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Vírus no Facebook identifica utilizador e amigos em vídeo de cariz pornográfico
Utilizadores do Facebook têm indicado na rede social que foram alvo de um vírus recebido através de uma notificação que lhes chegou nos últimos dois dias. O utilizador é identificado com outros amigos num vídeo ou numa mensagem de conteúdo pornográfico partilhado na sua cronologia e, ao abrir o post, o vírus propaga-se através do Facebook.
No post infectado aparece uma mensagem a indicar algo semelhante com “Maria partilhou uma ligação – com Pedro e outras 19 pessoas”. Como surgem identificados na publicação juntamente com amigos no Facebook, a tendência de alguns utilizadores foi clicar no post que deu acesso ou a uma mensagem ou a um vídeo de conteúdo pornográfico com malware malicioso). Ao aceder ao post, o utilizador acaba por abrir caminho à entrada do vírus, identificado como Amazonaws, e a mensagem ou vídeo é partilhada com os amigos.
Além do vírus publicar mensagens nas cronologias dos utilizadores, ao entrar no perfil pode assumir o controlo do Messenger e enviar mensagens infectadas com links que, ao serem acedidos, permitem a propagação do vírus. Alguns utilizadores afirmam que uma página que identificam como s3-us-west-2.amazonaws.com está a publicar conteúdos em seu nome no seu perfil do Facebook.
Quem foi afectado pelo vírus Amazonaws deve denunciar o caso ao Facebook e seguir os passos indicados na página Centro de Ajuda aquida rede social. Nesta página, o utilizador é aconselhado a consultar o seu registo de actividade, acessível através do ícone que surge no canto superior direito da página do Facebook, e eliminar todas as acções indesejadas. Deve ainda verificar os jogos e aplicações instalados e eliminar tudo aquilo em que não confia. Em seguida, é aconselhado a consultar o histórico de acessos para ver se existem acessos suspeitos. O Facebook aconselha ainda a instalar e a executar um softwareantivírus.
No post infectado aparece uma mensagem a indicar algo semelhante com “Maria partilhou uma ligação – com Pedro e outras 19 pessoas”. Como surgem identificados na publicação juntamente com amigos no Facebook, a tendência de alguns utilizadores foi clicar no post que deu acesso ou a uma mensagem ou a um vídeo de conteúdo pornográfico com malware malicioso). Ao aceder ao post, o utilizador acaba por abrir caminho à entrada do vírus, identificado como Amazonaws, e a mensagem ou vídeo é partilhada com os amigos.
Além do vírus publicar mensagens nas cronologias dos utilizadores, ao entrar no perfil pode assumir o controlo do Messenger e enviar mensagens infectadas com links que, ao serem acedidos, permitem a propagação do vírus. Alguns utilizadores afirmam que uma página que identificam como s3-us-west-2.amazonaws.com está a publicar conteúdos em seu nome no seu perfil do Facebook.
Quem foi afectado pelo vírus Amazonaws deve denunciar o caso ao Facebook e seguir os passos indicados na página Centro de Ajuda aquida rede social. Nesta página, o utilizador é aconselhado a consultar o seu registo de actividade, acessível através do ícone que surge no canto superior direito da página do Facebook, e eliminar todas as acções indesejadas. Deve ainda verificar os jogos e aplicações instalados e eliminar tudo aquilo em que não confia. Em seguida, é aconselhado a consultar o histórico de acessos para ver se existem acessos suspeitos. O Facebook aconselha ainda a instalar e a executar um softwareantivírus.
Será mais caro ? Vem com adicionais ...Smartphone com Android da China sai da fábrica com vírus instalado
Inacreditável, bastante insólito... Mas, como o dispositivo não deve chegar a muitos mercados( português e brasileiro, estão fora) Fica só a surpresa desta informação bizarra!
N9500
Hoje em dia, uma das maiores preocupações dos usuários de Android é a segurança do sistema operacional da Google. Entre as três principais plataformas (Android, iOS e Windows Phone), o software da gigante das buscas é a que mais possui casos de vírus em seu sistema.
