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Gadget que parece pendrive transforma monitor(TV) em computador Ubuntu

Intel anunciou que vai lançar uma nova versão do seu Compute Stick ainda em julho, desta vez com o sistema operacional Ubuntu instalado. O gadget é um dongle que pode transformar qualquer TV com entrada HDMI em computador e já estava disponível em uma edição com Windows desde o início de 2015.
Stick da Intel roda Ubuntu em qualquer TV com HDMI (Foto: Reprodução/Intel)Stick da Intel roda Ubuntu em qualquer TV com HDMI (Foto: Reprodução/Intel)
O novo stick é menos potente que seu irmão mais velho, possuindo memória interna de 8 GB flash e 1 GB de RAM, contra 32 GB de armazenamento e 2 GB de RAM da versão para Windows. Ambos possuem o processador Intel Atom Z3735F, WiFi 802.1bgn, Bluetooth 4.0, uma conexão USB 2.0 e entrada para cartão micro SD.

O objetivo da Intel é criar um dispositivo que seja fácil de transportar e usar, bastando conectar um teclado e mouse sem fio para a operação. Na prática, o Compute Stick não pode ser usado para games pesados, mas funciona perfeitamente para reproduzir músicas e vídeos ou usar serviços como redes sociais e e-mail.
Stick da Intel roda Ubuntu em qualquer TV com HDMI (Foto: Reprodução/Intel)Stick da Intel roda Ubuntu em qualquer TV com HDMI (Foto: Reprodução/Intel)
A ideia de trazer o Ubuntu para o Compute Stick se encaixa nos planos da Canonical, responsável pelo sistema operacional, de fazê-lo alcançar um número maior de usuários. A expectativa é que o produto comece a ser vendido a partir da segunda semana de julho, com preço estimado de US$ 110 (no Brasil cerca de R$ 344), sendo mais barato que a versão com Windows, que sai por US$ 150 ( no Brasil aproximadamente R$ 470).

Raspberry Pi 2 - com mesmo preço "low cost" e mais potência



O "computador de bolso" traz mais memória, mais capacidade de processamento, uma versão com o sistema operativo Windows e o mesmo preço reduzido.

Raspberry Pi 2 vai ter acesso gratuito ao Windows 1

A Fundação Raspberry Pi anunciou esta segunda-feira uma nova versão do seu computador de baixo custo. O Raspberry Pi 2 chega com o dobro da memória, um poder de processamento seis vezes superior, mas com o mesmo preço do seu modelo anterior.

Existem várias melhorias que chegam ao novo Raspberry Pi, um computador de tamanho reduzido e que é essencialmente utilizado em aulas de programação e outras atividades relacionadas com a eletrónica e com o movimento do it yourself. A memória RAM passa de 512 MB para 1GB e o processador, que antes tinha apenas um núcleo, é agora um ARM Cortex A7 quad-core de 900 MHz.










Raspberry Pi 2
Foto: The Verge

Tal como na primeira versão, o Pi 2 traz quatro portas USB e uma entrada para cartões MicroSD, que funcionará como memória principal. Apesar de ter recebido bastantes melhorias, a verdade é que o este 'mini-computador' com nome de fruto vermelho não chegará ao mercado por mais do que 35 dólares, cerca de 30 euros, o preço do modelo original.

Eben Upton, CEO da fundação, não escondeu o contentamento pelo novo modelo e disse até que "o Raspberry Pi 2 tem poder de computação suficiente para fazer tudo o que um PC "normal" consegue fazer: navegar na Internet, processamento de texto, trabalhar com algoritmos e mais". Para além disso, será incluída pela primeira vez uma versão do sistema operativo da Microsoft, o Windows 10, para além da já habitual distribuição Linux.

O novo modelo está disponível para venda a partir de hoje. Eben Upton referiu que já foram produzidas cerca de 100 mil unidades para evitar os problemas relacionados com a elevada procura em edições anteriores.

Lenovo apresenta tablet e computadores de jogos...IFA 2014

A Lenovo foi uma das primeiras empresas a apresentar novidades na IFA. A fabricante chinesa aproveitou a feira para mostrar um novo tablet e dois computadores para jogos.

