Intel- processador Core i7-4960X Extreme Edition
Conheça o processador mais poderoso da Intel que chega inaugurando a arquitetura Ivy Bridge-E
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A arquitetura Ivy Bridge foi introduzida pela Intel no ano passado com o Core i7-3770K e diversos outros modelos de processadores direcionados a públicos diferentes.
O Ivy Bridge-E é basicamente a mesma arquitetura, mas com diversas melhorias importantes para garantir o máximo de desempenho. Ele chega para substituir o Sandy Bridge-E, que permaneceu como plataforma desktop “extrema” da Intel por quase dois anos.
Uma das principais diferenças do Ivy Bridge-E para o Ivy Bridge tradicional é a ausência total de GPU dentro do encapsulamento. No lugar do acelerador gráfico, a Intel tratou de adicionar mais dois núcleos e mais cache. Desse modo, chegamos aos seis núcleos do Core i7-4960X. Outra novidade do processador é o suporte nativo à memória DDR3-1866, fazendo com que o pico teórico de memória seja de 59,7 GB/s através de quatro canais simultâneos.
O novo processador também traz suporte nativo à interface PCI Express 3.0, ou seja, as 40 linhas PCI Express suportadas pelo processador permitem a ligação de até quatro GPUs independentes em modo SLI.
Os novos processadores Ivy Bridge-E são construídos com a litografia de 22 nm (assim como a nova arquitetura Haswell). Com um TDP de 130 watts, temos um processador bastante eficiente para a realização de overclocks. Aliás, essa é outra característica importante do processador: o Core i7-4960X possui o clock destravado.
Mais um ponto importantes da arquitetura Ivy Bridge-E é a compatibilidade com o chipset Intel X79, algo que traz aspectos positivos e negativos. A principal vantagem é que os novos processadores dessa arquitetura utilizam o soquete Intel 2011, o que significa que até mesmo placas mais antigas podem receber o novo processador, necessitando apenas de uma atualização de Bios.
Entre as desvantagens listadas pelos especialistas está o fato de que o X79 é um chipset já um pouco antigo, que não traz suporte nativo ao USB 3.0 e suporta apenas SATA 6 GB/s.
Intel Core i7-4960X
Junto com a tecnologia Ivy Bridge-E, a Intel está lançando três modelos de processadores diferentes. Dois deles possuem seis e um possui quatro núcleos — o que pode decepcionar algumas pessoas que esperavam processadores desktop com 8 ou até 12 núcleos para essa geração. Além disso, todos eles trazem os clocks destravados. O Core i7-4960X é o mais poderoso de todos e reúne uma série de recursos que impressionam.
Para começar, o clock base dele é de 3,6 GHz, mas esse número pode chegar a 4 GHz através do recurso Turbo Boost. A CPU possui seis núcleos físicos, mas, com a tecnologia Hyper Threading da Intel, ela pode realizar até 12 processos simultaneamente, já que o sistema operacional enxerga 12 núcleos lógicos. O processador também possui um cache L3 de 15 MB e suporta memória DDR3 1.866 MHz em modo quad channel.
O modelo chega para substituir o Core i7-3970X, a CPU mais poderosa da Intel até então, que também utiliza o soquete 2011, e é baseada na arquitetura Sandy Bridge-E, uma variação do Sandy Bridge tradicional lançado em 2011.
O preço sugerido para o Core i7-4960X é de US$ 990 . Os outros modelos são um pouco mais em conta. Para o I7-4930K, precisará desembolsar US$ 555. Já para o caçula da família, o i7-4820K, que possui apenas quatro núcleos, o preço é de US$ 310— quase o mesmo preço do Core i7-4770K.
O que significam as letras depois do número dos processadores?
Para facilitar a identificação dos modelos, a Intel apresenta uma letra após o número de modelo dos processadores. Veja o que cada sufixo significa:
- X: a letra X depois do código do processador significa que aquele modelo pertence à linha Extreme Edition, ou seja, os modelos mais poderosos. Todos possuem o clock destravado;
- K: o sufixo K significa que os processadores são top de linha, mas não os principais. Além disso, a letra também indica que o processador tem o clock destravado.
Quando a CPU não traz nenhum sufixo ao lado do número, significa que é um modelo tradicional de processador, sem nenhuma característica especial. Todos esses modelos possuem o clock travado de fábrica.
Round-up: o que disse quem já testou
Alguns veículos especializados já tiveram a oportunidade de colocar as mãos no Core i7-4960X, além dos outros modelos da recém-lançada arquitetura Ivy Bridge-E. Confira um pequeno resumo sobre o que os especialistas estão dizendo sobre os novos processadores top de linha da Intel.
Tom’s Hardware
De acordo com o Tom’s Hardware, parece que teremos que esperar até que a linha Haswell-E chegue ao mercado para ver processadores para entusiastas com oito núcleos físicos. Apesar de o processador apresentar resultados satisfatórios, dificilmente alguém que tenha um Core i7-3960X — ou até mesmo um i7-3930X — vai optar pela troca de processador, já que o aumento de desempenho não chega à casa dos dois dígitos. O principal problema é a utilização do já datado chipset X79, que já está no mercado há dois anos e não traz suporte nativo ao USB 3.0.
Entretanto, se os entusiastas não se sentirem motivados a um upgrade, existe uma categoria que deve amar essa nova arquitetura: são os segmentos de servidores e estações de trabalho. Apesar de o desempenho não ser gritante em relação à geração anterior, o Ivy Bridge-E é incrivelmente mais eficiente que o seu antecessor, principalmente no que diz respeito ao consumo energético e geração de calor.
Guru3D
De acordo com os analistas do Guru3D, a noção de poder ao ver um novo processador Intel está cada vez mais difícil de perceber, já que os novos modelos não apresentam um ganho de desempenho tão grande de um para o outro e não justificam o investimento de milhares de dólares em uma nova CPU.
Apesar disso, uma máquina montada com um processador Intel Core i7-4960X utilizando quatro canais de memória não deixa de ser impressionante e ridiculamente rápida. Apesar de o chipset X79 ser um pouco datado, ele é perfeitamente capaz de fornecer o suporte que a nova arquitetura precisa.
Se já possui uma máquina com um processador I7-3960X, não existem muitos motivos para você trocar de processador por enquanto. Caso pretenda montar um computador absurdamente poderoso, o novo Core i7-4960X é o mais indicado .
