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Como acabar com Bloqueio ao Pirate Bay em Portugal?
Na semana em que o co-fundador do Pirate Bay veio a Portugal, saiu a notícia de que o mais conhecido portal de bittorrent teria que ser bloqueado no nosso país até dia 27 de Março pelas quatro maiores operadoras nacionais, a NOS, MEO, Vodafone, e Cabovisão, por ordem do Tribunal da Propriedade Intelectual.
Mais do que o facto de estarem a bloquear um site que poderá — ou não, é discutível — promover a pirataria e a partilha de material com direitos de autor, o maior problema desta ordem é o facto de estar a abrir precedentes bastante perigosos que vão contra a neutralidade da internet.
Agora é o Pirate Bay, o que poderá vir a seguir?
O guia que hoje deixamos é uma explicação não só para este site mas todos os casos em que este tipo de bloqueio é aplicado ao nível do DNS.
Apesar da tentativa das operadoras, onde o bloqueio é realizado ao nível do DNS, uma pequena alteração num ficheiro especial do vosso sistema operativo vai permitir que continuem a aceder a este tipo de serviços.
Como aceder ao Pirate Bay através do Windows?
Para alterar o ficheiro de hosts do Windows, deverão seguir os seguintes passos:
1 – Aceder ao menu iniciar (ou à interface Metro do Windows 8+), e abrir o Bloco de Notas como administrador (botão direito e “Executar como Administrador”, ou algo semelhante).
2 – Clicar em Ficheiro > Abrir, e primeiramente alterar a visualização de “Documentos de Texto (*.txt)” para “Todos os Ficheiros (*.*)”
3 – Navegar para a directoria C:\Windows\System32\Drivers\etc
4 – Seleccionar o ficheiro hosts e abrir
5 – Adicionar a seguinte linha ao ficheiro:
108.162.192.114 thepiratebay.se
ipconfig /flushdns
Como aceder ao Pirate Bay no Mac e Linux?
Ainda mais simples: basta acederem ao vosso terminal e escreverem a seguinte linha:
echo “108.162.192.114 thepiratebay.se” | sudo tee -a /etc/hosts
Isto vai adicionar uma entrada ao ficheiro de hosts do vosso computador criando uma ligação directa entre o domínio e o IP do Pirate Bay.
Porque é que isto funciona? Porque é que as operadoras não bloqueiam simplesmente o IP do Pirate Bay?
Porque estes estão a utilizar um serviço público, chamado Cloudflare, que tem como efeito secundário o mesmo IP ser partilhado por muitos outros sites pela Internet fora. Uma rápida pesquisa no site You Get Signal permitiu encontrar pelo menos 107 domínios na Internet com o mesmo IP que o Pirate Bay. Bloquear o IP significava bloquear muitos outros sites que não têm nada a haver com o caso.
Este método, legal e dentro do que os sistemas permitem, não fazem mais que contornar um caminho e permitir a qualquer utilizador chegar a um site que, embora sempre apontado por conter pirataria, é um sítio onde há muito material de livre acesso e com conteúdos livres de direitos de propriedade intelectual.
Vodafone Portugal vai bloquear o ThePirateBay
Foi a 9 de Dezembro de 2014 que o famoso ThePirateBay, um dos mais populares sites de partilha de conteúdos (muitos deles ilegais) foi desligado pela polícia sueca. O “serviço” voltou ao activo em Janeiro de 2015mas, tal como informámos, o acesso ao serviço terá ser de “cortado” pelas operadoras nacionais.
Alguns clientes da CaboVisão já nos informaram que deixaram de ter acesso ThePirateBay e ontem a Vodafone Portugal confirmou que irá também barrar o serviço depois da ordem do Tribunal da Propriedade Intelectual.
No início do mês de Fevereiro, surgiram várias notícias que confirmavam que o Tribunal da Propriedade Intelectual tinha em sua posse uma providência cautelar para avaliar um possível bloqueio de sites de torrents em Portugal. De salientar que o ThePirateBay está no TOP 100 dos sites mais visitados pelos portugueses.
Tal providência cautelar, que interposta pela Associação para a Gestão e Distribuição de Direitos (Audiogest) e Associação para a Gestão de Direitos de Autor, Produtores e Editores (GEDIPE) já tem resposta por parte parte do Tribunal da Propriedade Intelectual que determinou que Cabovisão, MEO, NOS e Vodafone passassem a bloquear o thepiratebay.se e alguns sites relacionados.
No caso de incumprimento por parte dos operadores, no prazo de 30 dias, estas poderão pagar uma coima na ordem dos 2500 € por cada dia que não seja aplicado o definido pelo tribunal. De acordo com a informação que consta do processo, 63 mil utilizadores portugueses usam o ThePirateBay e descarregam anualmente cerca de 10 milhões de ficheiros.
Questionada recentemente pela agência Lusa, a operadora de telecomunicações refere que “foi notificada da decisão do Tribunal da Propriedade Intelectual, a qual irá naturalmente cumprir, não sendo sua intenção interpor recurso da mesma“, escusando-se a fazer comentários adicionais sobre tema. A Lusa questionou também a MEO que se recusou a prestar qualquer esclarecimento sobre este assunto.
Pirate Bay pode ficar bloqueado a partir de Portugal em Março
Segundo uma notícia do jornal Expresso, o tribunal aceitou a providência cautelar interposta pelas organizações de gestão de direitos de autor Audiogest e Gedipe, que obriga os ISP nacionais MEO, Cabovisão, NOS e Vodafone a bloquear o acesso dos seus clientes ao motor de busca de ficheiros .torrent Pirate Bay, bem como a todos os outros 29 domínios que replicam o seu conteúdo.
