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Os melhores jogos de guerra grátis
Jogos de guerra gratuitos são ótimas opções para quem quer aproveitar o computador, mas não está disposto a pagar por títulos de lançamento no mercado. Por mais que sejam grátis, eles possuem grande qualidade, alto fator de diversão e uma variedade muito boa.
Confira alguns e escolha :
Confira os melhores jogos de guerra gratuitos (Foto: Divulgação)
World of Tanks
World of Tanks é um dos exemplos mais populares desta lista. O game surpreendeu o público ao oferecer uma opção de simulação e conflito apenas entre tanques, com grande variedade de modelos e países para representar.
World of Tanks simula conflito entre tanques de guerra (Foto: Divulgação)
O clima de guerra está sempre presente, já que os jogadores entram em campo de batalha para destruir os tanques dos inimigos. Os comandos podem ser um pouco atrapalhados, mas a dificuldade desaparece a partir do momento em que se acostuma com eles. Além disso, há versões para PC e consolas da Microsoft.
Tanki Online
Tanki Online é praticamente um concorrente direto de World of Tanks, mas aqui a diversão é levada menos a sério. Não há muita simulação, o jogo é mais simples e os gráficos são um pouco mais “humildes”.
Tanki Online é uma opção que ocupa pouco espaço no computador (Foto: Divulgação)
Mas nada disso atrapalha na diversão do game. Pelo contrário, ele pode ser uma ótima opção principalmente para quem procura algo mais leve no computador. Além disso, há boas opções de configuração e batalhas.
Battlefield Play 4 Free
Battlefield Play 4 Free nada mais é do que a versão gratuita da famosa série Battlefield. Nele, porém, os gráficos são mais leves para poder rodar em qualquer máquina mais modesta, incluindo computadores mais antigos. Por isso é melhor não esperar por gráficos de um Battlefield 4, por exemplo.
Battlefield Play 4 Free (Foto: Divulgação)
Além dos gráficos, a jogabilidade também não é das melhores, já que os comandos são diferentes das versões para consola. Mas é possível se divertir um pouco e brincar com amigos e desconhecidos neste campo de batalha de tiro em primeira pessoa.
World of Warships
World of Warships é um jogo bem similar ao World of Tanks em termos de simulação e seriedade, mas aqui os tanques dão lugar a verdadeiros navios de guerra, espalhados pelo mar e prontos para bombardear o inimigo.
World of Warships (Foto: Divulgação)
World of Warships é um game recente, por isso não tem funcionalidades tão variadas quanto as dos concorrentes. Ainda assim, ele é uma excelente opção para quem procura um game de guerra grátis e diferente.
War Thunder
War Thunder está disponível nos computadores e também no PS4. O game é focado em aviões de guerra, incluindo modelos clássicos da Segunda Guerra Mundial. Além disso, seus controles são simples, principalmente quando jogado com mouse e teclado.
War Thunder (Foto: Divulgação)
No War Thunder também é possível controlar tanques, apesar de não ser o verdadeiro foco do game, por isso a opção acaba funcionando como um modo extra do game. A simulação é boa e o conteúdo é enorme.
Crossfire
CrossFire é uma ótima opção para quem deseja jogar um game de guerra gratuito com um cenário de conflito mais atual. O game também pode atrair muitos jogadores por ter um perfil bastante parecido com o clássico Counter-Strike, que é pago, além de ter alto fator de diversão.
Crossfire (Foto: Divulgação)
Crossfire já passou por diversas reformulações que melhoraram muito a qualidade do jogo desde o lançamento, por isso vale uma conferida. Além disso os servidores estão sempre cheios e há várias opções de jogo.
Um Android a urinar numa maçã no Google Maps.... existem a imagem
Ainda não se sabe quem é a pessoa responsável pela criação, mas a verdade é que se os utilizadores pesquisarem por um par de coordenadas no serviço de mapas, surge a "tal" imagem.
A rivalidade entre a Google e a Apple pode ter escalado mais um degrau. A publicação TeamAndroid descobriu a imagem de um Android a urinar numa maçã, naquela que parece ser uma referência clara aos produtos e serviços produzidos pela Apple.
