Com tecnologia do Blogger.

Mostrar mensagens com a etiqueta web. Mostrar todas as mensagens

WhatsApp Web - já está disponível para Android, Windows Phone e BB OS... veja como instalar no PC

Com a versão para computador do WhatsApp, os administradores do serviço resolveram nos brindar com o WhatsApp Web, uma variante do mensageiro que funciona para o Google Chrome a partir de aparelhos com Android,Windows Phone, BlackBerry, BlackBerry 10 e Nokia S60.


Conforme diversos rumores indicavam, o WhatsApp realmente ganhou uma versão para navegadores, que pode ser utilizada em praticamente qualquer desktop ou tablet. Para que isto seja possível, basta atualizar o aplicativo em seu smartphone para a versão mais recente disponível, e então será habilitada a opção "WhatsApp Web" ao acessar o menu no ecrã inicial.

Após isto, basta seguir os passos exibidos, abrindo o site web.whatsapp.com e utilizando o seu aparelho para escanear o código QR exibido. Poderá então realizar o login normalmente, e terá suas conversas vinculadas com entre os dois dispositivos. Vale lembrar, entretanto, que até o momento apenas os aparelhos com Android, Windows Phone ou BlackBerry OS receberam o update que possibilita o acesso ao WhatsApp Web, restando esperarmos que uma versão para iOS seja liberada em breve.








      





É preciso tomar um certo cuidado com o material que  irá disponibilizar no WhatsApp, pois ele pode estar sendo visto por mais alguém.

Para baixar a versão mais recente do aplicativo,  poderá acessar diretamente o site dos desenvolvedores, ou então a loja de aplicativos relacionada à sua plataforma. O WhatsApp pode ser baixado gratuitamente em todos os sistemas.
WhatsApp - Android
WhatsApp - BB OS
WhatsApp - Windows Phone

A medida foi tomada para evitar que usuários utilizem versões alternativas do mensageiro. Recentemente, o WhatsApp baniu diversos usuários que optavam por clientes não-oficiais do serviço, como o WhatsApp Plus, por exemplo. Deste modo, os usuários poderão ter acesso às conversas também no computador, fazendo com que ele fique parecido com outros aplicativos como o Telegram, por exemplo.


Saiba....
Como configurar o WhatsApp Web para utilizá-lo no navegador da Google. Como vocês verão, os passos são extremamente simples (independente de qual seja a plataforma) e não requerem conhecimentos avançadíssimos para ter o mensageiro funcionando diretamente em seu computador. Preparados?
WhatsApp Web

Passo 1: atualizar o WhatsApp no seu smartphone

O primeiro passo essencial é atualizar o aplicativo em seu aparelho. O processo exato pode, obviamente, diferir de uma plataforma para outra, mas no geral é muito simples.
No Android, basta apenas acessar a Play Store, ir em “Meus Apps” no menu e aceitar a atualização do WhatsApp disponível (que provavelmente já está liberada para todos). Caso  não tenha o mensageiro em seu aparelho, só é preciso instalá-lo para que a última versão passe a integrar seu smartphone.
Atualizando o WhatsApp.

Passo 2: acessar o WhatsApp Web no Google Chrome

Em seguida, é preciso acessar o seguinte endereço para conseguir utilizar o mensageiro no PC: https://web.whatsapp.com/. Um código QR é exibido, assim como uma caixa de seleção para manter-se conectado e um breve tutorial para cada plataforma.
Caso a opção “Mantenha-me conectado” esteja desmarcada, o WhatsApp Web será desconectado automaticamente após um longo tempo de inatividade, evitando que outras pessoas possam usar o mensageiro.
WhatsApp Web no Google Chrome

Passo 3: ler o código QR

No WhatsApp para o smartphone, acesse o menu e encontre a opção “WhatsApp Web”. O aplicativo vai abrir a câmera traseira e funcionar como um leitor de códigos QR. Escaneie a imagem do computador e espere a página atualizar.
Pronto! O WhatsApp Web já está configura e pronto para ser utilizado no computador. Vale ressaltar que ainda é necessário manter o aparelho conectado à internet e o aplicativo configurado no smartphone. Caso contrário, o WhatsApp Web perderá a conexão e não funcionará corretamente.
Lendo o código QR.
Mensagem exibida com o smartphone perde a conexão com a internet.

