Samsung não está desenvolvendo o Lollipop 5.1 para nenhum dispositivo
No último final de semana circularam rumores de que a Samsung estaria em processo de desenvolvimento do Android Lollipop 5.1 para o Galaxy Note 4. Este rumor foi desmascarado, e aparentemente, a Samsung não está trabalhando para trazer o Lollipop 5.1 a nenhum de seus dispositivos, incluindo o Galaxy S6 e S6 Edge.
A notícia chega através do site Sammobile, que afirma “nossas fontes dizem que a Samsung não está trabalhando no Android 5.1 para nenhum dispositivo no momento, nem mesmo o Galaxy Note 4”.
Isso não é uma declaração oficial de que a Samsung não trará o Android 5.1 para os seus dispositivos, sendo apenas a situação atual da empresa em relação às distribuições do Lollipop. Até agora, apenas o Galaxy S5, S4, Note 3 e 4 receberam o Android Lollipop. É provável que a Samsung esteja concentrada em levá-lo a dispositivos mais antigos ao invés de trazer a última versão para aqueles que já rodam com o Lollipop 5.0.
O Sammobile também comentou sobre o site que começou o rumor, YouMobile, informando que este não deve ser levado a sério como fonte de informações relacionadas com a Samsung.
De qualquer forma, iremos mantê-los atualizados com novas informações sobre o status das atualizações do Lollipop 5.1 para os dispositivos da Samsung.
Xiaomi Mi 3 e Mi 4 - recebem atualização para Android 5.1 Lollipop(não oficial)
Os dois últimos aparelhos da linha Mi acabaram de receber a atualização para Android 5.1 Lollipop, mas a fonte não foi a Xiaomi. O usuário Ivan de um fórum asiático de desenvolvedores , similar ao XDA Developers, foi responsável por realizar a portabilidade da ROM do mais novo sistema operacional da Google para o Mi 3 e Mi 4. Na semana passada, o mesmo autor, experiente no assunto, foi capaz de transcrever os códigos para a versão 5.0 do 'pirulito', mas agora o lançamento mais recente desembarca em ambos os flagships da gigante chinesa.
Android 5.1 Lollipop foi anunciado semana passada a fim de corrigir um conjunto de instabilidades deixado por seu antecessor, aprimorando o firmware com objetivo de tornar a plataforma do robozinho ainda mais fluída. Quando mais o software da gigante de Mountain View evolui, menos problemas são encontrados pelos consumidores. Pelo menos em teoria, é claro. Desta forma é sempre bom manter seu aparelho com o último update disponibilizado pela Google, caso o modelo já tenha sido agraciado com essa possibilidade, naturalmente.
Xiaomi Mi 3 e Mi 4, respectivamente. Os modelos são os últimos herdeiros da linha Mi, sendo que o quinto integrante é esperado ainda para 2015.
As mudanças incluem a adição dos códigos da versão 5.1, remoção do player de música nativo, que estava sofrendo com erros anteriormente e remoção do explorador de arquivos do CyanogenMod. Ivan avisa que, como o sistema operacional acabou de receber a portabilidade, é provável que muitos bugs sejam encontrados ao longo da utilização do ambiente virtual. Porém, os apressados que são donos de uma unidade do Mi 3 ou Mi 4 já conseguem desfrutar de todas as novidades presentes no Android Lollipop.
Mi 3 foi lançado em meados de 2013 com o propósito de se tornar uma excelente opção para o mercado elitizado de telefonia móvel, trazendo tela de 5 polegadas em resolução Full HD (1920 x 1080 pixels), 2 GB de RAM, chipset Qualcomm Snapdragon 800 com processador de quatro núcleos rodando a 2,3 GHz e Adreno 330 para os gráficos, modelo com até 16 GB de memória para o armazenamento interno, câmera principal e frontal de 13 e 2 megapixels, respectivamente, bateria de 3.050 mAh e o já ultrapassado Android 4.3 Jelly Bean com a interface própria da Xiaomi, MIUI v5.
Mi 4, por outro lado, deu as caras em 2014 com design metálico e novos componentes, como 3 GB de RAM, chipset Qualcomm Snapdragon 801 com CPU de quatro núcleos rodando a 2,5 GHz cada, versão com até 64 GB para guardar músicas, fotos, vídeos, aplicativos, e etc, bateria de 3.080 mAh e o também antigo Android 4.4.2 KitKat com a modificação da chinesa, MIUI v6. Como é possível notar, ambos os smartphones são completamente capazes de rodar o Android 5.1 Lollipop sem engasgos. Como a Xiaomi ainda não comercializa produtos em nosso país, só podemos assistir de longe seus sucessos de venda.
Se for sortudo e possuir o Mi 3 ou Mi 4, baixe a ROM e instale manualmente. A senha é: ibc7.