E a imagem está disponível para todos os internautas que visitarem as coordenadas33°30'52.5"N 73°03'33.2"E no serviço Google Maps - que é responsabilidade da Google e que foi "expulso" do iPhone e iPad aquando da chegada do iOS 7.

A provocação surge tanto na versão desktop como na versão mobile. De acordo com o Engadget, atualmente ainda não é certo de quem será a responsabilidade - se da Google ou se de um utilizador mal intencionado que usa ferramentas da Google de contribuição como o Map Maker.
Certo é que a rivalidade entre o Android e o iOS é grande, também na cabeça de muitos consumidores. Sabendo que Steve Jobs, o antigo diretor executivo da Apple, estava disposto a iniciar uma "guerra termonuclear" para impedir abusos de empresas como a Google e a Samsung, então não é difícil de imaginar que na sede da tecnológica de Cupertino a imagem não vai cair bem.
Mas esta é a segunda vez que o Google Maps está em destaque pela negativa - também em abril uma "partida" colocava Edward Snowden como uma loja dentro da Casa Branca, justamente aqueles que mais querem "conversar" com o delator norte-americano.
E a imagem está disponível para todos os internautas que visitarem as coordenadas33°30'52.5"N 73°03'33.2"E no serviço Google Maps - que é responsabilidade da Google e que foi "expulso" do iPhone e iPad aquando da chegada do iOS 7.

A provocação surge tanto na versão desktop como na versão mobile. De acordo com o Engadget, atualmente ainda não é certo de quem será a responsabilidade - se da Google ou se de um utilizador mal intencionado que usa ferramentas da Google de contribuição como o Map Maker.
Certo é que a rivalidade entre o Android e o iOS é grande, também na cabeça de muitos consumidores. Sabendo que Steve Jobs, o antigo diretor executivo da Apple, estava disposto a iniciar uma "guerra termonuclear" para impedir abusos de empresas como a Google e a Samsung, então não é difícil de imaginar que na sede da tecnológica de Cupertino a imagem não vai cair bem.
Mas esta é a segunda vez que o Google Maps está em destaque pela negativa - também em abril uma "partida" colocava Edward Snowden como uma loja dentro da Casa Branca, justamente aqueles que mais querem "conversar" com o delator norte-americano.
Anonymous declara guerra ao Estado Islâmico e à Al-Qaeda ....divulgam contas do Twitter de jihadistas
Depois de um atentado que chocou o mundo....JE SUIS CHARLIE
Numa operação baptizada de #OpCharlieHebdo, o grupo Anonymous declarou guerra ao Estado Islâmico e à Al-Qaeda depois do actos terroristas ocorridos em Paris que vitimaram vários cidadãos, sobretudo cartoonistas do Charlie Hebdo.
De acordo com o site hackersportugal, o grupo Anonymous divulgou já várias contas do Twitter que pertencem a jihadistas.

Além das contas divulgadas do twitter, no canal de IRC #OpCharlieHebdo da rede AnonOps trocam-se várias informações com o objectivo de perseguir e destruir os elementos do Estado Islâmico e da Al-Qaeda.
No vídeo publicado pelo grupo Anonymous na passada semana, o grupo começa por lamentar a perda de vidas e dirigir as suas condolências às “famílias das vítimas deste acto covarde e desprezível”. No mesma mensagem, o grupo refere ainda que “Não vamos deixar que a vossa estupidez mate as nossas liberdades e a nossa liberdade de expressão”…”Vamos perseguir-vos por todo o planeta. Não vão estar seguros em lado nenhum.”
Versão em Inglês do Press Release #OpCharlieHebdo
O vídeo tem sido no entanto denunciado pelo grupo português de hackers ativistas segundo revela o Correio da Manhã. Isto porque na comunicação apresentada em vídeo é referido que “Nós vamos encontrar-vos – a cada um de vocês – e vamos matar-vos’. E é aqui que nos surgem as primeiras dúvidas sobre este vídeo porque os Anonymous são contra a violência e não matam nem ameaçam matar ninguém.”
Quando questionados pelo jornal sobre esta situação, o grupo de hackers portugueses Sudohakers garante que: “a suposta página original é falsa também” e deixam o alerta “cuidado onde clicam”.
