de memes, que realçaram com humor os momentos mais relevantes do jogo.












Vettel campeão do mundo e fim de semana das clássicos futebol em espanha e Portugal, e o benfica
VETTEL TETRACAMPEÃO
O formal e o irreverente, o perfecionista e o brincalhão

Paulo Fonseca e Leonardo Jardim aproximam-se no conteúdo, mas são muito diferentes na forma: em todas as formas, aliás. No fundo querem o mesmo, de maneiras diferentes.
Mas por partes.
Os treinadores vão defrontar-se pela primeira vez em jogos oficiais: o histórico dá conta apenas de um jogo de pré-época quando Jardim orientava o Sp.Braga e Fonseca o Desp. Aves.
Venceu o primeiro, é verdade, por 2-0, mas num amigável que contava pouco.
Dois anos depois encaram-se pela primeira vez num jogo a doer, e que de maneira: um clássico que vale a liderança do campeonato. compará-los. Perceber o que os separa e o que os aproxima. Fê-lo junto de fontes insuspeitas: dois jogadores orientados por ambos.
«O que destaco mais no Leonardo Jardim é ser um treinador muito metódico, muito organizado», começa por dizer Ericson. «O Paulo Fonseca é mais irreverente, tem um espírito mais dinâmico.»
Ericson é um dos três raros jogadores que já foram orientados por ambos: o trinco que agora está no Tondela trabalhou com Paulo Fonseca no Pinhalnovense e com Jardim no Desp. Chaves.
«O Leonardo Jardim está sempre a dizer que o sucesso depende da seriedade no trabalho diário. Preparava muito bem os treinos, trabalhava bem diariamente, sempre forte, sempre exigente, e era muito bom na análise aos adversários: sabíamos tudo sobre a equipa que íamos defrontar», conta.
«O Fonseca era um jovem ambicioso, mais descontraído, mais amigo. Passava essa ambição aos jogadores através de um discurso forte e que nos fazia sentir que ele estava muito próximo de nós.»

Os outros jogadores que trabalharam com os dois treinadores são o central Romaric, do Aves, e o extremo Dally, do Tondela: ambos estiveram com Jardim no Chaves e Fonseca no Aves.
Ora Romaric, precisamente, assina por baixo o que Ericson referiu.
«Leonardo Jardim é muito tática, tática, tática. É muito exigente, todos os dias temos de treinar ao máximo: transições rápidas defensivas, transições rápidas ofensivas, posicionamentos e muitas bolas paradas: fartávamo-nos de ensaiar bolas paradas», diz.
Romaric conta até uma curiosidade engraçada relativamente a Leonardo Jardim.
«No final dos jogos ele dizia tudo aos jogadores. Um a um, ia para cima de todos. E dava nota, de zero a dez, a cada um. Dizia tu fizeste isto mal, isto mal, isto mal, isto bem, isto bem, tens nota x.»
E as notas serviam para alguma coisa? «Serviam de referência. No jogo a seguir cada um tinha de fazer melhor. O Jardim é muito exigente, quer sempre mais, sempre melhor. É um perfecionista. Ele é muito direto, muito honesto e isso é bom. Os jogadores gostam dele.»
«Paulo Fonseca é muito diferente. É mais cuidadoso a falar com os jogadores, tem sempre um discurso positivo, tenta motivar-nos através de elogios. É muito brincalhão, envolve-se com os jogadores, é como um amigo dentro do grupo.»
Ericson concluiu que Paulo Fonseca «envolvia-se mais com os jogadores», enquanto Leonardo Jardim «tinha uma postura mais cordial, mais profissional».
Mas por partes.
Os treinadores vão defrontar-se pela primeira vez em jogos oficiais: o histórico dá conta apenas de um jogo de pré-época quando Jardim orientava o Sp.Braga e Fonseca o Desp. Aves.
Venceu o primeiro, é verdade, por 2-0, mas num amigável que contava pouco.
Dois anos depois encaram-se pela primeira vez num jogo a doer, e que de maneira: um clássico que vale a liderança do campeonato. compará-los. Perceber o que os separa e o que os aproxima. Fê-lo junto de fontes insuspeitas: dois jogadores orientados por ambos.
«O que destaco mais no Leonardo Jardim é ser um treinador muito metódico, muito organizado», começa por dizer Ericson. «O Paulo Fonseca é mais irreverente, tem um espírito mais dinâmico.»