Techspot
Segundo o Techspot, o desempenho prometido pela Intel em relação ao i7-3960X é de 10% para modelagem 3D, 7% para jogos, 5% para análise de dados e até 4% superior nas tarefas do dia a dia. A empresa cumpriu o que prometeu, e o resultado pode ser percebido durante os testes. Porém, o i7-4960X teve um aumento de 9% no clock. Desse modo, qual foi o incremento real proporcionado pela nova arquitetura?
Sem sombra de dúvidas, a principal vantagem do Ivy Bridge-E é a eficiência. Somente para se ter uma ideia, esse processador consome até 18% menos energia que a geração anterior, uma marca impressionante que não pode ser ignorada. O principal ponto negativo, de acordo com o Techspot, é a utilização do chipset X79, devido à sua tecnologia já ser um pouco ultrapassada.
Nexus 5 aparece no vídeo para promover o Android 4.4 KitKat
Acidente?
O próximo smartphone da família Nexus pode ter vazado no vídeo de apresentação do Android4.4 KitKat, divulgado nesta terça-feira (3). O Nexus 5, como deve ser chamar o proximo aparelho do Google, aparece nas mãos de um funcionário da companhia de buscas e chama a atenção por ter um design diferente do atual modelo. Aparelho pode chegar junto com o novo sistema operacional.
No vídeo, vários funcionários da companhia tiram fotos da estátua do Android KitKat sendo colocada no gramado em frente à sede da Google. Aos 39 segundos, é possível ver que um deles usa um smartphone com o logo Nexus na parte traseira com orientação vertical, a mesma do tablet Nexus 7 e diferente do atual smartphone com Android Puro.
Outro ponto que levantou suspeita a respeito do Nexus 5 foi o acabamento diferente deste smartphone em relação aos modelos anteriores, além da lente da câmera visivelmente maior que à do Nexus 4. É possível ainda perceber que há um logotipo da LG no rodapé da parte traseira do smartphone, o sugere que o gadget será novamente fabricado pela empresa sul-coreana.
O Google baixou recentemente o preço do Nexus 4 na Google Play norte-americana e parou de vender o modelo com 8 GB de armazenamento, o que podem ser indícios de que um novo membro da família pode estar chegando. Além disso, assim que a notícia se espalhou pela internet, o vídeo foi marcado como privado no YouTube e não está mais disponível para visualização.
Samsung - novo Galaxy Note 12.2
Galaxy Note 12.2: tablet terá tela e hardware melhores que iPad 4
A Samsung parece guardar muitas novidades para o seu evento Unpacked Episode 2 na IFA2013, nesta quarta-feira (4). Uma delas é o Galaxy Note 12.2, um tablet com tela de 12,2 polegadas de resolução melhor que a Full HD (1080p). O aparelho, que deve ser apresentado junto com Note 3 e o Galaxy Gear, teve imagens e especificações vazadas.
A fotografia revela que o novo tablet terá um novo design mais refinado e retangular, abandonando os contornos suaves dos Galaxy Note 8 e Note 10.1. De acordo com o site SamMobile, o Note 12.2 e o Note 3 serão os responsáveis por inaugurar o novo padrão da Samsung, com novas linhas e materiais.
O novo conceito visual, chamado nos corredores da empresa de “Projeto 3.0”, deverá trazer uma identidade exclusiva para os novos produtos da empresa. O plástico deixará de ser utilizado e poderá ser substituído por materiais como alumínio, magnésio e fibra de carbono, testados pela Samsung nos últimos meses.
O Galaxy Note 12.2 será equipado com o processador Exynos 5 Octa-core, diferente de seus antecessores, que utilizam processadores Intel. Já a tela de 12,2 polegadas terá resolução de 2560 x 1600 pixels, maior que o concorrente iPad 4, seu display de 9,7 polegadas e resolução de 2048 x 1536 pixels.
Apesar do vazamento das informações, a Samsung não se manifestou oficialmente sobre o assunto. O evento Unpacked Episode 2 está marcado para as 14h desta quarta-feira (4).
Vídeo mostra suposto iPad 5 e o compara com iPad anterior
Aparelho é menor e possui design mais próximo do iPad mini, mas mantém tela grande do iPad 4.
Imagens do iPad 5 têm saído com frequência nos últimos tempos. Mas agora o pessoal do canal Unbox Therapy foi além: como pode ver no vídeo acima, eles alegam ter em mãos o próprio tablet, comparando-o com o iPad 4 que temos nas lojas atualmente.
Se for verdadeiro, podemos esperar uma boa melhora no iPad 5. Em primeiro lugar, ele é consideravelmente menor, pelas medições feitas: embora com a mesma altura, o tablet é 1,5 cm menos largo que seu antecessor, além de alguns milímetros mais fino – tudo isso mantendo exatamente as mesmas dimensões da tela.
O único problema, com essa diminuição de tamanho, é que o iPad 5 pode ter um tempo de uso por carga consideravelmente menor. Isso porque boa parte do interior dos tablets da Apple é composta basicamente da enorme bateria; diminuindo o espaço e mantendo a tela grande, podemos perder algumas horas de duração do aparelho.
Um iPad com cara de mini
O design do novo iPad também lembra em muito o do iPad mini, com bordas arredondadas bem menos suaves, uma nova composição de botões (o controle de som, por exemplo, agora conta com dois botões separados, no lugar de um único) e saídas de alto-falantes mais próximas das dos novos iPhones.
Por mais que algo assim pareça bem próximo (para dizer o mínimo) do que veremos no iPad 5, ainda teremos que esperar um anúncio oficial da Apple. Mas vamos torcer para que algo assim seja verdadeiro – afinal, um iPad menor que não sacrifica o tamanho de sua própria tela definitivamente é uma boa notícia.
Xperia Z1 - tudo do novo smartphone da Sony
Aparelho da empresa japonesa surge totalmente à prova d’água e ainda conta com lentes intercambiáveis de alta qualidade.
Foi durante a conferência de imprensa na IFA 2013 que a Sony mostrou o aparelho que foi criado para disputar o mercado de smartphones nas vendas de Natal. Estamos falando do Xperia Z1 (anteriormente chamado de Xperia Honami), que deve chegar às lojas de todo o mundo com recursos bem interessantes para os consumidores. Quer saber o que tem de interessante neles?
O Sony Xperia Z1 surge com especificações bem interessantes, mas não é somente hardware interno que se fazem as boas impressões que tivemos até agora. Ele também conta com alguns recursos de software que prometem muitas possibilidades aos consumidores. São vários aplicativos exclusivos, que devem se conectar ao Android para oferecer benefícios exclusivos aos donos do Xperia Z1.