Se os operadores nacionais não bloquearem o acesso a esses domínios até dia 27 de Março estão sujeitas ao pagamento de uma multa de €2500 por dia.
O motor de busca The Pirate Bay, criado em 2004, já foi bloqueado noutros países como a Argentina, Australia, Austria, Bélgica, China, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Índia, Indonésia, Irlanda, Itália, Malásia, Holanda, Noruega, Qatar, Arábia Saudita, Singapura, Espanha, Suécia, Turquia, Emirados Árabes Unidos e Reino Unido.
Nos últimos anos, o The Pirate Bay tem vindo a perder muita da influência que já teve no universo da partilha de ficheiros, aliás a quando da rusga ao datacenter na Suécia em Dezembro passado, que fez com que o site ficasse offline durante mais de um mês, as estatísticas indicam que o impacto na partilha de ficheiros torrent em todo o mundo foi mínimo.
Por outro lado, este tipo de bloqueios são normalmente ineficazes visto que é muito simples ultrapassá-los sem ter grandes conhecimentos de redes ou informática.
The Pirate Bay - providência cautelar tenta bloquear acesso em Portugal
O Tribunal da Propriedade Intelectual (TPI) está a analisar um pedido de bloqueio de acesso ao The Pirate Bay em Portugal. Operadores de telecomunicações recordam que a luta contra a pirataria tem de respeitar a privacidade dos cidadãos
Como o lançamento de um foguetão ou uma mira de cinema, a contagem decrescente do The Pirate Bay esgotou-se na primeira hora do dia 1 de fevereiro. E contra as investidas da indústria de cinema e música e da polícia sueca que haviam desmantelado o site em dezembro, o endereço pirata voltou ao ativo. Milhões de fãs podem ter rejubilado, mas há também uma boa possibilidade de ser apenas da primeira contagem decrescente do resto da vida do site mais famoso de partilha ilegal de vídeos, música e videojogos: atualmente, está a correr uma providência cautelar no Tribunal da Propriedade Intelectual (TPI) com o objetivo de obrigar os operadores de telecomunicações a bloquear o acesso ao endereço do The Pirate Bay (thepiratebay.se) em Portugal.
«O TPI já tomou decisões idênticas que levaram ao bloqueio de sites de transmissão de jogos de futebol cujos direitos pertenciam à Sport TV. Não é uma coisa inédita em Portugal e, por isso, temos a expectativa de que o tribunal também decida bloquear o acesso ao The Pirate Bay», explica Paulo Santos, presidente da Associação Portuguesa de Defesa de Obras Audiovisuais (FEVIP).
A providência cautelar, que foi apresentada pelas associações FEVIP, Audiogest, GEDIPE e Mapinet, entra em fase de audiências no início de fevereiro. Enquanto nos sites de streaming pirata o ilícito é facilmente confirmado no momento em que ocorre, no The Pirate Bay os juízes do TPI deparam-se com um cenário um pouco mais complexo. No limite, os fãs do site podem argumentar que não se pode encerrar um serviço de partilha de ficheiros que também pode ser usado para a partilha de cópias legais. Teoricamente, o argumento faz sentido, mas a prática demonstra uma realidade bem diferente: a larga maioria dos ficheiros partilhados é ilegal, mesmo contando com vídeos e músicas cujos direitos de autor já expiraram; o The Pirate Bay dificilmente seria The Pirate Bay se não partilhasse pirataria.
«(O The Pirate Bay) é uma bandeira. E é importante que todos os outros sites do género percebam que podem ser barrados. Vamos tentar ganhar este caso e, de seguida, vamos avançar para o top 10 dos sites piratas mais usados em Portugal», avisa Paulo Santos.
A determinação da indústria dos conteúdos não chega: os operadores de telecomunicações ainda têm uma palavra a dizer durante as audiências.
O histórico permite deduzir que nem entre empresas do setor das telecomunicações a opinião será consensual. Comecemos pela Vodafone: no final de dezembro, em paralelo com o aparatoso desmantelamento dos servidores alojados na Suécia, a Vodafone decidiu bloquear em Portugal o acesso ao ThePirateBay.se e outros endereços sucedâneos terminados em .org e em .com. Oficialmente, a Vodafone nunca chegou a explicar ao certo o motivo do bloqueio. Ao que o Expresso apurou, terá havido mesmo uma notificação de um tribunal a informar da providência cautelar aqui noticiada – e a operadora terá interpretado a notificação como uma ordem para bloquear o acesso em Portugal. É apenas uma versão oficiosa, mas que tem várias semelhanças com o sucedido com a sucursal espanhola, que também barrou o endereço pirata durante meses, mas viria a confirmar publicamente que fez uma interpretação errada de uma notificação enviada pela justiça local.
Na NOS, a posição é de ambivalência: o grupo gere uma das maiores cadeias de salas de cinema e, por via indireta, é uma das maiores vítimas da pirataria; por outro lado, também tem uma carteira de clientes a satisfazer e terá de gerir com parcimónia a imagem que, eventualmente, a defesa do bloqueio de um site poderá ter junto de clientes e internautas.
Por fim, a PT: na indústria dos conteúdos, não falta quem admita que será da detentora do Meo que virão as maiores reticências sobre o bloqueio do The Pirate Bay. Neste caso, a operadora pode sempre alegar que o bloqueio põe em causa a liberdade dos internautas - mas só as audiências dirão se os receios de autores, produtores e editores se justificam e se a operadora vai ou não argumentar contra o pedido de bloqueio.
A posição da APRITEL, associação que representa os operadores de telecomunicações em Portugal, resume o que está em jogo e permite supor o que PT, Vodafone e NOS poderão dizer em audiência: «Qualquer iniciativa no âmbito do combate à pirataria deve ter em conta que, no âmbito da prestação de serviços de acesso à Internet, os associados da APRITEL prosseguem uma atividade de mero transporte, estando obrigados a respeitar a privacidade e a confidencialidade das comunicações dos seus clientes», refere a associação por e-mail, lembrando o esforço que tem sido feito na promoção de novas ofertas que integram conteúdos e acautelam os interesses de autores e produtores.