Ericson é um dos três raros jogadores que já foram orientados por ambos: o trinco que agora está no Tondela trabalhou com Paulo Fonseca no Pinhalnovense e com Jardim no Desp. Chaves.
«O Leonardo Jardim está sempre a dizer que o sucesso depende da seriedade no trabalho diário. Preparava muito bem os treinos, trabalhava bem diariamente, sempre forte, sempre exigente, e era muito bom na análise aos adversários: sabíamos tudo sobre a equipa que íamos defrontar», conta.
«O Fonseca era um jovem ambicioso, mais descontraído, mais amigo. Passava essa ambição aos jogadores através de um discurso forte e que nos fazia sentir que ele estava muito próximo de nós.»
Os outros jogadores que trabalharam com os dois treinadores são o central Romaric, do Aves, e o extremo Dally, do Tondela: ambos estiveram com Jardim no Chaves e Fonseca no Aves.
Ora Romaric, precisamente, assina por baixo o que Ericson referiu.
«Leonardo Jardim é muito tática, tática, tática. É muito exigente, todos os dias temos de treinar ao máximo: transições rápidas defensivas, transições rápidas ofensivas, posicionamentos e muitas bolas paradas: fartávamo-nos de ensaiar bolas paradas», diz.
Romaric conta até uma curiosidade engraçada relativamente a Leonardo Jardim.
«No final dos jogos ele dizia tudo aos jogadores. Um a um, ia para cima de todos. E dava nota, de zero a dez, a cada um. Dizia tu fizeste isto mal, isto mal, isto mal, isto bem, isto bem, tens nota x.»
E as notas serviam para alguma coisa? «Serviam de referência. No jogo a seguir cada um tinha de fazer melhor. O Jardim é muito exigente, quer sempre mais, sempre melhor. É um perfecionista. Ele é muito direto, muito honesto e isso é bom. Os jogadores gostam dele.»
«Paulo Fonseca é muito diferente. É mais cuidadoso a falar com os jogadores, tem sempre um discurso positivo, tenta motivar-nos através de elogios. É muito brincalhão, envolve-se com os jogadores, é como um amigo dentro do grupo.»
Ericson concluiu que Paulo Fonseca «envolvia-se mais com os jogadores», enquanto Leonardo Jardim «tinha uma postura mais cordial, mais profissional».
O cabo verdiano acrescenta no entanto um pormenor: «Leonardo Jardim é muito bom a motivar os jogadores. Na preparação dos jogos sabe falar as palavras certas para nos tornar mais forte.»
Mas nunca tira a máscara de seriedade?, pergunta-se.
Romaric ri-se. «Às vezes tira», começa. «Lembro-me quando fomos campeões no Desp. Chaves, estávamos a festejar e um jogador resolveu brincar com ele. Disse-lhe que tinha a cabeça grande. Ele sorriu e respondeu que era para guardar tanta inteligência.»

Ericson lembra-se de outro episódio vivido com Jardim. «Estreei-me num jogo da Taça de Portugal, pelo Chaves, em que fui expulso. Era o meu primeiro jogo em Portugal», conta o cabo-verdiano.
«No fim ele vem falar comigo. Fartou-se de me dar nas orelhas e acabou a dizer: agora vou tirar-te parte do salário. Eu não acreditei. Está a brincar, mister?» Ouviu um redondo não. «Comigo os vermelhos custam dinheiro. Nem queria acreditar, em Cabo Verde não havia nada disso.»
A própria filosofia de jogo, dizem os dois, era diferente. «O Paulo Fonseca era mais atrevido. Tinha um futebol mais ofensivo, mais aguerrido, gostava de dominar os jogos e atacar. O Jardim era mais calculista, preferia um futebol cauteloso e queria ter sempre tudo controlado.»
Paulo Fonseca e Leonardo Jardim têm de resto muito a separá-los, já se viu, mas também muito a uni-los: começaram nas divisões inferiores (III e II, respetivamente) e treparam um degrau de cada vez. Ambos passaram pela II Divisão, Liga de Honra e um clube pequeno, antes de chegarem a um grande.
Ericson e Romaric descobrem mais semelhanças. Por exemplo o conceito de grupo.
«Para ambos não há nada mais importante do que o grupo. Privilegiam o grupo sobre todas as coisas, não aceitam interferências externas e não deixam ninguém colocar em causa a qualidade do grupo de trabalho. Aquilo tem de ser uma família e são muito disciplinadores nesse aspeto.»