Via hackersportugal
Numa operação baptizada de #OpCharlieHebdo, o grupo Anonymous declarou guerra ao Estado Islâmico e à Al-Qaeda depois do actos terroristas ocorridos em Paris que vitimaram vários cidadãos, sobretudo cartoonistas do Charlie Hebdo.
De acordo com o site hackersportugal, o grupo Anonymous divulgou já várias contas do Twitter que pertencem a jihadistas.
Além das contas divulgadas do twitter, no canal de IRC #OpCharlieHebdo da rede AnonOps trocam-se várias informações com o objectivo de perseguir e destruir os elementos do Estado Islâmico e da Al-Qaeda.
No vídeo publicado pelo grupo Anonymous na passada semana, o grupo começa por lamentar a perda de vidas e dirigir as suas condolências às “famílias das vítimas deste acto covarde e desprezível”. No mesma mensagem, o grupo refere ainda que “Não vamos deixar que a vossa estupidez mate as nossas liberdades e a nossa liberdade de expressão”…”Vamos perseguir-vos por todo o planeta. Não vão estar seguros em lado nenhum.”
Versão em Inglês do Press Release #OpCharlieHebdo
O vídeo tem sido no entanto denunciado pelo grupo português de hackers ativistas segundo revela o Correio da Manhã. Isto porque na comunicação apresentada em vídeo é referido que “Nós vamos encontrar-vos – a cada um de vocês – e vamos matar-vos’. E é aqui que nos surgem as primeiras dúvidas sobre este vídeo porque os Anonymous são contra a violência e não matam nem ameaçam matar ninguém.”
Quando questionados pelo jornal sobre esta situação, o grupo de hackers portugueses Sudohakers garante que: “a suposta página original é falsa também” e deixam o alerta “cuidado onde clicam”.
Via hackersportugal
A a guerra chinesa nos smartphones
É uma batalha muito interessante de assistir....
Ao longo destes últimos meses são imensas as marcas chinesas de smartphones que têm crescido e que ao mesmo tempo têm ameaçado as marcas dominantes do mercado. Empresas como a Xiaomi ou mesmo a Huawei têm elevado o seu número de vendas de smartphones tanto na Ásia como no resto do mundo.
O seu poder é de tal ordem que os analistas apontam este crescimento como uma das causas do “enfraquecimento” da gigante Samsung neste mercado.
Será que iremos ter mais uma concorrente de peso?

Contamos pelo menos 30 marcas nas lojas online chinesas dedicadas à venda de smartphones, algumas são tão bizarras que mais não são do que “fotocópias” mal conseguidas de modelos bem conhecidos no mercado, mas de outras empresas bem representadas.
O mercado dos dispositivos móveis na China tem estado em constante frenesim, com empresas como a Lenovo, a Xiaomi, a Huawei, entre muitas outras a criarem cada vez mais dispositivos próprios inovadores e a preços muito apelativos.
No entanto, neste momento, o poderio do mercado está do lado da Xiaomi. Para o combater, a empresa Lenovo anunciou esta quarta-feira a criação de uma nova empresa de dispositivos móveis. A empresa terá um nome distinto e irá operar um negócio de venda directa ao consumidor.
A empresa ainda não tem nome definido, mas segundo foi anunciado no comunicado o objectivo é atacar e liderar o mercado de dispositivos móveis na China.
Actualmente a Lenovo já possui um negócio de dispositivos móveis na China, tendo-se até no segundo semestre deste ano, segundo a Canalys e a IDC aproximado da líder de mercado Xiaomi. No entanto, o modelo de negócio actual é um modelo tradicional, onde a empresa vende os seus produtos maioritariamente através de operadores de comunicações chineses.

Com a nova empresa, a estratégia de negócio irá mudar, aproximando-se muito da estratégia utilizada pela Xiaomi. Actualmente, a líder do mercado chinês vende a maior parte dos seus produtos directamente ao consumidor, através de plataformas online. E esta liderança deve-se também ao facto da empresa cultivar os seus seguidores através do seu próprio site, das redes sociais e também pelo facto de tornar o consumidor parte importante do desenvolvimento. Basicamente, a Xiaomi neste momento envolve os seus consumidores para fazer melhorias nos seus produtos e ainda fornece grandes descontos a consumidores que possuam equipamentos de outras concorrentes.