Caso o juiz dê seguimento à providência cautelar, o ThePirateBay.se terá de ser automaticamente bloqueado pelos operadores, através de filtros de tráfego. Paulo Santos está apostado em evitar o costumeiro caso do endereço pirata que fecha num dia para abrir no dia a seguir com um nome similar ou derivado. «Queremos que seja bloqueado o acesso aos sites com a denominação (The Pirate Bay), independentemente dos locais onde estão alojados».
Cópias e prisões
O local onde está alojado o The Pirate Bay faz toda a diferença: pouco depois da atuação das autoridades suecas, começaram a surgir na Net réplicas do site e respetivo repositório de torrents (a tecnologioa que permite a qualquer internauta descarregar e distribuir cópias ilegais). Antes da operação de desmantelamento, o site chegou a usar sufixos diferentes como o .info. Hoje, o endereço terminado em .se está a funcionar como sempre – o que será seguramente um embaraço para o governo sueco (.se é o sufixo da internet da Suécia) e um foco de tensão com as poderosas indústrias do cinema, da música, do software e dos videojogos.
Na indústria, há quem acredite que as máquinas que suportam as trocas de ficheiros entre milhões de utilizadores de todo o mundo estejam a operar a partir da Suécia, apesar dos indícios que revelam que o endereço pode estar alojado numa empresa especializada no registo e manutenção de sites e domínios que funciona na Moldávia.
Os “velhos” tempos em que os criadores do enfrentavam abertamente governos e autoridades passaram irremediavelmente. Gottfrid Svartholm, Fredrik Neij, Peter Sunde e Carl Lundström, o quarteto de jovens fundadores do site, foi condenado pela justiça sueca em 2009. Cada um dos quatro piratas foi punido um ano de prisão acrescido de uma multa de 30 milhões de coroas suecas (cerca de três milhões de euros). Depois do recurso, a pena seria reduzida para quatro meses de prisão acrescidos de 32 milhões de coroas suecas. À exceção de Lundstrom, todos os fundadores andaram fugidos à justiça… até serem detidos: Gottfrid Svartholm foi preso em 2012 no Camboja, vindo mais tarde a cumprir uma pena de 3,5 anos que foi aplicada pela justiça dinamarquesa devido a uma intrusão nas bases de dados da segurança social; Fredrik Neij foi detido em 2014 na fronteira entre Laos e Tailândia; também em 2014, Peter Sunde foi detido numa quinta nos arredores de Malmo, Suécia.
Hoje, o mesmo The Pirate Bay que arrancou suportado pelo idealismo do Movimento Piratbyrån e que daria um contributo substancial para a eleição de dois eurodeputados do Partido Pirata Sueco, está transformado num pária cibernético. O nome de guerra do atual porta-voz é elucidativo: 10100100000.
Foi esta sucessão de “zeros” e “uns”, que ninguém pode garantir quem é, que admitiu, quatro dias após o desmantelamento policial, um regresso do The Pirate Bay. Nessa entrevista dada ao site mais proeminente do submundo da cópia livre (o TorrentFreak), 10100100000 fez saber que a equipa responsável pelo The Pirate Bay não conhece fronteiras: «Não temos líderes ou responsáveis. Entre 30 e 50 pessoas de todo o mundo trocam ideias umas com as outras e o que sai desse processo é aquilo que faremos com o The Pirate Bay».
A avaliar pelo sucedido no dia 1 de fevereiro, as 30 ou 50 pessoas concordaram em manter a famosa Baía dos Piratas ativa. A contagem decrescente pode recomeçar a qualquer momento.
The Pirate Bay- as novidades do novo torrent
O que ficou e o que chegou com o novo The Pirate Bay
O conhecido site de torrents regressou este sábado ao ativo e permitiu que muitas pessoas que pesquisam por formas ilegais de obter acesso a muitos conteúdos de entretenimento respirassem de alívio.Foi no dia 9 de dezembro que o site The Pirate Bay, o maior agregador de conteúdos ilegais do mundo, fechou portas por força das autoridades suecas. Desde então que muito se especulou sobre o seu regresso e o relógio em contagem decrescente no site, bem como o surgimento de uma Fénix, apontava para o "renascimento" no dia 1 de fevereiro.
Apesar da contagem, o The Pirate Bay acabou por regressar no sábado, dia 31 de janeiro, com uma Fénix na página principal. Para além de ser símbolo do renascimento - a Fénix é um animal que, quando morre, renasce das próprias cinzas -, este foi um símbolo utilizado no seguimento de um dos primeiros casos polémicos do site.
Esta é, de resto, a principal mudança que ocorreu no agregador de torrents. O site manteve o mesmo domínio, o barco com o Jolly Roger surge logo na página de resultados de pesquisa, que se mantém exatamente igual, e as funcionalidades que existiam mantiveram-se - como a segmentação por categorias. Até ao momento também ainda não é mostrada qualquer publicidade.
Nem tudo funciona como (não) deve ser
Numa primeira análise, parece que o The Pirate Bay não andou "perdido no mar" durante os últimos dois meses. A base de dados permaneceu aparentemente intocável e pesquisas como "The Big Bang Theory" e "Game of Thrones" apresentam entre 4.000 e 7.600 resultados.
Mas a verdade é que isso quer também dizer que os arquivos não foram sendo atualizados enquanto o site esteve em baixo. Existem apenas 40 resultados para a pesquisa "Interstellar", um filme lançado no final de outubro, por exemplo.
