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Jordan Price sonhava trabalhar na Apple mas despediu-se mal conseguiu
Jordan Price nunca escondeu o desejo de trabalhar na Apple e fez por isso, mal sabia que a sua entrada na empresa iria causar-lhe os mais variados transtornos. Este norte-americano viu-se obrigado a deixar o sonho de lado e despediu-se de uma das maiores empresas dos Estados Unidos… apontando vários motivos para a decisão.

Tinha um chefe que o insultava, o transporte até o trabalho era demorado e os horários fixos privaram-no de ver a filha durante a semana. Sonhava em trabalhar na marca da 'maçã', mas mal conseguiu uma vaga em Cupertino viu a sua vida desmoronar-se. Esta é a história de Jordan Price, um norte-americano que se despediu da Apple pelas más condições que a empresa oferecia.
Tinha um chefe que o insultava, o transporte até o trabalho era demorado e os horários fixos privaram-no de ver a filha durante a semana. Sonhava em trabalhar na marca da 'maçã', mas mal conseguiu uma vaga em Cupertino viu a sua vida desmoronar-se. Esta é a história de Jordan Price, um norte-americano que se despediu da Apple pelas más condições que a empresa oferecia.
A experiência deste designer pode ser para muitos um motivo para não quererem trabalhar na empresa cofundada por Steve Jobs. No dia em que se despediu, Jordan deixou um longo recado ao seu chefe, um dos principais culpados pelo sua demissão.
Na carta, citada por vários sites de tecnologia, Jordan começa por dizer que sempre viu a Apple como “a melhor empresa em que um designer pode trabalhar”, contudo, revela que logo na entrevista se sentiu desconfortável, uma vez que apenas lhe foram colocadas três perguntas “básicas”, assunto que arrumou “em menos de uma hora”. No mesmo dia foi contratado.
A boa-nova foi imediatamente partilhada no Facebook e ‘choveram’ mensagens e comentários de congratulações. O mesmo fez no Twitter e vários desconhecidos o começaram a seguir.
Mas os problemas tiveram início logo no primeiro dia de trabalho. Uma viagem ‘infinita’ para chegar a Cupertino, horários inflexíveis que o privaram de ver a filha durante dias e… um chefe que o odiou desde o primeiro instante.
Para piorar a situação, num curto espaço de tempo, sofre “um corte salarial significativo” e é ‘empurrado’ para várias reuniões “a toda a hora” que reduziram a sua produtividade enquanto designer.
Os insultos, disfarçados de “piadas”, começaram a surgir e, direta ou indiretamente, Jordan começou a sentir-se ofendido. Depois, surgem as ameaças de não renovação do contrato e exigências à última hora de trabalhos pouco importantes.
“Tentei manter-me calmo e olhar para o lado bom das coisas”, escreveu o jovem na nota deixada na secretária do chefe, mas, revelou, rapidamente começou a sentir-se “como aquelas pessoas que esperam desesperadamente pela sexta-feira” e que odeiam "as noites de domingo”.
Price pensou em bater no chefe, não completar o trabalho ou chegar tarde, mas acabou mesmo por arrumar as suas coisas, descarregar os ficheiros em que estava a trabalhar e escrever um recado ao seu chefe.
Deixou, então, uma mensagem a dizer-lhe que era o pior chefe que encontrara na sua carreira, e que não poderia mais trabalhar para ele, por melhor que parecesse que a Apple constasse no seu currículo.
'Ganhem Vergonha' o Site que denuncia abuso dos patrões sob trabalhadores portugueses principalmente aos jovens
Site português relata abusos aos jovens trabalhadores
Site denuncia casos de empresas que oferecem vagas para jovens formados atuarem como empregados de limpeza, por exemplo, mas sob condição de estagiários e sem remuneração
Ofertas dirigidas aos jovens formados para trabalhar como auxiliares de loja ou empregados de limpeza, mas como estagiários e sem remuneração, um extremo da precariedade do mercado de trabalho em Portugal, onde um site denuncia os casos mais chamativos e pressiona as empresas que exercem tal atividade.
Sob o esclarecedor título de 'Ganhem Vergonha' (algo como 'Tenham Vergonha'), o site recopia dezenas de anúncios, a maioria deles publicado na Internet, que beiram a ilegalidade e evidenciam as péssimas condições que alguns jovens são submetidos para entrar no mercado de trabalho.
O projeto, iniciado há oito meses por um grupo de jovens formados que se diziam cansados de ver propostas degradantes, ganhou relevância pública e recebeu mais de 500 denúncias em um curto espaço de tempo, gerando uma grande repercussão na imprensa local.
Em declarações à Agência Efe, um dos criadores deste site - que prefere manter seu anonimato, assim como seus demais companheiros - destacou a 'falta de controle dos anúncios na Internet' como parte do problema, já que não existe uma legislação e nem um acompanhamento específico sobre este tipo de ofertas.
'Atualmente, a maior parte dos anúncios são publicados via online, muito mais que os disponíveis nos centros públicos de emprego', ressaltou o jovem ligado ao site.
De acordo com as denúncias expostas no site, os setores da comunicação e do design possuem uma alta percentagem entre os anúncios mais precários, embora essa situação também seja registrada em outras áreas tradicionalmente bem tratadas - como a engenharia, por exemplo.
Grandes grupos empresariais de diversos segmentos, como tecnologia, comunicação e desporto, são responsáveis por algumas destas ofertas, que buscam recrutar jovens que já terminaram seus estudos universitários com bolsas de estudos de entre três ou seis meses, mas sem remuneração.
