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Zeinal Bava renunciou ao cargo de presidente da Oi no Brasil
O executivo português Zeinal Bava renunciou terça-feira à presidência da companhia de telefonia brasileira Oi, revelou a própria empresa.

A informação foi oficializada na noite de terça-feira, no Brasil, em um fato relevante da Oi, divulgado ao mercado, após o fechamento da Bolsa.
Zeibal Bava assumiu a presidência da Oi em junho de 2013, acumulando o cargo de presidente da Portugal Telecom (PT), que exercia desde 2008. O gestor foi um dos responsáveis do processo de fusão das duas companhias.
Em agosto, Zeibal Bava deixou a presidência da Portugal Telecom afirmando, na altura, que pretendia dedicar-se exclusivamente ao cargo no Brasil e promover a recuperação financeira e operacional da Oi.
A imprensa brasileira refere que a renúncia terá acontecido devido ao "desconforto" causado pela operação da PT com títulos da dívida da Rioforte, holding do grupo Espírito Santo, que deixou um "buraco" de 847 milhões de euros na telefónica portuguesa .
De acordo com o diário brasileiro "Valor Econômico", alguns acionistas brasileiros da Oi, nomeadamente as empresas Andrade Gutierrez e o grupo La Fonte, não acreditavam que Zeinal Bava desconhecia a operação como o próprio afirma.
A informação sobre a dívida e dos seus riscos só terá sido revelada aos sócios brasileiros da Oi em junho deste ano.
O diretor de Finanças e de Relações com Investidores da Oi, Bayard De Paoli Gontijo, assumirá temporariamente o cargo, até que o Conselho de Administração da companhia decida quem indicará para o posto.
Mais....
Confirmando os rumores da imprensa brasileira, Zeinal Bava abandonou a presidência da operadora brasileira Oi. Se a empresa vender a PT Portugal o negócio já não será conduzido pelo gestor.
A revista Veja avançava este fim de semana que o português já não contava com a confiança dos principais acionistas da empresa e que uma saída do cargo estaria por isso iminente.
Esta madrugada, um comunicado da Oi confirmou a saída de Zeinal Bava da liderança da operadora, um cargo que assumia desde junho do ano passado. A presidência da Oi fica para já nas mãos do CFO da empresa, mas os planos dos principais acionistas passam por ver no cargo o atual presidente da GVT, Amos Genish, avança a imprensa local.
A dívida do GES à PT, por via do investimento em papel comercial da Rio Forte, fragilizou a posição do gestor português na Oi, que pode estar a caminho de uma nova compra ou de uma fusão.
A empresa estará interessada nos ativos da TIM, controlada pela Telecom Itália e pode chegar em breve a acordo com a operadora europeia para um negócio que lhe permita concretizar a intenção. A imprensa local avança a possibilidade de compra, mas também a de fusão entre as duas empresas.
Este interesse poderá ser o mote para outra reviravolta na integração da PT Portugal na integração do grupo. O Jornal de Negócios escrevia ontem que a Altice estava a negociar com a Oi a compra da PT Portugal, numa operação que permitiria à Oi libertar capital para reforçar a capacidade de participação no processo de consolidação do sector no Brasil.
As notícias levaram a Oi a emitir um comunicado desmentindo a existência de negociações, mas não pararam os rumores. O Estadão escrevia ontem que um dos principais acionistas da Oi, o BTG estava a negociar a venda da PT portugal por 6,5 mil milhões de euros e também punha a Altice na lista de interessados no negócio.
A informação foi oficializada na noite de terça-feira, no Brasil, em um fato relevante da Oi, divulgado ao mercado, após o fechamento da Bolsa.
Zeibal Bava assumiu a presidência da Oi em junho de 2013, acumulando o cargo de presidente da Portugal Telecom (PT), que exercia desde 2008. O gestor foi um dos responsáveis do processo de fusão das duas companhias.
Em agosto, Zeibal Bava deixou a presidência da Portugal Telecom afirmando, na altura, que pretendia dedicar-se exclusivamente ao cargo no Brasil e promover a recuperação financeira e operacional da Oi.
A imprensa brasileira refere que a renúncia terá acontecido devido ao "desconforto" causado pela operação da PT com títulos da dívida da Rioforte, holding do grupo Espírito Santo, que deixou um "buraco" de 847 milhões de euros na telefónica portuguesa .
De acordo com o diário brasileiro "Valor Econômico", alguns acionistas brasileiros da Oi, nomeadamente as empresas Andrade Gutierrez e o grupo La Fonte, não acreditavam que Zeinal Bava desconhecia a operação como o próprio afirma.
A informação sobre a dívida e dos seus riscos só terá sido revelada aos sócios brasileiros da Oi em junho deste ano.
O diretor de Finanças e de Relações com Investidores da Oi, Bayard De Paoli Gontijo, assumirá temporariamente o cargo, até que o Conselho de Administração da companhia decida quem indicará para o posto.
