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Xiaomi - Conheça os principais smartphones da ‘Apple chinesa’

A Xiaomi é uma empresa que não para de crescer no mercado asiático. Considerada a “Apple chinesa” por muitos especialistas, a companhia lança smartphones que recebem um número alto de elogios e já conquistou muitos fãs no mundo inteiro ou quase, falta chegar a alguns mercados como por exemplo o Brasil.

Xiaomi é a Apple chinesa (Foto: Divulgação)Xiaomi é a "Apple chinesa": veja quais são os principais dispositivos
Xiaomi MI 4
O top de linha da Xiaomi, foi lançado recentemente e vem sendo comparado com iPhone 6 e outros “gigantes”. Tem ecrã de 5 polegadas Ful HD com densidade de 441 ppi, mede 139,2 x 68,5 x 8,9 mm e pesa 149 g. O processador é um Snapdragon 801 quad-core de 2,5 GHz, e o smart conta ainda com 3 GB de RAM e 64 GB de memória interna.
Mi 4 é o top de linha da empresa (Foto: Divulgação)Mi 4 é o top de linha da empresa (Foto: Divulgação)
Para aguentar tudo isso, bateria de 3080 mAh. Suas câmeras têm 13 megapixels (traseira), com direito a vídeos em 4K, e 8 megapixels (frontal), ideal para selfies. Completando suas especificações, Bluetooth, Wi-Fi, NFC e Android 4.4 (Kit Kat). Tudo, aproximadamente, por US$ 400 (no Brasil em torno de R$ 1 mil em conversão direta).
Xiaomi MI 3
Modelo anterior ao MI 4, não deixa a desejar em especificações técnicas. Seu corpo é um pouquinho mais robusto, mede 144 x 73,6 x 8,1 mm e pesa 145 gramas. O smartphone possui a mesmo ecrã de 5 polegadas Full HD, com densidade de 441 ppi, do MI4. Mas, é claro, no hardware há alguns desvantagens.
Mi-3 já foi superado, mas ainda é boa opção (Foto: Divulgação)Mi-3 já foi superado, mas ainda é boa opção (Foto: Divulgação)
Suas configurações são: processador Snapdragon 800 quad-core de 2,4 GHz, 2 GB de RAM e 16 GB de memória, com bateria de 3050 mAh, câmera traseira de 13 megapixels e frontal de 2 megapixels, NFC, Bluetooth, Wi-Fi e 4G. Atualmente, custa em torno de US$ 300 (no Brasil aproximadamente R$ 690 em conversão direta).
Xiaomi Redmi Note
Pelo nome, percebe-se que a intenção é ser como um Galaxy Note. Mas não possui condições de bater de frente com a linha de foblets da Samsung. Mede 154 x 78,7 x 9,45 mm, com 199 g de peso, e o ecrã de 5,5 polegadas (720 x 1280 pixels e 267 ppi).
Note é grande, mas não tão potente (Foto: Divulgação)Note é grande, mas não tão potente (Foto: Divulgação)
O processador é um MediaTek octa-core de 1,4 MHz, com 1 GB de RAM e tem 8 GB de memória. Suas câmeras têm 13 e 5 megapixels, traseira e frontal respectivamente. O modelo intermediário oferece bateria de 3200 mAh e inclui possui todas as conectividades básicas como Wi-Fi e Bluetooth. O preço sugerido é de US$ 199 .
Xiaomi Hongmi
O famoso “bom, bonito e barato” da Xiaomi. Com hardware competitivo por preço baixo (cerca de US$ 130,no Brasil R$ 300 em conversão direta), ele é um sucesso. Mas seu corpo é bem robusto, medindo 137 x 69 x 9,9 mm, com peso de 158 g. O ecrã, HD (1280 x 720 pixels), é relativamente grande, com 4,7 polegadas, e boa, com densidade de 312 ppi.
Colorido Hongmi tem ótimo custo-benefício (Foto: Divulgação)Colorido Hongmi tem ótimo custo-benefício (Foto: Divulgação)
Suas especificações são modestas, mas atrativas pelo preço: processador quad-core MediaTek de 1,5 GHz, 1 GB de RAM, 2000 mAh de bateria, câmeras de 8 megapixels e de 1,3 megapixels, Bluetooth e Wi-Fi. Configuração básica, mas que dá para o gasto – e pode ser ideal para quem não quiser gastar muito.
Xiaomi Redmi 1S 
Um dual-chip que segue a característica económica do último modelo. Na tela, por exemplo, mesmos detalhes como 4,7 polegadas, com resolução HD, e densidade de 312 ppi. O smartphone mede 137 x 69 x 9,9 mm – mas usa o Android 4.3 (Jelly Bean), uma evolução se comparado com o 4.2 do Hongmi.
Modelo básico da Xiaomi custa R$ 230 (Foto: Divulgação)Modelo básico da Xiaomi
Usa um chip Qualcomm Snapdragon 400 de 1,6 GHz, 1 GB de RAM, 8 GB de memória interna e bateria de 2000 mAh. Equipado com Bluetooth e Wi-Fi, tem câmera de 8 megapixels na parte traseira e outra de 1,6 megapixels na frontal. Pode-se dizer que é o equivalente ao Moto E da Motorola, por exemplo, com preço sugerido de US$ 169.

