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Yotaphone, o smartphone com dois ecrãs, apresenta as novidades
Yota Phone
pode nunca ter ouvido falar da Yota Devices, uma fabricante russa. Mas ela apresentou a atualização de um smartphone bem bacana. O Yota Phone é um smartphone
com duas telas. A frontal não traz surpresa nenhuma: colorida, de LED e com cinco polegadas.
A surpresa fica para a tela traseira (visível na foto ao lado). Ela usa a tecnologia e-ink (ou tinta digital). É a mesma tecnologia que é empregada nas telas dos Kindles, da Amazon. Ela não emite luz e, consequentemente, consume pouca bateria. Nela, é possível responder a mensagens ou fazer ligações sem que seja preciso acessar a tela principal.
A fabricante YotaPhone russo anunciou a segunda geração de seu dual-screen dispositivo Android. O novo YotaPhone apresenta um "display AMOLED 1080p e 4.7" touchscreen QHD 5 e-Ink, embalado em um corpo elegante aparência que estará disponível em preto ou branco.
Em uma rápida olhada, o recém-chegado com certeza é uma grande melhoria sobre o seu quadradão aparência antecessor . YotaPhone também equipou o Android 4.4 KitKat smartphone com especificações dignas de um aparelho top-shelf.
O novo YotaPhone embala um Qualcomm Snapdragon 800 SoC com 2.3GHz CPU quad-core, 2 GB de RAM e 32 GB de memória interna. Foto e captura de vídeo é tratado por uma câmera principal de 8MP, auxiliado por uma unidade de frente 2MP.
As opções de conectividade do dispositivo incluem LTE, Wi-Fi 802.11 a / b / g / n / ac, Bluetooth 4.0, GPS e GLONASS. Rádio FM também está presente.
As medidas do novo YotaPhone são 144 x 69.5 x 8.9 mm, enquanto seu peso dicas a escala em 140 gramas. O smartphone é alimentado por uma bateria de 2.550 mAh.
O YotaPhone segunda geração estará disponível na Rússia e países da EMEA no 4 º trimestre deste ano. Disponibilidade nos mercados asiáticos e os Estados Unidos também planeado.

A empresa russa responsável pelo Yotaphone esteve atenta à receção feita ao primeiro equipamento e apostou na melhoria de alguns elementos. Por exemplo, o ecrã de tinta eletrónica é agora sensível ao toque.
O Yotaphone fez sucesso em 2013 por se apresentar como um smartphone Android de dois ecrãs - além da construção habitual, o equipamento tinha na parte traseira um ecrã e-ink. A tecnológica russa aproveitou o Mobile World Congress em Barcelona para apresentar uma segunda versão do telemóvel, mais capaz e mais refinada.
Uma das alterações foi feita no elemento que mais destaca o Yotaphone. O ecrã traseiro continua a ser e-ink, mas agora também é sensível ao toque, permitindo tirar mais proveito de uma segunda tela. Chamadas, mensagens, emails, navegação de Internet e até receber tweets são algumas das funcionalidades garantidas pelo painel traseiro.
Uma das alterações foi feita no elemento que mais destaca o Yotaphone. O ecrã traseiro continua a ser e-ink, mas agora também é sensível ao toque, permitindo tirar mais proveito de uma segunda tela. Chamadas, mensagens, emails, navegação de Internet e até receber tweets são algumas das funcionalidades garantidas pelo painel traseiro.
O tamanho também aumentou, para as 4,7 polegadas. Um pouco inferior ao ecrã de cinco polegadas da parte frontal, com resolução Full HD. O Yotaphone aumentou ainda na capacidade de processamento, estando equipado com um processador de quatro núcleos a 2,3Ghz.
De acordo com o Engadget esta segunda versão do equipamento ainda está em fase protótipo, mas os primeiros contactos com o smartphone deixam antever uma melhoria tanto a nível de design, como a nível de conceito.
É de esperar que o preço se mantenha nos 500 euros por equipamento, não sendo ainda certo quando é que a segunda versão do Yotaphone possa chegar ao mercado.
A empresa russa revelou também que está disponível a partir de agora um pacote de desenvolvimento que vai permitir aos programadores alterarem as suas apps para que sejam compatíveis com o painel traseiro e-ink do telemóvel. Também estão a ser feitas conversações com a Google, Amazon e Barnes&Noble para que os conteúdos destas empresas possam tirar proveito do ecrã de tinta eletrónica.
De acordo com o Engadget esta segunda versão do equipamento ainda está em fase protótipo, mas os primeiros contactos com o smartphone deixam antever uma melhoria tanto a nível de design, como a nível de conceito.
É de esperar que o preço se mantenha nos 500 euros por equipamento, não sendo ainda certo quando é que a segunda versão do Yotaphone possa chegar ao mercado.