E o que era ruim, pode ficar pior. Na China, uma smartphone rodando Android, o N9500, está saindo de fábrica com um vírus já instalado, oUupay. O malware é capaz de copiar informações pessoais presentes no aparelho, além de ser capaz de transmitir suas chamadas de voz para pessoas indesejadas.
. Por enquanto, apenas os chineses podem adquirir o aparelho. Esperamos que a presença do vírus no smartphone seja um defeito de fabricação, e que os responsáveis pelo aparelho resolvam o problema quanto antes. [reise]
Vírus “lol” espalha-se pelo chat do Facebook
As redes sociais são actualmente um dos principais alvos dos piratas informáticos. Neste tipo de plataformas, visitadas diariamente por milhões de utilizadores à escala mundial, tem vindo a ser comum a prática de ataques informáticos a vários níveis e com os mais diversos objectivos
Desta vez, o alerta vai para um vírus que chega através do chat “camuflado” com a mensagem “lol”.
Se é utilizador do Facebook e estranhamente recebeu uma mensagem de um amigo no Facebook com a mensagem “lol” “Photo_xxx.zip ou “IMG_xxxx.zip”, não tente sequer abrir pois este é um vírus.
Este vírus tem a capacidade de infectar o seu sistema, assim como “sequestrar” a sua conta de Facebook. Além disso, depois de infectado, o vírus”lol” passa a ser propagado pelos nossos contacto.
Dentro da “suposta” foto vem um ficheiro em java, que nos leva a fazer download de malware , a partir do Dropbox. O Malware ainda não foi propriamente identificado, mas ao que consta há já várias variantes.
Para se protegerem deste tipo de vírus, uma vez que ainda não há qualquer solução, basta que estejam atentos às mensagens que recebem. Caso já tenham executado este ficheiro, alterem de imediato a password de acesso ao Facebook e realizem rapidamente um scan ao vosso sistema.
Vírus por SMS se esconde em aplicativo de vídeos pornográficos no Android
Um novo malware desenvolvido para smartphones Android está à solta na Internet e foi descoberto pela empresa de segurança digital Kaspersky. Camuflado em um aplicativo para visualização de vídeos pornográficos, o vírus se apodera da função de mensagens SMS do telemóvel ao ser instalado. Isso torna o malware capaz contratar serviços promocionais ativados por mensagens de texto e baixar vírus.
O código malicioso aparenta ter sido criado por russos especialmente para o mercado emergente de smartphones, como o brasileiro. Segundo o relatório, há 14 versões do trojan infectando milhares de aparelhos Android, de usuários em 66 países. No Brasil, eles são responsáveis por enviar SMS contendo mais de três mil combinações de números para telefones de cinco dígitos.
Como tudo é feito no plano de fundo, o usuário não faz ideia de que está contratando os serviços até ver o resultado na conta telefónica ou no saldo pré-pago. O nome de um dos trojans identificados é "Trojan-SMS.AndroidOS.Stealer.a:".
“A combinação mortal para um usuário é ter o hábito de ver pornografia no celular e não ter um antivírus em seu dispositivo móvel”, explica a Kaspersky.
“A combinação mortal para um usuário é ter o hábito de ver pornografia no celular e não ter um antivírus em seu dispositivo móvel”, explica a Kaspersky.
Por isso, a empresa recomenda cautela no uso desse tipo de aplicativo, e sempre ficar atento para a instalação de um antivírus no smartphone. Vale lembrar, porém, que não há indicação de que o malware esteja infectando apps baixados via Play Store. Portanto, o risco tende a ser maior para usuários que costumam instalar programas de sites desconhecidos e fora da loja do Google.
Vírus podem propagar-se como uma gripe nas redes Wi-Fi
Um grupo de investigadores britânicos provaram que os vírus podem atacar as redes Wi-Fi e espalhar-se como uma gripe, recolhendo informação de cada ponto de acesso.
Os cientistas simularam um ataque de um vírus que demonstrou a capacidade para se espalhar rapidamente, identificando os pontos de acesso com sistemas de proteção menos seguros e por isso mais vulneráveis aos ataques.
