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NOS ... tudo sobre o novo operador! Que nasceu hoje
O mercado das telecomunicações Português tem andado nos últimos anos a ser marcado por novas posições e surgimentos de parcerias lógicas e que nos trazem melhorias consideráveis. Desde a oferta integrada de serviços até á redução de custos.
Hoje nasce um novo operador no mercado de telecomunicações em Portugal. A fusão da ZON e da OPTIMUS e a nova estratégia da empresa tornou incontornável a criação de uma nova marca e identidade. A NOS.
A NOS marca o início de uma nova etapa na vida do Grupo. Sendo uma alavanca crítica para ambição de crescimento da empresa, corporiza a integração de todas as necessidades de telecomunicações e entretenimento num ponto de acesso único e convergente.
A NOS nasce grande, mas determinada a crescer ainda mais e demonstrar que o valor que representa é muito maior do que a soma das partes, procurando criar um novo paradigma assente numa experiência de entrega holística e de excelência.
“A nova marca é um passo muito importante na afirmação da nossa estratégia. A NOS é uma nova empresa de telecomunicações e multimedia, que surgindo da junção da ZON e da OPTIMUS, será mais do que a soma destas duas grandes empresas. É uma empresa portuguesa que nasce para fazer a diferença no nosso mercado e que queremos que seja a primeira escolha dos portugueses”, afirma Miguel Almeida CEO da NOS.
A NOS nasce com o propósito de entregar a melhor experiência de comunicação e entretenimento. Nasce para todas as pessoas, todas as famílias, todas as empresas, todos os lugares.
Nasce com todos os serviços, todos os conteúdos e todos os equipamentos. Surge para um novo mundo que funciona cada vez mais em rede e que é cada vez mais colaborativo. É uma marca multi-segmento que criará valor para as pessoas, famílias e empresas.
A nova marca assume, por isso, uma imagem única e transversal a toda a oferta da empresa, apropriando-se dos territórios chave para o seu desenvolvimento: da televisão ao móvel, passando pela internet, telefone, cinema e convergente.
“Vamos entregar a melhor proposta de valor aos nossos atuais e futuros clientes. É um compromisso que assumimos assente num ambicioso plano de investimento, de mais de mil milhões de euros ao longo dos próximos 5 anos; no desenvolvimento das nossas redes de Fibra e 4G, no desenvolvimento de novos serviços e no enriquecimento da experiência dos nossos clientes, reforçando aquela que é, já hoje, a melhor experiência de Televisão e Mobilidade em Portugal.”, reforça o CEO da NOS.
O lançamento oficial da marca na FIL foi Parque das Nações. Falou-se do porquê do nome “NOS”, em que cada troço colorido representa cada um de nós, o filme, o jogo de futebol, etc. reunidos num círculo colorido. A música “Don’t Stop Me Now” dos Queen foi a banda sonora escolhida para representar esta nova imagem, tendo actuado um grupo de dança, um grupo de percussão e foi ainda mostrado um flashmob publicitário e um lipdub com todos os colaboradores da empresa.
A nova marca foi criada, desenvolvida e implementada por um vasto conjunto de parceiros, entre os quais a Wolff Olins que a criou, uma equipa interna de comunicação com a RMAC a liderar a declinação local do grafismo, a Arena como agência de meios, Havas na produção da campanha de lançamento e eventos, os três principais Grupos de Comunicação, entre muitos outros.
NOS... Novo nome da Zon Optimus apresentado a 15 de maio
A marca NOS (sem acento) chega para substituir a atual marca Zon Optimus, que surgiu da fusão entre as empresas ZON e Optimus.
Concebida pela agência internacional de branding Wolff Olins – responsável pela conceção de marcas como Movistar, Orange e Oi – e registada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial, a nova marca será oficializada a 15 de maio, refere o Shifter.
Inicialmente, a revelação da nova identidade da fusão da Zon com a Optimus estava agendada para abril, contudo, surgiram alguns atrasos que obrigaram a um adiamento para o mês de maio.
“O “NOS” coloca o acento tónico na comunidade e não no “eu” como o MEO, pois eu + eu+ eu = nós.”, refere Ricardo Miranda, Brand Voice da Brandia Central, ao Dinheiro Vivo.
Além do “NOS”, também foram registadas as marcas NEX e EZA, que poderão servir para diferenciar os vários produtos/segmentos da nova identidade da Zon Optimus.
Portanto, é também expectável que os festivais de música Optimus Primavera Sound e Optimus Alive passem a designar-se NOS Primavera Sound e NOS Alive, respetivamente.
A nova marca "NÒS" da Zon Optimus
A Zon Optimus já chegou a uma nova marca. Chama-se "Nos", já está registada e encontra-se em aprovação, segundo notícia do Jornal de Negócios.
Enquanto a PT opta por "o comando é meu", a Vodafone pelo "power to you", a Zon Optimus escolheu uma palavra que, apesar da ausência de acento, pode ler-se "Nós". De acordo com o mesmo jornal foram registadas ainda outras duas marcas: Nex e Eza.
A criação da nova marca da Zon Optimus é da autoria da Wolff Olins, empresa que criou marcas como a Movistar, Orange e Oi.
A escolha da agência internacional de branding surgiu de uma consulta que arrancou em dezembro do ano passado, em que foram chamadas várias agências nacionais e internacionais.
