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VAIO Phone - o primeiro smartphone da VAIO
A Vaio ....
É uma poderosa marca que em tempos estava associada aos melhores computadores do mercado. Agora, a marca que se separou da nipónica Sony, actualmente nas mãos da Japan Industrial Partners, lança-se no mercado dos smartphones e traz uma oferta em nada diferente ao que o estamos habituados.
VAIO Phone, contudo, tem a chancela de qualidade e fiabilidade. Será que consegue vender só com esse argumento?

Sem ter qualquer ligação com a Sony, depois de ter sido vendida à JIP, a VAIO decidiu agora focar-se para além do mercado dos computadores portáteis, também no mercado dos dispositivos móveis, mais especificamente dos smartphones, tendo lançado o seu primeiro smartphone desde a separação.
O smartphone foi denominado de VAIO Phone e está a ser lançado no Japão com a colaboração da B-Mobile, começando a ser comercializado já no próximo dia 20 de Março.
Características

Quanto às suas especificações, o VAIO Phone está equipado com um ecrã de 5 polegadas, tem uma câmara de 13 MP, 2 GB de memória RAM, um processador de 1.2 GHz e irá correr a mais recente versão do sistema operativo móvel Android, o Android 5.0 Lollipop.
Design
Quanto ao seu design, não há muito a dizer. A empresa caracteriza-o como sendo um design simples e elegante, mas a verdade é que o VAIO Phone é muito semelhante aos smartphones já comercializados por outras fabricantes, com uma forma plana, construído em plástico brilhante e com as extremidades arredondadas, não trazendo nada de novo ao que já anda a ser comercializado.

Preço
No que diz respeito ao seu preço, o VAIO Phone será comercializado no Japão por cerca de 420 dólares (397,05€) ou então por 33 dólares (31,197€) por mês, incluindo um pacote de dados completamente ilimitado fornecido pela B-Mobile.

Mercado
A única questão que se coloca é se conseguirá a VAIO, com o seu VAIO Phone, competir com a sua concorrência directa. Sendo um bom smartphone, a verdade é que o VAIO Phone não tem nada que outros smartphones não tenham, como é o caso da Panasonic Eluga U2 que foi lançado recentemente em Taiwan com as mesmas especificações e cujo preço deve rondar a metade do preço praticado pela VAIO.
É uma poderosa marca que em tempos estava associada aos melhores computadores do mercado. Agora, a marca que se separou da nipónica Sony, actualmente nas mãos da Japan Industrial Partners, lança-se no mercado dos smartphones e traz uma oferta em nada diferente ao que o estamos habituados.
VAIO Phone, contudo, tem a chancela de qualidade e fiabilidade. Será que consegue vender só com esse argumento?
Sem ter qualquer ligação com a Sony, depois de ter sido vendida à JIP, a VAIO decidiu agora focar-se para além do mercado dos computadores portáteis, também no mercado dos dispositivos móveis, mais especificamente dos smartphones, tendo lançado o seu primeiro smartphone desde a separação.
O smartphone foi denominado de VAIO Phone e está a ser lançado no Japão com a colaboração da B-Mobile, começando a ser comercializado já no próximo dia 20 de Março.
Características
Quanto às suas especificações, o VAIO Phone está equipado com um ecrã de 5 polegadas, tem uma câmara de 13 MP, 2 GB de memória RAM, um processador de 1.2 GHz e irá correr a mais recente versão do sistema operativo móvel Android, o Android 5.0 Lollipop.
Design
Quanto ao seu design, não há muito a dizer. A empresa caracteriza-o como sendo um design simples e elegante, mas a verdade é que o VAIO Phone é muito semelhante aos smartphones já comercializados por outras fabricantes, com uma forma plana, construído em plástico brilhante e com as extremidades arredondadas, não trazendo nada de novo ao que já anda a ser comercializado.
Preço
No que diz respeito ao seu preço, o VAIO Phone será comercializado no Japão por cerca de 420 dólares (397,05€) ou então por 33 dólares (31,197€) por mês, incluindo um pacote de dados completamente ilimitado fornecido pela B-Mobile.
Mercado
A única questão que se coloca é se conseguirá a VAIO, com o seu VAIO Phone, competir com a sua concorrência directa. Sendo um bom smartphone, a verdade é que o VAIO Phone não tem nada que outros smartphones não tenham, como é o caso da Panasonic Eluga U2 que foi lançado recentemente em Taiwan com as mesmas especificações e cujo preço deve rondar a metade do preço praticado pela VAIO.