O site também recolhe testemunhos de algumas vítimas, que, além de não receberem nem um centavo - nem mesmo para o transporte e para alimentação -, chegavam a realizar longas jornadas de trabalho, muitas delas acima das oito horas.
Sob a figura do 'estagiário extracurricular', a legislação vigente permite períodos de práticas de até três meses sem remuneração para aqueles que já são formados, mas, por outro lado, exige a assinatura de um contrato, que não deve superar essa duração e nem ser estendido, disposições que nem sempre são cumpridas.
Na prática, essas empresas reservam vagas apenas para formados, mas, na realidade, não requerem formação alguma, sendo que alguns destes anúncios - vários oferecidos por renomeadas multinacionais - ainda exigem 'experiência laboral prévia', mesmo sem pagar nenhum salário em troca.
Um porta-voz da Autoridade de Controle do Trabalho, responsável pelas inspeções trabalhistas em Portugal, explicou à Agência Efe que só costumam intervir em casos onde 'a atividade desenvolvida pelo bolsista seja contrária ao inicialmente estipulado no contrato', embora tenha ressaltado que não dispõe de dados concretos sobre o número de denúncias ou investigações desenvolvidas nos últimos anos.
No entanto, com uma simples busca pela Internet, é possível perceber que este tipo de oferta se intensificou paralelamente ao agravamento da crise no país.
De facto, Portugal apresenta a terceira taxa de desemprego jovem mais alta de toda a União Europeia (36,5%), uma situação que também faz com que muitos jovens optem por buscar oportunidades em outros países.
Para combater esse tipo de fato, o governo português - com certo êxito até o momento - decidiu criar bolsas de estudos remuneradas de um ano, nas quais o Estado custeia 80% do salário do estagiário.
Por enquanto, este programa, que conta com um financiamento de 340 milhões de euros e também recebe fundos europeus, além de exigir uma série de requisitos às empresas participantes, já beneficiou mais de 20 mil pessoas em menos de um ano. EFE
Lista com as dez principais reclamações dos que trabalharam na Google
Todos que trabalham com tecnologia já devem ter imaginado como é trabalhar na Google. Fazer parte da equipa da empresa pode parecer um sonho para muitos, já que ela foi listada várias vezes como uma das melhores para se trabalhar. Só que, de acordo com alguns ex-funcionários, talvez ela não seja o paraíso que muitos acreditam ser.
Uma pesquisa feita pelo site Quora reuniu vários funcionários e ex-funcionários da Google para saber quais são os pontos negativos de se trabalhar na empresa. O site Business Insider conseguiu uma lista com as dez principais reclamações daqueles que já estiveram (ou ainda estão) envolvidos com a gigante das buscas.
As reclamações são as seguintes:
1) Todos os funcionários são incríveis, o que faz com que alguns tenham empregos mundanos
Graças ao seu status, a Google consegue contratar apenas a nata das universidades dos EUA, mas para realizar funções mundanas, como remover vídeos do YouTube. De acordo com alguns funcionários, apesar de a remuneração ser considerável, a satisfação profissional de muitos é praticamente nula.
2) A Google é só mais uma grande corporação
De acordo com alguns funcionários, apesar de parecer algo completamente diferente, a o ambiente dentro da Google é a de uma grande corporação, com escritórios comuns, como os de qualquer outra empresa.
3) Grande parte dos engenheiros é medíocre
Apesar de muitos acreditarem o contrário, uma das maiores reclamações é a de que os engenheiros da Google são medíocres, mas, por trabalharem na empresa, se mostram arrogantes. De acordo com funcionários, eles não aceitam sugestões, se achando superiores aos outros.
4) Os gerentes são como os engenheiros
Assim como acontece com os engenheiros, os gerentes também são medíocres, não querendo se arriscar, buscando apenas focar em métricas e ignoram as necessidades dos seus funcionários.
5) A Google não entende de design
Funcionários reclamam que, apesar de a empresa ter alto conhecimento de engenheira, seus produtos perdem muito em design, o que levou ao cancelamento de diversos projetos, como o Google Wave, Google Video e até mesmo o Orkut.
6) Promessas que nunca são cumpridas
Alguns funcionários reclamaram que deve sempre ter uma cópia por escrito de coisas que são prometidas dentro da empresa, já que muitas delas são vagas e não viram realidade.
7) Uma grande festa que não leva a lugar algum
Funcionários reclamaram do clima descontraído demais, com video games e ambiente de trabalho relaxado, já que isso faz com os envolvidos não foquem no seu trabalho.
8) Não permitir home office
Apesar de a internet nos Estados Unidos ser muito boa, a Google ainda faz com que seus funcionários tenham que ir todos os dias para o escritório, o que se torna um impedimento para diversos profissionais.
9) Estagiários são maltratados
De acordo com um estagiário da Google, ele foi maltratado dentro da empresa e não foi o único a sofrer com isso. “Eles pareciam achar que qualquer um que não trabalha no “verdadeiro Google” é mentalmente e moralmente inferior”.
10) Não consegue mudar nada dentro do Google
Muitos funcionários reclamaram que a chance de alguém conseguir realizar algum projeto grande dentro da empresa é muito pequena. Por causa do grande sucesso do AdWords, a Google tem um lucro impressionante e utiliza grande parte dos seus funcionários para manter a ferramenta funcionando, não movimentando funcionários para outros projetos.
Uma situação complicada e que coloca em xeque diversas informações que a própria empresa gosta de promover ao falar dos seus escritórios.