Ericson fala ainda de outra semelhança óbvia.
«A ambição», diz. «É curioso mas ambos diziam no balneário que um dia iriam chegar à Liga.»
No domingo há o primeiro confronto oficial entre eles: só pode valer muito a pena.
Mas nunca tira a máscara de seriedade?, pergunta-se.
Romaric ri-se. «Às vezes tira», começa. «Lembro-me quando fomos campeões no Desp. Chaves, estávamos a festejar e um jogador resolveu brincar com ele. Disse-lhe que tinha a cabeça grande. Ele sorriu e respondeu que era para guardar tanta inteligência.»
Ericson lembra-se de outro episódio vivido com Jardim. «Estreei-me num jogo da Taça de Portugal, pelo Chaves, em que fui expulso. Era o meu primeiro jogo em Portugal», conta o cabo-verdiano.
«No fim ele vem falar comigo. Fartou-se de me dar nas orelhas e acabou a dizer: agora vou tirar-te parte do salário. Eu não acreditei. Está a brincar, mister?» Ouviu um redondo não. «Comigo os vermelhos custam dinheiro. Nem queria acreditar, em Cabo Verde não havia nada disso.»
A própria filosofia de jogo, dizem os dois, era diferente. «O Paulo Fonseca era mais atrevido. Tinha um futebol mais ofensivo, mais aguerrido, gostava de dominar os jogos e atacar. O Jardim era mais calculista, preferia um futebol cauteloso e queria ter sempre tudo controlado.»
Paulo Fonseca e Leonardo Jardim têm de resto muito a separá-los, já se viu, mas também muito a uni-los: começaram nas divisões inferiores (III e II, respetivamente) e treparam um degrau de cada vez. Ambos passaram pela II Divisão, Liga de Honra e um clube pequeno, antes de chegarem a um grande.
Ericson e Romaric descobrem mais semelhanças. Por exemplo o conceito de grupo.
«Para ambos não há nada mais importante do que o grupo. Privilegiam o grupo sobre todas as coisas, não aceitam interferências externas e não deixam ninguém colocar em causa a qualidade do grupo de trabalho. Aquilo tem de ser uma família e são muito disciplinadores nesse aspeto.»
Ericson fala ainda de outra semelhança óbvia.
«A ambição», diz. «É curioso mas ambos diziam no balneário que um dia iriam chegar à Liga.»
No domingo há o primeiro confronto oficial entre eles: só pode valer muito a pena.
Análise:
O momento:
FC Porto: a equipa de Paulo Fonseca lidera a Liga com dois pontos de vantagem sobre o Sporting, e só consentiu um empate no reduto do Estoril, até ao momento. Já a Liga dos Campeões é outra história: o FC Porto somou a segunda derrota em casa, na passada terça-feira. Primeiro foi o Atlético de Madrid, agora o Zenit. Mais do que os resultados, é o nível exibicional que tem estado aquém do esperado.
Sporting: afastada das competições europeias, a equipa leonina teve a semana inteira para preparar a visita ao Dragão. Se este Clássico recuperou interesse é por força de um leão renovado, que está a apenas dois pontos da liderança e a praticar um futebol vistoso. Leonardo Jardim treina a melhor defesa e o melhor ataque do campeonato.
Ausências:
FC Porto: Quintero está lesionado e Izmailov continua ausente devido a questões pessoais.
Sporting: Cissé está lesionado.
Discurso direto:
Paulo Fonseca: «Devo dizer que me agradou sobremaneira a entrega e a solidariedade da equipa. Parece-me que evoluímos, parece-me que isso é notório em muitos aspetos do jogo. Espero neste jogo com o Sporting confirmar a nossa evolução. Só evoluindo poderemos responder da melhor forma à exigência»
Leonardo Jardim: «Vão defrontar-se as duas melhores equipas em termos pontuais do campeonato, o primeiro contra o segundo, sempre sabendo que temos ambição e a nossa identidade em relação ao jogo, respeitando o FC Porto, porque, na sua casa e ao longo dos anos, tem sido extremamente forte.»
Histórico de confrontos:
Esta será a 80ª vez que o FC Porto recebe o Sporting em jogos do principal escalão do futebol português. Os «dragões» têm um saldo claramente positivo, com 42 vitórias e apenas 13 derrotas (mais 24 empates). Nos últimos vinte anos a equipa leonina só ganhou duas vezes no reduto do FC Porto (1997 e 2007). Os «dragões» venceram os
ultimos quatro duelos em casa.