Isso inclui um sistema de transmissão de vídeos em tempo real para o Facebook, aplicativos exclusivos para a câmera de 20 megapixels e um sistema de buscas similar ao presente no Google Now. Além disso, há mais alguns outros softwares que merecem ser analisados e nós vamos fazer isso agora mesmo. Confira logo após as especificações técnicas do smartphone.
Especificações
- Sistema operacional: Android 4.2.2 Jelly Bean;
- Tela: 5 polegadas com tecnologia Triluminos;
- Resolução: 1920x1080 pixels;
- Câmera digital integrada: 21 megapixels;
- Zoom integrado: 3 vezes (sem perdas);
- Câmera frontal: 2 megapixels;
- Sensor: Exmor R;
- Processador: Snapdragon 800 quad-core
- Clock de processamento: 2,2 GHz;
- GPU: Adreno 330;
- Memória RAM: 2 GB;
- Memória de armazenamento: 16 GB;
- Bateria: 3.000 mAh;
- Dimensões: 144 x 74 x 8,5 mm;
- Peso: 170 g.
Recursos de software
Como já dissemos anteriormente, o Sony Xperia Z conta com diversos benefícios de software, que devem ser totalmente integrados ao sistema operacional Android. Os principais aplicativos são relacionados ao Sony Camera Suite, que traz cinco recursos bem interessantes para os consumidores. Vale dizer que todos são relacionados, de alguma forma, à câmera de alto desempenho presente no aparelho.
Social Live
Que tal poder criar seu próprio sistema de transmissão de vídeos ao vivo por seu smartphone, sem precisar de qualquer aparelho adicional? Pois é isso que o Social Live vai permitir aos consumidores. Com o aplicativo, qualquer usuário poderá criar vídeos ao vivo e compartilhar esses conteúdos em redes sociais, como o Facebook.
Info-Eye
A Sony decidiu investir em sua própria versão do Google Now — e ainda mesclou algumas funções do Google Goggles no recurso. Com isso, desenvolveu o aplicativo Info-Eye, que pode reconhecer conteúdos das fotografias para fazer com que sejam mostradas sugestões diversas sobre os conteúdos retratados. Foto de um ponto turístico? O sistema dará dicas de locais próximos. Foto de um prato culinário? Dicas de vinhos, por exemplo.
AR Effects
Quem tira fotos com frequência, geralmente gosta de aplicar filtros diversos sobre as imagens que estão sendo capturadas. Com o Sony Xperia Z1, será possível aplicar também efeitos especiais sobre elas, pois o aparelho conta com um aplicativo exclusivo que permite a inserção de diversos elementos — no vídeo mostrada na conferência oficial da empresa japonesa, foram mostrados dinossauros em fotos bem engraçadas.
Timeshift Burst
Com as lentes de alto desempenho e o processador poderoso presentes no Xperia Z1, será possível capturar uma grande quantidade de imagens em curtos intervalos de tempo. Graças ao Timeshift Burst, a quantidade é de 61 fotografias e o curto intervalo de tempo é de apenas 2 segundos. Com isso, torna-se possível ter fotografias que mostram exatamente “aquele momento” que os fotógrafos queriam capturar e, muitas vezes, acabam perdendo.
Novas lentes inteligentes
Além do smartphone Xperia Z1, a Sony também revelou novas lentes inteligentes para os consumidores de todo o mundo. São lentes que podem ser acopladas (por cases ou estruturas próprias) aos smartphones e agregam muito mais qualidade às imagens capturadas. Para o Z1, a Sony deve lançar um case oficial, que permite a conexão direta entre lente e telemóvel
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KitKat - Google faz acordo com Nestlé e Android 4.4
Nova versão do sistema operacional da Google levará o nome de uma das maiores marcas de chocolates do mundo.
Desde que o Android foi lançado, as versões dele são colocadas no mercado com nomes de doces — o que facilita bastante a diferenciação. Isso aconteceu com o 1.5 Cupcake, 1.6 Donut, 2.0 Eclair, 2.2 Froyo, 2.3 Gingerbread, 3.0 Honeycomb, 4.0 Ice Cream Sandwich e 4.1 Jelly Bean. Agora, a história vai se repetir na versão 4.4 do sistema operacional portátil da Google, que chegará ao mercado sob a nomenclatura de KitKat.
Isso mesmo: em uma parceria entre a Google e a Nestlé, o próximo Android será o “Android 4.4 KitKat”. Ainda não há informações sobre os recursos que estarão disponíveis na nova versão do sistema operacional e também não há qualquer especulação sobre uma possível data de lançamento.
O que temos é apenas a logo do sistema, que mostra vários tabletes do chocolate mundialmente famoso. Os desenvolvedores do Android lançaram uma página bem interessante que mostra a história dos nomes das versões do sistema operacional e você pode ter acesso a ela por este link. Vale dizer que, aparentemente, o acordo não envolveu dinheiro e é apenas uma parceria.

Já está no jardim da Google
Para quem achou que isso era brincadeira, aí vai mais uma imagem que comprova a história. Sundar Pichai (vice-presidente Sénior da Google) compartilhou uma foto em seu perfil no Google+, mostrando a estátua do Android KitKat no jardim da empresa de Mountain View. Confira logo abaixo:
A está ser realizada a distribuição do iPhone 5S e 5C
Apple já começou a distribuição do iPhone 5S e 5C
Aparelhos já estariam chegando às lojas em antecipação ao lançamento.No dia 10 de setembro, a Apple finalmente vai anunciar oficialmente aquilo que todos já sabemos: os novíssimos iPhone 5S e iPhone 5C, também conhecido como versão de baixo custo do aparelho. Os rumores mais recentes indicam que ambos chegariam às lojas no próximo dia 20 e estariam sendo enviados para as lojas enquanto lê esse texto.
O boato faz sentido, já que a Maçã tem uma tendência a lançar produtos pouco tempo após suas revelações oficiais. E com imagens de peças e uma produção em grande escala já acontecendo há alguns meses, parece lógico que, se os aparelhos começarão a ser vendidos no dia 20, eles já estejam sendo enviados para os retalhistas.
A verdade está próxima de ser conhecida. O evento da Apple que deve revelar os novos iPhones acontece no dia 10 de setembro em Cupertino, nos Estados Unidos
5 casas incríveis dos gigantes da tecnologia
Conheça 5 casas incríveis de gigantes da tecnologia
São imóveis com características fenomenais que somente uma grande quantia de dinheiro é capaz de comprar.
Como v já deve ter imaginado, ser um executivo de alto escalão de companhias do mundo da tecnologia — como Apple, Google, entre outras — deve ser algo muito lucrativo. Entre salários regulares e bonificações por bom desempenho, a fortuna desses grandes profissionais pode chegar a casa do milhão com uma certa facilidade.