The Pirate Bay
Para além de algumas opções como "Contacto", "Registo" e "RSS" estarem ainda indisponíveis, navegar pelo site acaba por ser um jogo de paciência. Mais de 70% das pesquisas feitas resultaram num ecrã branco com a mensagem "503 - Serviço Temporariamente indisponível" - assunto muitas vezes resolvido com uma ou duas atualizações de página. E o serviço nem sequer funcionou em todos os computadores ou browsers testados no TeK.
Em suma, o The Pirate Bay está de volta mas, numa análise mais cuidada, é notório que ainda se ressente do período em que esteve em baixo. O serviço é, obviamente, indesejado pela indústria do entretenimento e representa um dos principais "lados negros" da Internet. Mas para muitos continua a ser o porto seguro para o consumo de conteúdos.
E olhando para o histórico turbulento do The Pirate Bay parece só haver uma certeza: o motor de pesquisa promete não ficar por aqui no que diz respeito a polémicas e "casos de polícia".
Pirate Bay voltou
O Pirate Bay é um dos maiores sites de partilha de ficheiros do mundo....
De acordo com o site "Torrent Freak", a perda dos servidores não teve grande impacto no Pirate Bay, já que continuam disponíveis links para filmes e séries protegidas que estiveram na origem da intervenção da Polícia.
O site de "torrents" The Pirate Bay voltou este sábado a funcionar, sete semanas depois dos servidores terem sido apreendidos pela Polícia sueca. O célebre navio pirata deu agora lugar a uma fénix renascida como símbolo.

O Pirate Bay, um dos mais populares sites de partilha de ficheiros do mundo, está de regresso, cerca de dois meses após ter sidoencerrado pelas autoridades suecas. O barco pirata, imagem de marca do site, foi substituída por uma fénix - adequado uma vez que esta não é a primeira vez que o portal foi encerrado, tendo conseguido sempre voltar.
Segundo o site Torrent Freak, a equipa conseguiu regressar um dia antes do planeado, de acordo com o contador que tinha sido instalado na página e apontava para amanhã, e quase sem perder informação e dados, embora ainda existam poucos torrentsposteriores a 9 de dezembro, data em que o portal ficou offline.
Mas fontes da equipa que ao longo dos últimos dez anos construiu e geriu o site disseram esta semana ao Torrent Freak que a decisão de reduzir o número de pessoas e de apresentar uma versão mais leve gerou um motim e que parte da equipa vai sair e lançar um site semelhante.
O Pirate Bay é um dos maiores sites de partilha de ficheiros do mundo. Lançado em 2003, aproveitou as leis suecas para facilitar a partilha de ficheiros, muitas vezes de artigos com direitos de autor, uma vocação quase assumida na designação pirata. Mas o site e os seus criadores já tiveram vários problemas com as autoridades e já esteve em baixo mais do que uma vez. Os fundadores foram mesmo condenados a penas de prisão.
De acordo com o site "Torrent Freak", a perda dos servidores não teve grande impacto no Pirate Bay, já que continuam disponíveis links para filmes e séries protegidas que estiveram na origem da intervenção da Polícia.
O site de "torrents" The Pirate Bay voltou este sábado a funcionar, sete semanas depois dos servidores terem sido apreendidos pela Polícia sueca. O célebre navio pirata deu agora lugar a uma fénix renascida como símbolo.
O Pirate Bay, um dos mais populares sites de partilha de ficheiros do mundo, está de regresso, cerca de dois meses após ter sidoencerrado pelas autoridades suecas. O barco pirata, imagem de marca do site, foi substituída por uma fénix - adequado uma vez que esta não é a primeira vez que o portal foi encerrado, tendo conseguido sempre voltar.
Segundo o site Torrent Freak, a equipa conseguiu regressar um dia antes do planeado, de acordo com o contador que tinha sido instalado na página e apontava para amanhã, e quase sem perder informação e dados, embora ainda existam poucos torrentsposteriores a 9 de dezembro, data em que o portal ficou offline.
Mas fontes da equipa que ao longo dos últimos dez anos construiu e geriu o site disseram esta semana ao Torrent Freak que a decisão de reduzir o número de pessoas e de apresentar uma versão mais leve gerou um motim e que parte da equipa vai sair e lançar um site semelhante.
O Pirate Bay é um dos maiores sites de partilha de ficheiros do mundo. Lançado em 2003, aproveitou as leis suecas para facilitar a partilha de ficheiros, muitas vezes de artigos com direitos de autor, uma vocação quase assumida na designação pirata. Mas o site e os seus criadores já tiveram vários problemas com as autoridades e já esteve em baixo mais do que uma vez. Os fundadores foram mesmo condenados a penas de prisão.
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Pirate Bay está novamente no ar....mas ainda não tem pesquisas
Desde que foi desligado no passado dia 09, fruto de uma intervenção policial, o site Pirate Bay tem estado inacessível.
Esta não é uma situação nova para este site, que está constantemente a ser perseguido pelas forças policiais.
Mas esta última intervenção da policia parecia ter tido um efeito mais permanente, pois o site parecia não voltar como era habito.
Mas aparentemente os problemas parecem estar a resolver-se e o site Pirate Bay está de novo acessível. Ainda sem qualquer das funcionalidades que tinha antes, mas está já presente de novo na Internet.

Este regresso, ainda que de forma muito limitada e sem a normal presença que tinha, pode ser um indício forte de que o Pirate Bay está para voltar, com a mesma força que tinha antes.
Para já é apenas exibido um vídeo de uma bandeira de piratas a voar ao sabor do vento, um contador que indica o tempo que passou desde que o site foi colocado offline e um código que ainda não foi possível decifrar.
Mas esta última intervenção da policia parecia ter tido um efeito mais permanente, pois o site parecia não voltar como era habito.