De acordo com a informação recolhida pelo Dinheiro Vivo, além da agência britânica participaram neste processo a Interbrand/Albuquerque Designers, a Ivity, bem como a BBDO e a Havas.
Em março deste ano, durante a assembleia geral, foi anunciada a mudança de designação social da Zon Optimus para Multimédia SGPS.
Já a marca criada pela britânica Wolff Olins chegou, internamente, a ter abril como data de apresentação pública, mas tudo indica que deverá ser apresentada oficialmente em maio.
Veja quanto consome de energia cada aparelho das várias operadoras....Desligar serviço triplo de telecomunicações pode render 35 euros por ano
Os consumidores podem poupar até 35 euros por ano na conta de eletricidade se desligarem da tomada os aparelhos do serviço triplo de telecomunicações, divulga a associação para a defesa dos consumidores (Deco) na próxima edição da Proteste.
A Deco procurou saber qual o consumo dos aparelhos necessários para utilizar o serviço triplo de telecomunicações (Internet+televisão+telefone fixo) quando estes não estão a ser usados.
Para o efeito, visitou a casa de 10 consumidores das várias operadoras e mediu o consumo de diferentes equipamentos: "boxes" com e sem gravação, emissor "wireless", modem, "router", telefone fixo, televisão e computador portátil, entre outros.
O consumo foi medido quer em modo de espera (sem estar a funcionar, mas ligado à tomada) e em funcionamento.
Em modo de espera, "os equipamentos da Meo e da Vodafone apresentaram consumos de cerca de 9 e 11 Watts, enquanto as "boxes" da Zon subiram a fasquia para os 16 a 18 Watts".
Os da Cabovisão consumiram entre 18 e 21 Watts e os da Optimus ficaram nos 6 Watts, "mas tratava-se de uma "box" sem gravação", refere a Deco.
"Verificámos que as "boxes" da Vodafone analisadas permitem colocá-las num modo de espera ativo, que diminui o consumo. Com esta função ligada, aquele desceu para cerca de 0,4 Watts", adianta a associação para a defesa dos consumidores.
No caso dos "routers" e o dispositivo ONT, obrigatório nos serviços de fibra, "exceto na Zon, em média, gastam quase oito euros cada um, em espera, ao fim do ano".
A Deco concluiu que o consumo do "router" diminui caso se desligue a rede sem fios. Se não for usada a rede "wireless" esta poderá permitir uma poupança de dois euros ao fim de um ano.
"Com as nossas medições, concluímos que os equipamentos usados para o serviço triplo de televisão, Internet e telefone fixo têm elevados consumos quando não estão a ser utilizados, ou seja, em modo de espera", aponta a Deco.
"O desperdício anual em eletricidade pode cifrar-se em cerca de 35 euros. As "boxes" são os aparelhos mais vorazes, mas os "routers" também revelaram um consumo considerável", adianta.
Neste estudo, a Deco decidiu também analisar outros aparelhos, como os gravadores de DVD, os sistemas de "surround", consolas de jogos e leitores multimédia.
"Nos equipamentos mais recentes, como consolas de jogos, impressoras, discos rígidos externos, leitores multimédia, entre outros, o consumo em "stand-by" não é significativo: é inferior a um euro por ano", adianta.
No caso dos gravadores de vídeo, estes podem gastar mais de seis euros por ano, enquanto um leitor de DVD ronda os três euros.
Deco acusa a Zon informar de forma "enganosa", na campanha de troca de cartões que a empresa está a promover.
A Zon está a promover junto dos clientes móveis uma campanha de troca de cartões. A operadora diz que é para disponibilizar tecnologia 4G. A Deco diz que é uma ação resultante da fusão.
A Associação de Defesa do Consumidor volta a apontar baterias para a Zon. Desta vez a DECO acusa a operadora de estar a omitir informações aos clientes móveis que tem, de forma "enganosa", na campanha de troca de cartões que a empresa está a promover.
"Se não trocar de cartão, o seu telemóvel vai deixar de funcionar (já no próximo dia 23 de novembro) porque estamos a renovar a nossa rede para lhe oferecer a tecnologia 4G", escreveu a Zon numa carta enviada aos clientes e que é citada no portal da DECO.
A associação discorda do que é dito pela operadora e garante que os motivos são outros. Por causa da fusão, os serviços móveis da Zon vão agora funcionar na rede da Optimus, enquanto até aqui funcionavam na rede da Vodafone. Esta incompatibilidade entre cartões e redes vai trazer problemas a nível de suporte dos telemóveis.
A DECO acusa a Zon de não ser transparente nas razões da mudança e alerta para os problemas que daí podem resultar: clientes com telemóveis bloqueados à Vodafone vão poder deixar de usar o serviço móvel contratado.
A organização que defende os consumidores garante que só depois de contactada a linha de apoio, é que os clientes com equipamentos bloqueados são informados da possibilidade de obter um voucher, cujo valor varia mediante o período de fidelização, para adquirir um equipamento Optimus.

"Com esta postura, a ZON viola os direitos de informação de qualquer operadora de comunicações, um serviço público essencial", escreve a associação em comunicado.
O facto de a Zon não suportar os custos associados ao desbloqueio dos equipamentos também está a merecer fortes críticas por parte da DECO. A associação aconselha os utilizadores "a não aceitar os vouchers e a exigir o desbloqueio do equipamento. Só deve aceitar o voucher se o valor permitir a aquisição de um equipamento igual ou semelhante ao que possui".