Dessa maneira, esses executivos podem comprar diversos bens que não são acessíveis para a grande maioria das pessoas, como iates enormes, automóveis de luxo ou terrenos realmente enormes. E é lógico que, entre estes “brinquedos”, podemos incluir mansões gigantescas e com características inusitadas.
Por conta disso, o site Business Insider montou uma lista com diversas casas de empresários do ramo da tecnologia que são realmente incríveis. Selecionamos os cinco imóveis mais interessantes — ou bizarros, dependendo do ponto de vista — para que você possa conhecê-los. Portanto, prepare-se!
1. Fábrica antiga e enorme!
Em 2010, Chris Hughes — um dos cofundadores da rede social Facebook — comprou uma antiga fábrica de espartilhos com o seu parceiro, em Nova York. Mesmo não tendo sido construído para abrigar pessoas, o local já contou com moradores famosos como Alicia Keys e Lenny Kravitz, sendo que o valor da aquisição foi de US$ 4,8 milhões .
A antiga fábrica tem 125 anos de idade e mais de 380 metros quadrados. Por dentro, o local é como um apartamento que ocupa um andar inteiro, dividido por paredes de tijolos aparentes e por colunas de madeira. Apesar das reformas feitas por Hughes, o local permanece com suas características principais centenárias intactas, elevando o preço do imóvel para US$ 7 milhões .
2. Um teto para ver o céu
O fundador do Twitter, Jack Dorsey, comprou uma casa realmente deslumbrante na Califórnia. Além do alto preço que foi pago — US$ 9,9 milhões —, o imóvel tem uma vista privilegiada do mar, já que ele fica posicionado praticamente na encosta de uma espécie de desfiladeiro na região de El Camino Del Mar.
Além de ter mais de 340 metros quadrados e contar com diversos materiais diferentes na sua construção, como o raro pau-brasil, uma das características mais marcantes do local é a existência de um teto de 6 metros feito inteiramente de vidro. O mais legal é que ele é retrátil, de modo que é possível recolhê-lo para apreciar o céu.
3. Ecologicamente correto
Por ser um dos fundadores da Google, Larry Page é um homem incrivelmente rico — no entanto, a sua moradia pode ser um pouco mais humilde do que você pensa. Page comprou uma casa de mais de 743 metros quadrados, com seis quartos e seis banheiros, sendo que ele gastou US$ 7 milhões para que isso acontecesse.
Contudo, o mais interessante é que o empresário construiu uma segunda moradia no mesmo terreno. Neste caso, a casa tem mais de 550 metros quadrados e usa tecnologia verde para "funcionar", como painéis solares, jardim no teto da construção e pavimento que absorve a água. Com isso, para comprar os imóveis de Page, é necessário desembolsar US$ 15 milhões .
4. Uma ilha inteirinha!
Você conhece Peter Thiel? Ele é um empresário bastante famoso no mercado da tecnologia, já que é um dos fundadores do PayPal. Em 2011, ele gastou US$ 27 milhões para comprar a sua própria ilha no Havaí — fato que fez com que ele entrasse para a história do local com a maior compra familiar já vista.
O local, conhecido como Makena, tem 1,7 acre de área e a casa em que Thiel vive tem mais de 400 metros quadrados, com piscina. Hoje em dia, se alguém quiser adquirir o imóvel e toda a ilha, precisa pagar mais de US$ 25 milhões . Apesar do preço alto, ter uma ilha inteira deve ser algo bacana...
5. Muito (muito!) dinheiro
O Havaí parece ser um lugar que atrai muitos milionários, não é mesmo? O cofundador da Oracle, Larry Ellison, adquiriu 98% de uma ilha havaiana, chamada Lanai — local que tem 3,2 mil habitantes. O empresário pagou US$ 300 milhões por isso, sendo que os outros 2% pertencem ao governo havaiano.
Segundo o próprio Ellison, ele pretende construir um hotel superluxuoso na praia e um laboratório de estudos de sustentabilidade, com o objetivo de fazer com que a ilha seja totalmente “verde”. Como se não bastante este investimento, o milionário também conta com propriedades caras em São Francisco, Malibu e Tóquio.
Bómicnus do Tio Bill
Ao escrever sobre gigantes da tecnologia, não podemos nos esquecer de Bill Gates. O famoso cofundador da Microsoft tem uma casa que conta com o apelido de Xanadu 2.0, localizada em Washington, nos Estados Unidos. O local tem mais de 6 mil metros quadrados, com academia, biblioteca e até mesmo um teatro artístico.
Caso tenha a sorte de ser um dos convidados de Gates, vai receber um pin computadorizado, sendo que a casa consegue reconhecer o seu sinal. Desse modo, o imóvel ajusta automaticamente o ambiente em que está para as suas preferências, como luminosidade, estilo de música e temperatura. É claro que tudo isso tem um custo bem alto, resultando em um valor imobiliário de US$ 121 milhões .
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Fotos - iPhone 5C de plástico e video do IOS 7
O iPhone 5C, o suposto aparelho de baixo custo da Apple, pode ter tido detalhes revelados em fotos vazadas pelo site iapps.im e em um vídeo divulgado pela C Tech. O material mostra uma versão do produto palpável suficiente para gerar bastante dúvida nos “Applemaníacos”.
As fotos desmentem alguns rumores, como o de que a cor frontal seria a mesma da traseira, e também confirma outros, como o de que ele estaria presente em diversas cores, o que já havia sido visto em fotos do iPhone 5C saídas anteriormente. Nas imagens podemos ver todo um lote de iPhones em amarelo, azul e rosa e branco.
Analisando as imagens, é possível notar que os aparelhos são, de fato, feitos de plástico, um pouco mais finos, com bordas levemente menos arredondadas, e que terão o que parece ser uma carcaça integrada em uma única peça (apesar de que esta última característica é um tanto quanto duvidosa, pois a capa plástica dificulta a visualização).
Já vídeo mostra o aparelho em mãos rodando com o iOS 7 e aumenta ainda mais as suspeitas sobre a veracidade dos rumores, pois o modelo exibido tem bastante semelhança com as fotos. O vídeo do iPhone 5C mostra o que seria um dos primeiros modelos em funcionamento.
Teclado wireless mais fino do mundo
Medindo menos de 0,5 milímetros de espessura, o teclado mais fino do mundo vai ser exibido na feira IFA 2013, que acontece nesta semana na Alemanha. Desenvolvido pela empresa CSR, o gadget funciona via Bluetooth e pode ser conectado a qualquer aparelho sem a necessidade de fios.