Asus Fonepad 7- atualizado para Android 5.0 Lollipop
A Asus acaba de anunciar a chegada oficial do Android 5.0 para seu tablet, que faz papel de smartphone e permite ligações em um dispositivo de sete polegadas, o Fonepad 7.
Indo do KitKat (4.4.2) para pirulitos do Lollipop em sua versão 5.0, todo o sistema operacional recebeu melhorias da nova versão do Android e grandes mudanças visuais - como o menu de configurações, que de fundo preto passou para fundo branco, que otimiza melhor o espaço físico da tela e rearranja os ícones de forma lateral.
O update baixará 915 MB diretamente no tablet/smartphone/phablet e pode ser encontrado tocando em Configurações, depois em Sobre, Atualizações do sistema e então toque no botão Verificar Atualização. O download pode ser feito diretamente pelo site da empresa, mas acaba com um trabalho pouco maior. Dica do dia: faz pelo próprio Fonepad, que é sucesso.
Ele conta com processador Intel Atom Z2520 dual-core de 1.2 GHz, acompanhado de 1 GB de memória RAM, GPU PowerVR SGX544MP2, 8 GB de memória interna, ecrã IPS de 7 polegadas com resolução de 1280 x 800 pixels e aportou em terras tupiniquins já com a versão 4.4.2 do Android. Este modelo conta com apenas uma entrada para SIM card, trabalha em 3G e uma câmera traseira de 5 megapixels, com outra na parte da frente de 1.2 megapixel.
Sony Xperia Z4 aparece em benchmark com ecrã Full HD e Snapdragon 810
Algumas imagens demonstrando que teremos algumas mudanças de design bastante interessantes com relação ao seu antecessor.....
A Sony deve anunciar o Xperia Z4 em algum momento dos próximos meses, sendo o único investimento da companhia para o mercado de alto desempenho no ano de 2015.
Agora, o suposto aparelho da companhia nipónica foi visualizado em um teste no GFX Bench, demonstrando que poderá contar com poucas evoluções em termos de hardware com relação ao Xperia Z3. Caso as informações liberadas sejam verdadeiras, o dispositivo será lançado sob o modelo E6553, o que faz sentido se pensarmos que seu antecessor possui a numeração D6603 devido ao seu lançamento em 2014 e o primeiro Xperia Z é relacionado ao modelo C6603, sendo lançado em 2013.
Além disso, ele deve contar com o polémico processador Snapdragon 810, demonstrando assim um avanço considerável com relação ao Snapdragon 801 inserido em seu antecessor.Outras especificações, entretanto, permanecem as mesmas. Conforme pode ser visto abaixo:
Ecrã de 5,1 polegadas com resolução Full HD (1080 x 1920 pixels)
Processador Qualcomm Snapdragon 810 64-bit Octa-Cora rodando a 2GHz
3GB de RAM
32GB de armazenamento interno
Câmara principal de 20MP
Câmara frontal de 5MP
Android 5.0.2 Lollipop

Sony Xperia Z4 pode contar com poucas novidades em termos de hardware
Não há qualquer confirmação por parte da Sony sobre o Xperia Z4, restando aguardarmos que a companhia anuncie o aparelho nos próximos meses para que saibamos se ele realmente contará com estas especificações vazadas. Além disso, será interessante vermos qual será a saída encontrada pela companhia para o super aquecimento do Snapdragon 810, já que inúmeros relatos indicam que este é o principal motivo do atraso na apresentação do dispositivo.
A Sony deve anunciar o Xperia Z4 em algum momento dos próximos meses, sendo o único investimento da companhia para o mercado de alto desempenho no ano de 2015.
Agora, o suposto aparelho da companhia nipónica foi visualizado em um teste no GFX Bench, demonstrando que poderá contar com poucas evoluções em termos de hardware com relação ao Xperia Z3. Caso as informações liberadas sejam verdadeiras, o dispositivo será lançado sob o modelo E6553, o que faz sentido se pensarmos que seu antecessor possui a numeração D6603 devido ao seu lançamento em 2014 e o primeiro Xperia Z é relacionado ao modelo C6603, sendo lançado em 2013.
Além disso, ele deve contar com o polémico processador Snapdragon 810, demonstrando assim um avanço considerável com relação ao Snapdragon 801 inserido em seu antecessor.Outras especificações, entretanto, permanecem as mesmas. Conforme pode ser visto abaixo:
Ecrã de 5,1 polegadas com resolução Full HD (1080 x 1920 pixels)
Processador Qualcomm Snapdragon 810 64-bit Octa-Cora rodando a 2GHz
3GB de RAM
32GB de armazenamento interno
Câmara principal de 20MP
Câmara frontal de 5MP
Android 5.0.2 Lollipop
Sony Xperia Z4 pode contar com poucas novidades em termos de hardware
Não há qualquer confirmação por parte da Sony sobre o Xperia Z4, restando aguardarmos que a companhia anuncie o aparelho nos próximos meses para que saibamos se ele realmente contará com estas especificações vazadas. Além disso, será interessante vermos qual será a saída encontrada pela companhia para o super aquecimento do Snapdragon 810, já que inúmeros relatos indicam que este é o principal motivo do atraso na apresentação do dispositivo.