Mas aparentemente os problemas parecem estar a resolver-se e o site Pirate Bay está de novo acessível. Ainda sem qualquer das funcionalidades que tinha antes, mas está já presente de novo na Internet.
Este regresso, ainda que de forma muito limitada e sem a normal presença que tinha, pode ser um indício forte de que o Pirate Bay está para voltar, com a mesma força que tinha antes.
Para já é apenas exibido um vídeo de uma bandeira de piratas a voar ao sabor do vento, um contador que indica o tempo que passou desde que o site foi colocado offline e um código que ainda não foi possível decifrar.
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De toda a informação presente no site, o código que é apresentado no rodapé é a que mais tem intrigado todos os que o visitam. Segundo o que está apresentado, e a fazer fé no nome da imagem que o apresenta, é uma mensagem que está cifrada com a encriptação AES e que por isso ainda não foi possível decifrar.
De toda a informação presente no site, o código que é apresentado no rodapé é a que mais tem intrigado todos os que o visitam. Segundo o que está apresentado, e a fazer fé no nome da imagem que o apresenta, é uma mensagem que está cifrada com a encriptação AES e que por isso ainda não foi possível decifrar.
As especulações sobre o o que representa este código são já muitas, sem que na verdade se saiba muito sobre ele e o que realmente pretende indicar aos utilizadores.
O site IsoHunt, que tem estado a ajudar a equipa do Pirate Bay já fez saber que não está a par de quaisquer movimentações da associadas ao ressurgimento do site do Pirate Bay.
Curiosamente o site tem incluído alguma publicidade que está a ser mostrada aos utilizadores e que é apresentada quando estes clicam na imagem da bandeira que é apresentada.
Depois de ter surgido recentemente o projecto Open Bay, que pretende dar inicio a um conjunto de servidores réplica do Pirate Bay, este regresso pode significar que o site está prestes a voltar ao activo.
Já diversas vezes a ideia de um Pirate Bay distribuído e imune a ataques da policia ou de outras autoridades e este pode se o ponto de partida para este novo modelo.
Ainda não se sabe mais do que o facto de o domínio do Pirate Bay ter voltado a ficar activo e o novo servidor. Ainda sem o conteúdo e as funcionalidades que tinha antes, mas já com presença na Internet.
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Sempre que o The Pirate Bay for encerrado num local surgirá noutro
A convicção é do presidente do Partido Pirata da Alemanha, que recorda as várias medidas contra o site nos últimos anos e o facto de nenhuma delas ter conseguido acabar com o projeto.
"O site já tinha sido fechado em 2005 e o resultado foi a criação de um Partido Pirata, que reuniu todas as ideias de partilha de informação, conhecimento, cultura e liberdade na Internet", defendeu Kramm, em declarações ao site RT.
"Cada vez que o Pirate Bay for desligado, vamos multiplicar", acrescenta o mesmo responsável, defendendo a legitimidade do projeto e considerando que a Internet é ela própria uma "enorme máquina de copiar", que alterou o conceito de propriedade pública.
Em resposta a esta transformação, a legislação deveria ter sido alterada e adequada, mas em vez disso as empresas fazem todos os esforços para fazer valer as leis antigas, defende Bruno Kramm, apontando uma exemplo que considera de sucesso nesta transição do analógico para o digital: o da música, com os serviços de streaming.
O The Pirate Bay foi encerrado no início da semana, na sequência de uma rusga às instalações de suporte ao projeto. As autoridades suecas revelaram na altura que as buscas e suspensão de atividade estão relacionadas com suspeitas de violação das leis de propriedade intelectual.
Esta não é a primeira tentativa para destativar o site, que na última década tem sido alvo das mais diversas tentativas da indústria para calar este centro de partilha de ficheiros.
O registo do domínio já tinha sido alterado e a localização dos servidores para garantir a continuidade do projeto, algo que pelos vistos pode acontecer tantas vezes quantas forem necessárias para manter ativo o maior simbolo da defesa de uma Internet onde a partilha de conteúdos é livre.
Pirate Bay bloqueado pela Vodafone em Portugal
Na passada Terça-feira, o Pirate Bay passou a estar offline. De acordo com as informações que circularam na Internet, a polícia sueca fez uma rusga e acabou por levar os servidores e outro material para avaliação.
Curiosamente, o serviço foi também bloqueado por alguns operadores. Em Portugal, a Vodafone foi o primeira a fazê-lo.
De acordo com o site TugaLeaks, ao mesmo tempo que aconteceu um “raid” aos servidores do The Pirate Bay, em Portugal o serviço passou também a estar bloqueado pela Vodafone.
O “raid” – procedimento conhecido em Portugal como mandato de busca e apreensão – foi efectuado depois da queixa de uma entidade Sueca conhecida como Rights Alliance.
A informação sobre o bloqueio da Vodafone já consta inclusive da Wikipedia.
Como resultado da rusga foram levados PC se outro material e um membro da equipa do The Pirate Bay foi tambémdetido. Nas reacções, Peter Sunde, co-fundador do Pirate Bay escreveu no seu blog que até está satisfeito com o fecho do Pirate Bay- Ver aqui.
Ainda relativamente à Vodafone, o operador bloqueou os sites thepiratebay.se, thepiratebay.com e thepiratebay.org e a informação é que os mesmos estão bloqueados devido às acções judiciais que estão a correr.
A Vodafone ainda não comentou oficialmente a situação, mas há já algumas “movimentações” no fórum na Vodafone.
"Pirate Bay" encerrado pela polícia sueca
O maior agregador de "torrents" do planeta, o Pirate Bay, está "offline" há um dia, após uma operação da polícia sueca. Um dos co-fundadores já garantiu que gostaria que o site permanecesse encerrado.
