A LG apresentou em Londres o seu novo carro-chefe, o G3. Tivemos a oportunidade de fazer um primeiro teste do aparelho de 5,5 polegadas e com carcaça que lembra alumínio.
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Testes comprovam com o Android 6.0 Marshmallow, sua bateria vai durar de 2 a 3 vezes mais
O 6.0 Marshmallow promete mudanças significativas no que diz respeito à bateria. Aqueles que já instalaram a atualização sabem do que estou falando. Testes ao Android 6.0 no meu Nexus 5 desde que a versão final foi lançada, e hoje vou mostrar como se comporta a função Doze de gerenciamento de energia. Já adianto que os resultados impressionam.
O que é o Doze?
Descoberto na época da prévia para desenvolvedores do Android M, o Doze é uma das duas funcionalidades de economia de energia introduzidas pelo Android 6.0. A segunda se chama App Standby. Enfim chegada à maturidade, a função Doze visa principalmente a otimizar e reduzir as atividades do processador e da rede quando o aparelho não for usado por um determinado intervalo. Além disso, a segunda função se dedica a limitar a sincronização de aplicativos em segundo plano.
Confirmados pelo Google, o Doze e o App Standby são partes integrantes do Android 6.0 (API 23) e serão adotados nas próximas versões do SO a serem lançadas. Depois dos resultados magros do ProjectVolta, seu sucessor Doze é uma das melhores novidades do Marshmallow.
Como se comporta o Doze?
Tomemos o exemplo de um usuário que deixa o smartphone desligado e colocado sobre uma mesa por um período de tempo. Depois de certo ponto, a tela do aparelho é desligada e é nesse momento que o Doze atua.
No modo Doze, o sistema tenta economizar a bateria limitando o acesso dos aplicativos a redes sem fio e tarefas pesadas que demandam muito do processador. Depois de um intervalo (e periodicamente) o Doze se desativa e abre uma janela para os aplicativos acessarem a rede para atualizarem suas informações. Dessa forma, economiza-se energia sem que se perca a funcionalidade de cada app.
Quando essa janela se fecha novamente, o sistema volta ao modo Doze e suspende o acesso à rede dos aplicativos, bloqueando as eventuais sincronizações e as notificações. Com o tempo, e dependendo do seu uso, a função aprende e evolui para melhorar a economia de bateria em caso de inatividade mais longa e quando o aparelho estiver conectado a um carregador.
Quando o usuário desbloqueia seu smartphone, o Doze se desativa automaticamente e permite a utilização normal do dispositivo.
Teste com o Doze
Primeiro dia - utilização normal
Sendo um proprietário do Nexus 5, instalou-se o Android 6.0 Marshmallow no dispositivo para conhecer todas as novidades do modo Doze.
Conhecendo a autonomia catastrófica do Nexus 5 (em todas as versões do Android precedentes), posso dizer que a nova versão me conquistou. No passado, tinha de recarregar o meu Nexus 5 no meio do dia. Graças ao Doze e ao App Standby, meu Nexus 5 se tornou realmente menos dependente do seu carregador e agora é capaz de suportar um dia inteiro sem precisar de recarga (com um uso normal do aparelho).
Para inaugurar o primeiro dia com o Android 6.0 no meu Nexus 5, eu queria preservar os meus hábitos, que se resumem a:
2 horas de navegação (nos aplicativos e na internet);
20 a 30 minutos de Hearthstone;
Música pelo Play Music que ocupa 3/4 do dia.
Acredite ou não, o Nexus 5 ainda tinha 41% de bateria às oito e meia da noite (tendo sido carregado até as 3 da manhã). Isto é ainda mais impressionante se levarmos em conta que o meu Nexus 5 foi comprado em novembro de 2013. Desde então, a pessoa que me vendeu disse que o usou todos os dias e nunca substituiu a bateria. Falando nisso, pretendo trocá-la em breve.Quem sabe a nova pode durar até um dia e meio?
