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Anonymous e Tugaleaks alvos de operações policiais (com detidos)






Um dos sete detidos na operação é o jornalista Rui Cruz, do site Tugaleaks. Inquérito dirigido pelo MP investiga ataques informáticos a sistemas do Estado e empresas privadas.

Anonymous e Tugaleaks suspeitos dos crimes de acesso ilegítimo, dano informático e associação criminosa


Os detidos têm entre 17 e 40 anos e entre eles está uma rapariga. Segundo o comunicado da Procuradoria-Geral da República, em causa estão os crimes de acesso ilegítimo, de dano informático e ainda de associação criminosa. No texto, a PGR informa ainda que estão em curso "duas dezenas de buscas domiciliárias e uma busca a um órgão de comunicação social, no âmbito de um inquérito dirigido pelo MP e onde se investigam diversos ataques informáticos", mas sem especificar os alvos das buscas.

O DN já confirmou junto a fonte da investigação que um dos detidos é o jornalista Rui Cruz, fundador do site Tugaleaks, que se apresenta como um órgão de comunicação social inspirado no 'Wikileaks' de Julian Assange. A TSF adianta que a PJ fez buscas na casa de Rui Cruz, no Pinhal Novo, que serve de escritório ao jornalista. O jornal Público escreve, na sua edição online, que Rui Cruz terá sido um dos responsáveis pelo ataque informático àProcuradoria-Geral Distrital de Lisboa, em junho do ano passado. O ataque foi reivindicado pelos OutsideTheLaw, grupo ligado aos Anonymous, tendo sido imediatamente divulgado pelo Tugaleaks. Rui Cruz tem carteira profissional de jornalista devido à criação deste site, que está efetivamente registado como órgão de comunicação social.
Rui Cruz fundou o TugaleaksFotografia © Facebook

De acordo com a PJ, a operação de hoje, "onde intervieram 70 funcionários altamente especializados, visou o apuramento e atribuição de responsabilidades criminais a grupos de cidadãos envolvidos, de forma reiterada, em crimes de sabotagem informática ("DDoS"), de dano informático ("defacing"), de acesso ilegítimo ("hacking") e de acesso indevido ("exfiltração de dados"), praticados contra diversos sistemas informáticos do Estado Português e, também, de empresas relevantes do sector privado".

A investigação iniciou-se em abril do ano passado, "tendo-se, agora, após uma larga recolha de informação e de material probatório!" efetuado vinte e quatro buscas domiciliárias e a detenção de sete presumíveis autores nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto.

Além das detenções, foram, ainda, constituídos catorze arguidos, face ao seu envolvimento nos factos delituosos.

Segundo ainda a PJ, a operação permitiu a apreensão de dezenas de sistemas informáticos, que serão objeto de análise forense digital a efetuar pelo departamento especializado desta polícia.

A atividade destes grupos centrava-se no ataque frequente e lesivo a sistemas informáticos institucionais, públicos e privados, sendo que as consequências práticas deste tipo de crimes é a inoperabilidade institucional dos sistemas.

Portal da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa continua offline

PJ investiga ataque informático à página da Procuradoria de Lisboa

O portal de Internet da divisão distrital de Lisboa da PGR está em baixo desde sexta-feira, apresentando uma mensagem de erro. O regresso estava previsto para o início da semana, mas tal ainda não se verificou.

página da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa continua sem estar funcional, depois de a mesma ter sido colocada offline pelo organismo responsável. Tudo por causa de um ataque informático reivindicado pelo grupo Anonymous Portugal que aconteceu no dia 25 de abril.

O TeK contactou a Procuradoria Geral Distrital de Lisboa, a Procuradoria Geral da República, a Polícia Judiciária e o grupo Anonymous Portugal para tentar saber quais os desenvolvimentos do caso, mas até ao momento não recebeu qualquer resposta e contacto.

Apenas do lado da PJ foi confirmado que a investigação está em curso, não tendo sido adiantados mais pormenores.

De acordo com informações veiculadas na imprensa nacional, que tiveram origem no relato do Tugaleaks, o protesto online intitulado de Apagão Nacional – a segunda operação com este nome – deu acesso aos dados de mais de dois mil procuradores, números de telemóvel e endereços de email. A PGDL diz que os mesmos dados já teriam sido revelados em 2011.

Também o site do Sistema de Informação do Ministério Público (SIMP) continua offline, também por precaução. Ao Público a procuradora-geral distrital de Lisboa, Francisca Van Dunem, tinha revelado que as páginas voltariam a ficar disponíveis no início da semana, algo que até agora ainda não se verificou.

Os dois portais estão inacessíveis para que os peritos informáticos possam apurar qual a origem do ataque e que outros possíveis dados possam ter sido acedidos.

Na página do Facebook os Anonymous Portugal explicam que “a motivação deste ataque decorre da atual conjuntura que o país atravessa vítima de quem nos desgoverna, vítima de corrupção, medidas políticas erradas. Valores e direitos conquistados no 25 abril de 1974 estão a ser retirados e alienados”. “Este ataque serve para vos lembrar que o povo está acordado e unido para combater este governo e as suas políticas capitalistas”, acrescentaram.

O ataque feito à página da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa terá sido feito em conjunto por três das equipas que compõe o grupo Anonymous Portugal: SideKingdom, Sud0H4k3rs e OutsideTheLaw. 

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