O site "Pirate Bay" era, até terça-feira, o maior agregador de "torrents" (arquivos distribuídos por diversos utilizadores) do planeta. Mas tal poderá não voltar a ser verdade durante muito mais tempo.

O website está offline desde que foi alvo de (mais) uma operação da polícia em Estocolmo, onde foram apreendidos diversos computadores e servidores. Alegadamente, conta o site TorrentFreak, o material obtido pelas forças policiais (ao abrigo de uma investigação à violação de direitos de autor) era fulcral para o site, que foi encerrado e assim permanece até ao momento. Outros sites de "torrents" também foram afetados, como EZTV, Torrage, Zoink, SuprBay Bayimg ou Pastebay.
Um dos fundadores do site, Peter Sunde, já deixou a sua opinião sobre a matéria, garantindo que não está muito importado se o website continuar offline. "Parece que o Pirate Bay foi invadido novamente. Há oito anos, quando isso aconteceu pela última vez, muita gente foi para as ruas protestar. Hoje, poucos parecem importar-se. E eu sou um deles", diz, no seu blogue.
O cofundador, que foi libertado há um mês depois de ter estado preso por violação de direitos de autor, explica que não é "fã do que o Pirate Bay se tornou" e acusa quem gere atualmente o site de ganância. "O Pirate Bay tornou-se uma instituição que toda a gente espera que esteja sempre lá. Ninguém parece estar com vontade de fazer avançar a tecnologia. O site continua feio, cheio de erros, código e design antigos. Nada mudou, exceto numa coisa: publicidade", queixa-se.
Peter Sunde lamenta que o site não tenha sido encerrado no 10.º aniversário, como pretendido pela equipa que o criou e que, em vez disso, quem tomou as rédeas do site tenha feito uma festa para celebrar o acontecimento, patrocinada por uma "empresa sexista" e com pagamento de entrada. "O Pirate Bay já não tem alma. Estava uma porcaria quando foi encerrado hoje. Sabe bem pensar que talvez tenha sido encerrado de vez", garante, esperando que o desaparecimento do agregador impulsione uma nova geração de sites mais avançados.
Segundo o TorrentFreak, suspeita-se que o equipamento apreendido pela polícia estaria em Nacka, em Portlane (Estocolmo) e a denúncia teria sido feita por um grupo anti-pirataria, denominado "Rights Alliance".
Uma cópia idêntica do Pirate Bay, sediada num servidor na Costa Rica, tem sido indicada por muitos como a nova versão do site, mas basta uma pesquisa rápida pela página para perceber que nada funciona.
O site "Pirate Bay" era, até terça-feira, o maior agregador de "torrents" (arquivos distribuídos por diversos utilizadores) do planeta. Mas tal poderá não voltar a ser verdade durante muito mais tempo.
O website está offline desde que foi alvo de (mais) uma operação da polícia em Estocolmo, onde foram apreendidos diversos computadores e servidores. Alegadamente, conta o site TorrentFreak, o material obtido pelas forças policiais (ao abrigo de uma investigação à violação de direitos de autor) era fulcral para o site, que foi encerrado e assim permanece até ao momento. Outros sites de "torrents" também foram afetados, como EZTV, Torrage, Zoink, SuprBay Bayimg ou Pastebay.
Um dos fundadores do site, Peter Sunde, já deixou a sua opinião sobre a matéria, garantindo que não está muito importado se o website continuar offline. "Parece que o Pirate Bay foi invadido novamente. Há oito anos, quando isso aconteceu pela última vez, muita gente foi para as ruas protestar. Hoje, poucos parecem importar-se. E eu sou um deles", diz, no seu blogue.
O cofundador, que foi libertado há um mês depois de ter estado preso por violação de direitos de autor, explica que não é "fã do que o Pirate Bay se tornou" e acusa quem gere atualmente o site de ganância. "O Pirate Bay tornou-se uma instituição que toda a gente espera que esteja sempre lá. Ninguém parece estar com vontade de fazer avançar a tecnologia. O site continua feio, cheio de erros, código e design antigos. Nada mudou, exceto numa coisa: publicidade", queixa-se.
Peter Sunde lamenta que o site não tenha sido encerrado no 10.º aniversário, como pretendido pela equipa que o criou e que, em vez disso, quem tomou as rédeas do site tenha feito uma festa para celebrar o acontecimento, patrocinada por uma "empresa sexista" e com pagamento de entrada. "O Pirate Bay já não tem alma. Estava uma porcaria quando foi encerrado hoje. Sabe bem pensar que talvez tenha sido encerrado de vez", garante, esperando que o desaparecimento do agregador impulsione uma nova geração de sites mais avançados.
Segundo o TorrentFreak, suspeita-se que o equipamento apreendido pela polícia estaria em Nacka, em Portlane (Estocolmo) e a denúncia teria sido feita por um grupo anti-pirataria, denominado "Rights Alliance".
Uma cópia idêntica do Pirate Bay, sediada num servidor na Costa Rica, tem sido indicada por muitos como a nova versão do site, mas basta uma pesquisa rápida pela página para perceber que nada funciona.
Fredrik Neij o último fundador Pirate Bay foi preso e agora todos estão na cadeia
Já deve conhecer o Pirate Bay, um dos maiores sites de compartilhamento de conteúdo digital de todo o mundo. Pois também deve saber que ele é utilizado para a disseminação de materiais ilegais por pirataria. Por esse motivo, seus fundadores receberam ordem de prisão há algum tempo e dois dos três fundadores já estavam atrás das grades — sendo um encontrado em 2012 e outro em 2014.
