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A nova cara do Vine
O Vine lançou uma nova versão para navegadores, que permite ver à vontade pela rede social direto do seu computador, sem precisar fazer o download do app e nem ter uma conta no serviço. Vamos ver como ficou?
De modo geral, o resultado é uma boa adaptação do aplicativo, focada em busca e categorização de vídeos por temas. Tudo está bem fácil de visualizar e explorar. Na página inicial, ficam em destaque alguns vines escolhidos pela equipe, o que ajuda a encontrar conteúdo novo. Isso também está disponível no aplicativo, mas parece mais natural e cómodo fazê-lo na web, onde não é preciso passar por “abas” diferentes: no site, está tudo na home.
Entre as novidades, há listas de vídeos, hashtags mais utilizadas (alô, Trending Topics!) e viners em destaque. O modo TV, lançado em janeiro, também está presente e combina bastante com o formato web: com ele ativado, os vines de uma categoria passam automaticamente, um em seguida do outro, como uma playlist de verdade.
Ao fazer o login com sua conta, dá para ver seu feed e interagir com curtidas, revines e comentários. Enviar vídeos ou mensagens pessoais, só pelo aplicativo mesmo.
Não há muita diferença em acessar o site com login feito, mas dá para entender que a manobra de abrir o conteúdo da rede social para todos serve como uma maneira de divulgá-la e, no mínimo, conseguir mais gente compartilhando e conhecendo o aplicativo, mesmo que não isso não se transcreva em downloads. Estar presente em mais de uma plataforma, apesar de trazer mais trabalho e gastos para manter tudo no ar, também aumenta o público que terá acesso às produções.
Para explorar o novo Vine na web, é só ir lá no site da rede social.
Com informações: The Verge
Vine transformou-se no YouTube dos microvídeos
O serviço de vídeos do Twitter por si só já era um sucesso. Mas com a nova transformação do portal online ficou mais parecido com o YouTube e há motivos mais do que suficientes para que venha também a ser um sucesso.
A versão Web do Vine está diferente. A página porta-se agora como um portal dos vídeos que são publicados pelos utilizadores da rede social, permitindo pesquisa e categorizando aquilo que os internautas podem estar à procura.
Animais, arte, comédia, comida, música e dança, e ciência e tecnologia são alguns dos tópicos que estão em destaque num quadro que pode ser encontrado do lado direito.
Existem ainda vídeos e utilizadores que estão em destaque na página inicial do Vine, havendo também lugar para as escolhas dos editores e para playlists de vídeos que, recorde-se, apenas têm seis segundos de duração máxima.
A própria imagem de dá as boas vindas ao internauta e que se situa por trás da ferramenta de pesquisa é dinâmica, passando filmes dos utilizadores.
A transformação do Vine.co também é visto como uma resposta diferenciadora ao crescente interesse de outras empresas pelos microvídeos, como é o caso do Instagram e do Snapchat.
Uma lista dos 10 melhores aplicativos de entretenimento gratuitos ...viciantes
Neste cenário, o fenómeno de smartphones surgiu como benção.Smartphones trouxeram o setor de entretenimento inteiro na palma da mão humana. Se uma pessoa está viajando ou entediado em casa, uma
Uma lista dos 10 melhores aplicativos de entretenimento gratuitos que não são apenas viciante, mas igualmente delicioso.
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Vine proíbe vídeos sexualmente explícitos
O Twitter, dono do Vine, proibiu a publicação de vídeos com caráter sexual explícito. A empresa diz não ter qualquer problema com estes conteúdos, mas não pretende ser a fonte.
A proibição surge numa atualização aos termos e condições de serviço do Vine. «Para mais de 99% dos nossos utilizadores, isto não muda nada. Para os restantes: não temos qualquer problema com conteúdos sexualmente explícitos na Net: só não queremos ser a fonte».
A Vine é uma app para smartphones que deixa captar vídeos de seis segundos e partilhá-los online. Desde que foi lançada, em janeiro de 2013, a app tornou-se popular por vídeos a mostrar órgãos sexuais e pornografia gravada em TVs e portáteis, relembra a Cnet. A alteração surge num momento em que, durante algum tempo, um vídeo pornográfico esteve na lista de Editor’s Pick, ou seja, as preferências do editor.
Os novos termos proíbem imagens de atos sexuais explícitos e nudez provocativa sexualmente. No entanto, a empresa admite imagens de nudez integral ou parcial, desde que seja publicada com fins de documentário, educativos ou artísticos.