A empresa russa revelou também que está disponível a partir de agora um pacote de desenvolvimento que vai permitir aos programadores alterarem as suas apps para que sejam compatíveis com o painel traseiro e-ink do telemóvel. Também estão a ser feitas conversações com a Google, Amazon e Barnes&Noble para que os conteúdos destas empresas possam tirar proveito do ecrã de tinta eletrónica.
YotaPhone- smartphone russo com dois ecrãs já está a venda
É possível utilizar a parte traseira do YotaPhone como um relógio, ou para exibir papéis de parede.
O sistema operativo deste novo Yotaphone é o Android, na versão 4.2, a câmara fotográfica integrada é de 13 megapixéis e o ecrã de 4,3 polegadas. O processador do YotaPhone é um Dual Core a 1,7 GHz e a RAM é de 2GB. Tem suporte para 4G.
A bateria é de 1.800 mAh, mais "robusta" que a do iPhone 5s (de 1.560 mAh), mas menos independente que a do Galaxy S4 (2.600 mAh), garantindo uma opção interessante, que será potenciada pela poupança na utilização do ecrã LCD.
O equipamento começa hoje a ser vendido na Rússia, Áustria, França, Espanha e Alemanha por 499 euros. Durante o primeiro trimestre do próximo ano, o número de mercados europeus onde vai estar à venda será alargado.
Yota Devices planeia vender o telefone em 20 países no ano que vem após fazer sua estreia em 2013 na Rússia, Aústria, França, Alemanha e Espanha
A desenvolvedora russa de modems Yota Devices lançou seu primeirosmartphone nesta quarta-feira, com a esperança de que sua nova tela de dois lados permita que ela entre nos mercados na Europa e no Oriente Médio e tome participação de rivais.
A Rússia é um importante mercado para fabricantes de celulares como Apple e Samsung, mas até agora não teve sucesso no desenvolvimento de smartphones.
A Yota Devices, sediada em Moscovo planeia vender o telefone em 20 países no ano que vem após fazer sua estreia em 2013 na Rússia, Aústria, França, Alemanha e Espanha.
"Se tivermos acertado, ficaremos felizes pois de dois a três anos todos vão nos copiar", disse o presidente-executivo da Yota, Vlad Martynov, se referindo ao sucesso dos iPhones da Apple desde seu lançamento em 2007. Ele atualmente não tem planos para um lançamento no competitivo mercado dos EUA.
O YotaPhone, montado na China a partir de componentes fabricados no Japão e Taiwan, conta com uma tela de LCD iluminado de um lado e uma tela de papel eletrônico projetada para imitar a aparência de tinta comum em papel do outro, que fica sempre ligada.
A tela de papel eletrônico pode exibir mensagens de texto e informações de mídia social, mapas, clima, além de notícias urgentes e funcionar como um livro eletrônico.
O telefone, baseado no sistema operacional Android do Google, estará disponível a partir de 19.990 rublos (600 dólares) em lojas na Rússia, ante um preço de cerca de 29 mil rublos (870 dólares) pelo iPhone 5c da Apple com as mesmas especificações de memória.
Mais:
Já está à venda o smartphone russo YotaPhone, um equipamento que põem em prática um novo conceito e que promete marcar a diferença pela autonomia que pode oferece.
O YotaPhone conta com dois ecrãs: um EPD (Electronic Paper Display, que usa a tecnologia e-Ink) e um LCD. Ambos são sensíveis ao toque e estão posicionados em cada uma das faces do dispositivo.
O ecrã LCD assume as funções principais do equipamento, enquanto o EPD vai funcionar como uma janela de informação, que facilita o desempenho de algumas tarefas. Este ecrã vai permitir que o utilizador tenha acesso a um conjunto de informação do equipamento sem ter de o desbloquear, como sejam notificações, mensagens ou chamadas.
O ecrã LCD assume as funções principais do equipamento, enquanto o EPD vai funcionar como uma janela de informação, que facilita o desempenho de algumas tarefas. Este ecrã vai permitir que o utilizador tenha acesso a um conjunto de informação do equipamento sem ter de o desbloquear, como sejam notificações, mensagens ou chamadas.
A alternativa terá um impacto relevante na autonomia do dispositivo que, de acordo com fabricante, pode aguentar até sete vezes mais tempo que outros smartphones da mesma gama. Os mesmos dados indicam que, em média, um utilizador desbloqueia o telemóvel cerca de 150 vezes por dia.
O sistema operativo deste novo Yotaphone é o Android, na versão 4.2, a câmara fotográfica integrada é de 13 megapixéis e o ecrã de 4,3 polegadas. O processador do YotaPhone é um Dual Core a 1,7 GHz e a RAM é de 2GB. Tem suporte para 4G.
A bateria é de 1.800 mAh, mais "robusta" que a do iPhone 5s (de 1.560 mAh), mas menos independente que a do Galaxy S4 (2.600 mAh), garantindo uma opção interessante, que será potenciada pela poupança na utilização do ecrã LCD.
O equipamento começa hoje a ser vendido na Rússia, Áustria, França, Espanha e Alemanha por 499 euros. Durante o primeiro trimestre do próximo ano, o número de mercados europeus onde vai estar à venda será alargado.