Agora, Fredrik Neij — o terceiro deles — também foi capturado. Ele foi preso na fronteira entre Laos e a Tailândia na segunda-feira (3 de novembro), em uma ação que põe fim à caça que já durava vários anos. Segundo o site TorrentFreak, ele já havia cruzado a região várias vezes, sendo que morava com sua esposa e seus filhos em Laos. Apesar de os três fundadores do The Pirate Bay estarem presos, é preciso dizer que são bem pequenas as chances de os serviços oferecidos pelo site sejam encerrados.
Holanda permite desbloqueio do site The Pirate Bay
Justiça holandesa permite desbloqueio do site The Pirate Bay
The Pirate Bay é um dos principais sites de download do mundo. Foi condenado em diversas ocasiões na Holanda e na Suécia por violações de direitos autor.
A justiça holandesa permitiu nesta terça-feira que dois provedores de internet desbloqueassem o acesso ao site de compartilhamento de arquivos torrents The Pirate Bay.
"Os provedores Ziggo e XS4ALL não podem ser forçados a bloquear The Pirate Bay", indicou o Tribunal de Recurso de Haia em um comunicado.
Segundo a fonte, "é importante lembrar que os provedores não violaram os direitos tutorais".
The Pirate Bay é um dos principais sites de downloaddo mundo.
Foi condenado em diversas ocasiões na Holanda e na Suécia por violações de direitos autoria.
A pedido da Fundação Brein, que defende os direitos dos autores, a justiça holandês ordenou em janeiro de 2011 os provedores Ziggo e XS4ALL bloquear o acesso ao The Pirate Bay.
Ambos os provedores apelaram da decisão.
"Ficou claro desde o início que as medidas eram ineficazes", declarou Erik van Doeselaar, porta-voz do Ziggo. "Acreditamos que o tribunal tomou a decisão certa", acrescentou.
Já Xs4all declarou estar "satisfeito com a decisão do Tribunal de Recurso de defender a liberdade de informação e os direitos fundamentais dos cidadãos holandeses".
Ziggo fornece acesso à internet a 1,9 milhões de pessoas na Holanda, enquanto o XS4ALL fornece a cerca de 250 mil.
Por sua parte, a Brein indicou que analisa uma apelação.
"Vale ressaltar que o Tribunal garante que o bloqueio não é eficaz quando aceita o fato que o número de visitas ao The Pirate Bay, bem como o número de assinantes que são culpados de violações (dos direitos autoria) diminuiu", argumentou Brein em um comunicado.
"Esta decisão vai contra a opinião de juízes de outros países europeus", disse a mesma fonte.
O site The Pirate Bay funciona como um motor de busca para baixar filmes, músicas e jogos em "peer-to-peer", sem necessitar de um servidor. Gratuito, não paga direitos tutorais.
The Pirate Bay anuncia browser revolucionário na partilha de ficheiros
Pela sexta vez este ano a "baía dos piratas" mudou de localização, estando agora atracada ao largo do Peru. O site promete que dentro de pouco tempo a questão dos domínios vai deixar de ser relevante.
Alguns dias depois de o The Pirate Bay ter trocado o endereço para um domínio da Ilha de Ascensão, o site de partilhas chegou hoje, 13 de dezembro, ao Peru: thepiratebay.pe . Esta foi a sexta vez que o site se viu obrigado a trocar de domínio em 2013 e em breve a questão dos domínios pode deixar de ser um problema.
Segundo relata o Torrent Freak, que cita um porta-voz da empresa, alguns elementos estão a desenvolver um browser que vai permitir alojar sites de pirataria sem a necessidade de alojamento central num domínio.
Quer isto dizer que os sites de partilha de ficheiros vão poder existir sem ser necessário aceder a uma página Web propriamente dita. Os defensores do The Pirate Bay chegam mesmo a dizer que no futuro tentar bloquear os domínios vai ser uma ação sem efeito prático.
A ferramenta que está em desenvolvimento é uma nova versão do PirateBrowser que vai usar a rede Tor para permitir acesso a sites que estão localmente bloqueados, como é o caso da Holanda e Reino Unido.
Segundo relata o Torrent Freak, que cita um porta-voz da empresa, alguns elementos estão a desenvolver um browser que vai permitir alojar sites de pirataria sem a necessidade de alojamento central num domínio.
Quer isto dizer que os sites de partilha de ficheiros vão poder existir sem ser necessário aceder a uma página Web propriamente dita. Os defensores do The Pirate Bay chegam mesmo a dizer que no futuro tentar bloquear os domínios vai ser uma ação sem efeito prático.
A ferramenta que está em desenvolvimento é uma nova versão do PirateBrowser que vai usar a rede Tor para permitir acesso a sites que estão localmente bloqueados, como é o caso da Holanda e Reino Unido.
O The Pirate Bay considera que a guerra que tem sido travada contra a pirataria está a contribuir para a criação de modelos de partilha de ficheiros mais descentralizados, uma "nova geração" de pirataria.
Além de tomar a forma de um browser, a nova ferramenta vai também chegar ao Firefox e ao Chrome através de plug-ins dedicados.
Já ouviu falar em Gottfrid Svartholm?Cofundador do Pirate Bay está numa cela solitária na Dinamarca
Cofundador do Pirate Bay é mantido em cela solitária na Dinamarca
O jovem de 29 anos teria sido preso por hackear sistemas de segurança de uma gigante da TI americana
Mesmo que nunca tenha tido contato com o nome deste sueco, você certamente já viu o principal trabalho dele: o The Pirate Bay. Svartholm é um dos fundadores do maior serviço de compartilhamento de arquivos e torrent do mundo — o que despertou a ira de uma grande quantidade de empresários envolvidos com o entretenimento internacional.