O mesmo vírus, a que os cientistas chamaram Camaleão, também revelou a capacidade de se dissimular para que a sua ação não fosse identificada pelos sistemas de deteção online e nos computadores ligados às redes visadas pelo ataque.
Publicada na Journal on Information Security, a pesquisa testou no terreno o código desenvolvido pelos utilizadores em Belfast e em Londres, revelando a velocidade de propagação do vírus é tanto maior quanto maior for a densidade populacional de um local, relata a BBC que avança a notícia.
Os pontos de acesso visados pelo código continuam a funcionar sem problemas, mas enquanto isso o vírus recolhe e comunica informação sobre senhas de acesso da localização Pelos dados recolhidos conclui-se que este tipo de vírus, para já testado apenas em laboratório, difunde-se de forma semelhante a um vírus como o da gripe, que circula pelo ar e usa esse canal para se multiplicar.
Neste caso a viagem faz-se entre os pontos de acesso ligam casas e escritórios à rede Wi-Fi, que hoje estão na grande maioria dos locais com ligações à Internet de acesso fixo.
O mesmo vírus, a que os cientistas chamaram Camaleão, também revelou a capacidade de se dissimular para que a sua ação não fosse identificada pelos sistemas de deteção online e nos computadores ligados às redes visadas pelo ataque.
Publicada na Journal on Information Security, a pesquisa testou no terreno o código desenvolvido pelos utilizadores em Belfast e em Londres, revelando a velocidade de propagação do vírus é tanto maior quanto maior for a densidade populacional de um local, relata a BBC que avança a notícia.
Os pontos de acesso visados pelo código continuam a funcionar sem problemas, mas enquanto isso o vírus recolhe e comunica informação sobre senhas de acesso da localização Pelos dados recolhidos conclui-se que este tipo de vírus, para já testado apenas em laboratório, difunde-se de forma semelhante a um vírus como o da gripe, que circula pelo ar e usa esse canal para se multiplicar.
Neste caso a viagem faz-se entre os pontos de acesso ligam casas e escritórios à rede Wi-Fi, que hoje estão na grande maioria dos locais com ligações à Internet de acesso fixo.
Existe um vídeo (falso) com vírus a circular relativo ao Acidente de Schumacher
Há um vídeo falso a circular nas redes sociais que remete para o momento do acidente de Michael Schumacher, mas que na verdade serve para infetar os computadores com vírus.
O objetivo, segundo a imprensa alemã e francesa, é aceder aos possíveis dados bancários guardados no PC para roubar os utilizadores.
O vídeo malicioso terá começado a circular no início do ano, com os primeiros alertas a serem dados no dia 2 de janeiro.
Com o título "Video: Moment de l'accident de Michael Schumacher! (EXCLUSIF)", o filme alicia à visualização com a referência de que as imagens foram captadas pela câmara GoPro que supostamente o ex-piloto de Fórmula 1 usava na altura da queda, a 29 de dezembro.
O vídeo malicioso terá começado a circular no início do ano, com os primeiros alertas a serem dados no dia 2 de janeiro.
Com o título "Video: Moment de l'accident de Michael Schumacher! (EXCLUSIF)", o filme alicia à visualização com a referência de que as imagens foram captadas pela câmara GoPro que supostamente o ex-piloto de Fórmula 1 usava na altura da queda, a 29 de dezembro.
Mais:
O inquérito ao acidente de esqui sofrido pelo antigo piloto de Fórmula 1 Michael Schumacher mostra que as normas de delimitação das pistas foram integralmente respeitadas na estância de Méribel, Alpes franceses.
| foto JEAN-PIERRE CLATOT/AFP |
| Procurador Patrick Quincy e o comandante dos gendarmes Stéphane Bozon |
Em conferência de imprensa, o comandante do pelotão de Gendarmes de Alta Montanha de Bourg-Saint-Maurice, Stéphane Bozon, acrescentou que os esquis usados pelo ex-piloto alemão "não foram a causa do acidente".
As normas de delimitação das pistas e o correto funcionamento dos esquis são duas questões importantes no apuramento de eventuais responsabilidades. O procurador de Albertville (França), Patrick Quincy, disse que Michael Schumacher "escolheu deliberadamente" ir esquiar numa zona fora de pista situadas entre duas pistas devidamente balizadas.