A nova empresa da Lenovo pretende adoptar um modelo muito semelhante, onde o processo de vendas, marketing e até mesmo desenvolvimento vai passar por um modelo de negócio baseado na Internet.
Segundo o comunicado da Lenovo, a empresa começará a operar no dia 1 de Abril de 2015… um dia bem escolhido, por sinal!
Esta tem sido uma batalha muito interessante de assistir, não só dentro do mercado chinês mas como também no mercado mundial. Será que empresas como a Xiaomi, a Huawei ou mesmo a Lenovo vão liderar o mercado mundial de dispositivos móveis? Ou será que já começaram a fazê-lo?
Ao longo destes últimos meses são imensas as marcas chinesas de smartphones que têm crescido e que ao mesmo tempo têm ameaçado as marcas dominantes do mercado. Empresas como a Xiaomi ou mesmo a Huawei têm elevado o seu número de vendas de smartphones tanto na Ásia como no resto do mundo.
O seu poder é de tal ordem que os analistas apontam este crescimento como uma das causas do “enfraquecimento” da gigante Samsung neste mercado.
Será que iremos ter mais uma concorrente de peso?

Contamos pelo menos 30 marcas nas lojas online chinesas dedicadas à venda de smartphones, algumas são tão bizarras que mais não são do que “fotocópias” mal conseguidas de modelos bem conhecidos no mercado, mas de outras empresas bem representadas.
O mercado dos dispositivos móveis na China tem estado em constante frenesim, com empresas como a Lenovo, a Xiaomi, a Huawei, entre muitas outras a criarem cada vez mais dispositivos próprios inovadores e a preços muito apelativos.
No entanto, neste momento, o poderio do mercado está do lado da Xiaomi. Para o combater, a empresa Lenovo anunciou esta quarta-feira a criação de uma nova empresa de dispositivos móveis. A empresa terá um nome distinto e irá operar um negócio de venda directa ao consumidor.
A empresa ainda não tem nome definido, mas segundo foi anunciado no comunicado o objectivo é atacar e liderar o mercado de dispositivos móveis na China.
Actualmente a Lenovo já possui um negócio de dispositivos móveis na China, tendo-se até no segundo semestre deste ano, segundo a Canalys e a IDC aproximado da líder de mercado Xiaomi. No entanto, o modelo de negócio actual é um modelo tradicional, onde a empresa vende os seus produtos maioritariamente através de operadores de comunicações chineses.

Com a nova empresa, a estratégia de negócio irá mudar, aproximando-se muito da estratégia utilizada pela Xiaomi. Actualmente, a líder do mercado chinês vende a maior parte dos seus produtos directamente ao consumidor, através de plataformas online. E esta liderança deve-se também ao facto da empresa cultivar os seus seguidores através do seu próprio site, das redes sociais e também pelo facto de tornar o consumidor parte importante do desenvolvimento. Basicamente, a Xiaomi neste momento envolve os seus consumidores para fazer melhorias nos seus produtos e ainda fornece grandes descontos a consumidores que possuam equipamentos de outras concorrentes.
A nova empresa da Lenovo pretende adoptar um modelo muito semelhante, onde o processo de vendas, marketing e até mesmo desenvolvimento vai passar por um modelo de negócio baseado na Internet.
Segundo o comunicado da Lenovo, a empresa começará a operar no dia 1 de Abril de 2015… um dia bem escolhido, por sinal!
Esta tem sido uma batalha muito interessante de assistir, não só dentro do mercado chinês mas como também no mercado mundial. Será que empresas como a Xiaomi, a Huawei ou mesmo a Lenovo vão liderar o mercado mundial de dispositivos móveis? Ou será que já começaram a fazê-lo?
Israel abate drone do Hamas usado no conflito em Gaza
Mais uma vez, com muitos mortos do lado Palestiano...
O mundo assiste novamente a uma escalada de violência na Faixa de Gaza. É um conflito com forças desiguais, principalmente ao nível tecnológico, isso nota-se pela tragédia dos números frios que nos chegam todos os dias, 172 mortos!
Agora, o exército israelita afirma ter abatido um drone lançado por forças militares palestinianas que, supostamente, estariam a desenvolver esta aeronave não tripulada desde 2012.