Segundo dia - utilização limitada
No dia seguinte, decidi moderar a minha utilização para melhor compreender o funcionamento dessas duas novas funções. O resultado foi ainda mais incrível. Depois de um dia completo, a porcentagem da bateria era de 25%. Como no teste anterior, eu havia carregado o dispositivo ao máximo e desconectado do carregador às 3 da manhã. Durante o segundo dia, realizei as seguintes atividades:
1 hora e 30 minutos de navegação (aplicativos e web);
De 15 a 20 minutos de Hearthstone;
Música ativada em 3/4 do dia.
Terceiro dia - utilização pouco intensa
Para o terceiro e último dia do teste, resolvi usar o meu Nexus 5 de maneira leve. Isso permitiu que a função "Doze" do Android 6.0 Marshmallow realmente mostrasse a que veio. Depois de um dia de uso leve, ainda havia 55% da bateria às nove e meia da noite. Eu havia desconectado o carregador às 2 da manhã. Neste dia, eu fiz o seguinte:
1 hora e 10 minutos de navegação (aplicativos e web);
Música ativada em 3/4 do dia
As funções Doze e App Standby não estão disponíveis apenas para os dispositivos Nexus. Elas serão distribuídas juntamente com o Android 6.0 Marshmallow para todos os aparelhos que receberem a nova versão do Android. Os resultados podem variar, mas podemos esperar uma melhora significativa na autonomia dos smartphones Android. Para mais informações, confira a página do Android Developers.
iPhone 6 vs Galaxy S6- a Samsung é melhor nos testes de resistência
As novos smartphones das eternas rivais Apple e Samsung foram submetidos a duros testes de resistência e os resultados mostram que o S6 da coreana é mais resistente que o iPhone 6. Também temos más notícias para quem ficou caidinho pelo S6 Edge.
Os testes da Square Trade mostram que a Samsung, que já tinha criado um dos smartphones mais resistentes do mercado quando lançou o S5, superou-se e obtém ainda melhores resultados nos testes realizados ao novo S6. Em todas as provas realizadas pela empresa especialista em planos de proteção de equipamentos tecnológicos o Galaxy S6 passou com distinção e só no teste de deslizamento obteve uma nota menos positivo, porque a traseira em vidro revela-se escorregadia.
O iPhone 6 também não se sai mal nos vários testes realizados, mas nos testes de dobragem desagregou-se e isso valeu-lhe uma avaliação final menos positiva.
Os modelos maiores, no caso da Samsung o S6 Edge e no caso da Apple o iPhone 6 Plus não se saíram tão bem na avaliação. O S6 Edge também foi "tramado" pelo teste à capacidade de dobragem, já que se partiu. O iPhone 6 Plus também não acabou a sessão inteiro, uma vez que se partiu no teste de queda e deixou de funcionar, revelando-se o menos resistente dos modelos testados.
Uma nota final para sublinhar que todos os modelos testados nesta análise resistiram sem problemas às experiências com água e sobreviveram sem mazelas aos 10 segundos em ambiente molhado.
Em baixo pode ver os detalhes da avaliação para cada critério, tendo em conta que tabela de avaliação está orientada entre 1 (risco fraco) e 10 (risco elevado).

O iPhone 6 também não se sai mal nos vários testes realizados, mas nos testes de dobragem desagregou-se e isso valeu-lhe uma avaliação final menos positiva.
Os modelos maiores, no caso da Samsung o S6 Edge e no caso da Apple o iPhone 6 Plus não se saíram tão bem na avaliação. O S6 Edge também foi "tramado" pelo teste à capacidade de dobragem, já que se partiu. O iPhone 6 Plus também não acabou a sessão inteiro, uma vez que se partiu no teste de queda e deixou de funcionar, revelando-se o menos resistente dos modelos testados.
Uma nota final para sublinhar que todos os modelos testados nesta análise resistiram sem problemas às experiências com água e sobreviveram sem mazelas aos 10 segundos em ambiente molhado.
Em baixo pode ver os detalhes da avaliação para cada critério, tendo em conta que tabela de avaliação está orientada entre 1 (risco fraco) e 10 (risco elevado).