O ex-piloto esquiava a um ritmo "normal para este tipo de terreno por parte de um esquiador experiente", indicou o comandante dos gendarmes.
A velocidade a que Schumacher esquiava "não é um elemento particularmente importante" para o inquérito, acrescentou Patrick Quincy.
Por outro lado, no vídeo recuperado da câmara que ia presa ao capacete do piloto quando este teve o acidente "não se vê [Schumacher] a socorrer quem quer que seja", explicou o magistrado, acrescentando que não existem outros elementos que permitam comprovar essa hipótese.
De acordo com alguma imprensa, Michael Schumacher saiu de pista para socorrer uma amiga que tinha caído.
O ex-piloto alemão continua hospitalizado, em estado muito grave, depois de ter batido com a cabeça numa rocha quando caiu ao esquiar fora de pista na estância de Méribel, Alpes franceses, a 29 de dezembro.
Versão pirata de GTA V para PCs vem com 18 GB de vírus.
Versão para computadores do game da Rockstar ainda não foi anunciada pela empresa
Com o sucesso de Grand Theft Auto V, diversos jogadores começaram a criar petições e pedir uma versão do game para os PCs, plataforma que ficou de fora do lançamento do título. Agora, algumas pessoas resolveram apelar para a pirataria de um jogo que não existe para PCs e estão pagando o preço: 18 GB de vírus.
Alguns jogadores, querendo burlar leis e o bom senso, começaram a baixar um torrent chamado “GTA V Full PC Game + Crack”. O download é do mesmo tamanho que a versão para os consoles de GTA V, trazendo arquivos de instalação como se fosse um game legítimo. Ao tentar instalá-lo, a pessoa é direcionada a um site que faz uma pesquisa falsa para liberar uma chave do título. Obviamente, se trata de um endereço criado para enganar os usuários, enquanto vírus são instalados no computador.
Caso tentou dar uma de esperto, fica o seguinte aviso: A Rockstar Games NÃO lançou Grand Theft Auto V para PCs. Isso pode (e deve) acontecer no futuro, mas, até o momento, todo e qualquer download que encontrar do game é falso. O fato de estar baixando o título por torrent já deveria mostrar o seu erro, portanto, saiba que você também pode colocar em risco os seus dados se tentar jogar um título que nem anunciado para computadores foi.
Dicas para evitar ser infetado com um trojan bancário
A melhor forma de cair nas malhas dos piratas e ser vítima de fraude bancária é a prevenção. Mas há outras coisas que pode fazer.
A ESET detetou em Portugal o trojan Win32/Spy.Hesperbot, que se dedica em exclusivo ao roubo de dados para aceder às contas de bancos das vítimas. Este tipo de ameaça começa a ser cada ver mais vulgar pelo que é preciso redobrar a atenção.
Nunca fornecer informação pessoal
Como é comum neste tipo de malware, este trojan tenta levar as vítimas a fornecer dados pessoais através de uma técnica de phishing. Muita atenção aos emails que recebe a pedir dados pessoais, porque nenhuma instituição lhe pedirá este tipo de informação. Por outro lado, tenha cuidado com os emails que incluem links e analise bem a informação antes de clicar num, mesmo que o email seja de alguém conhecido. Essa pessoa pode ter o PC infetado com um vírus, que está a tentar espalhar-se.
Manter o antivírus atualizado
Esta é básica. Quer tenha Windows, Linux ou Mac, é importante ter um programa antimalware instalado e atualizado para diminuir as hipóteses de ficar infetado. Mesmo sistemas operativos outrora imunes a ameaças pela falta de popularidade, como o Mac OS, são cada vez mais objeto de interesse. E mesmo no caso do Linux, onde há menos ameaças, a instalação de um antivírus assegura que não passa ficheiros infetados a terceiros, sem se aperceber.