Xperia Z3, Xperia Z3 Compact e Xperia Z3 Tablet Compact - começam a serem atualizados para Android Lollipop
Sede dos Xperia Z3, Xperia Z3 Compact e Xperia Z3 Tablet Compact e muito mais....
A Sony anunciou a atualização de aparelhos da linha Z3 para Android 5.0 Lollipop, a partir desta segunda-feira (30). Os modelos que vão receber o novo sistema do Google estão o recente top de linha Xperia Z3, Xperia Z3 Compact e Xperia Z3 Tablet Compact, além de modelos lançados anteriormente. O destaque é que o upgrade será liberado para diversos mercados do mundo.
A Sony anunciou a atualização de aparelhos da linha Z3 para Android 5.0 Lollipop, a partir desta segunda-feira (30). Os modelos que vão receber o novo sistema do Google estão o recente top de linha Xperia Z3, Xperia Z3 Compact e Xperia Z3 Tablet Compact, além de modelos lançados anteriormente. O destaque é que o upgrade será liberado para diversos mercados do mundo.
O Android 5.0 Lollipop é popular por suas modificações na interface, apresentando o Material Design, janelas sobrepostas, ícones flutuantes e muitas cores. A Sony lançou o Xperia Z3 equipado com o Android 4.4.4 (Kit Kat), mas acaba de incluir o smartphone top na lista dos aparelhos com o sistema atualizado em todo o mundo. Essa medida era aguardada desde o ano passado e será integrada em conjunto com os modelos “irmãos” da linha Z3, a versão Compact e Tablet Compact.
A Sony anunciou ainda que a partir da próxima semana a atualização para o Lollipop também será aplicada mundialmente para os modelos antecessores Xperia Z2e Xperia Z2 Tablet. Para completar, a companhia deixou claro para os usuários do Xperia T2 Ultra e Xperia C3 de que os aparelhos também serão atualizados para o novo sistema operacional, mas sem data certa.
Segundo a Sony, essa liberação depende da região e operadora, mas vale conferir seu aparelho com frequência para aguardar a chegada da atualização, que deve ser disponibilizada também para usuários brasileiros e portugueses.
BQ -Análise aos tablets e smartphones
Uma marca do agrado de muitos Portugueses...
Os dispositivos móveis da espanhola bq têm uma identidade própria, mas o destaque é o compromisso que a marca assumiu em dar aos consumidores tablets e smartphones com os preços justos. E como é difícil encontrar preços justos nos dias que correm.
Atualmente não é difícil comprar um smartphone. Difícil é escolher o telemóvel que se quer. Isto porque há equipamentos para todos os preços, de diferentes marcas e com características variadas. Mas também há muita repetição e por este mesmo motivo os consumidores acabam por ficar confusos: porque há uma discrepância tão grande de valores?
Esta situação é ainda mais acentuada no universo Android onde a experiência de utilização do sistema operativo é na sua grande maioria igual. Porque é que existem telemóveis como o Samsung Galaxy S5 que custam 650 euros na hora de lançamento e outros equipamentos mais poderosos, como o OnePlus One, conseguem chegar com um preço quase três vezes inferior?
A resposta pode ser dada de muitas formas e seria preciso cada empresa responder por si para perceber o que move cada uma na estratégia de comercialização de equipamentos.
A bq é uma das empresas que tem tentado garantir um equilibrio daquilo que seria ideal para o consumidor: um preço muito próximo ao real valor que o telemóvel garante – e sim, estou a assumir que um smartphone mesmo sendo topo de gama, dificilmente vale os 700 euros pedidos. Não é a única marca que o faz – basta lembrar por exemplo a Wiko -, mas é talvez aquela que o faz há mais tempo no mercado português.
A tecnológica espanhola esteve recentemente em Portugal para apresentar os seus dois novos dispositivos – o smartphone Aquaris E5 4G e o tablet Aquaris E10 – e o CEO da empresa defendeu na altura que o objetivo primário é “entregar os melhores equipamentos ao preço mais justo e com a melhor experiência de utilização”.

Ao longo das últimas semanas estes dois equipamentos e no final fica a sensação de que a empresa está de facto a cumprir com a missão a que se propôs. Ou seja, os telemóveis da bq entregam aquilo que a maioria dos utilizadores procura num equipamento e por um preço mais simpático do que as grandes marcas de smartphones como a Samsung, Sony, LG e Asus costumam praticar.
Estes são os pontos positivos e negativos da nova dupla da bq para o mercado português.
bq Aquaris E5 4GO smartphone é em tudo semelhante ao bq Aquaris E5 que já está no mercado há algum tempo. O grande diferencial está no suporte para redes móveis de última geração, o 4G, que coloca o telemóvel melhor posicionado para responder a algumas das novas necessidades dos utilizadores.