Motorola começa testes para lançar o Android 4.4.4 para o Moto X
Está noticia é grande novidade para todos os donos do Moto X

A Motorola, em parceria com a operadora Verizon, começou a testar oAndroid 4.4.4 no Moto X. Por enquanto, a companhia está enviando e-mails para alguns clientes da operadora que possuem o aparelho parainformar sobre os testes.
Tudo indica que, caso os testes sejam bem sucedidos, a Motorola vai começar a disponibilizar a atualização do sistema operacional para os donos do Moto X, começando com os clientes da Verizon e depois para o restante.
A Motorola já atualizou o Moto E e o Moto G para o Android 4.4.4, e agora só falta o Moto X ser atualizado para que a companhia tenha todos os aparelhos da linha Moto rodando a versão mais recente da plataforma.
O curioso é que o Moto X é o atual aparelho top de linha da Motorola, e em tese deveria ser o primeiro a receber o update, mas dessa vez a companhia resolveu deixa-lo por último. [androidcentral]
A Motorola, em parceria com a operadora Verizon, começou a testar oAndroid 4.4.4 no Moto X. Por enquanto, a companhia está enviando e-mails para alguns clientes da operadora que possuem o aparelho parainformar sobre os testes.
Tudo indica que, caso os testes sejam bem sucedidos, a Motorola vai começar a disponibilizar a atualização do sistema operacional para os donos do Moto X, começando com os clientes da Verizon e depois para o restante.
A Motorola já atualizou o Moto E e o Moto G para o Android 4.4.4, e agora só falta o Moto X ser atualizado para que a companhia tenha todos os aparelhos da linha Moto rodando a versão mais recente da plataforma.
O curioso é que o Moto X é o atual aparelho top de linha da Motorola, e em tese deveria ser o primeiro a receber o update, mas dessa vez a companhia resolveu deixa-lo por último. [androidcentral]
Hands on LG G3 - primeiras impressões.... os resultados dos testes benchmarks
Design e acabamento
A LG decidiu-se dessa vez por um visual de alumínio - uma decisão sábia! No G2, o plástico liso da parte traseira se sujava de digitais e manchava muito facilmente. No G3, a nova textura favorece a manipulação, não deixa muitas marcas e dá um visual muito mais nobre. Contudo, trata-se ainda de policarbonato com a aparência de alumínio escovado.
Tela
O LG G3 vem com um display LCD (QHD IPS) de 5,5 polegadas e resolução de 2.560 x 1.440 pixels. Falamos aqui de uma densidade de pixels de 534 ppi. Sinceramente, não vi diferença com relação a um display Full HD. A bateria é que deverá sofrer com uma tela de 2K. Isso não significa, obviamente, que a tela seja ruim, pelo contrário. Seu brilho e equilíbrio de cores (além da nitidez) são de primeira qualidade.
Particularidades
Os botões físicos da parte traseira são novamente o destaque e a grande particularidade do G3. Como já mostrado no caso do G2, a LG se mostra cada vez mais aberta a críticas construtivas e tenta concretizar as boas ideias: o G3 chega com entrada para cartão microSD e também com uma bateria removível, duas características que fizeram falta no seu antecessor.
Outra particularidade é o autofoco de laser, que acelera o processo de tirar fotos. Num teste rápido, não tivemos a impressão de que a câmera do G3 seja mais rápida do que as da concorrência.
Software
A interface de usuário foi marcadamente reformulada, e isso fez bem ao G3. Uma crítica com relação aos modelos anteriores era a UI colorida e quase infantil. A nova UI confere um visual mais sóbrio ao software. Com ela, a LG segue a tendência predominante do momento, de ícones planos e bidimensionais.
Performance
Nenhuma supresa nesse ponto: o G3 é simplesmente uma potência. O processador Snapdragon 801 cumpre todas as tarefas com facilidade, sem atrasos ou engasgos. O G3 roda macio como um carro-chefe sempre deveria rodar.
Câmera
Ao lado da resolução padrão de 13 megapixels e do estabilizador ótico de imagens (conhecemos ambos do G2) o autofoco de laser é o detalhe mais interessante do G3. Apenas um teste mais demorado, contudo, mostrará as vantagens dessa nova função.