No Brasil custa R$ 230

Xiaomi vai vender seus smartphones em dez novos mercados ( Brasil, Índia, México) este ano

Xiaomi llegará finalmente a México este año

Xiaomi anunciou seus planos para entrar dez novos mercado este ano. O fundador da fabricante chinesa e CEO Lei Jun deu a notícia em uma conferencia de imprensa em Pequim.
Xiaomi começará as vendas em grandes mercados em desenvolvimento como a Índia, Brasil, Rússia e México. O resto da lista de países inclui Malásia, Filipinas, Indonésia, Tailândia, Vietname e Turquia. O movimento é parte de um plano de expansão internacional. Xiaomi tem o objetivo de aumentar as vendas em cinco vezes, para 100 milhões de aparelhos em 2015.
Quatro anos depois de entrar na indústria, Xiaomi tem tido um sucesso considerável na China (a empresa fica à frente da Apple com 7% de participação no mercado doméstico), Hong Kong, Taiwan e Singapura. O fabricante chinês é conhecido por vender seus dispositivos  diretamente aos consumidores on-line com preços acessíveis - um processo que gera vendas impressionantes em períodos curtos de tempo .

No Brasil....

A “Apple do oriente” está prestes a desembarcar em solo tupiniquim. Segundo um jornal local, a fabricante chinesa Xiaomi, cujo vice-presidente é o brasileiro Hugo Barra (ex-diretor do Google), deverá iniciar suas operações em 10 países ainda em 2014, dentre eles o Brasil. A confirmação chega pouco mais de um mês após Barra anunciar conversas com autoridades para trazer a empresa ao país.
Mi 3, topo de linha da Xiaomi, poderá ser vendido no Brasil em breve (Foto: Divulgação/Xiaomi)Mi 3, topo de linha da Xiaomi, poderá ser vendido no Brasil em breve (Foto: Divulgação/Xiaomi)
A Xiaomi é famosa na China por comercializar smartphones com configurações poderosas a preços baixos. Seu último topo de linha, o Mi 3, tem hardware parrudo com direito a tela de 5 polegadas FullHD, processador Snapdragon 800, 2 GB de RAM, câmera de 13 megapixels e bateria de longa duração. Seu preço não chega a R$ 800, em conversão direta de yuans para reais. E assim como no Brasil, os gadgets de Apple e da Samsung costumam ser caros por lá.
A estratégia da Xiaomi nos outros países em que pretende operar – além do Brasil, chegará também na Índia, Indonésia, Filipinas, Malásia, México, Rússia, Tailândia, Turquia e Vietnã – é continuar a oferecer preços atrativos. Portanto, a expectativa é que a fabricante siga passos semelhantes ao Moto G, porém para o segmento top de linha. 
Ainda não há data exata para sua chegada no país, muito menos quando começará a vender seus produtos e quais aparelhos estarão no portfólio brasileiro

100.000 unidades Xiaomi Redmi Notes vendidas em 34 minutos

Xiaomi é conhecida por seus dispositivos Android baratíssimo que não poupam fora em hardware ou de qualidade high-end, por isso é nenhuma surpresa que cada vez que um novo dispositivo deles é liberado, os consumidores devorá-lo e ajudar a empresa a definir algumas recordes de vendas bastante impressionantes.
 The Xiaomi Redmi Note não é diferente, ea fabricante chinesa conseguiu vender 100.000 unidades do dispositivo em apenas 34 minutos. Isso ainda não coincidir com a inacreditável 4 minutos, 100k venda de sua Hongmi em novembro de 2013, mas ainda é um feito, no entanto.