Neste ponto a velocidade de navegação na Internet foi sempre boa e dentro da cidade de Lisboa foram raras as vezes em que a rede 4G não esteve ligada. Este bq Aquaris não apresenta a mesma capacidade de débito de outros equipamentos que estão no mercado, mas é notória a diferença que existe por exemplo para smartphones limitados a redes 3G.
Claro que o utilizador precisa de ter um tarifário de telecomunicações que permita tirar partido desta vantagem. Mas mesmo que o 4G não seja para já uma necessidade, mas antes uma perspetiva de investimento, o Aquaris E5 4G apresenta-se como um telemóvel com uma boa relação qualidade preço.
O ecrã é de cinco polegadas e tem uma resolução HD, mas conseguindo apresentar uma boa definição e tendo a seu favor o facto de apresentar cores brilhantes e vivas. O processador de quatro núcleos garante um desempenho limpo e sem engasgos – e assim devia ser a experiência de todos os Android -, muito por causa da escolha de usar uma versão “pura” do sistema operativo móvel da Google.
Aplicações de redes sociais, de jogos e outras de entretenimento – como o Twitch – não apresentaram qualquer problema ao nível do desempenho, o que indica que também no aspeto gráfico o smartphone da bq está talhado para responder às exigências das aplicações atuais.

Mas como telemóvel o Aquaris E5 4G acaba por desiludir em alguns pontos como ao nível do design – é um equipamento demasiado grosso para os dias atuais – e ao nível do sensor fotográfico. Apesar de apresentar uns respeitosos 13 megapíxeis na câmara principal, a verdade é que a qualidade das fotografias deixa um pouco a desejar e mesmo em condições de boa luminosidade existe demasiado “grão” nas composições.
Quando as condições de luminosidade são más é ainda mais notória a pouca capacidade do sensor escolhido para o smartphone.
Lamenta-se ainda o facto de apenas ter disponível 1GB de RAM pois apesar de o Android ter ficado mais “leve”, com o tempo algumas aplicações, sobretudo os jogos, tendem a ser mais exigentes o que pode comprometer a experiência a médio e longo prazo.
Resumindo, um smartphone muito equilibrado, com as características técnicas que permitem ter uma utilização saudável do telemóvel e tudo por um preço acessível de 209,90 euros – para a variante com 8GB de armazenamento interno. O facto de ter suporte para dois cartões SIM ajuda a aliciar ainda mais quem é muito dado às comunicações móveis.
bq Aquaris E10A espanhola bq tinha até aqui vindo a praticar duas estratégias diferentes dentro da área mobile. Mas talvez com base no sucesso que tem tido nos smartphones, decidiu aplicar a fórmula Aquaris a um tablet e o resultado final é um equipamento muito interessante para quem procura uma ferramenta de entretenimento e também para a área profissional.
A rapidez com que é possível executar tarefas e aplicações no tablet colocam-no bem posicionado para a consulta de informação de forma rápida – pode por exemplo usar o equipamento como um ecrã de apoio para ler e enviar informação para os colaboradores da empresa.

Usar o tablet como ferramenta de trabalho esporádica também não foi um problema .
A resolução do ecrã de 10 polegadas é apenas HD e esse é de facto um ponto negativo pois nota-se claramente que o ecrã não é um dos pontos fortes do equipamento – e num tablet o ecrã deve ser responsável por 50% da decisão de compra. E mesmo ao nível de cores não existe um brilho tão apelativo como no smartphone 4G.
Já o aspeto robusto que não gostamos no Aquaris E5 4G está outra vez replicado no Aquaris E10, mas no tablet a fórmula ajuda a que o resultado final seja muito mais positivo. Num tablet de grande dimensão é bom ter grossura por onde agarrar e dar estabilidade ao equipamento – pois escrever num dispositivo muito fino sem a ajuda de uma capa torna-se uma tarefa “tremida”.
Este não é um tablet para segurar durante uma hora a fio sem o pousar pois o tamanho e a robustez sentem-se no peso. Mas o Aquaris E10 não deixa de ser bastante portátil e ergonómico, cabendo em qualquer mochila ou pasta de executivo.
Quanto à área dos jogos não é fácil colocar o Aquaris E10 como um dispositivo indicado para a tarefa. Pois apesar de aguentar bem o grafismo de vários títulos, o grande tamanho do ecrã e o facto de a maior parte das aplicações para Android serem “esticadas” na versão tablet dão origem a uma experiência que não é a mais apelativa.
E apesar de vir com uma câmara fotográfica traseira, a mesma é de baixa qualidade e seria preferível ver a bq a fazer uma única aposta e mais robusta na câmara frontal em vez de gastar “cartuchos” com uma câmara que nem sequer consegue justificar-se.