O acessório, na verdade, é uma espécie de impressão em um painel sensível ao toque, que também pode ser utilizado para navegação. Ele é equipado com Bluetooth Smart e, por isso, consome menos energia do que um aparelho tradicional e pode ter seu visual extremamente fino pois não precisa de uma bateria grande.
“Os consumidores querem acessórios portáteis, inovadores e sem fio que funcionem com seus dispositivos móveis. A nossa superfícia ultrafina é um exemplo de otimização na detecção de teclas e de como o Bluetooth Smart pode oferecer tudo isso”, destacou Paul Williamson, diretor da CSR.
No entanto, o teclado ainda deve demorar para chegar ao consumidor final. A expectativa é de que ele fique, pelo menos, mais um ano em fase de produção até ser lançado para o público. De qualquer forma, ele é mais uma prova de que a tendência é de cada vez mais portabilidade no mundo da tecnologia.
Convite da Apple (10 de Setembro)
O iPhone 5S já tem data para chegar: 10 de setembro. A Apple começou a enviar, nesta terça-feira (3), convites para o lançamento do smartphone na cidade de São Francisco, nos Estados Unidos. O evento está marcado para as 10h no horário local e deve apresentar também o modelo de entrada, iPhone 5C, e o novo sistema iOS 7
O evento da próxima terça-feira deve marcar a chegada de novos modelos à linha iPhone. O primeiro deles, o iPhone 5S, é uma atualização do atual top de linha empresa. A expectativa é que o aparelho mantenha o mesmo design, com tela Retina de 4 polegadas e corpo em alumínio, mas ganhe uma nova opção de cor: branco e dourado.
Nas especificações técnicas, o novo iPhone 5S deve ganhar mais potência. O smartphone da Apple deverá vir equipado com um processador quad-core A7, câmera de 12 megapixels com flash de LED duplo e versões com 16 GB, 32 GB, 64GB e até 128 GB de armazenamento interno. Há ainda a possibilidade do aparelho ter conectividade NFC e um leitor de digitais.
Já o iPhone 5C deve ser um modelo mais barato da linha, com especificações inferiores ao 5S e corpo feito em plástico. O aparelho deve chegar com a mesma tela de 4 polegadas do modelo original, mas com variadas opções de cores: branca, preta, verde, rosa, azul, entre outras. Enquanto isso, as especificações do aparelho serão mais modestas.
O iPhone de baixo custo deverá ter processador dual-core da geração anteior à 5S, possivelmente o Apple A5 ou A6, 1 GB de memória RAM e até 64 GB de armazenamento interno. Segundo os rumores, o 5C deve contar ainda com o novo iOS 7 e o assistente pessoal Siri, mas não terá o NFC e nem o leitor de impressões digitais.
Anunciado em junho na WWDC 2013, o iOS 7 traz a primeira grande reformulação gráfica do sistema operacional móvel da Apple desde o seu lançamento há cerca de seis anos, junto com o primeiro iPhone. Além de uma interface mais "clean", o novo software traz ainda novidades como um novo multitarefa e o Control Center, onde é possível ter acesso as configurações rápidas do sistema, de maneira bem similar à barra de notificações do Andorid.
O iOS 7 já está disponível somente para desenvolvedores e usuários cadastrados pela Apple. No entanto, a expectativa é que os novos iPhones tragam o software de fábrica e que o sistema seja disponibilizado para os donos de aparelhos antigos logo após o evento da próxima terça-feira (10).
iPhone 5C e iPhone 5S: todos os rumores
Certeza absoluta ninguém tem, mas dada a grande quantidade de imagens e informações que circulam na internet sobre a próxima geração de smartphones da Apple, já é possível preparar um perfil e conhecer melhor como serão os smartphones iPhone 5S, sétima geração do principal dispositivo da Apple, e o iPhone 5C, modelo com custo mais baixo e configurações mais simples.
Reunimos neste artigo os principais palpites acerca das configurações dos dois aparelhos. Infelizmente, para os fãs da empresa da Maçã, é bem provável que não tenhamos tantas novidades assim, uma vez que a Apple tem por padrão focar no design em uma geração e no hardware na outra. Esta é a vez do hardware receber um pouco mais de atenção.
O “S” no nome
Pode não parecer, mas o codinome “S” ao final da linha de produtos sempre pôde ser associado a alguma coisa. No iPhone 3GS, a letra foi associada ao aumento de velocidade (“speed”, em inglês). No iPhone 4S, a letra foi adotada pelos fãs da Apple como significando “Steve”, numa homenagem póstuma a Steve Jobs. Contudo, a explicação oficial é que o "S" diz respeito ao Siri.
Já no iPhone 5S, a letra pode estar relacionada a “sensor” ou “security”, uma vez que entre os rumores possíveis está a substituição do botão Home por uma espécie de leitor digital. Ele permitiria, por exemplo, que bloqueasse ou desbloqueasse o aparelho apenas mediante a sua digital.
No caso da suposta letra “C” do iPhone 5C, seu significado pode ser de “cheap” (barato) ou “color” (colorido), uma vez que o aparelho deverá chegar ao mercado por um preço mais acessível e com diversas opções de cores para os seus cases.
O mesmo iPhone, mas colorido
Não espere por mudanças no design do novo iPhone. O produto que vai chegar às mãos dos consumidores deve ter exatamente o mesmo visual da versão atual, com o mesmo tamanho de tela. Entretanto, além das cores branca e preta tradicionais, é possível que tenhamos versões nas cores grafite (prata) e champagne (dourada).
Já a versão 5C deve apresentar um case de plástico policarbonato, similar aos de modelos de outras fabricantes. Além disso, o produto estará disponível em pelo menos sete cores diferentes, incluindo vermelha, rosa, azul, verde, roxa, branca e preta.
Mais leve, mais fino e mais rápido
Já é tradição no lançamento de um novo iPhone: o novo modelo provavelmente será mais leve (alguns poucos gramas a menos), mais fino (poucos milímetros menor) e mais rápido (processador de nova geração). Por conta disso, podemos dizer que essas novidades são evoluções naturais do aparelho.
A parte mais interessante, sem dúvida alguma, fica por conta do novo processador A7, cuja potência ainda permanece sendo um mistério. Entretanto, é bem provável que não tenhamos um processador quad-core no novo iPhone, mas sim um processador dual-core com sistema modificado para que possa funcionar de maneira mais eficiente e veloz. A câmera também deve apresentar melhorias, já que entre os rumores um novo flash de LED para o iPhone foi considerado.