Passo 4 (extra): habilitar as notificações na Área de Trabalho

Para permitir que o mensageiro exiba notificações de novas mensagens na Área de Trabalho, basta apenas clicar sobre o link “Ativar notificações na área de trabalho”. Uma janela pop-up será mostrada, ensinando o que deve ser feito. Proceda conforme o ensinado – apenas clicando em “Permitir” na barra superior que aparecer – e pronto!
Mensagem para ativar as notificações na Área de Trabalho.
Pop-up ensinando como ativar as notificação na Área de Trabalho.
É só clicar em "Permitir".

Possíveis problemas

Alguns leitores relataram que mesmo depois de atualizado, o WhatsaApp não mostra o botão "WhatsApp Web" nos aparelhos. Para resolver o problema, uma solução é desinstalar e reinstalar novamente o aplicativo no dispositivo. Porém, é bom lembrar de fazer o backup das conversas do mensageiro para evitar a perda de dados. Depois de concluído, basta apenas restaurar tudo o cópia de segurança para o app novamente.
Outro problema encontrado na atualização do mensageiro acontece em smartphones com telas pequenas e resoluções muito baixas. Acontece que, na hora de ler o código QR, uma mensagem explicativa aparece na tela e não pode ser dispensada por que o botão que faz isso não aparece. Ainda não há uma solução para isso e esperamos que em breve o WhatsApp corrija o problema com um novo update.
Mensagem para dispensar o tutorial não aparece em telas pequenas.

Como rodar o WhatsApp Web em um tablet

Apesar de não ser a opção idealizada pelo administradores do WhatsApp, o WhatsApp Web também pode funcionar normamente em tablets. No entanto, a restrição de navegador ainda é a mesma: apenas no Google Chrome. Ao tentar abrir o endereço https://web.whatsapp.com/ uma mensagem inicial de erro é exibida.
Porém, o macete é habilitar a versão para desktop do navegador para conseguir visualizar o código QR e autenticar a sua entrada no serviço. Confira as imagens abaixo para compreender o que deve ser feito.
Habilitando a versão desktop do Google Chrome no tablet.
WhatsApp Web rodando em um tablet.
.....
Dava para ser mais fácil? Provavelmente não. Então siga o tutorial e aproveite para usar todas as funcionalidades do PC enquanto conversa no mensageiro mais popular para smartphones. 

Google apresentou novo design para Android, Chrome OS e Web



Da Keynote da Google,surgiram já bastantes novidades da conferência anual I/O 2014, a primeira respeitante ao design.

A Google revelou um novo design para Android, Chrome OS e Web, uma nova imagem que se enquadra naquilo que será a “teoria unificadora de um espaço racionalizado e de um sistema de movimento”.





A Google Design apresenta-se assim como a nova linguagem aplicada à nova interface.  A interface em acção vem com aplicações Google radicalmente redesenhas tanto no Android como Web, incluindo o Gmail ou o calendário.





Com esta nova interface, a Google pretende que os dispositivos com que o utilizador interage sejam um seguimento das acções da vida real.
“Our material is grounded in tactile reality, inspired by our study of paper and ink, yet open to imagination and magic”


O novo design representa desta forma uma mudança real à anterior interface Holo UI introduzida no Android 4.0 em 2012, onde as cores brilhantes e as transições animadas são a grande aposta.

Estão assim lançadas as directrizes e ferramentas para os programadores criarem as suas apps para Android e Web. Esta nova interface virá integrada já no final do ano com o lançamento da nova versão do Android “L”, mas está disponível para os programadores a partir de hoje.




Google Design




Google renova interface e experiência de utilização do Android


Chama-se Material Design e representa uma das maiores evoluções visuais que o Android sofreu nos últimos tempos. A mudança vai-se estender ao Chrome e às versões Web dos serviços, criando uma unificação entre plataformas.