"Se não trocar de cartão, o seu telemóvel vai deixar de funcionar (já no próximo dia 23 de novembro) porque estamos a renovar a nossa rede para lhe oferecer a tecnologia 4G", escreveu a Zon numa carta enviada aos clientes e que é citada no portal da DECO.
A associação discorda do que é dito pela operadora e garante que os motivos são outros. Por causa da fusão, os serviços móveis da Zon vão agora funcionar na rede da Optimus, enquanto até aqui funcionavam na rede da Vodafone. Esta incompatibilidade entre cartões e redes vai trazer problemas a nível de suporte dos telemóveis.
A DECO acusa a Zon de não ser transparente nas razões da mudança e alerta para os problemas que daí podem resultar: clientes com telemóveis bloqueados à Vodafone vão poder deixar de usar o serviço móvel contratado.
A organização que defende os consumidores garante que só depois de contactada a linha de apoio, é que os clientes com equipamentos bloqueados são informados da possibilidade de obter um voucher, cujo valor varia mediante o período de fidelização, para adquirir um equipamento Optimus.
"Com esta postura, a ZON viola os direitos de informação de qualquer operadora de comunicações, um serviço público essencial", escreve a associação em comunicado.
O facto de a Zon não suportar os custos associados ao desbloqueio dos equipamentos também está a merecer fortes críticas por parte da DECO. A associação aconselha os utilizadores "a não aceitar os vouchers e a exigir o desbloqueio do equipamento. Só deve aceitar o voucher se o valor permitir a aquisição de um equipamento igual ou semelhante ao que possui".
Os Pacotes de Tv, net, móvel, telefone mais baratos... Preços das ofertas zon, pt, cabovisão, vodafone
Há muitas ofertas. Agora, até já vêm com telemóvel incluído. A escolha depende do seu perfil de consumo
Escolher um serviço de telecomunicações para casa não é fácil, já que há uma multiplicidade de ofertas. A primeira decisão tem de responder à pergunta: que serviços é que precisa? Hoje em dia os pacotes com três ofertas - televisão, internet fixa e voz fixa - são os mais comuns e, mesmo, os que permitem maiores poupanças.
Os operadores têm outras combinações. Este ano surgiram no mercado as ofertas "quadruple play" (integram, além dos três serviços, serviços móveis). No entanto, é um pacote que, dado o valor total, não é desenhado para qualquer caso. Para valer a pena fazer contas a estas ofertas com cartões de telemóveis tem de ver o seu perfil de consumo móvel, compensando se tiver, dentro do seu agregado, dois cartões ou mais na mesma rede e se gastar, com esses serviços, mais de 35 euros por mês.
É que apesar das ofertas com quatro serviços garantirem voz e SMS praticamente ilimitados (ao abrigo do consumo responsável limita-se a dois mil minutos e SMS a utilização), há consumidores que não precisam de pagar um "premium" (prémio) por mais tráfego, se não tiverem uma utilização que o justifique.
Outro ponto a ter em conta nestas ofertas quadruplas é o tráfego de internet móvel incluído: 200 MB (megabytes), o que pode não ser suficiente para uma utilização que inclua correio electrónico. Há a possibilidade de se contratar mais tráfego móvel.
Ainda nestes pacotes, e no caso da Vodafone, tenha em conta que ao preço indicado, acresce 2,99 euros por dia pelo "roaming", estando activado por defeito. O que significa que para não pagar este valor tem de expressamente indicar que não quer esta opção. A Vodafone dá, ainda assim, uma vantagem aos clientes tribais do Extreme e Yorn que também não pagam pelas chamadas para os números que estejam no pacote Red.
Em qualquer das opções de ofertas - quatro ou três serviços - tenha em conta a rede que o vai servir. As ofertas assentes na rede de cobre (ADSL) não garantem a mesma qualidade dos serviços que chegam através da rede de cabo e das redes de fibra óptica. Há ainda as opções que chegam via satélite que, também, são mais limitadas. Nem todo o país está coberto com rede de cabo ou fibra óptica. As coberturas podem ser verificadas, mediante o código postal, nos "sites" dos operadores.
Verificada a cobertura e decidido se quer um pacote de quatro ou três serviços, tenha em atenção o que inclui o preço que lhe estão a oferecer. Há preços, por exemplo, que não têm o valor da "box". E se precisar de mais do que uma caixa vai pagar mais. Veja se os canais que quer estão incluídos e não se deixe levar pelo número de canais prometido, que incluem na maior parte dos casos as rádio. Quanto à velocidade da internet fixa, a decisão depende do perfil de consumo. Para a maior parte dos consumidores 30 Mbps é suficiente.
68%
"Triple play" é preferido
Dos lares com dois ou mais serviços de telecomunicações, 68% contratam um pacote de três serviços ("triple play"), de acordo com um inquérito realizado pela Indera, divulgado recentemente pela Anacom.
Dos lares com dois ou mais serviços de telecomunicações, 68% contratam um pacote de três serviços ("triple play"), de acordo com um inquérito realizado pela Indera, divulgado recentemente pela Anacom.
406,8
Receitas de três serviços crescem
Até Junho deste ano, as ofertas "triple play" representaram receitas de 406,8 milhões de euros no mercado português, de acordo com dados da Anacom. As receitas só de televisão desceram para os 160,5 milhões de euros.