Análise ao Sony VAIO Fit Multi-Flip
É um tablet, um portátil ou ambos? O Sony VAIO Fit Multi-Flip assume a sua personalidade "tripla" e o objetivo de responder às necessidades de cada momento. Mas em alguns casos revela-se quase esquizofrénico…
Ainda antes da Sony ter anunciado a venda da divisão de computadores e da marca Vaio à Japan Industrial Partners o Vaio Multi-Flip , mostrando a versatilidade do novo conceito de convertível da empresa, para o qual não há agora garantia de continuidade.
Depois de experimentar teclados deslizantes que transformam o portátil em tablet de forma rápida com o Vaio Duo e o teclado separado do Vaio Tap, a Sony acrescentou com os portáteis Multi-Flip uma nova modalidade, que o portátil display que a Asus tinha estreado no Taichi, embora sem duplo ecrã.

O modelo, que já tínhamos experimentado aquando do lançamento em Portugal mas de forma ligeira, tira partido de uma base de teclado - que integra o CPU - e um ecrã que roda sobre uma plataforma de suporte dividida a meio, para se transformar em ecrã tradicional de um portátil, tablet puro ou ecrã de apresentação.
Depois de experimentar teclados deslizantes que transformam o portátil em tablet de forma rápida com o Vaio Duo e o teclado separado do Vaio Tap, a Sony acrescentou com os portáteis Multi-Flip uma nova modalidade, que o portátil display que a Asus tinha estreado no Taichi, embora sem duplo ecrã.
O modelo, que já tínhamos experimentado aquando do lançamento em Portugal mas de forma ligeira, tira partido de uma base de teclado - que integra o CPU - e um ecrã que roda sobre uma plataforma de suporte dividida a meio, para se transformar em ecrã tradicional de um portátil, tablet puro ou ecrã de apresentação.
Disponível em Portugal desde dezembro em dois tamanhos, de 13,3 ou 15,5 polegadas, o modelo que testámos foi o mais generoso de ecrã, mas também o mais pesado, o que se torna menos apelativo para quem tiver de o usar em situações de mobilidade.
Com 2,29 Kg é grande e pesado para ser usado como tablet, pelo menos na forma "tradicional", mas a qualidade e tamanho do ecrã conquistam rapidamente os utilizadores e fazem até esquecer o desconforto do peso, pelo menos nas primeiras utilizações, sobretudo se quiser assentá-lo sobre o colo, porque é impossível segurá-lo com apenas uma mão...
O modo de "apresentação" - no qual o ecrã fica exposto na traseira do portátil mas numa posição vertical ou em ângulo de personalizado que vai até aos 0 graus - parece estranho ao início, mas depois revela-se bastante útil, sobretudo quando o objetivo é servir de display para vídeos, fotografias ou powerpoints. Entre as muitas utilizações úteis fica a de segundo ecrã lá de casa, ou de demonstração de portfólio comercial ou de um designer…
Toda esta versatilidade tem porém os seus defeitos… Nas primeiras utilizações toda a rotatividade permitida pelo ecrã parece excessiva, e a pergunta mais frequente é: "como e que se estabiliza isto????". Na mudança entre portátil tradicional e tablet (com o ecrã escondido) o segredo está no botão de bloqueio/desbloqueio, mas no modelo de apresentação é mais fácil que um simples encosto faça deslocar o ecrã, ficando sempre o receio de estragar alguma coisa…
Pelos testes que fizemos não há muito a temer. Não contámos as vezes que abrimos e fechámos o Vaio Multi-Flip, alterando o modo de apresentação. Mas foram muitas e nem sempre da forma mais delicada. E o equipamento aguentou estoicamente todas as provações infligidas.
A capa de alumínio escovado oferece a resistência desejada e o aspeto elegante que se espera da marca, apesar da base ser feita num plástico menos fiável…
Especificações que fazem a diferença
Por dentro o Sony VAIO Fit Multi-Flip tem um processador Intel Core i5-4200U de 1,60 GHz com Turbo Boost até 2,60 GHz e RAM de 8 GB, características iguais às do modelo de 13,3 polegadas, que se diferencia apenas pela utilização de armazenamento flash em vez de disco HDD e na ausência da gráfica NVIDIA GeForce GT 735M.