A Google anunciou na conferência mundial de programadores o novo aspeto visual que o Android vai ter. É baseado numa tecnologia chamada Material Design que responde de forma fluída e direta a todas as ações que os utilizadores fazem. Por este motivo a experiência de utilização de serviços Google promete transformar-se nos próximos meses.

Quem usa a aplicação Google+ em dispositivos móveis já teve a oportunidade de experimentar um pouco daquilo que vai ser o novo design: mais simplista, um que aproveita melhor o espaço dos ecrãs.

O efeito de profundidade é outra das bandeiras do novo Android. Os elementos que o utilizador escolher vão sobressair diante dos restante, criando um efeito de flutuação. Ao mesmo tempo parece que esse conteúdo, seja um contacto ou um email, tem outra importância relativamente aos outros.

As animações de transição entre elementos também prometem ser um destaque do novo Android, para já denominado de L-Release e que vai chegar aos utilizadores durante o outono. A Google assume aqui uma atitude à la Apple, apresentando as novidades do software muito tempo antes de este poder ser experimentado pelos utilizadores finais.

Há ainda um novo sistema de notificações, novos botões virtuais e um novo modo de abertura de conteúdos entre aplicações, para que o software esteja melhor integrado com os conteúdos que só podem ser acedidos através da Internet.

No que diz respeito à segurança a Google está a trabalhar num novo sistema de reconhecimento do utilizador. Chama-se Ambiente de Confiança e permite que o telemóvel seja desbloqueado pelo utilizador, sem palavra-passe ou códigos de toque, apenas por detetar que o smartwatch do mesmo utilizador está no raio de ação. O mesmo vai funcionar entre o relógio, o telemóvel e os computadores Chrome OS.

Ao nível do sistema operativo e das novas funcionalidades há por exemplo um gestor de bateria, que ajuda o utilizador a controlar os gastos energéticos do telemóvel. O Android vai ter de forma nativa uma opção de "emergência" que pode ser ativado quando a bateria estiver demasiado baixa e que deixa o telemóvel em consumos mínimos - de acordo com a tecnológica de Mountain View, os últimos sopros de vida da bateria podem na realidade durar mais 90 minutos neste modo de poupança.

O novo Android L-Release traz cerca de 500 novas API para os programadores. O nome de código da próxima versão do Android continua por conhecer.

As alternativas ao Google

Empresa americana já tem concorrentes 'repensando' o conceito de pesquisa na web.