Até Junho deste ano, as ofertas "triple play" representaram receitas de 406,8 milhões de euros no mercado português, de acordo com dados da Anacom. As receitas só de televisão desceram para os 160,5 milhões de euros.
As ofertas disponíveis mais baratas
Estas são as ofertas mais baratas que os operadores disponibilizam e que divulgam nos respectivos "sites". No entanto, a negociação pode alterar as condições
Portugal Telecom
A primeira a lançar oferta com telemóvel
A primeira a lançar oferta com telemóvel
A PT tem para a oferta que inclui televisão, net e voz fixa e telemóvel (dois cartões) - M4O - um preço de 80,99 euros, incluindo uma box gravável. Se precisar de mais caixas o aluguer passa para cinco euros, por cada. No M4O pode associar-se mais dois cartões de telemóvel (custo por cada um é de 7,5 euros). As chamadas e SMS são praticamente ilimitadas e tem direito a 200 MB de net móvel. Para quem não quiser associar telemóvel, o Meo dispõe de vários pacotes de tv com net e voz fixa. Começando com uma oferta de 45,49 euros (nos primeiros seis meses paga 24,99 euros), com 30 Mgps de velocidade de internet e 90 canais de televisão.
Zon Optimus
Fusão trouxe mais ofertas ao mercado
A Zon Optimus lançou recentemente a oferta quadrupla (tv, net e voz fixa e telemóvel) por 79,99 euros. Tem 99 canais, 100 Mgbps de velocidade de internet (o mesmo do M4O), e dois cartões de telemóvel com as mesmas condições do M4O. Já tem uma box incluída. A Zon Optimus tem, ainda, as ofertas Iris, para um pacote com tv, net e voz fixa. O pacote de entrada, nesta oferta, disponibiliza velocidade de internet a 30 Mbps e custa 44,99 euros,estando em vigor um desconto de cinco euros no primeiro ano se aderir ao débito directo e facturação electrónica. Esta oferta integra uma box que tem apenas 20 horas de gravação.
Vodafone
Operadora tenta reforçar a quota na televisão
Operadora tenta reforçar a quota na televisão
A Vodafone tem uma oferta que pode ser composta para incluir televisão, net e voz fixa e telemóvel. Pode associar apenas um telemóvel ou até quatro. Se associar apenas um telemóvel custará 65,3 euros. Com dois ficará a 85,2 euros. Ambos os preços incluem o aluguer de um receptor. Tem 85 canais de televisão (sem os promocionais). Sem telemóveis, a oferta de entrada da Vodafone no "triple play" (tv, net e voz fixa) é de 24,9 euros, acrescido de 5,5 euros pelo aluguer da box, o que totaliza 30,4 euros. Este pacote tem 50 Mbps de velocidade de internet fixa. A Vodafone não tem em todo o país oferta em fibra óptica, garantindo o serviço através da rede cobre da PT.
Cabovisão
Ainda sem telemóvel associado nas ofertas
A Cabovisão, adquirida pela Altice e que quer mostrar que está neste mercado para ganhar, não tem, ainda, oferta com telemóvel integrado. No seu pacote "triple play" (televisão, voz e net fixa) de entrada dá 30 Mbps de velocidade de internet, 68 canais de televisão. O preço é de 39,99 euros (já incluindo o aluguer da box por 5,5 euros), mas a Cabovisão está a oferecer um preço, nos primeiros três meses, de 19,99 euros (mais 5,5 euros da box, ou seja, um total de 25,49 euros). A Cabovisão não tem oferta em todo o país e assenta o seu serviço na rede de cabo mais avançada (Docsis 3.0).
Negoceie com a operadora
Na negociação para contratar um serviço de telecomunicações há que pedir, obrigatoriamente, várias informações e ter cuidado com o que é pago e por que serviços. Além disso, até agora um bom modo de conseguir baixar a factura com comunicações é regatear junto da operadora que já tem e fazer uma ronda para saber condições de todos os outros operadores, munindo-se de contrapopostas.
Tem sido prática no mercado conseguir-se bons negócios ameaçando com a mudança de operador, ainda que tenha de ter em conta qual o seu período de fidelização. A maior parte dos contratos, especialmente os mais recentes, têm contratos de fidelização de dois anos. Tem de perceber se está dentro desse período em que a resolução antecipada do contrato leva ao pagamento de indemnizações às operadoras. É devido a estes períodos de fidelização que a Deco - Associação de Consumidores lançou recentemente uma campanha e uma petição para que os períodos de fidelização não sejam tão extensos.
Além de ter em conta o período de fidelização, garanta que no preço está incluído o aluguer da caixa receptora e certifique-se qual a "box" que lhe está a ser disponibilizada (há pacotes sem caixa gravável). Verifique, também, se o pacote que vai adquirir tem os canais de televisão que mais vê. A lista de canais pode ser extensa, mas vale a pena olhar para ela.
Por fim, certifique-se também que promoções estão disponíveis quando for contratar um serviço.
As preferências dos portugueses - Samsung em telemóveis e tablets, M40 , Zon Iris, Optimus (internet móvel)
A Samsung foi considerada a melhor marca na categoria de telemóveis e tablets pelos consumidores portugueses, no estudo Consumer Choice.
Na sua segunda edição, o estudo analisou 441 marcas, em mais de 100 categorias, tendo contado com 40.712 participantes.
