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Como evitar que qualquer utilizador do Google+ ache seu e-mail... veja as dicas
Como evitar que qualquer usuário do Google+ ache seu e-mail
Graças à nova função, pessoas que usam o Gmail e o Google+ podem enviar e-mails para qualquer outro na mesma situação, mesmo que não esteja na lista de contatos
O Google anunciou uma nova função que pretende aproximar ainda mais o Gmail e oGoogle+. Graças a ela, as pessoas que usam ambos os serviços podem enviar e-mailspara qualquer outro na mesma situação, mesmo que não esteja na lista de contatos.
O recurso gerou polémica na web por minar ainda mais a privacidade dos usuários. Desativá-lo, no entanto, é relativamente fácil, e são necessários apenas três passos. Confira.
1. Acesse as configurações do Gmail clicando aqui ou apertando o botão da engrenagem e selecionando “Configurações”.
2. Role um pouco a barra até a opção “Quem pode enviar e-mails para você por meio de seu perfil do Google+?”. No menu do lado, selecione “Ninguém”.
3. Vá até o fim da página e aperte “Salvar Alterações”. Pronto, agora ninguém que não tenha seu e-mail ou você nos Círculos poderá entrar em contato pela rede social.
Caso a alternativa ainda não apareça nas configurações de seu Gmail, é porque ela ainda não foi implantada – o Google está liberando a integração dos serviços aos poucos. Mas vale ficar atento para mudá-la o quanto antes, já que ela aparecerá ativada por padrão.
Se a alteração não for feita a tempo, a dica é simplesmente não responder mensagens chegando de desconhecidos pelo G+. Isso porque seu e-mail só é revelado de fato se você “atender ao chamado”.
Site reúne as fotos de todos os utilizadores do Facebook
Imagem conseguiu juntar as fotos de mais de 1 bilhão de usuários da rede social
O Facebook tem atualmente mais de 1 bilhão de usuários cadastrados. Caso cada um dos perfis criados fosse de pessoas reais e diferentes, a rede social reuniria 1/6 da população mundial. Pensando nisso, uma designer resolveu criar um site que reúne os rostos, ou pelo menos os avatares, de todos os utilizadores do Facebook em uma só página.
O site The Faces of Facebook parece uma grande imagem de ruído que vê na sua TV fora de um canal correto. Ao clicar em qualquer parte da tela, é possível dar um zoom e começar a visualizar os avatares de cada uma das pessoas com conta no Facebook, existindo a possibilidade de visitar os perfis exibidos.
Caso queira se encontrar na imagem, o Faces of Facebook conta com uma ferramenta que, quando tem acesso à sua conta da rede social, mostra onde está entre os outros 1,2 bilhões de usuários. Para visitar o site, clique aqui.
Governo Português mandou investigar 213 utilizadores do Facebook
213 utilizadores do Facebook investigados pelo Governo português
Nos primeiros seis meses do ano, o Governo português dirigiu aos responsáveis do Facebook 177 pedidos de informação que abrangeram 213 utilizadores daquela rede social.
Os dados constam do mais recente relatório de transparência do Facebook que reporta pedidos por parte de mais 73 países, além de Portugal, que no total requereram dados de cerca de 38 mil utilizadores.
Estão no top 5 dos países com maior número de pedidos os Estados Unidos (10.000 a 11.000), a India (3.245), o Reino Unido (1.975), Alemanha (1.886) e Itália (1.705), por esta ordem.
O relatório informa ainda acerca da percentagem de pedidos em que foi dada resposta, que no caso português foi de 42%. Por comparação, refira-se que o governo norte-americano obteve dados em 79% dos seus pedidos, a Índia em 50%, o Reino Unido em 68%, a Alemanha em 37% e a Itália em 53%.
A grande maioria destes pedidos está relacionada com crimes como roubos ou raptos, explica-se a partir do blog do Facebook onde é publicado o relatório.
Na maioria dos casos, os governos querem obter informação básica sobre os subscritores, como o nome, a morada e a duração do serviço. Há igualmente pedidos que se referem aos registos de endereços de IP ou até mesmo ao conteúdo de contas, acrescenta-se.
Refletindo o seu nível de utilização, o Facebook foi a rede social à qual Portugal dirigiu mais pedidos nos últimos meses. O relatório de confidencialidade mais recente do Twitter não registava qualquer intenção por parte do Estado português, enquanto o do Google mencionava cinco pedidos de remoção de conteúdos.
Estão no top 5 dos países com maior número de pedidos os Estados Unidos (10.000 a 11.000), a India (3.245), o Reino Unido (1.975), Alemanha (1.886) e Itália (1.705), por esta ordem.
O relatório informa ainda acerca da percentagem de pedidos em que foi dada resposta, que no caso português foi de 42%. Por comparação, refira-se que o governo norte-americano obteve dados em 79% dos seus pedidos, a Índia em 50%, o Reino Unido em 68%, a Alemanha em 37% e a Itália em 53%.
A grande maioria destes pedidos está relacionada com crimes como roubos ou raptos, explica-se a partir do blog do Facebook onde é publicado o relatório.
Na maioria dos casos, os governos querem obter informação básica sobre os subscritores, como o nome, a morada e a duração do serviço. Há igualmente pedidos que se referem aos registos de endereços de IP ou até mesmo ao conteúdo de contas, acrescenta-se.
Refletindo o seu nível de utilização, o Facebook foi a rede social à qual Portugal dirigiu mais pedidos nos últimos meses. O relatório de confidencialidade mais recente do Twitter não registava qualquer intenção por parte do Estado português, enquanto o do Google mencionava cinco pedidos de remoção de conteúdos.
Apple atrai mais utilizadores da Samsung do que o contrário
De acordo com pesquisa, apenas 11% dos novos adeptos da empresa sul-coreana costumavam utilizar iPhones.
Se costuma acompanhar as notícias sobre o mercado de tecnologia, sabe que a Apple e a Samsung dividem os utilizadores de smartphones em praticamente duas equipas — sendo que cada um deles defende a sua marca favorita. No entanto, uma pesquisa afirma que a diferença entre os perfis desses adeptos não é tão diferente assim.
De acordo com o analista Michael Levin, da Consumer Intelligence Research Partners, as movimentações de mercado mostram que os clientes da Apple e da Samsung são leais às suas empresas. Entre os donos de iPhones, 42% deles comprou o novo modelo da Maçã, taxa que é de 38% com a empresa sul-coreana.
Esses números, que são bem parecidos e foram coletados através de pesquisas trimestrais de Junho de 2012 a Junho de 2013, mostram que o comportamento dos “times” a favor da Apple e Samsung são parecidos, por mais que a briga entre eles seja pesada. É claro que esse dado é apenas um exemplo, mas ele mostra como a distância é pequena.
E as diferenças?
Ainda segundo Levin, o que difere as duas empresas é a habilidade que uma tem de “roubar” os clientes da outra — o que deve ser tão difícil, por conta do perfil parecido. Entre os novos usuários de aparelhos da Apple, 33% deles costumava utilizar algum dispositivo da Samsung. Em relação à empresa sul-coreana, apenas 11% dos clientes recentes utilizavam iPhones.
Em contrapartida, 37% dos donos de smartphones da Samsung vieram de celulares mais simples, mostrando a abrangência que a sul-coreana consegue ter no mercado de smartphones com os seus produtos. Enquanto isso, 26% das pessoas que contam com um iPhone utilizavam aparelhos de entrada antes de comprar o produto da Maçã.