O Teste tinha suporte para cartão SIM, o que coloca o equipamento nos 299,90 euros. Pelo desempenho, características e qualidade que apresenta, só peca mesmo pelo ecrã pouco ambicioso. Façam-no Full HD e será difícil resistir-lhe.
Há uma versão mais barata, na casa dos 259,90 euros, e talvez essa seja a proposta mais “justa” e mais apelativa sabendo que poucos darão um uso pleno às capacidades de comunicação móvel num tablet.




















O temor das marcas low cost
Mas qual a razão para muitos consumidores não comprarem equipamentos equilibrados como os da bq, Wiko ou Yezz? A justificação está justamente no nome: não são tão conhecidos, não têm um passado tecnológico forte e de relevo e ainda têm de conquistar a confiança dos utilizadores.
Neste caso em particular, o da bq, gostava de explicar que percebo a preocupação que alguns consumidores podem ter e, ironia ou não, fui vítima de falhas que ajudam a criar uma opinião desfavorável relativamente a estes dispositivos móveis mais baratos.
A análise feita ao Aquaris E5 4G foi um desastre isto porque o primeiro equipamento simplesmente não funcionava. Ligava, aguentava-se uns minutos ligados, mas depois congelava e acabava por ficar com o ecrã todo preto. Era necessário desligar o equipamento “à bruta”, mas nem depois da reinicialização o smartphone ia ao sítio.
Fiz alguns resets de fábrica e tudo continuou na mesma. Só com a troca do equipamento a questão ficou resolvida.
Pensei "talvez fui vítima do “azar”, que fiquei com a ovelha negra da linha de produção. Isto até ver que o tablet que tinha comigo também em três ocasiões reiniciou sozinho, sem motivo aparente e sem que nada o justificasse. Sempre que aconteceu não estava a meio de nada importante, mas podia ter causado a perda de algum trabalho. E isso é algo que ninguém quer, nem a própria bq.

Quer isto dizer que a bq é uma marca a evitar? Longe disso. Quer dizer que estou na obrigação de transmitir todas as experiências que tive com estes dois equipamentos da empresa.
E a bq é uma marca que tem ainda muito para aprender no que diz respeito ao desenvolvimento e fabrico de telemóveis. A empresa tem compensado esta parte com um apoio ao cliente que está disponível de várias formas e é desta maneira que tem conquistado a confiança de muitos portugueses.
E na minha opinião o facto de a bq estar a preparar a atualização de uma boa parte dos seus dispositivos para o Android Lollipop ajuda mais uma vez a justificar a questão do "justo preço" do equipamento – quando se compra um telemóvel não é só para um mês, é para vários anos – e o compromisso que a empresa está a assumir no campo da satisfação do cliente.
Considerações finaisA bq tem conquistado espaço no mercado português sem recorrer a nenhum fórmula mágica. Recorre sim ao entendimento correto dos desejos do utilizador: quer smartphones com ecrãs grandes, com processadores que garantam uma jogabilidade limpa e o acesso rápido à Internet, além de conseguir manter um preço acessível.
E que fique aqui saliente, a questão das falhas é transversal a uma grande variedade de equipamentos que existem no mercado, não é só um problema da bq. Podem ser outro tipo de falhas, mas não deixam de condicionar o pacote todo.
Mas mesmo tendo estas experiências negativas, os equipamentos da bq acabaram por convencer. Talvez mais o tablet do que o smartphone - a linha Aquaris E5 já não apresenta surpresas -, mas o desempenho foi sempre fluído, vão garantir acesso à próxima versão do Android e lá está, têm o tal "preço justo".
O mais importante num dispositivo móvel é a experiência de utilização - e foi por isso que durante muito tempo o Android como sistema operativo foi criticado - e a bq entrega isso, em dispositivos com valor e que devem constar na lista de qualquer pessoa que tenciona comprar um tablet ou smartphone no segmento de média gama.
Os dispositivos móveis da espanhola bq têm uma identidade própria, mas o destaque é o compromisso que a marca assumiu em dar aos consumidores tablets e smartphones com os preços justos. E como é difícil encontrar preços justos nos dias que correm.
Atualmente não é difícil comprar um smartphone. Difícil é escolher o telemóvel que se quer. Isto porque há equipamentos para todos os preços, de diferentes marcas e com características variadas. Mas também há muita repetição e por este mesmo motivo os consumidores acabam por ficar confusos: porque há uma discrepância tão grande de valores?
Esta situação é ainda mais acentuada no universo Android onde a experiência de utilização do sistema operativo é na sua grande maioria igual. Porque é que existem telemóveis como o Samsung Galaxy S5 que custam 650 euros na hora de lançamento e outros equipamentos mais poderosos, como o OnePlus One, conseguem chegar com um preço quase três vezes inferior?