Na área dos serviços de telecomunicações, fazem parte da lista de escolhas o M4O, na categoria Quadruple Play (4P), a Zon Iris na categoria de televisão paga, e a Optimus na de internet móvel.
Na área dos serviços de telecomunicações, fazem parte da lista de escolhas o M4O, na categoria Quadruple Play (4P), a Zon Iris na categoria de televisão paga, e a Optimus na de internet móvel.
Ligadas à área das tecnologias fazem igualmente parte da lista a Staples e a Worten, a primeira como a melhor marca como centro de reparação informática e a segundo como loja de eletrónica e eletrodomésticos.
A Staples volta a aparecer na lista como a melhor marca de comércio online de eletrónica e eletrodomésticos, a par do Stand Virtual, eleito na categoria de comércio online de automóveis, do Sapo Voucher eleito como melhor portal de oferta e do Custo Justo, considerado o melhor site de anúncios de classificados grátis.
Pacote Zon 4I lançado com o mesmo preço das concorrentes Meo e Vodafone
É o primeiro produto lançado após a fusão com a Optimus. O pacote Zon4i tem ainda como objetivo agarrar os atuais clientes da Optimus e da Zon com um alargamento de serviços.
Há um novo pacote integrado de serviços de telecomunicações e entretenimento: o Zon4i. São 116 canais, 100 Mbps de Internet fixa, chamadas ilimitadas no telefone fixo, 2000 minutos e 2000 SMS em dois cartões de comunicações móveis, além de 200 MB de Internet móvel que pode ser 4G. O preço de 79,99 euros coloca a solução da Zon Optimus em linha com o M4O da PT ou o Vodafone Red.
Apesar de a nível de comparação direta as difernças parecerem poucas, os responsáveis da Zon estão convencidos de que têm a oferta com maior valor do mercado. Isto porque conseguem agregar outras vantagens que os concorrentes não disponibilizam, como o acesso ao cartão MyZon Card que garante bilhetes de cinema a metade do preço.

O Zon4i pode incluir até outros dois cartões de telemóvel, sendo que por cada um acrescem 7,50 euros ao valor final da fatura.
O serviço é uma reformulação do Iris4+ que a Zon já tinha introduzido em maio deste ano, mas agora conta com a força da Optimus na área das telecomunicações móveis. Este é o primeiro serviço de telecomunicações lançado pelas duas empresas após o processo de fusão.
A Zon Optimus vê uma oportunidade de negócio com o Zon4i nos atuais clientes. Da parte da Optimus existem muitos clientes de móvel que podem reforçar a oferta com televisão por cabo e Internet fixa, enquanto do lado da Zon existem clientes triple play que veem vantagens na integração de um serviço de telefonia móvel no pacote que já subscrevem.
O objetivo não é pequeno: a Zon Optimus quer ser líder de mercado na oferta integrada, como confirmou o diretor execuivo da empresa, Miguel Almeida, durante a apresentação do novo pacote de telecomunicações.
Sobre a escolha da marca Zon, o CEO justificou com o facto de ser a Zon a marca associada ao consumo familiar e do lar, enquanto a Optimus se identifica com o consumo individual.
Apesar de a nível de comparação direta as difernças parecerem poucas, os responsáveis da Zon estão convencidos de que têm a oferta com maior valor do mercado. Isto porque conseguem agregar outras vantagens que os concorrentes não disponibilizam, como o acesso ao cartão MyZon Card que garante bilhetes de cinema a metade do preço.
O Zon4i pode incluir até outros dois cartões de telemóvel, sendo que por cada um acrescem 7,50 euros ao valor final da fatura.
O serviço é uma reformulação do Iris4+ que a Zon já tinha introduzido em maio deste ano, mas agora conta com a força da Optimus na área das telecomunicações móveis. Este é o primeiro serviço de telecomunicações lançado pelas duas empresas após o processo de fusão.
A Zon Optimus vê uma oportunidade de negócio com o Zon4i nos atuais clientes. Da parte da Optimus existem muitos clientes de móvel que podem reforçar a oferta com televisão por cabo e Internet fixa, enquanto do lado da Zon existem clientes triple play que veem vantagens na integração de um serviço de telefonia móvel no pacote que já subscrevem.
O objetivo não é pequeno: a Zon Optimus quer ser líder de mercado na oferta integrada, como confirmou o diretor execuivo da empresa, Miguel Almeida, durante a apresentação do novo pacote de telecomunicações.
Sobre a escolha da marca Zon, o CEO justificou com o facto de ser a Zon a marca associada ao consumo familiar e do lar, enquanto a Optimus se identifica com o consumo individual.
Para concorrer com a Meo, a Zon lança segunda feira o novo serviço quadruple play ...4i
A operadora vai lançar um novo pacote composto por televisão, Internet, telefone fixo e comunicações móveis. No caso do telemóvel as chamadas e a Internet móvel podem vir a ser "ilimitadas".
O salvaguarda-se do termo ilimitado pois ainda não é certo de que forma a Zon vai explorar a nova oferta e quais os termos de utilização responsável que vai estabelecer. Também ainda não é conhecido o preço do novo pacote.
Apresentando na próxima segunda-feira, 21 de outubro, o pacote vai ter o nome de Zon4i e já está a ser publicitado com a frase "Vem ai "a Zon com móvel ilimitado"
Sobre as informações que o apurou a Zon não comentou nenhuma delas, dizendo apenas que os anúncios que estão espalhados em Portugal são um "teasing" ao novo pacote.