Saiba o que esperar da próxima geração de smartphones da Apple, que deve ser anunciada na próxima semana.
Sensor digital
Essa característica apontada por muitos sites ainda é uma incerteza. O iPhone 5S poderá contar com um sensor biométrico no botão Home. Ele permitiria, por exemplo, que você bloqueasse o seu celular e utilizasse apenas a sua impressão digital para desbloqueá-lo.
Preço e data de lançamento
Caso o anúncio do lançamento seja mesmo confirmado para o dia 10 de setembro, é provável que os primeiros modelos cheguem às lojas norte-americanas no 20 deste mês. O preço deve continuar sendo exatamente o mesmo: US$ 199 para o modelo de 16 GB, US$ 299 para a versão de 32 GB e US$ 399 para o modelo de 64 GB, todos em versões vinculadas a planos de operadoras.
Contudo, alguns rumores indicam que haverá uma quarta versão, com capacidade para 128 GB, e que custaria US$ 499. Já no caso do iPhone 5C, o modelo de baixo custo da Apple, o preço é um assunto guardado a sete chaves. Entretanto, podemos esperar um valor menor do que os US$ 199 da versão mais simples do iPhone 5S.
Lenovo - portátil com autonomia de 17 horas
São dois portáteis – e ambos estão preparados para receber duas baterias. Ambos acabam de ser anunciados pela Lenovo, mas há um deles que está a despertar as atenções por poder funcionar 17 horas sem parar.
A Lenovo acaba de anunciar o lançamento de dois novos modelos portáteis: o Thinkpad T440 e o Tinkpad X240. O primeiro tem como principal característica uma autonomia máxima para 17 horas de funcionamento.
O T440 está preparado para funcionar com duas baterias, tem um ecrã de 14 polegadas, e começou a ser vendido nos EUA com preços a partir dos 899 dólares (cerca de 681 euros). O T440 está equipado com processadores Haswell, da Intel, um disco rígido de 1TB (ou em alternativa, uma drive SSD de 512 GB) e 12GB de RAM.
Dispõe de portas VGA, mini-SD, USB 3.0 e Ethernet. Tem uma espessura de 21 milímetros.
A Lenovo também vai comercializar uma variante conhecida como T440s que é mais leve (1,54 Kg em vez dos 1,76 Kg do T440) e também mais pequena, informa aComputerworld.
O Thinkpad X240 só deverá estrear em setembro: tem um ecrã de 12,5 polegadas, pesa 1,34 Kg e vai ser vendido com preços a partir dos 1099 dólares (cerca de 833 euros). Além da mais recente família de processadores da Intel, dispõe de 8GB de RAM, e pode ter um disco rígido de 1 TB ou, em alternativa um drive SSD, cuja capacidade de armazenamento não foi divulgada.
Tanto o X240 como o T440 estão disponíveis com ecrã táteis ou ecrãs não táteis.
Microsoft compra unidade de fabrico de telemóveis da Nokia por 5,4 mil milhões
A Microsoft vai pagar 5,44 mil milhões de euros pela unidade de fabrico de telemóveis da Nokia, num negócio que marca o fim da aposta da empresa finlandesa numa actividade onde foi líder e o reforço da companhia de “software” no “hardware”.
A fabricante do Windows vai pagar 3,79 mil milhões de euros pela unidade de fabrico de telemóveis mais 1,65 mil milhões de euros por patentes detidas pela companhia finlandesa. O CEO da Nokia, Stephen Elop, sai da Nokia e regressa à Microsoft.
A Nokia foi durante muitos anos a líder incontestada no crescente mercado dos telemóveis, com uma quota de mercado bem superior à das suas rivais. Só em 2012 foi superada pela Samsung, mas já antes a empresa finlandesa vinha a perder mercado, sobretudo nos aparelhos mais caros, como os “smartphones”, onde a Apple e a companhia coreana dominam o mercado.
Em 2007 a Nokia detinha uma quota de mercado de 40%. Agora fica-se pelos 15%, sendo que nos "smartphones" a fatia de mercado é de apenas 3%.
No segundo trimestre o número de telemóveis vendidos pela Nokia desceu 27% e a empresa acumulou o nono trimestre consecutivo de prejuízos, período durante o qual registou perdas de 5 mil milhões de euros. Com 148 anos de história, a Nokia passa agora a ser uma fabricante de equipamentos de telecomunicações.
O actual CEO da Nokia já eliminou 20 mil empregos na empresa finlandesa e com este negócio, leva consigo mais 30 mil trabalhadores para a Microsoft. Os telemóveis da Nokia já utilizavam o sistema operativo da Microsoft, o Windows Phone.
A empresa norte-americana, conhecida pelo desenvolvimento de “software” tenta com este negócio mais uma iniciativa para contrariar o forte crescimento da Apple e da Samsung no mercado dos telemóveis, reforçando na actividade de fabrico de “hardware”. Isto numa altura de declínio nas vendas de computadores pessoais, que afecta o seu principal negócio: venda de Windows e Office.
“Hoje é um dia de reinvenção”, referem o CEO da Microsoft, Steve Balmer, e o CEO da Nokia, num post conjunto publicado no blog da Microsoft a anunciar o negócio. “Com o compromisso e os recursos da Microsoft para desenvolver os aparelhos e serviços da Nokia, podemos agora concretizar o potencial total do ecossistema Windows, providenciando a experiência mais completa para os utilizadores na sua casa, no seu trabalho ou onde quer que estejam”, acrescentam.
Depois de ter sido anunciada a venda da unidade de fabrico de telemóveis da Nokia à Microsoft, as acções da empresa finlandesa dispararam 47,7% na bolsa de Helsínquia, estando agora a subir 45,41% para 4,31 euros por acção.
A Microsoft vai pagar 5,44 mil milhões de euros pela unidade de fabrico de telemóveis da Nokia, num negócio que marca o fim da aposta da empresa finlandesa numa actividade onde foi líder e, passando assim, a dedicar-se mais à área de “hardware”.
Com o anúncio deste negócio, as acções da Nokia dispararam, tendo estado a subir 47,77% para 4,38 euros, um máximo desde 24 de Fevereiro de 2012, período em que os títulos da empresa tocaram nos 4,386 euros por acção, segundo as cotações da Bloomberg.
A fabricante do Windows vai pagar 3,79 mil milhões de euros pela unidade de fabrico de telemóveis mais 1,65 mil milhões de euros por patentes detidas pela companhia finlandesa. O CEO da Nokia, Stephen Elop, sai da Nokia e regressa à Microsoft.