QuickCircle Case
Como acessório ao dispositivo, foi apresentada a QuickCircle Case, uma capa que pode substituir a tampa da bateria e possibilitar o carregamento sem fio no padrão Qi. Na parte frontal, ela permite a visualização do relógio e de mensagens, notificações e ligações recebidas. Além disso, a partir dessa janela, fotos podem ser tiradas.
Especificações técnicas
| SISTEMA | Android 4.4.2 KitKat |
|---|---|
| Ecrã | 5,5 polegadas, IPS, QHD (2.560 x 1.440 pixels) |
| PROCESSADOR | Qualcomm Snapdragon 801, 2,5 GHz, Quad-Core |
| RAM | 2 GB / 3 GB |
| MEMÓRIA INTERNA | 16 GB / 32 GB (+ microSDXC de até 2 TB) |
| BATERIA | 3.000 mAh (removível) |
| CÂMERA | 13 MP, OIS com autofoco de laser (traseira), 2,1 MP (frontal) |
| CONECTIVIDADE | GSM/HSDPA/LTE, WiFi 802.11 a/b/g/n, Bluetooth 4.0, NFC, USB 2.0 |
| DIMENSÕES | 146,3 x 74,6 x 8,9 mm |
| PESO | 149 gramas |
Conclusão
A principal crítica que podemos fazer ao G3 após o nosso primeiro teste é o seu tamanho. Um modelo de gama alta com 5,5 polegadas pode ser para muitos simplesmente grande demais. A escolha de material também foi decepcionante, mas isso é uma questão pessoal. De resto, o LG soube melhorar o G3 em pontos importantes, alvos de crítica no passado: a interface de usuário, a ausência de memória expansível e a bateria fixa. Tudo isso foi mudado, e o G3 tem potencial para brigar de frente com os outros carros-chefe de 2014. E eventualmente ganhar.
LG G3 passa por uma bateria de testes de benchmarks mostrando resultados pouco animadores
O LG G3 é o primeiro smartphone com ecrã QHD a ser lançado mundialmente. Essa alta resolução acaba gerando algumas preocupações nos usuários, pois quanto mais pixels a tela tiver, mais esforço o hardware do equipamento fará para lidar com todos eles.
Para aqueles que estavam curiosos para saber o desempenho do G3 nosbenchmarks, segue abaixo os resultados dos 5 benchs mais famosos para Android.
AnTuTu
LG G3 - AnTuTu
Como pode ser visto na imagem acima, o G3 conseguiu 29 mil pontosno benchmark mais famoso do Android que mede o desempenho daCPU, GPU, memória RAM, velocidade de leitura e escrita da memória interna e até a velocidade e execução da interface gráfica do sistema.
Quadrant
LG G3 - Quadrant
O Quadrant, apesar de ser um bench bem desatualizado, ainda é usado por vários sites e usuários em comparativos de desempenho. Ele também analisa vários componentes do hardware, como: CPU, GPU,memória RAM, etc. E nesse teste, o G3 conseguiu quase 21 mil pontos.
SunSpider
LG G3 - SunSpider
Esse bench é executado diretamente no navegador do dispositivo. O teste aqui foi executado no navegador Chrome e obteve o resultado de 952ms. Esse valor é calculado em cima do tempo que o navegador leva para renderizar uma página da web. Quanto menor for o resultado, mais rápido será o carregamento do conteúdo da página.
3D Mark
LG G3 - 3D Mark
Esse teste mede puramente o desempenho gráfico do dispositivo. Aqui são realizados dois testes: Ice Storm Unlimited que executa uma animação gráfica na qualidade Full HD (1080p) e o teste Ice Storm Extreme que executa a mesma animação gráfica só que dessa vez na resolução máxima possível, que nesse caso do G3 é Quad HD (1440p). Com isso, o dispositivo da LG obteve 15648 pontos no primeiro teste e8129 pontos no segundo.
Vellamo
LG G3 - Vellamo
Por último, temos o Vellamo que é um benchmark que mede tanto o desempenho HTML5 do dispositivo quanto o desempenho dohardware, chamado aqui de teste Metal. No teste de HTML5, o G3 conseguiu 1505 pontos, enquanto no Metal, ele conseguiu 1220.