É possível que ao triple play convencional a Zon possa juntar uma oferta móvel semelhante à que a Optimus disponibiliza através da marca WTF - 500 minutos ou SMS gratuitos, Internet ilimitada para aplicações de messaging e até outros 2GB de Internet para os restantes consumos.
Desde a passada sexta-feira, 11 de outubro, que a operadora deixou de ter disponível o pacote Iris 4+, que integrava televisão, Internet, telefone fixo e comunicações móveis, por 69,99 euros. A extinção do Iris 4+ foi feita para abrir espaço para o Zon 4i.
A Zon comunicou aos clientes as novas condições
A mudança que a operadora está a aplicar aos termos de contrato com os clientes atuais está a gerar polémica. Saiba o que esperar das novas condições gerais que a Zon quer aplicar.
A Zon comunicou aos clientes, através da fatura do mês de setembro, que vai proceder a alterações nos termos dos contratos celebrados. Mas existe um ponto do novo contrato que está a causar dúvidas nos consumidores.
Em causa está a cláusula 6.2 das novas condições gerais de contrato para os atuais clientes da operadora que "exige o pagamento dos serviços (…) que excedam significativamente os seus níveis habituais de consumo".
A Deco, associação de defesa do consumidor, reagiu ao considerar que a introdução desta cláusula no contrato coloca o cliente numa situação de desvantagem, por não explicar, de forma clara, como pretende a Zon monitorizar os níveis de consumo habituais do cliente. Esta análise levantou suspeitas de que os utilizadores com tarifários ditos ilimitados teriam afinal um limite que deveriam respeitar, sob pena de pagarem mais pela utilização dos serviços.
A cláusula explicada
Ao dois elementos do centro de apoio aos clientes da Zon garantiram que os tarifários ilimitados vão manter-se "ilimitados". Há de facto uma ressalva no termo "ilimitados" já que o utilizador deve respeitar uma política de utilização razoável - que já existe nos contratos atuais e que também existe no contrato das outras operadoras de telecomunicações.
A ideia de que a Zon vai traçar um perfil de cada utilizador e que a partir daí vai calcular o consumo que cada pessoa pode fazer em cada mês é errado. Foi dado o seguinte exemplo:
"Se durante todos os meses do ano apresentar um consumo médio de 1GB de Internet, e no mês a seguir consumir 20GB, nem o serviço vai ser suspenso, nem vai ser cobrado um valor adicional na fatura". "Mas se o consumo disparar para 500GB e para 1TB, aí o serviço já pode ser suspenso", explicaram os profissionais de atendimento da Zon .
Em causa está o elevado consumo de dados que não corresponde ao perfil habitual do utilizador e que pode prejudicar os utilizadores Zon da mesma área residencial. Um consumo de 500GB num mês é considerado como anormal para um cliente residencial que consume em média 1GB, e a suspensão do serviço serve também para salvaguardar o próprio cliente, garante a operadora.
Para que o serviço seja desbloqueado, o cliente deve liquidar essa fatura - e é neste sentido que é cobrado um valor por um consumo que é "acima da média". E o exemplo tanto vale para consumo de Internet como para consumo de telefone fixo.
A Zon está, à partida, salvaguardada
No site da Zon é possível encontrar qual a definição de "política de utilização aceitável" que é aplicada pela operadora. Aí é dito que "não é permitido ao utilizador interferir intencionalmente no bom funcionamento de servidores, serviços ou redes" e que "Quaisquer tipo de tentativas de bloquear ou perturbar o serviço, servidores ou redes" são consideradas como uma utilização não aceitável.
Estas considerações, que são amplas na sua aplicação estrita das palavras, vão de encontro às explicações dadas pelo centro de apoio ao cliente.
Resumindo: há uma política de utilização que deve ser respeitada, mas que muito dificilmente os utilizadores vão sentir - o que torna os tarifários "ilimitados". Essa mesma política de utilização já é aplicada atualmente pelo que não é vista como uma alteração provocada pelos novos termos do contrato.
Ainda assim, nessas novas condições gerais, a Zon não detalha este tipo de explicação aos clientes, o que é suscetível de levantar dúvidas.
O termo ilimitado tem levantado no entanto outras questões ultimamente. A Zon é também uma das operadoras que está a ser investigada pela Direção-Geral do Consumidorpor suspeitas de uso de publicidade enganosa.
Em causa está a cláusula 6.2 das novas condições gerais de contrato para os atuais clientes da operadora que "exige o pagamento dos serviços (…) que excedam significativamente os seus níveis habituais de consumo".
A Deco, associação de defesa do consumidor, reagiu ao considerar que a introdução desta cláusula no contrato coloca o cliente numa situação de desvantagem, por não explicar, de forma clara, como pretende a Zon monitorizar os níveis de consumo habituais do cliente. Esta análise levantou suspeitas de que os utilizadores com tarifários ditos ilimitados teriam afinal um limite que deveriam respeitar, sob pena de pagarem mais pela utilização dos serviços.
A cláusula explicada
Ao dois elementos do centro de apoio aos clientes da Zon garantiram que os tarifários ilimitados vão manter-se "ilimitados". Há de facto uma ressalva no termo "ilimitados" já que o utilizador deve respeitar uma política de utilização razoável - que já existe nos contratos atuais e que também existe no contrato das outras operadoras de telecomunicações.