O Google, empresa por trás do famoso site de buscas, anda bastante ocupado. Nas últimas semanas, a empresa apresentou uma nova ferramenta que trata e corrige fotos de sua rede social, o Google+; lançou balões de ar com equipamentos que levarão o acesso a internet quase ao espaço; inaugurou um novo serviço de música por streaming, o Google Play Music All Access; deu pistas sobre um novo smartphone, o Moto X, e revitalizou seu sistema de mapas.
Em breve, também trará ao mercado o Google Glass, um óculos que terá recursos para tirar fotos e filmar e permitirá também a navegação por GPS.
Mas, quando a gigante do setor de tecnologia divulgar seu próximo balanço financeiro, investidores estarão preocupados com outra coisa: o desempenho do negócio de anúncios online do Google, sua principal fonte de lucro.
A predominância do Google entre os buscadores na internet já não é mais tão grande assim.
Na Grã-Bretanha, de todas as buscas feitas no país, a empresa responde por 90% das que são feitas em computadores e 92% das feitas pelo celular, de acordo com dados da empresa de análise Statcounter.
Mas, nos Estados Unidos, somente 78% das pessoas que usam computadores para fazer buscas ainda se mantêm fiéis à empresa.
No Brasil, de acordo com um levantamento da consultoria Serasa Experian feito neste ano, o site Google Brasil era o líder entre os buscadores, sendo usado em 73,83% das buscas realizadas no país no período de quatro semanas encerrado em 30 de março. Em segundo lugar ficou o Bing Brasil, da Microsoft, com 9,91%.
Em outros países, como Rússia, China e Coreia do Sul, a empresa vive uma situação pior, com forte concorrência de sites de busca locais.
"Algum tempo atrás, o Google era claramente um motor de busca melhor, mas agora já podemos debater essa questão", afirma Greg Sterling, analista que escreve para o site de notícias sobre tecnologia Search Engine Land.
"No entanto, o poder da marca Google, juntamente com sua estratégia agressiva em meios portáteis (celulares e tablets, por exemplo) solidificou sua liderança na maioria dos mercados num futuro próximo".
"Nada é certo, mas é difícil imaginar algum concorrente - fora de países na Ásia e da Rússia - ganhando espaço significativo na área de buscas na rede", ressalta Sterling.
Ainda assim, outras empresas continuam a oferecer alternativas ao gigante das buscas e até mesmo tentando repensar a tecnologia por trás das pesquisas na internet. Conheça algumas delas:
Buscador Bing, da Microsoft. (Foto: Reprodução/Microsoft)Bing, da Microsoft.
Bing
O Bing, da Microsoft,é o principal concorrente do Google se pensarmos em termos globais, ainda que tenha menos de um vigésimo de tráfico total, de acordo com o StatCounter.
A mais óbvia diferença entre o Bing e o Google é que, no caso do sistema de buscas da Microsoft, fotografias coloridas compõem o fundo de sua página inicial, com áreas que destacam links relativos ao tema pesquisado.
A Microsoft também está tentando associar o Bing às redes sociais.
Nos Estados Unidos, os usuários do serviço conseguem ver uma barra lateral que sugere amigos no Facebook que podem ser capazes de ajudá-lo com uma pesquisa em particular. Eles também podem ver 'quadros' â'€ imagens e links que são sugeridos por blogueiros ou outros especialistas sobre aquele tema.
Buscador Yandex (Foto: Reprodução/Yandex)Buscador Yandex. (Foto: Reprodução/Yandex)
Yandex
O site de buscas mais popular da Rússia, Yandex,  tem versões para a pesquisa em inglês, turco e ucraniano, entre outras línguas.
A empresa está introduzindo uma novidade nos seus resultados de pesquisa, entre elas um recurso chamado 'ilhas'.
As ilhas são blocos de informação que se integram visualmente à página de busca, fazendo com que o usuário não precise sair do buscador e entrar em outros sites para realizar determinadas atividades.
Por exemplo, uma pesquisa por Aeroflot check-in in Moscow ('Aeroflot check-in em Moscou', em tradução livre), vai trazer à tela um bloco (ilha), permitindo que o usuário faça check-in online na companhia aérea russa sem ter que sair do Yandex e entrar no site da companhia aérea Aeroflot.
Uma pesquisa por optometrist city clinic 57 ('optometrista cidade clínica 57') permitiria à pessoa marcar uma consulta com um especialista em outra ilha que aparece no Yandex, sem sair do buscador.
DuckDuckGo promete mais privacidade. (Foto: Reprodução/DuckDuckGo)DuckDuckGo promete mais privacidade.