O Redmi custa 161 dólares (999 yuan) e possui um display de 5,5 "720 x 1280, um 1.7GHz octa-core chipset, 2GB de RAM, 16GB de armazenamento interno, câmera de 13MP, bateria 3200mAh, e Android 4.2.2. Por US $ 161, você está recebendo uma besta de um phablet.
Xiaomi lançou uma versão menos impressionante spec'd do telefone por US $ 129 (799 yuan), que ainda tem um chip octa-core, com clock de 1.4GHz apenas, e apenas 1 GB de RAM e 8 GB de armazenamento interno. Tudo o resto é o mesmo. No entanto, a RAM extra só vale o adicional de US $ 32, por isso é difícil de imaginar que iria comprar a versão de custo mais baixo se a 161 dólares Redmi está disponível.

Xiaomi apresenta Hongmi 1s e Xiaomi Mi4 apanhado em testes de Benchmark

                         
O designer e fabricante de telefones Xiaomi chinês divulgou sua mais recente proposta de nível de entrada - a 1s Hongmi. O smartphone Android estará disponível para pré-venda na China em 20 de fevereiro para ¥ 799 ($ ​​130).
A maior diferença entre os 1s Xiaomi Hongmi e seu antecessor é o chipset. O recém-chegado cavou o Mediatek MT6589T SoC por um Qualcomm Snapdragon de 1.6GHz 400 com CPU quad-core e GPU Adreno 305.
Os Xiaomi Hongmi 1s embala um giga de RAM e 8GB de memória interna que pode ser expandida via cartão microSD slot. A tela é uma unidade de 4.7 "IPS com resolução de 1280 x 720 pixels. Fora da caixa, o dispositivo irá arrancar Android 4.3 Jelly Bean vestido com interface de MIUI V5 da Xiaomi.
A câmera do 1s Hongmi é uma unidade de 8MP com flash f/2.2 e LED, capaz de capturar vídeos em 1080p. A câmera frontal é uma unidade de 1.6MP. As opções de conectividade incluem dual-SIM (um GSM e um WCDMA), Wi-Fi 802.11b/g/n, Bluetooth 4.0 e GPS + GLONASS.
As medidas físicas dos 1s Hongmi são 137 x 69 x 9,9 milímetros, enquanto suas dicas de peso a escala em 158 gramas. O dispositivo é alimentado por uma bateria de 2000 mAh substituível pelo usuário.
Em uma rápida olhada, o Xiaomi Hongmi 1s oferece uma série de hardware para o dinheiro. O dispositivo oferece especificações mais corpulentos do que o popular Moto G por muito menos dinheiro.


Especificações : Xiaomi Mi4 é flagrado em testes de benchmark

Aparelho deve contar com ecrã de alta resolução e trazer o Snapdragon 800 mais potente da Qualcomm
Especificações vazadas: Xiaomi Mi4 é flagrado em testes de benchmark
Com a proximidade de grandes anúncios por parte da Samsung, LG, Sony e outras fabricantes de aparelhos Android na MWC 2014, o mundo acaba se esquecendo das pequenas companhias asiáticas que têm criado ótimos aparelhos nos últimos anos. Uma delas é a Xiaomi que se deu muito bem com o atual Mi3. Agora, o que pode ser o próximo top de linha da marca, o Mi4, foi flagrado em testes de benchmark do AnTuTu, o que deixou alguns rastros bastante interessantes.
O aparelho deve contar com um leque de especificações decente e poderá concorrer inclusive com os top de linha das grandes empresas. Para que isso aconteça, a fabricante incluiu em seu dispositivo o melhor chip Snapdragon 800 disponível na Qualcomm, o MSM8974 A, com frequência de 2,46 GHz. Nos testes, o protótipo da Xiaomi rodava o Android 4.3, mas isso não quer dizer que essa será a versão de lançamento.

Confira as especificações do possível Mi4

  • Processador: Snapdragon 800 MSM8974 A 2,46 GHz
  • Tela: 1920x1080, tamanho desconhecido
  • GPU: Adreno 330
  • RAM: 3 GB
  • Armazenamento interno: 16 GB
  • Câmeras: Traseira de 13 MP e frontal de 8 MP
  • Conectividade:  4G LTE
  • SO: Android 4.3 ou 4.4

No ano passado, a marca vendeu cerca de 20 milhões de aparelhos nos países em que atua. A expectativa com esse Mi4 é que o número dobre em 2014. Contudo, não há qualquer informação sobre a possível data de apresentação do dispositivo. 

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