Por causa de acusações referentes a uma invasão de sistemas da CSC (uma das maiores empresas de tecnologia da informação dos Estados Unidos), Svartholm foi preso no último ano. Ele foi extraditado da Suécia até a Dinamarca, onde estaria sendo mantido em uma cela exclusiva e passando por isolamento no confinamento. Quem relata isso é a mãe de Svartholm, que contatou o site TorrentFreak para contar a história.
Ela diz que o filho teria sido levado para a solitária após os responsáveis pela cadeia em que ele está na Dinamarca declararem que ele era perigoso. Há relatos de que ele poderia apresentar “violência e agressividade criminosa”. Segundo o advogado de Svartholm, o tratamento que o cofundador do The Pirate Bay recebe é contra a lei, uma vez que ele nem ao menos foi condedado na Dinamarca (ainda estaria aguardando julgamento no país).
O que vem sendo dito na imprensa internacional é que o tratamento que a justiça da Dinamarca dá a Gottfrid Svartholm é muito estranho, uma vez que as acusações contra ele não envolvem assassinato, agressão ou outras atividades que ameacem a integridade física de alguém. O site TorrentFreak lembra que Svartholm foi um parceiro do WikiLeaks e que isso pode transformá-lo em um “preso político”.
The Pirate Bay muda de domínio novamente e agora passou para ".PE"
Site de compartilhamento de arquivos teve que mudar mais uma vez por causa de problemas com direitos autorais
Nos últimos anos, um dos maiores sites de compartilhamento de arquivos e Torrent teve que mudar de domínio por várias vezes. O The Pirate Bay já esteve registrado em diversos países, como Suécia, São Martim, Islândia e Ilha de Ascensão, mas vai ter que mudar mais uma vez, chegando ao quinto registro de 2013. Agora, o barco do The Pirate Bay atraca em território peruano, passando a ser o ThePirateBay.PE.
Os últimos registros do site não estavam em grandes países, mas em pequenas ilhas que possuem controle de potências europeias. A ilha de San Martin (.SX) é de domínio holandês, enquanto a Ilha de Ascensão (.AC) é controlada pelo governo britânico. As grandes empresas de entretenimento são bem presente nesses países, o que torna mais fácil a atuação judicial contra o Pirate Bay.
Vale dizer que os domínios “.AC” ainda estão em operação, mas o Pirate Bay já migra seus dados para os domínio peruanos para evitar instabilidades, prevendo que o governo do Reino Unido entre com algum tipo de sanção contra o site de compartilhamento.
Os responsáveis pelo site afirmaram ao TorrentFreak que pretendem manter suas atividades no Peru por um bom tempo, mas admitem que possuem diversas alternativas para que possam levar os seus arquivos caso sejam obrigados a abandonar mais um domínio. Será que o grande barco pirata dos Torrents vai conseguir se manter em águas latino-americanas por muito tempo?
10 sites para procurar e baixar arquivos torrent na internet
Conheça uma lista com os melhores endereços para quem quer fazer download de conteúdo na rede.
Você quer baixar arquivos diversos da web, mas não sabe por onde começar? Separamos uma lista de 10 endereços para quem quer pesquisar e baixar torrents na rede.
No entanto, é bom lembrar: mesmo que os sites abaixo sejam considerados seguros, nenhum endereço é totalmente confiável, já que arquivos infectados estão espalhados por toda a rede. Então, mantenha o antivírus sempre atualizado em sua máquina e boa diversão!
1 – The Pirate Bay
Fundado em 2003, o Pirate Bay é um dos mais conhecidos sites para o download de torrents. O endereço já foi tirado do ar algumas vezes e enfrenta diversos problemas legais em dezenas de países; mesmo assim, o sistema segue em pleno funcionamento.
2 – TorrentZ
Líder no mercado de Bittorrent mundial, o Torrentz não hospeda conteúdo em seus servidores. Ao contrário de grande parte da concorrência, aqui é feito o redirecionamento para download em outros endereços.
3 - Tornado
Assim como o Torrentz, o Tornado também se diferencia pela busca de conteúdo. Os mantenedores do site garantem que a pesquisa é feita em mais de 20 sites de localizadores de torrents.
4 - Kickass Torrents
O site foi criado em 2009, mas enfrentou problemas na justiça italiana, tendo que mudar sua URL com certa frequência nos últimos meses.
5 - ExtraTorrent
O ExtraTorrent é um dos sites de pesquisa de arquivos torrent que mais tem apresentado crescimento nos últimos tempos. Ele também enfrentou problemas judiciais relacionados a direitos autorais de alguns arquivos disponibilizados por meio dele e teve sua URL alterada recentemente.
6 - Bitsnoop
São nada menos do que 19 milhões de torrents hospedados em um dos endereços mais transparentes no combate a conteúdo impróprio ou pirata. O site conta com uma página dedicada exclusivamente a relatórios de problemas com direitos autorais.
7 - H33t
O endereço é extremamente popular em toda a Europa e Ásia. No entanto, diversos problemas com produtoras musicais têm feito o dono do site repensar a forma de distribuição de conteúdo.
8 – EZTV
Como o próprio nome entrega o jogo, o EZTV é um endereço especializado em conteúdo relacionado à televisão. Embora o site seja australiano, o conteúdo é bastante diversificado, trazendo arquivos interessantes para o público de diversos países.
9 – isoHunt
O isoHunt é um dos mais conhecidos endereços para a pesquisa de Bittorrent. Ele conta com uma média de 12 milhões de buscas diárias, oferecendo uma das maiores bases de dados de arquivos da web.
10 - 1337x
O 1337x entra por último na lista por ter um formato diferenciado em relação a seus concorrentes. Sua função principal não é a de um motor de rastreio de torrents comum, e seu funcionamento se baseia na comunidade formada por usuários. Ele é conhecido por ter conteúdo de qualidade, embora a quantidade não seja seu ponto mais forte.
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