(Foto: Reprodução/DuckDuckGo)
DuckDuckGo
O DuckDuckGo  coloca a privacidade como sua principal característica, prometendo não coletar ou compartilhar informações sobre seus usuários, um tema delicado depois das revelações de que o Google, a Microsoft e outras empresas passaram informações pessoais de usuários para a Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA, na sigla em inglês).
O tráfego do DuckDuckGo deu um salto depois que detalhes sobre o programa de espionagem conduzido pela NSA, o Prisma, vazaram ao público. No entanto, alguns questionam se o buscador pode realmente prevenir a NSA de 'fuçar' os dados de usuários caso a agência esteja determinada a fazê-lo.
O DuckDuckGo também afirma ser visualmente mais 'limpo' que seus rivais, em parte porque o site se limita a exibir apenas um anúncio publicitário por cada página de resultados, e não personaliza os resultados, argumentando que impede que seus usuários fiquem presos em 'bolhas criadas por filtros'.
Blippex conta com ranking próprio (Foto: Reprodução/Blippex)Blippex conta com ranking próprio.
(Foto: Reprodução/Blippex)
Blippex
A maioria dos sistemas de busca na internet baseia seus resultados na análises das palavras e dos links que estão em uma página.
No caso do Blippex , o site ordena a busca de acordo com um ranking próprio, o DwellRank, que verifica o tempo que as pessoas gastam navegando em uma página depois de clicarem no link.
Quanto mais segundos o usuário permanece num site, mais importante o DwellRank julga que esse endereço é.
O serviço consegue estas informações pedindo a voluntários para instalarem um arquivo em seus computadores que envia de volta informações sobre a atividades deles anonimamente.
O Blippex foi lançado no começo do mês e alguns de seus usuários podem achar os resultados de suas buscas um pouco incomuns, mas os desenvolvedores do buscador garantem que quanto mais pessoas utilizarem o sistema, melhor o site se tornará.
Buscador Wolfram Alpha traz estatísticas. (Foto: Reprodução/Wolfram Alpha)Buscador Wolfram Alpha traz estatísticas.
(Foto: Reprodução/Wolfram Alpha)
Wolfram Alpha
O Wolfram Alpha  se descreve como um 'sistema computacional de conhecimento' e não se vende como um site de buscas no sentido mais restrito da definição, ainda que muitas pessoas o utilizem para pesquisar informações que estão em outros sites.
Ao invés de entregar resultados no formato de uma lista de links para outros sites, o Wolfram Alpha reúne informações e estatísticas de fontes primárias e estrutura os dados, permitindo também compará-los com outras bases de dados, e apresentando o resultado em uma série de tabelas, gráficos e ilustrações.
O buscador também cobra por uma opção 'pro', que permite que os usuários forneçam ao site suas próprias suas imagens e estatísticas para análise, o que favoreceria a apresentação de melhores resultados a cada busca.
Buscador Blekko oferece categorias. (Foto: Reprodução/Blekko)Buscador Blekko filtra informações.
(Foto: Reprodução/Blekko)
Blekko
A característica mais atraente comercialmente do Blekko  é o uso de uma ferramenta batizada de 'slashtag' (se refere ao termo slash, a barra '/' do teclado), que é capaz de filtrar as informações que o usuário quer receber.
Por exemplo, se uma pessoa quer saber onde comprar um bolo de chocolate, ela pode digitar 'bolo de chocolate / loja / restaurante'. Mas se ele quer ver uma lista de artigos sobre esse assunto com os mais recentes no topo, ele deve digitar 'bolo de chocolate / blog / data'.
Dessa forma, os resultados são agrupados em diferentes categorias, como lojas, receitas e decoração de bolo, para ajudar os usuários a focar no tipo específico de resultados que eles desejam.
Naver é o buscador mais usado na Coreia do Sul. (Foto: Reprodução/Naver)Naver é o buscador mais usado na Coreia do Sul.
(Foto: Reprodução/Naver)
Naver
O site de buscas mais utilizado da Coreia do Sul, Naver,  foi criado por um grupo de ex-funcionários da Samsung e lançado em 1999.
As buscas dão resultados pouco comuns, com longas listas de links agrupados de acordo com a fonte â'€ blogs, redes sociais, propagandas, aplicativos, livros e serviços de notícia.
Os links geralmente levam os usuários para os serviços do próprio Naver, incluindo seus 'cafés' â'€ espécies de fóruns onde pessoas com os mesmos interesses trocam informações sobre um tema em particular.