Mantenha o sistema operativo atualizado
É muito importante manter o sistema operativo tão atualizado quanto possível. É verdade que é chato estar sempre a descarregar atualizações do Windows Update e a perder tempo, mas estas são essenciais para tapar os “buracos” de segurança que vão sendo descobertos. E o mesmo aplica-se aos programas que tem no computador. Software como o Java, Flash, Office e outros são muitas vezes usados como porta de entrada para o PC pelos piratas informáticos.
Crie um disco de arranque com antimalware
Há várias marcas que disponibilizam programas para criar um CD ou pen USB de arranque, com uma aplicação antimalware. Isto permite-lhe iniciar o PC em caso de infeção e garantir que pesquisa o PC a partir de uma fonte que não está infetada. Marcas como a AVG, Kaspersky, Avira e outras disponibilizam este tipo de programas que pode gravar para CD ou pen.
Evite scanners online
Se estiver desconfiado de um ficheiro e quiser saber se está infetado, evite os scanners online. Muitas vezes, os mesmos são usados por piratas para saber o que as empresas estão a fazer em termos de ferramentas e deteção, com o objetivo de criar ameaças cada vez mais poderosos. Se desconfiar da proveniência do ficheiro, não o use.
Use o bom senso
Nenhum antivírus ou conjunto de ferramentas antimalware é 100% eficaz. A velocidade a que aparecem novas ameaças é de tal modo elevada que se torna impossível manter os produtos atualizados e capazes de detetar todas as ameaças. Portanto, use o bom senso e mantenha-se seguro. Esteja atento a emails que pedem informações pessoais, tenha cuidado com os sites que visita e mantenha sempre programas, antivírus e sistema operativo atualizados.
Vírus bancário em Portugal
Chama-se 'Hesperbot' e é o novo vírus que está a atingir os bancos portugueses que têm serviço na Internet. O caso está a ser divulgado pela empresa de segurança Eset, que revelou que isto acontece através da “utilização de uma imagem cuidada e alusiva às instituições bancárias para convencer as vítimas”
'Hesperbot', o novo vírus que rouba dados bancários, já chegou ao País. O caso começou na República Checa, mas já afectou utilizadores do Reino Unido, Turquia e Tailândia.
Em Portugal, os lesados são os clientes ‘online’ do Santander, Millenium BCP, Caixa Geral de Depósitos e BPI.
O processo é simples: o vírus ‘chega’ por e-mail e ao entrar no computador da vítima, consegue memorizar os dados do utilizador, assim como todo o seu histórico (sites que visita, imagens que grava e teclas que pressiona).
Segundo explica a empresa de segurança Eset, que trouxe o caso a público, a eficácia prende-se com a “utilização de uma imagem cuidada e alusiva às instituições bancárias para convencer as vítimas” a abrir o tal correio electrónico.
O objectivo dos ‘cibercriminosos’ é “obter as credenciais que dão acesso à conta bancária da vítima, levando-a a instalar aplicações maliciosas nos seus dispositivos móveis Android, Symbian ou Blackberry”, adiantou aquela empresa na sua página na Internet
Mais:
A ESET indica que detetou em Portugal um trojan que ataca especificamente os utilizadores da banca online.
Em comunicado de imprensa, a ESET indica que os seus investigadores descobriram um perigoso trojan bancário em Portugal. Esta ameaça é especificamente dirigida a quem usa a banca online e tem tido presença na Europa de Leste e Ásia.
Com o nome de código Win32/Spy.Hesperbot, esta ameaça tem capacidades de keylogger, pode criar capturas de ecrã e vídeo, configurar um proxy remoto e inclui ainda outras funcionalidades avançadas como a possibilidade de estabelecer uma ligação remota à revelia do utilizador, que permite o acesso instantâneo ao sistema infetado.
Para enganar os utilizadores é utilizado um email da PT com um aspeto gráfico credível que leva as vítimas a executarem as aplicações com código malicioso. De acordo com a ESET, foram detetadas infeções em Portugal, República Checa e Reino Unido, com a Turquia a ser o país que regista maior número de infeções.
Em Portugal, o trojan é dirigido aos clientes da Caixa Geral de Depósitos, BPI, Millenium BCP e Santander Totta. O comunicado refere que terão sido até agora afetadas algumas dezenas de clientes.