O ecrã Full HD (1920 x 1080) com tecnologia TRILUMINOS responde de forma rápida e eficiente ao toque, assumindo facilmente todos os gestos base do Windows 8 e garantindo a utilização sem recurso ao teclado e ao touchpad generoso sempre que necessário.
Brilhante e com uma resolução e cores equivalentes, o ecrã convida à utilização de recursos multimédia, embora os ângulos de visualização pudessem ser melhorados, sobretudo porque se pretende transformar o ecrã num display partilhado…
Para além das funcionalidades base, a Sony artilhou o Vaio com uma série de aplicações que ajudam a tirar partido das funcionalidades de toque e multimédia, como o ArtRage Studio, o Movie Studio, e o Sound Forge. Quem quiser apurar o desenho poderá usar uma caneta em vez dos dedos, mas esta é um acessório adicional que não vem no pacote do equipamento base…
Quem quer garantir todas as ligações possíveis dificilmente encontrará no mercado um portátil híbrido com tamanha conetividade: conte com duas portas SuperSpeed USB (USB 3.0) com conector de tipo A, uma delas com função de carregamento, entrada para cartões de memória SD e saída HDMI.
Dada a dimensão do ecrã é de esperar que a bateria não seja tão generosa como seria de desejar. Segundo as especificações a duração rondará as 6 horas para o modelo de 15,5 polegadas, enquanto na versão de 13,3 polegadas de ecrã poderá chegar às 8 horas, segundo as especificações da Sony. Durante a nossa experiência nunca chegámos à utilização integral das 6 horas, mas admitimos que "esticámos" as características multimédia ao máximo.
A última nota vai para o preço. O valor recomendado é de 1.200 euros, o que não se pode considerar barato, sobretudo se comparado com outras opções existentes nas lojas... Curiosamente o valor é o mesmo no modelo de 15,5 e de 13,3 polegadas, o que se justifica pela diferença do pacote de especificações técnicas dos dois modelos, pelo que a escolha deverá ser mesmo feita em função do destino desejado e da necessidade de maior ou menor mobilidade….
Os Números da Sony e do Twitter ....Sony com prejuízos de 801milhões de euros em 2013 e vendeu o segmento de PCs e marca VAIO; Twitter teve prejuízo de 645 milhões de dólares em 2013
O gigante japonês Sony anunciou, esta sexta-feira, que o seu exercício de 2013, que termina a 31 de março, vai fechar com perdas de cerca de 110 mil milhões de ienes (801 milhões de euros).
| foto YOSHIKAZU TSUNO/AFP |
A companhia, com sede em Tóquio baixou as suas previsões para o exercício fiscal de 2013 embora nos três primeiros trimestres tenha ganho 11200 milhões de ienes (81 milhões de euros).
O fabricante japonês anunciou também a venda da divisão de computadores, deficitária nas contas do grupo.
Entretanto a empresa anunciou também que vai suprimir cinco mil postos de trabalho em todo o mundo no âmbito de uma reestruturação, 3500 dos quais no estrangeiro.
Os despedimentos podem acontecer em Portugal.


Durante a conferência com os investidores a Sony revelou ainda que vai concentrar a divisão de smartphones e tablets, uma passo necessário para acelerar a revitalização e crescimento da empresa no mercado da eletrónica, pode ler-se em comunicado.
Quando à divisão de televisores a Sony decidiu retirá-la da empresa e geri-la de forma independente e como uma subsidiária. A transição deve acontecer também em julho de 2014 e contempla ainda uma mudança de estratégia, estando prometido um foco maior nos televisores de gama alta e o lançamento de modelos específicos de TV orientados para as necessidades específicas de alguns mercados.
Sabe-se também que a Sony tenciona despedir cerca de 5.000 trabalhadores até março de 2015, sendo 3.500 dos quais colaboradores da empresa fora do Japão. À TSF a Sony Portugal revelou ainda não saber se Portugal está entre os países afetados pela vaga de despedimentos.
Sony vende divisão de computadores e marca Vaio
A tecnológica evitou cair nas bocas do mundo, mas mais uma vez os rumores mostraram-se acertados. A tecnológica japonesa vendeu o segmento de PCs a uma empresa nipónica. A divisão de televisores também sofre uma reestruturação.