Equipas prováveis:
Outros convocados: Fabiano, Maicon, Carlos Eduardo, Defour, Ricardo, Licá e Ghilas
Outros convocados: Boeck, Welder, Dier, Piris, Rinaudo, Vítor, Capel e Slimani
FC Porto: a equipa de Paulo Fonseca lidera a Liga com dois pontos de vantagem sobre o Sporting, e só consentiu um empate no reduto do Estoril, até ao momento. Já a Liga dos Campeões é outra história: o FC Porto somou a segunda derrota em casa, na passada terça-feira. Primeiro foi o Atlético de Madrid, agora o Zenit. Mais do que os resultados, é o nível exibicional que tem estado aquém do esperado.
Sporting: afastada das competições europeias, a equipa leonina teve a semana inteira para preparar a visita ao Dragão. Se este Clássico recuperou interesse é por força de um leão renovado, que está a apenas dois pontos da liderança e a praticar um futebol vistoso. Leonardo Jardim treina a melhor defesa e o melhor ataque do campeonato.
Ausências:
FC Porto: Quintero está lesionado e Izmailov continua ausente devido a questões pessoais.
Sporting: Cissé está lesionado.
Discurso direto:
Paulo Fonseca: «Devo dizer que me agradou sobremaneira a entrega e a solidariedade da equipa. Parece-me que evoluímos, parece-me que isso é notório em muitos aspetos do jogo. Espero neste jogo com o Sporting confirmar a nossa evolução. Só evoluindo poderemos responder da melhor forma à exigência»
Leonardo Jardim: «Vão defrontar-se as duas melhores equipas em termos pontuais do campeonato, o primeiro contra o segundo, sempre sabendo que temos ambição e a nossa identidade em relação ao jogo, respeitando o FC Porto, porque, na sua casa e ao longo dos anos, tem sido extremamente forte.»
Histórico de confrontos:
Esta será a 80ª vez que o FC Porto recebe o Sporting em jogos do principal escalão do futebol português. Os «dragões» têm um saldo claramente positivo, com 42 vitórias e apenas 13 derrotas (mais 24 empates). Nos últimos vinte anos a equipa leonina só ganhou duas vezes no reduto do FC Porto (1997 e 2007). Os «dragões» venceram os
ultimos quatro duelos em casa.
Equipas prováveis:
Outros convocados: Fabiano, Maicon, Carlos Eduardo, Defour, Ricardo, Licá e Ghilas
Outros convocados: Boeck, Welder, Dier, Piris, Rinaudo, Vítor, Capel e Slimani
Benfica:

A inclusão de Funes Mori é a grande novidade da convocatória do Benfica, para a receção deste domingo ao Nacional.
Jorge Jesus fez duas alterações na lista, em relação ao jogo com o Nacional. Paulo Lopes cedeu o lugar a Oblak e André Gomes foi riscado para a entrada de Funes Mori.
Ivan Cavaleiro continua na lista, como se esperava, e pode mesmo ser titular.
Salvio, Markovic, Sulejmani e Fejsa continuam a recuperar de problemas físicos.
Lista de convocados:
Guarda-redes: Artur Moraes e Oblak;
Defesas: Jardel, Luisão, Garay, Maxi Pereira, Siqueira e André Almeida;
Médios: Djuricic, Ruben Amorim, Matic, Enzo Perez, Nico Gaitán, Ivan Cavaleiro e Ola John;
Avançados: Funes Mori, Rodrigo, Lima e Cardozo.
Jorge Jesus fez duas alterações na lista, em relação ao jogo com o Nacional. Paulo Lopes cedeu o lugar a Oblak e André Gomes foi riscado para a entrada de Funes Mori.
Ivan Cavaleiro continua na lista, como se esperava, e pode mesmo ser titular.
Salvio, Markovic, Sulejmani e Fejsa continuam a recuperar de problemas físicos.
Lista de convocados:
Guarda-redes: Artur Moraes e Oblak;
Defesas: Jardel, Luisão, Garay, Maxi Pereira, Siqueira e André Almeida;
Médios: Djuricic, Ruben Amorim, Matic, Enzo Perez, Nico Gaitán, Ivan Cavaleiro e Ola John;
Avançados: Funes Mori, Rodrigo, Lima e Cardozo.
Espanha:
O que Dani Alves fez a CR7