A Nokia foi durante muitos anos a líder incontestada no crescente mercado dos telemóveis, com uma quota de mercado bem superior à das suas rivais. Só em 2012 foi superada pela Samsung, mas já antes a empresa finlandesa vinha a perder mercado, sobretudo nos aparelhos mais caros, como os “smartphones”, onde a Apple e a companhia coreana dominam o mercado.
Mesmo com o despedimento de 20 mil trabalhadores e do primeiro corte nos dividendos em 143 anos, a empresa não estava a ser capaz de melhorar as suas finanças. Em nove trimestres, a Nokia perdeu mais de 5 mil milhões de euros. Os “smartphones” da fabricante europeia continuam a agradar menos aos utilizadores do que os das rivais Apple e Samsung.
Nem mesmo o aumento de vendas de 32% dos “smartphones” da série Lumia, que incluem sistema operativo Windows, da Microsoft, chegaram para impedir um aumento dos prejuízos.
O Good-bye da Nokia e Symbian
Symbian e Nokia a um passo do adeus
A Nokia deixa de vender equipamentos com Symbian este verão. Depois de uma longa história no mercado móvel, o sistema operativo faz as "últimas despedidas", tal como a fabricante.
O anúncio da compra da divisão de telemóveis pela Microsoft marca mais um passo (talvez o último) de uma caminhada da empresa que já foi a número um do mercado de telemóveis e que liderou grande parte das inovações, mesmo nos sistemas operativos móveis, com o Symbian.
Criado na década de 80 pela Psion, o sistema operativo móvel Symbian atravessou cerca de duas décadas até encontrar o momento em que o seu principal apoiante de todos os tempos decidiu abandonar a plataforma. A Nokia deixa este verão de comercializar equipamentos com o sistema operativo, depois de já no final do ano passado ter admitido que o PureView seria o seu último smartphone suportado na plataforma.
A ligação da Nokia ao Symbian foi formalizada em 1998, quando a empresa, juntamente com a Motorola, a Ericsson e a Psion criaram a Symbian. Na plataforma, afirmou-se como o primeiro sistema operativo de relevo para dispositivos móveis inteligentes, mas não resistiu à concorrência e foi perdendo apoios.
Em 2008 a Nokia passou a controlar a empresa na totalidade e anunciou a criação da Fundação Symbian, para fazer da plataforma um projeto open source, um caminho que se pautou por vários avanças e recuos que não garantiram o sucesso desejado. Em 2011, uma nova decisão transferia o negócio para a Accenture, que passou a gerir todas as atividades de desenvolvimento e suporte em redor da plataforma até 2016.
O percurso do Symbian no mercado de telemóveis começou a ser abalado depois do lançamento do iPhone e do iOS e continuou a trajetória descendente com o surgimento e explosão do Android. Em 2007, o sistema operativo assegurava uma quota de mercado de 63,5%, pelas contas da Gartner. Quatro anos mais tarde, em 2011, esta fatia já tinha descido para os 18,7%, enquanto o Android disparava para os 46,5%.
Sem conseguir encontrar um caminho para reagir aos desafios dos novos concorrentes com as armas antigas, a Nokia mudou de estratégia e abraçou o Windows Phone como plataforma de referência para os smartphones, juntando-se a outro gigante à procura de um rumo mais certeiro no mercado móvel, a Microsoft. A parceria afastou ainda mais da ribalta o Symbian, como também significou o fim da linha para outras apostas da Nokia nesta área, exemplo do Meego.
No último trimestre do ano passado a Nokia já só vendeu 2,2 milhões de smartphones com Symbian. No mesmo período já vendia 4,4 milhões de unidades de telemóveis inteligentes com Windows Phone.
Nos três meses terminados em abril, como referia a notícia do FT, o Symbian já só conseguiu uma quota de 1,8% no mercado europeu, contra os 8% do ano anterior. Globalmente as vendas do Symbian representaram só 5% das vendas globais no mercado de smartphones.
A Nokia explica o abandono da plataforma pelos números e revela que leva 22 meses a colocar um smartphone Symbian no mercado. O mesmo processo com o Windows Phone leva menos de um ano.
"Gastamos menos tempo em questões relacionadas com código e mais tempo no aperfeiçoamento de aspetos relacionados com a experiência de utilização como a fotografia, mapas, musica ou aplicações em geral, o que faz uma grande diferença", justifica a empresa em declarações citadas pelo FT.
Numa viagem ao passado hoje recuperamos alguns dos equipamentos que fizeram história na relação que durante vários anos uniu Nokia e Symbian. Tínhamos de começar, claro, pelo Nokia Communicator 9210.
Lançado em 2001, modelo continua a ser um dos equipamentos mais emblemáticos da história da Nokia, que já tinha comercializado duas versões do telefone antes de lhe aplicar o Symbian. Pertence aos idos do 2G e contava com um já (muito) pouco impressionante TFT de quatro mil cores com 640x200 pixeis no ecrã principal. O processador era um ARM 9 a 52 MHz e a RAM de 8 MB.
Mas o que era mesmo impressionante neste modelo, equipado com a versão ^1 6.0 do Symbian, era mesmo o tamanho: 158x56x27 milímetros.

Pouco tempo depois, em 2002, também tinha suporte Symbian (versão ^1 6.1) o primeiro telemóvel Nokia com uma câmara incorporada. A estreia coube ao Nokia 7650, outro equipamento com processador ARM 9, mas neste caso a 104 MHz, e com uma memória de 4 MB.
Uns anos mais à frente, em 2004, chegaria ao mercado o primeiro telemóvel multimédia da Nokia, um marco na vida da empresa e da plataforma Symbian, mais uma vez. O Nokia 7710 estreia a Series 90 do Symbian, conta com um ecrã LCD de toque com 640x320 pixéis. A memória interna era de 90 MB, disponibilizava uma câmara de 1 MP, Bluetooth e GPRS.
No que se refere às funcionalidades multimédia, o modelo contava com um leitor de música com suporte para os formatos MP3, AAC, RealAudio, MIDI, WAV ou AMR e também suportava vários formatos de gravação vídeo. QCIF, H.263 e Real Video 8 são exemplos.

Já na era da terceira geração móvel deixamos um destaque para o Nokia N70, utilizador do Symbian ^1 8.1. Com câmara de 2 megapixéis e flash integrado, o equipamento lançado em 2005 também contava com câmara à frente para suporte a novas funcionalidades, como a videoconferência.
Tal como os outros modelos Nokia NSeries, o Nokia N70 integrava um processador ARM9 de 220 MHz. Garantia suporte para jogos java, leitor digital e Bluetooth.