Segundo afirmações do grupo islâmico que controla a Faixa de Gaza, o Hamas, o seu braço armado enviou 3 drones com o intuito de realizar “missões especiais” no interior do território de Israel. Estas declarações, a ser verdade, mostra um novo plano do conflito, há claramente um avanço tecnológico por parte dos palestinianos, recebendo tecnologia externa para modernizar o seu arsenal
Este drone abatido, segundo o exército israelita, terá sido lançado a partir de Gaza, foi abatido em pleno voo por um míssil ao longo da costa sul de Israel, junto à cidade de Ashdod.
O ataque e o facto do drone ter sido abatido não contribuiu para que mais não sejam produzidos e que estes não venham a ser novamente enviado sobre Israel. A vigilância embora apertada tem um novo elemento para detectar e abater, o que perante alguma tecnologia fácil de obter e a preços muito acessíveis poderão ser uma grande dor de cabeça para os Israelitas.
O reacender do conflito vem no seguimento da morte de 3 adolescentes, em junho passado, que alegadamente foram assassinados por militares palestinianos. O governo de Israel culpou o Hamas pelas mortes, mas este negou qualquer responsabilidade nos actos. Numa vingança, no dia 2 de Julho um adolescente palestiniano foi raptado e assassinado, alegadamente por seis israelitas. A partir dessa altura os militares palestinianos têm disparado rockets indiscriminadamente sobre as cidades israelitas perto da fronteira o que levou Israel a uma resposta brutal e sangrenta.
O mundo assiste novamente a uma escalada de violência na Faixa de Gaza. É um conflito com forças desiguais, principalmente ao nível tecnológico, isso nota-se pela tragédia dos números frios que nos chegam todos os dias, 172 mortos!
Agora, o exército israelita afirma ter abatido um drone lançado por forças militares palestinianas que, supostamente, estariam a desenvolver esta aeronave não tripulada desde 2012.

Segundo afirmações do grupo islâmico que controla a Faixa de Gaza, o Hamas, o seu braço armado enviou 3 drones com o intuito de realizar “missões especiais” no interior do território de Israel. Estas declarações, a ser verdade, mostra um novo plano do conflito, há claramente um avanço tecnológico por parte dos palestinianos, recebendo tecnologia externa para modernizar o seu arsenal
Este drone abatido, segundo o exército israelita, terá sido lançado a partir de Gaza, foi abatido em pleno voo por um míssil ao longo da costa sul de Israel, junto à cidade de Ashdod.
O ataque e o facto do drone ter sido abatido não contribuiu para que mais não sejam produzidos e que estes não venham a ser novamente enviado sobre Israel. A vigilância embora apertada tem um novo elemento para detectar e abater, o que perante alguma tecnologia fácil de obter e a preços muito acessíveis poderão ser uma grande dor de cabeça para os Israelitas.
O reacender do conflito vem no seguimento da morte de 3 adolescentes, em junho passado, que alegadamente foram assassinados por militares palestinianos. O governo de Israel culpou o Hamas pelas mortes, mas este negou qualquer responsabilidade nos actos. Numa vingança, no dia 2 de Julho um adolescente palestiniano foi raptado e assassinado, alegadamente por seis israelitas. A partir dessa altura os militares palestinianos têm disparado rockets indiscriminadamente sobre as cidades israelitas perto da fronteira o que levou Israel a uma resposta brutal e sangrenta.
Apple bate na Samsung em novo anúncio do iPhone 5S para TV [vídeo]
Entre os diversos aplicativos que prometem ajudá-lo a moldar e compartilhar a sua vida, inclui-se certo medidor de batimentos cardíacos, o qual não precisa de quaisquer dispositivos adicionais
Um novo anúncio da Apple mostra diversas funcionalidades do iPhone 5S que podem facilitar consideravelmente o seu quotidiano — reforçando a ideia de uma ferramenta criativa com diversas facetas. Todavia, lá pelas tantas, o anúncio de 90 segundos mostra um aplicativo capaz de medir os batimentos cardíacos, sem precisar utilizar nada além da câmera do smartphone para tanto.
De fato, não demorou muito para que o trecho fosse considerado uma leve “agulhada” na Samsung. Para quem não se lembra, a companhia sul-coreana incluiu em seu Galaxy S5 um sensor dedicado (localizado na parte posterior) para o registro da frequência cardíaca. A mensagem, portanto, seria algo como: “O iPhone não necessita de nenhuma peça adicional de hardware para fazer o mesmo que o Galaxy S5 faz”.