Y70  é touchscreen gamer e o maior laptop da Lenovo (Foto: Reprodução)






O tablet apresentado pela marca em Berlim é o TAB S8, com ecrã de 8 polegadas e resolução de 1920x1200 pixéis. Conta com uma câmara frontal de alta definição (1,6 megapixéis) e uma câmara traseira de 8 megapixéis. O processador é um Atom Z3745 da Intel, apoiado em 2 GB de RAM e 16 GB de espaço para armazenamento.

Em termos de conectividade o modelo, que assegura uma autonomia até 7 horas, tem suporte para 4G, Wi-Fi e Bluetooth. O sistema operativo de suporte é o Android, aqui na versão 4.4.

O TAB S8 vai chegar às lojas por um preço a rondar os 199 dólares, já no final de setembro, em branco, azul, amarelo e preto.

Novas máquinas de jogos também são uma aposta 


Na apresentação a fabricante também deu a conhecer novos computadores desenhados para quem gosta de jogar, apresentando opções para quem privilegia a mobilidade, ou prefere um ambiente de desktop mais tradicional.

No novo Y70 Touch, o primeiro portátil de 17 polegadas da marca com ecrã de toque, os gráficos Nvidia GTX e o processador da Intel (i7 de quarta geração), num ecrã FHD. Vai estar à venda com várias opções ao nível da memória: 16 GB DDR3L com 1 TB SSHD para armazenamento ou 256 GB SSD.

O Lenovo Erazer X315 é um desktop que integra um processador de quatro núcleos, um disco de 2 TB e 12 GB de memória, num design original e moderno. Vai custar 599 dólares e estará à venda a partir de novembro. O Y70, por sua vez, chegará às lojas mais cedo, já em outubro, e vai custar 1.299 dólares.








Como enviar foto no WhatsApp pelo computador com o BlueStacks

O WhatsApp Messenger é uma das formas mais populares e divertidas de compartilhar fotos ou vídeos. Entretanto, a maioria dos usuários tem suas fotos guardadas no computador e o WhatsApp não conta com aplicativos para PC. Para resolver esse problema, preparou este artigo que mostra como emular o Android no Windows, instalar o WhatsApp e compartilhar suas fotos pelo computador.

WhatsApp para a home 1 (Foto: Divulgação)Envie fotos no WhatsApp pelo seu computador com o BlueStacks (Foto: Divulgação/WhatsApp)

Passo 1. Baixe e instale o BlueStacks. A instalação consiste, basicamente, em avançar algumas vezes e entrar com seu endereço de e-mail e senha da sua conta Google. 
Passo 2. Instale o WhatsApp. Para isso, clique sobre o botão “Search” – representado por uma lupa;
Localizando aplicativos no BlueStacks (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Localizando aplicativos no BlueStacks (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 3. Digite “whatsapp” e clique em “Search Play for whatsapp” para buscar pelo aplicativo no Google Play;
Pesquisando pelo WhatsApp (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Pesquisando pelo WhatsApp (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 4. A busca apresentará diversos resultados. Abra o “WhatsApp”, que provavelmente será o primeiro da lista;
Resultados da busca (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Resultados da busca (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 5. Na página do “WhatsApp”, clique em “Instalar”. Uma janela informará as permissões necessárias para que o aplicativo funcione. Clique em “Aceitar” e aguarde até que a instalação seja concluída;
Instalando o WhatsApp no BlueStacks (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Instalando o WhatsApp no BlueStacks (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 6. O WhatsApp será executado automaticamente. Clique em “Concordar e continuar” para iniciar a configuração. Vale lembrar que, caso você esteja logado no telemóvel, será necessário configurá-lo novamente no aparelho;
Configuração inicial do WhatsApp (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Configuração inicial do WhatsApp (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 7. Em seguida, selecione o país e entre com seu número do seu telemóvel.  Receberá uma mensagens com o código de confirmação no número informado;
Configurando o WhatsApp (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Configurando o WhatsApp (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 8. Por fim, digite seu nome ou apelido e clique em “Avançar”;
Defina seu nome ou apelido (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Defina seu nome ou apelido (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 9. Com o WhatsApp configurado, basta arrastar a foto que você deseja compartilhar para a janela do BlueStacks ou para o ícone do aplicativo, na barra de tarefas do Windows. Caso o BlueStacks esteja em tela cheia, clique sobre o penúltimo botão da barra inferior – ícone representado por dois retângulos. Em seguida, selecione como deseja compartilhar a imagem – ”WhatsApp”, nesse caso;
Compartilhando foto do computador no WhatsApp (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Compartilhando foto do computador no WhatsApp (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Passo 10. Finalmente, selecione a conversa, contato ou grupo que deseja enviar a foto. Por padrão, o WhatsApp abre as conversas recentes. Caso a janela esteja em branco, clique sobre a aba de grupos ou contatos para selecionar um grupo ou pessoa.
Selecione o contato que deseja compartilhar a foto (Foto: Reprodução/Helito Bijora)Selecione o contato que deseja compartilhar a foto (Foto: Reprodução/Helito Bijora)
Pronto! A foto do seu computador será compartilhada com o contato ou grupo selecionado. O seu amigo receberá a imagem normalmente, como se ela tivesse sido enviada do seu telemóvel.