A resposta pode ser dada de muitas formas e seria preciso cada empresa responder por si para perceber o que move cada uma na estratégia de comercialização de equipamentos.
A bq é uma das empresas que tem tentado garantir um equilibrio daquilo que seria ideal para o consumidor: um preço muito próximo ao real valor que o telemóvel garante – e sim, estou a assumir que um smartphone mesmo sendo topo de gama, dificilmente vale os 700 euros pedidos. Não é a única marca que o faz – basta lembrar por exemplo a Wiko -, mas é talvez aquela que o faz há mais tempo no mercado português.
A tecnológica espanhola esteve recentemente em Portugal para apresentar os seus dois novos dispositivos – o smartphone Aquaris E5 4G e o tablet Aquaris E10 – e o CEO da empresa defendeu na altura que o objetivo primário é “entregar os melhores equipamentos ao preço mais justo e com a melhor experiência de utilização”.
Ao longo das últimas semanas estes dois equipamentos e no final fica a sensação de que a empresa está de facto a cumprir com a missão a que se propôs. Ou seja, os telemóveis da bq entregam aquilo que a maioria dos utilizadores procura num equipamento e por um preço mais simpático do que as grandes marcas de smartphones como a Samsung, Sony, LG e Asus costumam praticar.
Estes são os pontos positivos e negativos da nova dupla da bq para o mercado português.
bq Aquaris E5 4GO smartphone é em tudo semelhante ao bq Aquaris E5 que já está no mercado há algum tempo. O grande diferencial está no suporte para redes móveis de última geração, o 4G, que coloca o telemóvel melhor posicionado para responder a algumas das novas necessidades dos utilizadores.
Neste ponto a velocidade de navegação na Internet foi sempre boa e dentro da cidade de Lisboa foram raras as vezes em que a rede 4G não esteve ligada. Este bq Aquaris não apresenta a mesma capacidade de débito de outros equipamentos que estão no mercado, mas é notória a diferença que existe por exemplo para smartphones limitados a redes 3G.
Claro que o utilizador precisa de ter um tarifário de telecomunicações que permita tirar partido desta vantagem. Mas mesmo que o 4G não seja para já uma necessidade, mas antes uma perspetiva de investimento, o Aquaris E5 4G apresenta-se como um telemóvel com uma boa relação qualidade preço.
O ecrã é de cinco polegadas e tem uma resolução HD, mas conseguindo apresentar uma boa definição e tendo a seu favor o facto de apresentar cores brilhantes e vivas. O processador de quatro núcleos garante um desempenho limpo e sem engasgos – e assim devia ser a experiência de todos os Android -, muito por causa da escolha de usar uma versão “pura” do sistema operativo móvel da Google.
Aplicações de redes sociais, de jogos e outras de entretenimento – como o Twitch – não apresentaram qualquer problema ao nível do desempenho, o que indica que também no aspeto gráfico o smartphone da bq está talhado para responder às exigências das aplicações atuais.
Mas como telemóvel o Aquaris E5 4G acaba por desiludir em alguns pontos como ao nível do design – é um equipamento demasiado grosso para os dias atuais – e ao nível do sensor fotográfico. Apesar de apresentar uns respeitosos 13 megapíxeis na câmara principal, a verdade é que a qualidade das fotografias deixa um pouco a desejar e mesmo em condições de boa luminosidade existe demasiado “grão” nas composições.
Quando as condições de luminosidade são más é ainda mais notória a pouca capacidade do sensor escolhido para o smartphone.
Lamenta-se ainda o facto de apenas ter disponível 1GB de RAM pois apesar de o Android ter ficado mais “leve”, com o tempo algumas aplicações, sobretudo os jogos, tendem a ser mais exigentes o que pode comprometer a experiência a médio e longo prazo.
Resumindo, um smartphone muito equilibrado, com as características técnicas que permitem ter uma utilização saudável do telemóvel e tudo por um preço acessível de 209,90 euros – para a variante com 8GB de armazenamento interno. O facto de ter suporte para dois cartões SIM ajuda a aliciar ainda mais quem é muito dado às comunicações móveis.
bq Aquaris E10A espanhola bq tinha até aqui vindo a praticar duas estratégias diferentes dentro da área mobile. Mas talvez com base no sucesso que tem tido nos smartphones, decidiu aplicar a fórmula Aquaris a um tablet e o resultado final é um equipamento muito interessante para quem procura uma ferramenta de entretenimento e também para a área profissional.
A rapidez com que é possível executar tarefas e aplicações no tablet colocam-no bem posicionado para a consulta de informação de forma rápida – pode por exemplo usar o equipamento como um ecrã de apoio para ler e enviar informação para os colaboradores da empresa.
Usar o tablet como ferramenta de trabalho esporádica também não foi um problema .