“Explore os aplicativos do filme”
Mas o pessoal da “lenha na fogueira” também encontrou outro detalhe que reforça a “trollagem” relativamente subtil da Maçã. Embora o comercial tenha duração relativamente reduzida, a Apple dedicou ao anúncio uma página exclusiva, na qual é possível encontrar uma lista dos aplicativos mostrados na sequência (sob a chamada de “Explore os aplicativos do filme”).
(Fonte da imagem: Reprodução/YouTube)
O que não deve surpreender, é claro, é que a lista com um total de seis apps seja encabeçada pelo singelo (porém significativo) leitor de batimentos cardíacos, intitulado “Heart Rate Monitor”. Embora existam vários outros softwares na App Store capazes de fazer o mesmo, o programa em questão pode ser adquirido pela bagatela de US$ 1,99.
E a utilização não poderia ser mais simples, de fato. Para utilizar o Heart Rate Monitor, basta posicionar o dedo sobre a câmera traseira do smartphone, de forma que o pulso possa ser tomado. Há quem diga, ainda, que os resultados são tão precisos quanto os do Galaxy S5, também incluindo um histórico de leituras prévias.
24 horas com 10% de bateria
(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Naturalmente, o novo navio capitânia da Apple deve ser perfeitamente capaz de executar mais de um “truque”. Além de medir os seus batimentos cardíacos — digamos, entre uma composição e outra na guitarra —, o aparelho também possui um novo modo económico. Isso permite que a sua bateria aguente até 24 horas, mesmo com apenas 10% de sua capacidade total.
Ademais, há ainda um processador de 64 bits, um dispositivo para leitura de impressões digitais... E diversas cores bastante chamativas. “Ele está aí, nas suas mãos, na sua mala, no seu bolso. É o seu iPhone 5S!”, diz a Apple, na boa e velha linguagem de autopromoção marqueteira. Bem, é certo que medir os batimentos cardíacos é uma mão na roda, sem dúvida.
Homens 'inundam' Twitter com queixas sobre mulheres
A hashtag american #LiesToldByFemales tornou-se viral nas contas de Twitter, onde os homens começaram a colocar todas as queixas que tinham sobre as suas parceiras. Segundo a BBC, as mulheres não se sentiram incomodadas mas o assunto está a dar que falar.
Tudo aconteceu quando um americano, utilizador do Twitter, publicou a hashtag #LiesToldByFemales, na passada terça-feira à noite. Duas horas mais tarde, o ‘tópico’ social já tinha sido utilizado por mais de 6.000 pessoas e, depois de um dia, já contava com 100.000 tweets, incluindo hashtags rivais e réplicas.

Tudo aconteceu quando um americano, utilizador do Twitter, publicou a hashtag #LiesToldByFemales, na passada terça-feira à noite. Duas horas mais tarde, o ‘tópico’ social já tinha sido utilizado por mais de 6.000 pessoas e, depois de um dia, já contava com 100.000 tweets, incluindo hashtags rivais e réplicas.

O objetivo era criar um local onde os homens pudessem colocar todas as queixas que tinham sobre as mulheres, e acontece que não eram poucas.
As mulheres afirmaram, também na rede social, que não se tinham sentido afetadas sobre as queixas dos parceiros mas muitas apresentaram raiva pelos tweets que foram publicados.
Um dos tweets que mais partilhas teve foi de um americano que afirmava que tinha vontade de matar a namorada enquanto estava a dormir, depois de uma discussão.
Amanda Marcotte, que acompanhou toda ‘confusão’, afirmou à BBC que “tanto os homens como as mulheres contam mentiras e esta publicação foi bastante sexista. Mentir é algo humano, e ninguém consegue escapar”.
Em poucas horas começaram a surgir outras hashtags, como por exemplo, #LiesToldByMales, que se opunham à primeira. Houve utilizadores a twittarem cerca de 2.000 vezes apenas sobre este assunto.