11 estudantes foram expulsos por hackear computadores dos professores e alterar suas notas.

Boy escrita em um exame

Onze estudantes foram expulsos de uma escola no sul da Califórnia por supostamente hackear computadores dos professores e alterar suas notas.

Acredita-se que foram keyloggers instalados em computadores que ajudaram os alunos a obter acesso remoto.
Polícia de Newport Beach estão ansiosos para entrevistar um professor particular de 28 anos de idade, Timothy Lai.
Os investigadores alegam que ele "ajudou os alunos de comprometer computadores da escola e manipulação de classes".
A escola no centro do escândalo dos grampos é Corona Del Mar da Escola Secundária, em Newport Beach.

De acordo com documentos judiciais, a polícia foi feita pela primeira vez ciente do escândalo de trapaça em junho do ano passado, quando um professor de ciências, Kim Rapp, disseram os administradores da escola que alguém pode ter acessado o computador dela e mudou notas.
Em uma declaração à polícia, um dos estudantes alega que ele eo Sr. Lei tinha ido para a escola à noite para colocar um keylogger no computador de um professor de química.
Acredita-se que o keylogger de hardware foi usado para espionar logins dos professores e detalhes de senhas com os códigos roubados usados ​​para acessar informações sobre os próximos testes e para alterar notas nos exames anteriores.
A escola disse que ela estava olhando para o âmbito do escândalo de engano. Acredita-se funcionários da escola estão reexaminando 750.000 notas.
'Desapontado'
O destino dos alunos supostamente envolvidos foi decidido em uma votação entre os membros do conselho Distrito Escolar na terça-feira.
Seis dos estudantes envolvidos já haviam deixado a escola e os cinco restantes foram transferidos para outra escola local.
Pais de quatro dos acusados ​​questionaram por que seus filhos têm sido alvo.
A escola, em um comunicado , que continuou: "uma auditoria intensivo de livros de grau de todos os professores, para que possamos garantir a integridade e precisão de todos os graus postados".
"Apesar de precisar de algum tempo para lutar com a decepção deste infeliz incidente, estamos confiantes de que a comunidade escolar vai subir acima deste evento", acrescentou.
Crianças com experiência em tecnologia
"O uso cada vez maior da tecnologia na educação continua levantando novos problemas, do ponto de vista de segurança e privacidade", disse o consultor de segurança John Hawes no blog de ​​Segurança Nu .
"As crianças são infinitamente curioso por isso será sempre um desafio para mantê-los fora das coisas que eles querem intrometer-se, mas não deve ser além de nossas capacidades", acrescentou.
Ele recomendou que as escolas bloquear todo o acesso ao teste e os dados de grau de terminais acessíveis para os alunos e fornecer aos professores acesso a uma rede segregada.
As crianças estão cada vez mais provando-se mais do que capaz de contornar a segurança nas escolas.
Em Los Angeles, alunos rapidamente desbloqueado iPads locked-down que foram dadas, e no ano passado, a empresa de antivírus AVG revela que crianças a partir dos 11 estavam escrevendo códigos maliciosos para hackear contas em sites de jogos e redes sociais.

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