A resolução do ecrã de 10 polegadas é apenas HD e esse é de facto um ponto negativo pois nota-se claramente que o ecrã não é um dos pontos fortes do equipamento – e num tablet o ecrã deve ser responsável por 50% da decisão de compra. E mesmo ao nível de cores não existe um brilho tão apelativo como no smartphone 4G.
Já o aspeto robusto que não gostamos no Aquaris E5 4G está outra vez replicado no Aquaris E10, mas no tablet a fórmula ajuda a que o resultado final seja muito mais positivo. Num tablet de grande dimensão é bom ter grossura por onde agarrar e dar estabilidade ao equipamento – pois escrever num dispositivo muito fino sem a ajuda de uma capa torna-se uma tarefa “tremida”.
Este não é um tablet para segurar durante uma hora a fio sem o pousar pois o tamanho e a robustez sentem-se no peso. Mas o Aquaris E10 não deixa de ser bastante portátil e ergonómico, cabendo em qualquer mochila ou pasta de executivo.
Quanto à área dos jogos não é fácil colocar o Aquaris E10 como um dispositivo indicado para a tarefa. Pois apesar de aguentar bem o grafismo de vários títulos, o grande tamanho do ecrã e o facto de a maior parte das aplicações para Android serem “esticadas” na versão tablet dão origem a uma experiência que não é a mais apelativa.
E apesar de vir com uma câmara fotográfica traseira, a mesma é de baixa qualidade e seria preferível ver a bq a fazer uma única aposta e mais robusta na câmara frontal em vez de gastar “cartuchos” com uma câmara que nem sequer consegue justificar-se.
O Teste tinha suporte para cartão SIM, o que coloca o equipamento nos 299,90 euros. Pelo desempenho, características e qualidade que apresenta, só peca mesmo pelo ecrã pouco ambicioso. Façam-no Full HD e será difícil resistir-lhe.
Há uma versão mais barata, na casa dos 259,90 euros, e talvez essa seja a proposta mais “justa” e mais apelativa sabendo que poucos darão um uso pleno às capacidades de comunicação móvel num tablet.
O temor das marcas low cost
Mas qual a razão para muitos consumidores não comprarem equipamentos equilibrados como os da bq, Wiko ou Yezz? A justificação está justamente no nome: não são tão conhecidos, não têm um passado tecnológico forte e de relevo e ainda têm de conquistar a confiança dos utilizadores.
Neste caso em particular, o da bq, gostava de explicar que percebo a preocupação que alguns consumidores podem ter e, ironia ou não, fui vítima de falhas que ajudam a criar uma opinião desfavorável relativamente a estes dispositivos móveis mais baratos.
A análise feita ao Aquaris E5 4G foi um desastre isto porque o primeiro equipamento simplesmente não funcionava. Ligava, aguentava-se uns minutos ligados, mas depois congelava e acabava por ficar com o ecrã todo preto. Era necessário desligar o equipamento “à bruta”, mas nem depois da reinicialização o smartphone ia ao sítio.
Fiz alguns resets de fábrica e tudo continuou na mesma. Só com a troca do equipamento a questão ficou resolvida.
Pensei "talvez fui vítima do “azar”, que fiquei com a ovelha negra da linha de produção. Isto até ver que o tablet que tinha comigo também em três ocasiões reiniciou sozinho, sem motivo aparente e sem que nada o justificasse. Sempre que aconteceu não estava a meio de nada importante, mas podia ter causado a perda de algum trabalho. E isso é algo que ninguém quer, nem a própria bq.
Quer isto dizer que a bq é uma marca a evitar? Longe disso. Quer dizer que estou na obrigação de transmitir todas as experiências que tive com estes dois equipamentos da empresa.
E a bq é uma marca que tem ainda muito para aprender no que diz respeito ao desenvolvimento e fabrico de telemóveis. A empresa tem compensado esta parte com um apoio ao cliente que está disponível de várias formas e é desta maneira que tem conquistado a confiança de muitos portugueses.
E na minha opinião o facto de a bq estar a preparar a atualização de uma boa parte dos seus dispositivos para o Android Lollipop ajuda mais uma vez a justificar a questão do "justo preço" do equipamento – quando se compra um telemóvel não é só para um mês, é para vários anos – e o compromisso que a empresa está a assumir no campo da satisfação do cliente.
Considerações finaisA bq tem conquistado espaço no mercado português sem recorrer a nenhum fórmula mágica. Recorre sim ao entendimento correto dos desejos do utilizador: quer smartphones com ecrãs grandes, com processadores que garantam uma jogabilidade limpa e o acesso rápido à Internet, além de conseguir manter um preço acessível.
E que fique aqui saliente, a questão das falhas é transversal a uma grande variedade de equipamentos que existem no mercado, não é só um problema da bq. Podem ser outro tipo de falhas, mas não deixam de condicionar o pacote todo.