Smartphone russo com dois ecrãs o YotaPhone é lançado no MWC 2013
O YotaPhone deve, finalmente, ser lançado internacionalmente em dezembro deste ano. O smartphone russo com Android tem como diferencial uma tela secundária na parte traseira, feita com display e-paper, mesma usada por e-readers, semelhante a um papel. Os fãs da ideia aguardam o modelo desde seu anúncio, em 2012, e as expectativas se tornaram ainda maiores após a sua demonstração nas feiras CES e MWC em 2013 .
O grande atrativo do ecrã traseiro é que qualquer conteúdo pode ser exibido sem gastar energia para isso, podendo, por exemplo, mostrar um mapa ou uma página de livro com o telefone desligado. O recurso pode, também, ser útil para que o smartphone sirva de voucher ou cartão de embarque, o que já é feito hoje, mas com a dependência de bateria.
O smartphone terá, no entanto, configurações medianas. Seu processador será um dual-core rodando a 1,7 GHz, 2 GB de RAM e uma tela principal de LCD com resolução HD (720p). A bateria é somente de 1800 mAH, mas, considerando que a tela secundária quase não consome energia, deve ser o bastante para usar o aparelho durante o dia, com uso moderado.
A fabricante russa Yota Devices promete a chegada do smartphone de dois ecrãs antes do Natal, mas ainda não divulgou por qual preço, apesar de rumores vindo do país apontarem um valor salgado de € 500.
Análise ao aparelho:
O YotaPhone, smart russo com dois ecrãs - um LCD frontal e um e-ink traseira -, mais uma vez roubou a cena, durante o Mobile World Congress (MWC), em Barcelona, Espanha. Oficialmente apresentado agora, o aparelho já havia faturado o prémio "Best of CES", em Las Vegas, no início do ano, e realmente é uma das poucas ideias realmente novas dos últimos tempos.
Se não impressiona pelo design, extremamente discreto e simplório, o YotaPhone conquista o utilizador pela versatilidade e, sobretudo, pela autonomia da bateria. Afinal, o papel eletrônico pode ficar para sempre ali, enquanto o LCD tende a "morrer" em algumas horas e fica apagando para poupar bateria.
O aparelho é leve, tem uma boa pegada e é extremamente divertido brincar de jogar um conteúdo de um ecrã para outro. Roda o Android 4.2 (Jelly Bean) em um Qualcomm SnapDragon S4 dual core com 1.5Ghz, pesa 140 gramas, vem em versões 32GB ou 64GB, com 2GB de RAM, câmera de 12MP e telas de 4.3'', tanto a LCD quando a e-ink. Uma plataforma que, se não é top, é suficiente para o brinquedo funcionar suave e sem sobressaltos.
Para um protótipo, o resultado é bem satisfatório: durante toda a apresentação de quase meia hora, o YotaPhone não travou nem engasgou sequer uma vez. Embaraço que muitas das gigantes têm que enfrentar em aparelhos mais badalados.
Mas, o que exatamente significa a segunda tela(ecrã), de papel eletrônico? Basicamente, ela funciona integrada à primeira, de LCD. Pode jogar conteúdo de uma para outra, como, por exemplo, um mapa ou uma passagem de avião, para que não precise se preocupar quando a bateria acabar. A imagem fica congelada no ecrã, que não consome bateria e, teoricamente, pode ficar para sempre ali.
Ao contrário da LCD normal, que apaga alguns segundos após o recebimento de um SMS, WhatsApp ou mesmo uma ligação perdida, o YotaPhone mantém esses dados permanentemente no e-ink. Facebook, Twitter e demais redes sociais também podem ser acessadas e controladas via e-ink.
Mas a funcionalidade principal do aparelho é "matar" o Kindle e seus concorrentes. Afinal, ter um aparelho que permite a leitura sem cansar os olhos pode fazer com que o usuário deixe de carregar um gadget - no caso, o e-reader. E o e-ink do YotaPhone funciona também sob o sol, ao contrário da maioria dos leitores digitais disponíveis no mercado.
Um dos grandes "desafios" do YotaPhone vai ser o mercado. Com planos de ser lançado na Rússia já no final de 2013 e na Europa ocidental em 2014 , o aparelho será vendido na faixa dos US$ 500 - entrando na luta com os grandes como Apple, Samsung e HTC. Um desafio e tanto para uma empresa com pouco mais de um ano que não tem nenhum aparelho lançado, baseada na Rússia, que também não tem nenhuma tradição em eletrônicos.
Mesmo com tudo isso, conquistar um lugar no mercado, mesmo depois de acabar com o tédio dos consumidores com uma ideia tão interessante, vai ser muito mais difícil do que surpreender a todos na CES e na MWC. Afinal, quem apostaria que um protótipo russo pudesse dividir os holofotes com o Xperia Z, da toda-poderosa Sony?