Fechamos com o equipamento que encerra o reinado do symbian na Nokia, o PureView 800. O principal destaque do modelo é mesmo a câmara, com um sensor de 41 megapixéis. O modelo também dispõe de um processador de 1,3 GHz, ecrã de 4 polegadas, 512 MB de RAM e 16 GB para armazenamento.

Mas é óbvio que a história da Nokia e do Symbian tem muito mais para contar e no fundo só queríamos ter um pretexto para lançar a discussão partilhe connosco as suas impressões sobre os modelos mais marcantes nesta longa história de vida em comum da fabricante de telemóveis finlandesa e do primeiro grande sistema operativo móvel do mercado. A caixa de comentários está aberta…
Criado na década de 80 pela Psion, o sistema operativo móvel Symbian atravessou cerca de duas décadas até encontrar o momento em que o seu principal apoiante de todos os tempos decidiu abandonar a plataforma. A Nokia deixa este verão de comercializar equipamentos com o sistema operativo, depois de já no final do ano passado ter admitido que o PureView seria o seu último smartphone suportado na plataforma.
A ligação da Nokia ao Symbian foi formalizada em 1998, quando a empresa, juntamente com a Motorola, a Ericsson e a Psion criaram a Symbian. Na plataforma, afirmou-se como o primeiro sistema operativo de relevo para dispositivos móveis inteligentes, mas não resistiu à concorrência e foi perdendo apoios.
Em 2008 a Nokia passou a controlar a empresa na totalidade e anunciou a criação da Fundação Symbian, para fazer da plataforma um projeto open source, um caminho que se pautou por vários avanças e recuos que não garantiram o sucesso desejado. Em 2011, uma nova decisão transferia o negócio para a Accenture, que passou a gerir todas as atividades de desenvolvimento e suporte em redor da plataforma até 2016.
O percurso do Symbian no mercado de telemóveis começou a ser abalado depois do lançamento do iPhone e do iOS e continuou a trajetória descendente com o surgimento e explosão do Android. Em 2007, o sistema operativo assegurava uma quota de mercado de 63,5%, pelas contas da Gartner. Quatro anos mais tarde, em 2011, esta fatia já tinha descido para os 18,7%, enquanto o Android disparava para os 46,5%.
Sem conseguir encontrar um caminho para reagir aos desafios dos novos concorrentes com as armas antigas, a Nokia mudou de estratégia e abraçou o Windows Phone como plataforma de referência para os smartphones, juntando-se a outro gigante à procura de um rumo mais certeiro no mercado móvel, a Microsoft. A parceria afastou ainda mais da ribalta o Symbian, como também significou o fim da linha para outras apostas da Nokia nesta área, exemplo do Meego.
No último trimestre do ano passado a Nokia já só vendeu 2,2 milhões de smartphones com Symbian. No mesmo período já vendia 4,4 milhões de unidades de telemóveis inteligentes com Windows Phone.
Nos três meses terminados em abril, como referia a notícia do FT, o Symbian já só conseguiu uma quota de 1,8% no mercado europeu, contra os 8% do ano anterior. Globalmente as vendas do Symbian representaram só 5% das vendas globais no mercado de smartphones.
A Nokia explica o abandono da plataforma pelos números e revela que leva 22 meses a colocar um smartphone Symbian no mercado. O mesmo processo com o Windows Phone leva menos de um ano.
"Gastamos menos tempo em questões relacionadas com código e mais tempo no aperfeiçoamento de aspetos relacionados com a experiência de utilização como a fotografia, mapas, musica ou aplicações em geral, o que faz uma grande diferença", justifica a empresa em declarações citadas pelo FT.
Numa viagem ao passado hoje recuperamos alguns dos equipamentos que fizeram história na relação que durante vários anos uniu Nokia e Symbian. Tínhamos de começar, claro, pelo Nokia Communicator 9210.
Lançado em 2001, modelo continua a ser um dos equipamentos mais emblemáticos da história da Nokia, que já tinha comercializado duas versões do telefone antes de lhe aplicar o Symbian. Pertence aos idos do 2G e contava com um já (muito) pouco impressionante TFT de quatro mil cores com 640x200 pixeis no ecrã principal. O processador era um ARM 9 a 52 MHz e a RAM de 8 MB.
Mas o que era mesmo impressionante neste modelo, equipado com a versão ^1 6.0 do Symbian, era mesmo o tamanho: 158x56x27 milímetros.
Pouco tempo depois, em 2002, também tinha suporte Symbian (versão ^1 6.1) o primeiro telemóvel Nokia com uma câmara incorporada. A estreia coube ao Nokia 7650, outro equipamento com processador ARM 9, mas neste caso a 104 MHz, e com uma memória de 4 MB.
Uns anos mais à frente, em 2004, chegaria ao mercado o primeiro telemóvel multimédia da Nokia, um marco na vida da empresa e da plataforma Symbian, mais uma vez. O Nokia 7710 estreia a Series 90 do Symbian, conta com um ecrã LCD de toque com 640x320 pixéis. A memória interna era de 90 MB, disponibilizava uma câmara de 1 MP, Bluetooth e GPRS.
No que se refere às funcionalidades multimédia, o modelo contava com um leitor de música com suporte para os formatos MP3, AAC, RealAudio, MIDI, WAV ou AMR e também suportava vários formatos de gravação vídeo. QCIF, H.263 e Real Video 8 são exemplos.
Já na era da terceira geração móvel deixamos um destaque para o Nokia N70, utilizador do Symbian ^1 8.1. Com câmara de 2 megapixéis e flash integrado, o equipamento lançado em 2005 também contava com câmara à frente para suporte a novas funcionalidades, como a videoconferência.
Tal como os outros modelos Nokia NSeries, o Nokia N70 integrava um processador ARM9 de 220 MHz. Garantia suporte para jogos java, leitor digital e Bluetooth.
Fechamos com o equipamento que encerra o reinado do symbian na Nokia, o PureView 800. O principal destaque do modelo é mesmo a câmara, com um sensor de 41 megapixéis. O modelo também dispõe de um processador de 1,3 GHz, ecrã de 4 polegadas, 512 MB de RAM e 16 GB para armazenamento.
Mas é óbvio que a história da Nokia e do Symbian tem muito mais para contar e no fundo só queríamos ter um pretexto para lançar a discussão partilhe connosco as suas impressões sobre os modelos mais marcantes nesta longa história de vida em comum da fabricante de telemóveis finlandesa e do primeiro grande sistema operativo móvel do mercado. A caixa de comentários está aberta…