Mais....
Zeinal Bava abandona presidência da Oi
Confirmando os rumores da imprensa brasileira, Zeinal Bava abandonou a presidência da operadora brasileira Oi. Se a empresa vender a PT Portugal o negócio já não será conduzido pelo gestor.
A revista Veja avançava este fim de semana que o português já não contava com a confiança dos principais acionistas da empresa e que uma saída do cargo estaria por isso iminente.
Esta madrugada, um comunicado da Oi confirmou a saída de Zeinal Bava da liderança da operadora, um cargo que assumia desde junho do ano passado. A presidência da Oi fica para já nas mãos do CFO da empresa, mas os planos dos principais acionistas passam por ver no cargo o atual presidente da GVT, Amos Genish, avança a imprensa local.
A dívida do GES à PT, por via do investimento em papel comercial da Rio Forte, fragilizou a posição do gestor português na Oi, que pode estar a caminho de uma nova compra ou de uma fusão.
A empresa estará interessada nos ativos da TIM, controlada pela Telecom Itália e pode chegar em breve a acordo com a operadora europeia para um negócio que lhe permita concretizar a intenção. A imprensa local avança a possibilidade de compra, mas também a de fusão entre as duas empresas.
Este interesse poderá ser o mote para outra reviravolta na integração da PT Portugal na integração do grupo. O Jornal de Negócios escrevia ontem que a Altice estava a negociar com a Oi a compra da PT Portugal, numa operação que permitiria à Oi libertar capital para reforçar a capacidade de participação no processo de consolidação do sector no Brasil.
As notícias levaram a Oi a emitir um comunicado desmentindo a existência de negociações, mas não pararam os rumores. O Estadão escrevia ontem que um dos principais acionistas da Oi, o BTG estava a negociar a venda da PT portugal por 6,5 mil milhões de euros e também punha a Altice na lista de interessados no negócio.
Oi põe PT à venda... decisão que pode acabar com operadora
Os acionistas da brasileira Oi parecem ter perdido o interesse na PT e anunciam a venda da operadora portuguesa, anuncia o Expresso. A imprensa brasileira dá como certa a saída de Zeinal Bava, numa reviravolta que preocupa os trabalhadores portugueses.
Zeinal Bava tinha um mega projeto em vista quando, em agosto, deixou a presidência do conselho de administração da Portugal Telecom (PT) e ingressou na Oi. Agora essa aspiração pode, muito bem, estar à beira do precipício, assim como o seu cargo, dado que operadora de telecomunicações brasileira decidiu colocar a PT Portugal à venda, avança o Expresso.
A decisão não preocupa apenas o gestor, que poderá enfrentar, assim, a segunda mudança de emprego em menos de dois meses. Preocupa também os trabalhadores da PT em Portugal, cuja comissão vai pedir uma reunião com o ministro Pires de Lima.
A polémica que envolveu o Grupo Espírito Santo (GES) estará na causa deste desinteresse por parte dos brasileiros, que pode fazer cair por terra a fusão entre as duas operadoras.
Nos últimos meses, têm sido várias as notícias que apontam para algum desconforto entre acionistas e o presidente executivo da Oi, nomeadamente depois de ter sido descoberto o investimento de quase 900 milhões de euros em papel comercial da Rioforte, empresa do GES, que entrou em incumprimento.
ZEINAL BAVA pode SAIR DA OI
Em menos de dois meses, o gestor moçambicano Zeinal Bava arrisca perder a segunda ‘presidência’, avançou este fim de semana a revista brasileira Veja.
O anúncio será feito ainda esta semana pelos accionistas da operadora de telecomunicações brasileira.
A revista brasileira Veja está a dar como certa a saída de Zeinal Bava da Oi, em virtude de mudanças na estrutura de topo da operadora de telecomunicações brasileira. A publicação sublinha que esta é a segunda ‘perda’ para o moçambicano em menos de dois meses.
Em agosto, deixou a presidência do conselho de administração da Portugal Telecom (PT) e agora está prestes a suceder-lhe o mesmo na Oi. A decisão, de acordo com a revista Veja, será anunciada pelos acionistas da operadora de telecomunicações brasileira no início desta semana.
Bayard Gontijo, atualmente administrador financeiro da Oi, deverá assumir o cargo de presidente interino, mas já foi iniciada ‘uma busca no mercado’ pelo sucessor de Bava.
Refira-se que, nos últimos meses, têm sido várias as notícias que apontam para algum desconforto entre acionistas e o presidente executivo da Oi, nomeadamente depois de descoberto o investimento de quase 900 milhões de euros em papel comercial da Rioforte, empresa do Grupo Espírito Santo (GES), que entrou em incumprimento.
Um investimento que teve como consequência, entre outras, a redução da participação da PT na Oi, após a fusão, para cerca de 25%.
