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Dan Bilzerian - Conheça a vida épica do maior fanfarrão do Instagram
Jogador de póquer americano faz questão de registrar cada passo que dá em sua conta pessoal no Instagram
Uma vida repleta de mulheres bonitas, carros velozes, casas em lugares paradisíacos, armas poderosas e muito, mas muito dinheiro. Esse é o quotidiano de Dan Bilzerian, jogador de póquer americano, que faz questão de registrar cada passo que dá em sua conta pessoal no Instagram.
Filho de um investidor preso por estelionato nos anos 1980, Bilzerian fugiu de casa para morar com Mórmons no estado de Utah antes mesmo de se formar no colegial. Um ano depois, foi preso por ter uma metralhadora no porta-malas de seu carro. Resolveu tornar-se um fuzileiro naval do exército americano, mas foi expulso quando estava próximo de terminar o treinamento.
Ao sair do exército, entrou na Universidade, onde aprendeu a jogar pôquer. E se deu bem. “Eu fiquei quebrado depois do segundo ano. Resolvi apostar todo meu dinheiro, vendi algumas armas que tinha, fiz 750 dólares virarem 10 mil. Voei para Las Vegas, transformei aqueles 10 mil em 187 mil. Voltei para escola, comecei a jogar melhor”, disse ementrevista para o The Daily Dot.
As fotos mostram que dinheiro não é mais um problema para Bilzerian, que acumula mais de 645 mil seguidores no Instagram, interessados na vida cheia de mulheres, carros e armas do jogador de póquer.
O BuzzFeed fez uma coletânea dos melhores fotos da vida de Bilzerian. Vale dizer que algumas fotos não são apropriadas para o ambiente de trabalho, pois envolvem nudez parcial, armas e cabras dentro de um apartamento.
Um Americano sem-abrigo sobrevive com bitcoins - história de vida
Se anda um pouco mais atento com a web e costuma fazer compras na internet, já deve ter ouvido falar na Bitcoin, que, grosso modo, pode ser definida como a moeda corrente no mundo virtual – tendo a vantagem de não passar por bancos e poder ser trocada sem intermediários.
Muitos de nós sequer chegam a ter contato com esse “dinheiro“ e para a maioria das pessoas ele é usado como forma alternativa de monetização. Contudo, há quem tenha adotado essa moeda como forma de se sustentar.
Esse é o caso de Jesse Angle, um sem-abrigo que vive entre igrejas, abrigos e edifícios de Pensacola, uma cidade da Flórida, nos EUA. Todos os dias, o homem de 42 anos acorda e, após procurar algo para comer, segue até a praça Martin Luther King, no centro do município.
Lá, ele abre seu laptop e se conecta a rede WiFi gratuita disponível para os transeuntes. Em seguida, começa a assistir vídeos do YouTube em troca de bitcoins. A cada gravação reproduzida, Angle é recompensado com 0,0004 bitcoins – equivalente a 5 centavos de dólar.
Isso é possível graças a um serviço, também gratuito, chamado BitcoinGet. O sem-teto, assim como qualquer outra pessoa que tenha conta nesse site, pode ver até 12 vídeos por dia – ou seja, 60 centavos.
Jesse ainda reforça o seu ganho diário com o app Bitcoin Tapper, disponível para Android, que chega a render até 0,000133 bitcoins (quase US$ 2) todos os dias. Além disso, ao realizar “ Biscate“ para os demais habitantes de Pensacola, ele pede para que seja pago com a moeda da internet.
E é assim que Angle consegue se alimentar minimamente sem precisar ficar pedindo esmolas. Nos últimos três meses, desde que criou a sua “carteira virtual”, o desabrigado angariou de US$ 500 a US$ 630