A ideia de que a Zon vai traçar um perfil de cada utilizador e que a partir daí vai calcular o consumo que cada pessoa pode fazer em cada mês é errado. Foi dado o seguinte exemplo:
"Se durante todos os meses do ano apresentar um consumo médio de 1GB de Internet, e no mês a seguir consumir 20GB, nem o serviço vai ser suspenso, nem vai ser cobrado um valor adicional na fatura". "Mas se o consumo disparar para 500GB e para 1TB, aí o serviço já pode ser suspenso", explicaram os profissionais de atendimento da Zon .
Em causa está o elevado consumo de dados que não corresponde ao perfil habitual do utilizador e que pode prejudicar os utilizadores Zon da mesma área residencial. Um consumo de 500GB num mês é considerado como anormal para um cliente residencial que consume em média 1GB, e a suspensão do serviço serve também para salvaguardar o próprio cliente, garante a operadora.
Para que o serviço seja desbloqueado, o cliente deve liquidar essa fatura - e é neste sentido que é cobrado um valor por um consumo que é "acima da média". E o exemplo tanto vale para consumo de Internet como para consumo de telefone fixo.
A Zon está, à partida, salvaguardada
No site da Zon é possível encontrar qual a definição de "política de utilização aceitável" que é aplicada pela operadora. Aí é dito que "não é permitido ao utilizador interferir intencionalmente no bom funcionamento de servidores, serviços ou redes" e que "Quaisquer tipo de tentativas de bloquear ou perturbar o serviço, servidores ou redes" são consideradas como uma utilização não aceitável.
Estas considerações, que são amplas na sua aplicação estrita das palavras, vão de encontro às explicações dadas pelo centro de apoio ao cliente.
Resumindo: há uma política de utilização que deve ser respeitada, mas que muito dificilmente os utilizadores vão sentir - o que torna os tarifários "ilimitados". Essa mesma política de utilização já é aplicada atualmente pelo que não é vista como uma alteração provocada pelos novos termos do contrato.
Ainda assim, nessas novas condições gerais, a Zon não detalha este tipo de explicação aos clientes, o que é suscetível de levantar dúvidas.
O termo ilimitado tem levantado no entanto outras questões ultimamente. A Zon é também uma das operadoras que está a ser investigada pela Direção-Geral do Consumidorpor suspeitas de uso de publicidade enganosa.
DECO diz que novas condições contratuais da Zon prejudicam os clientes
A DECO emitiu um esclarecimento sobre as alterações às condições gerais dos serviços da Zon, uma mudança que entra em vigor em novembro e que merece vários alertas da associação, que teme custos adicionais para os clientes.
A associação de defesa do consumidor vê com preocupação a introdução das novas condições gerais de utilização dos serviços da Zon e alerta para o facto de a operadora poder vir a cobrar valores superiores aos contratados ou mesmo proceder a cortes no serviço, sem que o cliente tenha acesso prévio detalhado aos moldes em que estas medidas estão previstas.
Em causa está a introdução do conceito de "níveis de consumo habituais do cliente", que a operadora coloca como critério para aplicar penalizações ao cliente, ao nível do preço a pagar ou da disponibilidade do serviço.
Na leitura da DECO, que já teve agendadas duas reuniões com a Zon para esclarecer dúvidas sobre a matéria - ambas adiadas pela operadora -, a introdução desta cláusula no contrato coloca o cliente numa situação de desvantagem, por não explicar, de forma clara, como pretende a Zon monitorizar os níveis de consumo habituais do cliente.
Ana Sofia Ferreira, jurista da associação, também sublinha que esta regra será aplicada a serviços comercializados como ilimitados, contrariando o princípio subjacente a este conceito e abrindo caminho a restrições que podem ser aplicadas de forma distinta a diferentes clientes, que pagam um mesmo valor de mensalidade.
A generalidade das ofertas apresentadas como "ilimitadas" é já hoje limitada a uma política de utilização responsável, uma forma de os operadores garantirem que o acesso sem condicionantes aos serviços da rede não é consumido de forma abusiva. A DECO defende que a nova política da Zon pretenda ir para além disso.
Nas novas condições gerais dos seus serviços a Zon reserva-se o direito de cortar o serviço se a conduta do utilizador provocar uma sobrecarga nos servidores da empresa, o que se traduz em danos à qualidade do serviço. Não fica clara a forma como isso será monitorizado, alerta a DECO, que já terá remetido as suas preocupações à Anacom, entidade reguladora das comunicações eletrónicas.
A associação de defesa do consumidor também considera abusiva a forma como a Zon pretende recolher autorização dos clientes para a adoção das novas condições contratuais. A empresa considera aceites estas condições para todos os clientes com o pagamento da primeira fatura.
A DECO considera que desta forma a empresa não pode assegurar que os clientes leram as novas condições, como a lei determina, e também critica o facto de na informação publicada no site a Zon não explicar as diferenças entre as duas versões do documento, limitando-se a disponibilizar ambas as versões de forma integral.
O TeK contactou entretanto a operadora com um pedido de comentário as conclusões da DECO, que face aos dados analisados defendeu num esclarecimento público que "as alterações às condições gerais, em vigor a partir de 1 de novembro, não trazem vantagens para os clientes". A operadora ainda não reagiu.