PT Portugal pode vir a integrar grupo da ONI e da Cabovisão
Depois de uma integração conturbada na Oi, a PT Portugal pode vir a ser adquirida pela Altice, o grupo que já comprou a ONI e a Cabovisão, adianta hoje o Jornal de Negócios.
A concretizar-se, o negócio espelharia o interesse dos acionistas da OI em ganharem músculo financeiro para assumir uma posição de força no processo de consolidação do sector naquele país. Refletiria, por outro lado, o interesse da Altice em crescer no mercado português e assumir uma posição mais confortável, do que a garantida com o "património" herdado da ONI e da Cabovisão, que controla.
Na edição desta terça-feira, o Jornal de Negócios dá nota do possível interesse dos acionistas da OI na venda da PT Portugal. O jornal também garante que a Altice está atenta à oportunidade e já iniciou conversações naquele país.
O investimento de 900 milhões de euros da PT em papel comercial da Rioforte, que entrou em incumprimento, será um dos aspetos relevantes para alterar a visão dos acionistas da OI em relação aos benefícios da fusão com a empresa portuguesa. As estimativas de sinergias na ordem dos 1,8 mil milhões de euros, previstas quando o negócio foi anunciado não tinham em conta um conjunto de fatores que entretanto se impuseram.
Outro dado novo é um possível negócio entre a TIM e a OI, tem sido noticiado o interesse da OI em reforçar presença no seu mercado doméstico, onde tem menos força que os concorrentes mais diretos em mercados chave, como o das comunicações móveis.
A empresa terá mesmo contratado um banco para assessorar uma possível compra da TIM, um negócio que tem mais interessados e que, dizem agora alguns rumores, pode afinal manter os protagonistas mas mudar os papéis de cada um. A imprensa brasileira dá conta de que a TIM também tem interesse em comprar a OI.
A empresa é controlada pela Telecom Itália, que acaba de concluir uma tentativa falhada de reforçar posição no mercado brasileiro, com a compra da GVT. A imprensa assegura agora que o operador italiano está a preparar uma nova investida, que terá como alvo a OI.
A possibilidade de uma fusão entre as duas empresas também já começa a ser avançada. Zeinal Bava lidera a OI, mas pode já não estar na empresa quando as negociações entre as duas empresas avançarem, a confirmar-se a informação avançada pela revista Veja, onde se indica que o gestor está de saída.
A Altice também tem apostado em aquisições para crescer. desde que foi formada, em 2001, destacam-se as compras da Numericable e da Completel. Mais recentemente o grupo adquiriu o operador móvel francês SFR e em Portugal a Cabovisão e a ONI.
PT e Oi anunciam a fusão
A Portugal Telecom informou a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) da existência de um memorando de entendimentos que propõe a fusão entre a PT e a Oi. A avançar, Zeinal Bava vai ficar como Presidente Executivo da nova empresa.
Já há algum tempo que se especulava sobre a fusão da PT com a Oi. Agora, um comunicado do operador de telecomunicações português enviado à CMVM confirma a intenção da união com a brasileira Oi.
Desde 2010 que as empresas têm uma aliança e, caso o negócio seja aprovado pela regulação e pelos acionistas, a sede da empresa saída da fusão vai ser no Brasil e Zeinal Bava vai assumir o cargo de CEO. Segundo o Diário Económico, o processo de fusão deverá estar concluído no primeiro semestre do próximo ano.
Mais:
A operadora nacional chegou a subir mais de 22% após o anúncio de fusão com a Oi, mas acabou por moderar os ganhos ao longo da sessão. Ainda assim, trocaram de mãos 72,29 milhões de acções da PT, o valor mais elevado desde Fevereiro de 2007.
A Portugal Telecom e a Oi anunciaram esta quarta-feira, ainda antes da abertura da bolsa, que celebraram um acordo com vista à fusão das duas companhias e que criará um novo operador luso-brasileiro de telecomunicações. Uma notícia bem recebida pelos investidores, já que a operadora chegou a disparar 22,79% para os 4,175 euros (máximos de 15 de Março deste ano).
Também a liquidez desde logo se acentuou. Pelas 12h, já o volume negociado estava tão elevado quanto em Setembro de 2009, fechando em níveis máximos desde que a Portugal Telecom rejeitou a OPA da Sonaecom, ou seja desde Fevereiro de 2007, com 72,29 milhões de títulos negociados.
Quanto à valorização, a Portugal Telecom acabou por encerrar a subir 6,50% para os 3,621 euros. Isto representa a maior valorização de fecho desde dia 4 de Junho deste ano e a cotação (também de fecho) mais elevada desde Maio deste ano.
Em média, costumam ser transaccionadas 6 milhões de acções por sessão (número que tem como base os últimos seis meses).
Um entusiasmo que foi extensível ao restante sector, já que a Zon Optimus subiu 3,22% para os 4,676 euros e a Sonaecom apreciou 1,25% para os 2,106 euros.
As acções da Oi também estão a registar uma subida acentuada, valorizando 11,14% para 4,69 reais.