Mas mesmo tendo estas experiências negativas, os equipamentos da bq acabaram por convencer. Talvez mais o tablet do que o smartphone - a linha Aquaris E5 já não apresenta surpresas -, mas o desempenho foi sempre fluído, vão garantir acesso à próxima versão do Android e lá está, têm o tal "preço justo".
O mais importante num dispositivo móvel é a experiência de utilização - e foi por isso que durante muito tempo o Android como sistema operativo foi criticado - e a bq entrega isso, em dispositivos com valor e que devem constar na lista de qualquer pessoa que tenciona comprar um tablet ou smartphone no segmento de média gama.
Slot Raiders - jogo de aventura no Android e iOS
Slot Raiders é uma aventura de RPG que irá deixar todos os usuários eletrizados, o título foi desenvolvido para dispositivos da plataforma iOS e Android....
A sua jornada se passará no século XIX, seu personagem entrará em uma história épica para coletar toneladas de tesouros. Durante a aventura passará por diversos locais exóticos, como Japão e Caribe, em uma época que a civilização era completamente diferente.
Diferentemente de títulos simples, Slot Raiders colocará os jogadores em uma trama densa, em que será necessário desvendar segredos e completar complicadas missões. Ou seja, não é apenas um jogo para passar tempo, a história realmente irá envolver os usuários nos acontecimentos desse universo.
Além da jogatina principal, também é possível se divertir com minigames e assim encontrar novos itens para aumentar seu tesouro. Slot Raiders é totalmente gratuito e já está disponível para Android e iOS, na Google Play Store e App Store.
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Como conseguir e seguir amigos no aplicativo Kiwi?dicas
O aplicativo Kiwi, que permite fazer perguntas e postar de forma anónima, promete ser o novo sucesso da Internet. Além dessas interações, os usuários podem adicionar amigos do Facebook para seguir suas respostas e comentários, de forma simples. Para acompanhar as postagens, basta seguir o contato no Kiwi, de forma semelhante à uma rede social. Para te ajudar a entender melhor, veja como acessar o recurso no aplicativo, pesquisar por amigos e adicionar na sua lista.
Passo 1. Abra o app Kiwi no seu telemóvel (celular) e toque no menu com “três pontos”, no topo direito da tela. Em seguida selecione “Encontre amigos”;
Passo 2. Será aberta um ecrã( tela) para vincular sua conta ao Facebook caso seu acesso não seja pela rede social. Depois disso, poderá ver uma lista de contatos que também usam o Kiwi. Para adicionar novos contatos em sua lista pessoal e ver as postagens dessa pessoa, toque em “Seguir”;
Passo 3. Por fim, na aba lateral “Buscar” é possível digitar o nome do seu contato e fazer uma pesquisa para encontrar o amigo na lista de pessoas que segue.
Já está. Agora basta aproveitar para reunir seus amigos e ver as respostas de cada um deles no seu feed do Kiwi.
Perguntados- o jogo de duelos de perguntas vicia(com downloads)
É viciante...
Na versão original o jogo chama-se Trivia Crack e está a conquistar uma vasta legião de fãs que desafiam os seus conhecimentos individualmente ou em duelos com os amigos.





Perguntados
Tudo parece banal. Há uma roleta que é preciso por a andar, seis categorias de temas e perguntas. Muitas perguntas.
Mas a verdade é que o Perguntados tem alguma coisa especial e por isso já soma mais de 140 milhões de utilizadores no mundo, e na Europa em pouco tempo conseguiu mais de 10 milhões de downloads, estando disponível em várias línguas, onde se inclui o português, alemão, francês, inglês e catalão.
Ao todo são mais de 90 mil perguntas e a possibilidade de desafiar até 30 amigos para duelos de conhecimento geral em várias áreas. A conquista das personagens é a prova da sabedoria acumulada mas cada conquista de pontos torna-se uma vitória.
O jogo da Etermax está disponível de forma gratuita para as várias plataformas móveis, podendo ser descarregado para Windows Phone, iOS, Android e também na loja da Amazon.
Está disposto a experimentar? Avisamos já que é viciante...
Perguntados
Tudo parece banal. Há uma roleta que é preciso por a andar, seis categorias de temas e perguntas. Muitas perguntas.
Mas a verdade é que o Perguntados tem alguma coisa especial e por isso já soma mais de 140 milhões de utilizadores no mundo, e na Europa em pouco tempo conseguiu mais de 10 milhões de downloads, estando disponível em várias línguas, onde se inclui o português, alemão, francês, inglês e catalão.
Ao todo são mais de 90 mil perguntas e a possibilidade de desafiar até 30 amigos para duelos de conhecimento geral em várias áreas. A conquista das personagens é a prova da sabedoria acumulada mas cada conquista de pontos torna-se uma vitória.
O jogo da Etermax está disponível de forma gratuita para as várias plataformas móveis, podendo ser descarregado para Windows Phone, iOS, Android e também na loja da Amazon.
Está disposto a experimentar? Avisamos já que é viciante...