No início do mês de julho, a Comissão de Comércio Justo (FTC, na sigla em inglês) da Coreia do Sul, o organismo antimonopólio do país, anunciou que está investigando a empresa por supostas práticas anticompetitivas.
Buscador Pipl encontra pessoas (Foto: Reprodução/Pipl)Buscador Pipl encontra pessoas.
(Foto: Reprodução/Pipl)
Pipl
O Pipl se especializou em encontrar detalhes sobre uma pessoa específica ou material que essa pessoa postou na rede. Ele permite que as buscas sejam baseadas em um nome, um endereço de e-mail, um nome de usuário ou um número de telefone.
Os desenvolvedores do buscador dizem que o produto mostra resultados que seus rivais não encontram porque o Pipl  'entra na internet profunda' (expressão que se refere ao conteúdo disponível na rede que não é indexado pela maior parte dos buscadores padrão).
Esses resultados incluem informações de perfis de redes sociais, registros judiciais, diretórios de membros (de grupos ou organizações) e outras bases de dados.
Os resultados também incluem fotos e, às vezes, os nomes de outras pessoas que o 'procurado(a)' conhece.
O Pipl pode até soar como o sonho dos detetives particulares, mas as pessoas podem utilizar o serviço como uma forma de rastrear perfis e postagens que elas próprias fizeram no passado, mas se esqueceram.
Baidu é o buscador mais popular da China. (Foto: Reprodução/Baidu)Baidu é o buscador mais popular da China.
(Foto: Reprodução/Baidu)
Baidu
O Baidu  é, de longe, o site mais popular da China, espremendo o mercado do Google no país.
A empresa diz que sua força está no fato de não fornecer somente links como resultado das buscas, mas, em vários casos, dar a informação exata que o usuário quer. Isso pode incluir músicas, vídeos ou até mesmo aplicações interativas na internet.
Por enquanto, o serviço exige que seus usuários sejam proficientes em chinês. No entanto, o Baidu lançou recentemente uma versão em inglês voltada para desenvolvedores estrangeiros que queiram vender aplicativos para a China.
Buscador Yacy se baseia no princípio de rede peer-to-peer. (Foto: Reprodução/Yacy)Buscador Yacy se baseia no princípio de rede
peer-to-peer. (Foto: Reprodução/Yacy)
Yacy
O motor de busca do Yacy  se baseia no princípio de rede peer-to-peer, que permite que cada computador da rede compartilhe e receba dados sem que eles passem por um servidor central.
Por isso, ao invés de utilizar seus próprios servidores para indexar links da internet, o sistema se apoia nos computadores de seus usuários para fazer o trabalho por meio de um software distribuído pela empresa.
A informação rastreada é compartilhada em uma base de dados comum, cujos fragmentos estão distribuídos pela rede.
Já que a resposta para uma busca é obtida dos computadores de voluntários, e não de um portal central, o Yacy diz que é impossível censurar seus resultados.
No entanto, os algoritmos que o buscador utiliza para criar um ranking dos resultados não é tão avançado quanto o de seus rivais tradicionais, o que o torna menos atraente para pessoas além de um grupo de entusiastas do serviço.
StartPage promete driblar cookies em buscas. (Foto: Reprodução/StartPage)StartPage promete driblar cookies em buscas.
(Foto: Reprodução/StartPage)
StartPage
O StartPage  diz que seus serviços foram 'melhorados pelo Google', uma referência bem-humorada ao fato de ele depender da empresa para obter seus resultados.
Sua principal característica é retirar todo tipo de informação que identifique os usuários antes de começar as buscas, impedindo que o Google consiga rastrear informações pessoais ou instalar cookies (dados que o navegador armazena no computador do usuário, como a senha que a pessoa usou para entrar em seu e-mail) nos computadores de quem faz a pesquisa.
A empresa por trás do produto, a Surfbord Holding, que fica na Holanda, garante que as informações de seus clientes são mantidas longe do alcance de programas de coleta de informações, como o Prisma, da Agência Nacional de Inteligência americana.
Tudo isso pode parecer bom para os usuários de internet que são mais conscientes sobre questões de privacidade. Por outro lado, o resultado das pesquisas não pode ser personalizado para cada usuário, porque não pode utilizar o histórico do navegador da pessoa e nem a informação sobre a localização do computador.
O StartPage garante que isso torna seus resultados mais 'puros'.

- Copyright © TECHonLLINE, noticias de tecnologia!no mundo online... - Skyblue - Powered by Blogger - Designed by Johanes Djogan -