Depois desses vários testes chegamos à conclusão que realmente oSnapdragon 801 tem dificuldades em lidar com um ecrã de tão alta resolução. Muitos destes resultados são inferiores ao do G2 com seuSnapdragon 800, por exemplo. Claro, a LG pode lançar alguma atualização do sistema que o torne melhor otimizado futuramente, mas para aqueles que esperavam números grandes aqui, esses resultados podem ser um pouco decepcionantes. [HDblog.it]
Veja como a Samsung testou o Galaxy S5
Confira imagens de alguns dos testes feitos em laboratório por profissionais da empresa sul-coreana
O Galaxy S5 já foi submetido a uma série de testes por entusiastas. O smartphone sobreviveu a quedas, atropelamentos e até mesmo a submersões. Mas o mais recente modelo da linha de maior sucesso da Samsung já foi suficientemente “torturado” pelos laboratórios da própria companhia sul-coreana. Fato é que o aparelho, que chegou aos mercados do mundo nessa sexta-feira (11), precisa sair da fábrica preparado para enfrentar as mais diversas situações.
Equipamentos de ponta capazes de simular uma miríade de condições físicas, câmeras que gravam a altíssimas velocidades, testes específicos do volume dos alto-falantes tendo em vista “o nível de ruído de cada região” e até mesmo o eletrocutamento do mobile foram algumas das condições às quais o Galaxy S5 foi submetido.
Uso de display e botões
Uma máquina equipada com pontas que imitam a textura de dedos humanos é usada para testar a resistência dos botões e display sensível ao toque do smartphone. Ao pressionar repetidas vezes o dispositivo, o aparelho avalia o quão durável o Galaxy S5 deverá se mostrar durante o manuseio.
Alto-falantes e microfone
A sensibilidade de microfone e o desempenho dos alto-falantes são naturalmente fatores testados pela Samsung. Mas este episódio se diferencia pela seguinte particularidade: cada região do mundo possui um “nível de ruído específico” – o que pode exigir mais ou menos sensibilidade de microfone e, consequentemente, maior ou menor resistência dos falantes. Os modelos comercializados na Ásia, por exemplo, possuem desempenho de hardware adequado às necessidades dos usuários asiáticos.
Resistência a radiação, poeira e calor
Em outra das salas dos laboratórios da gigante de tecnologia, certos níveis de radiação foram emitidos contra o aparelho; cada região exige também uma resistência mínima nesse quesito. O Galaxy S5 passou por testes de resistência a poeira e a demais partículas sólidas, conforme estabelece o certificado IP67 . Uma câmera térmica mediu o desempenho do mobile para garantir o funcionamento dos componentes mesmo sob condições duras de trabalho – como uso contínuo de câmera.
Confira abaixo algumas fotos dos demais testes aplicados ao Galaxy S5 (queda a partir de diferentes alturas, ainda mais pressão sobre a tela do aparelho e a forma com que o microfone é testado são algumas das demonstrações feitas).
Carro voador chega a 200 km/h
Em testes, carro voador chega a 200 km/h
Projeto levou mais de 20 anos para chegar à versão atual e essa é sua terceira edição desde o início do desenvolvimento em 1990
Um carro voador chamado Aeromobil 2.5 fez seu primeiro voo nesta semana na Eslováquia. O veículo atinge a velocidade de 200 km/h quando no ar, e 130 km/h em terra.
O automóvel comporta apenas dois passageiros e tem asas que podem ser dobradas para circular nas ruas.Voando, o Automobil tem autonomia de 700 km e de 500 km quando em terra.
O projeto levou mais de 20 anos para chegar à versão atual e essa é sua terceira edição desde o início do desenvolvimento em 1990.
A iniciativa é do designer Stefan Klein, cuja empresa é baseada na cidade de Bratislava, Eslováquia. O carro-avião ainda não tem previsão de ser comercializado.
O veículo é concorrente do Transition, da americana Terrafugia, que também já tem protótipos de automóveis com asas retráteis.