Em 2010, foi publicado um estudo que sugeriu que os homens são mais propensos a mentir que as mulheres. Numa amostra de 3.000 pessoas, os investigadores concluíram que, em média, os homens contam três mentiras por dia enquanto as mulheres apenas duas. O mesmo estudo revelou que somos mais propensos a mentir a pais do que em relacionamentos amorosos.
Bill Gates sob pressão dos investidores para demitir-se como presidente da Microsoft
Três dos 20 maiores investidores em Microsoft Corp estão pressionando o conselho para pressionar por Bill Gates a demitir-se como presidente da empresa de software que ajudou a fundar há 38 anos, pessoas familiarizadas com o assunto disse à Reuters
Enquanto a Microsoft Chief Executive Steve Ballmer tem estado sob pressão por anos para melhorar o desempenho da empresa e preço da ação, parece ser a primeira vez que os principais acionistas estão com mira em Gates, que continua a ser uma das figuras mais respeitadas e influentes da tecnologia.
Um representante da Microsoft não quis comentar nesta terça-feira.
Não há nenhuma indicação de que o conselho da Microsoft vai atender os desejos dos três investidores, que detêm em conjunto mais de 5 por cento das ações da empresa, segundo as fontes. Eles pediram a identidade dos investidores ser mantidos em anonimato porque as discussões eram privadas.
Gates possui cerca de 4,5 por cento da empresa 277,000 milhões dólares e é seu maior acionista individual.
Os três investidores estão preocupados que o papel de Gates como presidente efetivamente bloqueia a adoção de novas estratégias e limitaria o poder de um novo executivo-chefe para fazer mudanças substanciais. Em particular, eles apontam para o papel de Gates sobre a busca comité especial para o sucessor de Ballmer.
Eles também estão preocupados que Gates - que passa a maior parte de seu tempo em sua fundação filantrópica - exerce um poder desproporcional à sua participação em declínio.
Gates, que era dono de 49 por cento da Microsoft antes que veio a público em 1986, vendeu cerca de 80 milhões de ações da Microsoft, com um plano pré-estabelecido, que o deixaria sem nenhuma participação financeira na companhia em 2018.
Ele baixou o perfil dele no Microsoft depois que ele entregou o cargo de CEO para Ballmer em 2000. O seu trabalho dia-a-dia apartir 2008 seria concentrar-se no projecto de 38000 milhões dólares Fundação Bill & Melinda Gates.
Em agosto, Ballmer disse que iria se aposentar dentro de 12 meses , em meio à pressão do ativista gestor de fundos ValueAct Capital Management.
A Microsoft está agora à procura de um novo CEO, embora seu conselho disse que a estratégia de Ballmer irá para a frente. Ele concentrou-se na fabricação de dispositivos, como o tablet da superfície e consola de jogos Xbox, e virando software chave para os serviços prestados através da Internet. Alguns investidores dizem que um novo chefe não deve ser vinculado a essa estratégia.
A notícia de que alguns investidores estavam empurrando Gates para ser deposto como presidente provocou reações mistas dos demais acionistas.
"Isso é muito atrasada", disse Todd Lowenstein, gerente de carteira da HighMark Capital Management, que detém ações da Microsoft."Substituir a velha guarda com alguns olhos frescos pode fornecer o oxigénio necessário para avaliar adequadamente a sua estratégia empresarial."
Kim Caughey Forrest, analista sénior do Fort Pitt Capital Group, sugeriu agora não era o momento para a Microsoft abandonar Gates, e que ele poderia até mesmo ter um papel maior.
"Eu pensei que a empresa tem faltado um visionário da tecnologia", disse ela. "Bill (Gates) caberia na conta."
Microsoft ainda é uma empresa do mundo de tecnologia mais valiosas , fazendo um lucro líquido de US $ 22 bilhões no último ano fiscal. Mas o seu núcleo do sistema operacional do Windows de computação, e, em menor medida, software de escritório, estão sob a pressão do declínio em computadores pessoais, smartphones e tablets crescem mais popular.
Ações da Microsoft têm sido essencialmente estática durante uma década, ea empresa perdeu espaço para Apple e Google no movimento em direção à computação móvel.
Uma das fontes disse Gates foi um dos grandes pioneiros da indústria de tecnologia, mas os investidores sentia que ele era mais eficaz como executivo-chefe do que como presidente.