A Sony confirmou que vai vender o negócio de computadores e a marca Vaio à Japan Industrial Partners (JIP), uma empresa japonesa de investigação e especializada em investimentos de várias áreas. A decisão foi anunciada durante a apresentação dos resultados do último trimestre fiscal e os valores do negócio ainda não foram revelados.
A Sony vai deixar de planear, desenhar e desenvolver produtos na área dos computadores pessoais, e a decisão está relacionada sobretudo com as grandes mudanças que têm afetado o segmento dos PCs, como a quebra na procura por estes dispositivos e a emergência de outros segmentos mais relevantes, como o dos dispositivos móveis.
O negócio entre a Sony e a JIP deve ficar concluído até ao final de julho e sabe-se que o fundo de investimento japonês tem como primeiro plano de execução continuar a vender os computadores sob o nome Vaio, que também adquiriu à tecnológica. A Lenovo também esteve alegadamente interessada no negócio, mas a Sony optou por outra solução.
A marca Vaio nasceu em 1996 e desde então evoluiu bastante. Os computadores desta gama sempre se destacaram por um design apelativo e diferenciador, tendo surgido inclusive relatos de que Steve Jobs, o cofundador da Apple, estava disposto a abrir uma exceção para que o Mac OS também estivesse disponível nos PCs da Sony.
No final de dezembro do ano passado e início de janeiro deste ano a nova gama de computadores portáteis da empresa ficou disponível em Portugal, numa clara tentativa de a Sony se adaptar aos tempos modernos – equipamentos multifacetados e virados para a portabilidade e para a potencialidade do formato tablet.
A Sony vai deixar de planear, desenhar e desenvolver produtos na área dos computadores pessoais, e a decisão está relacionada sobretudo com as grandes mudanças que têm afetado o segmento dos PCs, como a quebra na procura por estes dispositivos e a emergência de outros segmentos mais relevantes, como o dos dispositivos móveis.
O negócio entre a Sony e a JIP deve ficar concluído até ao final de julho e sabe-se que o fundo de investimento japonês tem como primeiro plano de execução continuar a vender os computadores sob o nome Vaio, que também adquiriu à tecnológica. A Lenovo também esteve alegadamente interessada no negócio, mas a Sony optou por outra solução.
A marca Vaio nasceu em 1996 e desde então evoluiu bastante. Os computadores desta gama sempre se destacaram por um design apelativo e diferenciador, tendo surgido inclusive relatos de que Steve Jobs, o cofundador da Apple, estava disposto a abrir uma exceção para que o Mac OS também estivesse disponível nos PCs da Sony.
No final de dezembro do ano passado e início de janeiro deste ano a nova gama de computadores portáteis da empresa ficou disponível em Portugal, numa clara tentativa de a Sony se adaptar aos tempos modernos – equipamentos multifacetados e virados para a portabilidade e para a potencialidade do formato tablet.
Durante a conferência com os investidores a Sony revelou ainda que vai concentrar a divisão de smartphones e tablets, uma passo necessário para acelerar a revitalização e crescimento da empresa no mercado da eletrónica, pode ler-se em comunicado.
Quando à divisão de televisores a Sony decidiu retirá-la da empresa e geri-la de forma independente e como uma subsidiária. A transição deve acontecer também em julho de 2014 e contempla ainda uma mudança de estratégia, estando prometido um foco maior nos televisores de gama alta e o lançamento de modelos específicos de TV orientados para as necessidades específicas de alguns mercados.
Sabe-se também que a Sony tenciona despedir cerca de 5.000 trabalhadores até março de 2015, sendo 3.500 dos quais colaboradores da empresa fora do Japão. À TSF a Sony Portugal revelou ainda não saber se Portugal está entre os países afetados pela vaga de despedimentos.
Twitter teve prejuízo de 645 milhões de dólares em 2013
A rede social Twitter terminou 2013 com um prejuízo de 645 milhões de dólares, 511 milhões dos quais no último trimestre, período marcado pela sua introdução em bolsa, de acordo com resultados publicados hoje.
Em comparação com o ano anterior, o grupo duplicou o volume de negócios em 2013, para 665 milhões de dólares, e reivindicava ter 241 milhões de utilizadores mensais em finais de dezembro.
Depois dos resultados terem sido anunciados, o título caiu mais de 11% em Wall Street.