A Zon informou os clientes das alterações que pretende introduzir a partir de novembro na fatura do mês de setembro. Na comunicação a operadora informava os clientes da possibilidade de denunciar o contrato até de 15 de outubro "sem penalidades", o que para a DECO é uma garantia de que a operadora não poderá imputar quaisquer custos aos clientes que optem por desistir do serviço, mesmo nos casos em que decorra um período de fidelização.
Mais:
Em causa está a introdução do conceito de "níveis de consumo habituais do cliente", que a operadora coloca como critério para aplicar penalizações ao cliente, ao nível do preço a pagar ou da disponibilidade do serviço.
Na leitura da DECO, que já teve agendadas duas reuniões com a Zon para esclarecer dúvidas sobre a matéria - ambas adiadas pela operadora -, a introdução desta cláusula no contrato coloca o cliente numa situação de desvantagem, por não explicar, de forma clara, como pretende a Zon monitorizar os níveis de consumo habituais do cliente.
Ana Sofia Ferreira, jurista da associação, também sublinha que esta regra será aplicada a serviços comercializados como ilimitados, contrariando o princípio subjacente a este conceito e abrindo caminho a restrições que podem ser aplicadas de forma distinta a diferentes clientes, que pagam um mesmo valor de mensalidade.
A generalidade das ofertas apresentadas como "ilimitadas" é já hoje limitada a uma política de utilização responsável, uma forma de os operadores garantirem que o acesso sem condicionantes aos serviços da rede não é consumido de forma abusiva. A DECO defende que a nova política da Zon pretenda ir para além disso.
Nas novas condições gerais dos seus serviços a Zon reserva-se o direito de cortar o serviço se a conduta do utilizador provocar uma sobrecarga nos servidores da empresa, o que se traduz em danos à qualidade do serviço. Não fica clara a forma como isso será monitorizado, alerta a DECO, que já terá remetido as suas preocupações à Anacom, entidade reguladora das comunicações eletrónicas.
A associação de defesa do consumidor também considera abusiva a forma como a Zon pretende recolher autorização dos clientes para a adoção das novas condições contratuais. A empresa considera aceites estas condições para todos os clientes com o pagamento da primeira fatura.
A DECO considera que desta forma a empresa não pode assegurar que os clientes leram as novas condições, como a lei determina, e também critica o facto de na informação publicada no site a Zon não explicar as diferenças entre as duas versões do documento, limitando-se a disponibilizar ambas as versões de forma integral.
O TeK contactou entretanto a operadora com um pedido de comentário as conclusões da DECO, que face aos dados analisados defendeu num esclarecimento público que "as alterações às condições gerais, em vigor a partir de 1 de novembro, não trazem vantagens para os clientes". A operadora ainda não reagiu.
A Zon informou os clientes das alterações que pretende introduzir a partir de novembro na fatura do mês de setembro. Na comunicação a operadora informava os clientes da possibilidade de denunciar o contrato até de 15 de outubro "sem penalidades", o que para a DECO é uma garantia de que a operadora não poderá imputar quaisquer custos aos clientes que optem por desistir do serviço, mesmo nos casos em que decorra um período de fidelização.
Mais:
A Deco considera que a alteração das condições gerais de fidelização de clientes que entram em vigor a 1 de novembro não está a cumprir a legislação em vigor. Num comunicado enviado à imprensa, a associação de consumidores considera que a operadora de cabo não teve em conta «o dever de informação a que a lei obriga. Os clientes não foram informados sobre o que era alterado. Loja, linha telefónica de apoio ou portal na Net, nenhum dos meios contém informação clara e completa. De salientar que só após o nosso contacto a ZON destacou as “Novas Condições Gerais” no seu portal».
O mesmo comunicado da Deco alega irregularidades nas novas condições de fidelização, que prevê a aplicação de valores de penalização aos clientes que abandonarem os serviços. Esta análise tem por base a mensagem que é enviada para os clientes na fatura de setembro e que concede a opção de denúncia de contrato até 15 de outubro. «Se a ZON contrariar esta informação, não só desrespeita o contrato, como induz os consumidores em erro, o que representa uma prática comercial desleal por ação enganosa», acusa a associação de consumidores.
Com as alterações dos contratos, a Zon pretende garantir o direito de aplicar uma penalização aos clientes que abandonam o serviço, apesar de alegadamente serem favorecidos pelas novas condições de serviço. A Deco considera que as penalizações não podem ser aplicadas, uma vez que o conceito de ser ou não favorecido pelas novas condições dos contratos estar sujeito a subjetividade.
«Rejeite o argumento que a ZON tem utilizado para exigir as quantias de penalização por não cumprir a fidelização. De acordo com a lei, a operadora só poderia fazê-lo se as alterações resultassem em vantagens para os clientes, o que não é o caso», refere a Deco num conselho enviado para os consumidores.
As críticas às novas condições de contrato estendem-se ainda ao facto de a operadora pretender que o pagamento da primeira fatura seja considerado uma prova de aceitação às alterações efetuadas e critica a aplicação de penalizações que poderão levar à suspensão total ou parcial dos serviços, caso o subscritor supere os níveis de consumo habituais e interfira com a qualidade, segurança e operacionalidade da rede.
A Deco exorta a Anacom a intervir rapidamente e a clarificar esta posição.

