A Apple é uma das empresas mais inovadoras do mundo.Depois do falecimento de Steve Jobs, a empresa de Cupertino mudou e ao comando de Tim Cook, tem seguido alguns caminhos que não faziam parte da visão de Steve Jobs.
Hoje deixamos aqui algumas coisas que a Apple tem feito…e que Steve Jobs nunca quis.
1) Grandes smartphones
O iPhone 6 é o maior iPhone criado até ao momento. Em 2010 Jobs referiu que a Apple nunca iria criar um grande iPhone até porque ninguém iria comprar o mesmo (referindo-se à concorrência). Mas afinal…o iPhone 6 é um grande smartphone…
Então o iPhone não deveria ser apenas controlado com um dedo? Com o iPhone 6 vai ser difícil!
2) NFC para pagamentos
Steve Jobs odiava a ideia de ter um dispositivo, com suporte para NFC, para efectuar pagamentos. Mas porquê? Bem, é fácil de perceber, uma vez que a Google foi a primeira a adoptar esta tecnologia…Jobs não queria ir atrás. Com o lançamento do iPhone 6…lá apareceu também o serviço Apple Pay.
3) Apresentar muitos produtos num só evento
Steve Jobs nunca anunciou mais que 5 produtos numa simples keynote. Ele sempre dizia que a visualização humana e a retenção da memória era limitada a apenas 3.
4) Copiar o Android…descaradamente
A imagem seguinte ilustra tudo. Veja também as Novas funcionalidades do iOS 8 inspiradas no Android .
E são estas algumas das coisas que Steve Jobs nunca pensou fazer e que agora estão a ser realizadas pela Apple. Haverá certamente muitas mais mas, com os novos lançamentos, estas são as que mais se destacam.
A Samsung é hoje uma das mais fortes empresas no segmento mobile, posição que esgrime desde há vários anos contra a Apple, não só em acesas disputas judiciais mas também no plano do marketing.
Em 2011, um email da Samsung lamentava a onda de destaque dada pela imprensa ao falecimento de Steve Jobs, apelidando o momento de um “benefício não intencional para a Apple” e que empurrou as vendas do iPhone, como reacção em cadeia.
Uma mensagem de email enviada por Michael Pennington, vice-presidente da Samsung, responsável pelo mercado norte-americano, revela que a empresa coreana viu a morte de Steve Jobs, em 2011, como sendo uma boa oportunidade de atacar um mercado dominado pela Apple. “É a melhor oportunidade de atacar o iPhone”, escreveu Pennington, à data do falecimento do CEO da Apple.
Conforme observado numa cópia do documento, Pennington fez os seguintes comentários numa mensagem datada de 7 de Outubro, dois dias após o falecimento de Jobs:
“Infelizmente, a morte de Steve Jobs levou a uma imensa cobertura da imprensa sobre a ‘superioridade’ da Apple e do iPhone, todos criados pelo ‘apaixonado, incansável, perfeccionista’”, refere no email. “O ponto aqui é que há um benefício não intencional para a Apple, já que as mensagens destacam a percepção do consumidor de que os produtos da Apple são superiores[...] Qual consumidor não se iria sentir bem sobre a compra de um dispositivo desenvolvido por essa pessoa?”
“Desculpa continuar a empurrar esta questão, mas eu já vi isso há muito tempo e sei que esta é a nossa melhor oportunidade para atacar o iPhone. Caso não haja consenso sobre a abordagem que inicialmente propus, vou parar de pressionar, mas gostaria de entender melhor a nossa estratégia para que eu me possa alinhar.”
Apple e Samsung estão a travar mais uma guerra de patentes, esta que teve início a 31 de Março. Ambas as empresas estão a acusar-se mutuamente de copiarem características patenteadas para os seus próprios dispositivos móveis.
Pennington é um dos 5 altos quadros da Samsung Estados Unidos para o comércio dos dispositivos móveis, que foi afastado da empresa, ou notificado que iria sair, nos últimos dois meses. Mas, como pode ser lido, houve um forcing de aproveitamento por parte da empresa coreana aquando da morte de Steve Jobs.
Na verdade o mercado não se compadece de quem parte, de quem larga as rédeas do poder comercial, afinal… o dinheiro fala sempre mais alto!
Calças de ganga, T-shirts lisas e ténis brancos. O normcore é o novo estilo urbano, uma espécie de anti-look criado por uma agência de tendências
Longe vão os dias dos cabelos pintados de cor-de-rosa e das T-shirts com golfinhos do seapunk. A onda de roupas tingidas e com arco-íris que atacou os Estados Unidos nos últimos dois anos e que começou com uma piada no Twitter parece ter acalmado. E ainda bem - pelo menos para os olhos que já estavam cansados de tanta fluorescência. O que está na moda agora? Ser normal e não dar nas vistas.
Ou melhor, dar nas vistas por ser demasiado normal. O normcore, assim foi baptizado este estilo "normalzinho", tem como ícones as últimas pessoas que esperaríamos ver numa passerelle. Estamos a falar, por exemplo, de Jerry Seinfeld, Steve Jobs ou Larry David.
Ténis brancos da Reebok ou Adidas Stan Smith, calças de ganga e T-shirts lisas compõem o dress code do normcore, "a moda para quem se apercebeu de que é só mais um em sete mil milhões", escreve a "New York Magazine" no artigo, publicado no fim do mês passado, que deu a conhecer ao mundo este novo estilo urbano. A autora descobriu o normcore quando passeava no Soho sem conseguir perceber se as pessoas que via à sua volta "de calças de ganga, ténis confortáveis e polares" eram "estudantes de arte ou turistas americanos de meia idade". Enviou um SMS a um amigo que costuma acompanhar as últimas tendências urbanas e a resposta foi imediata: "lol normcore".
Uma pesquisa por normcore no Urban Dictionary, a referência no que diz respeito ao calão e aos novos movimentos urbanos, ensina-nos que o termo foi usado pela primeira na webcomic (uma banda-desenhada online) "Templar, Arizona" para designar uma "população fictícia". Na verdade, tornou-se bem real, especialmente depois do artigo da "New York Magazine".
O termo hashtag começou a pegar internet fora, principalmente em posts mais humorísticos. Uma foto de Obama de calças de ganga e ténis brancos circulou com o hashtag #normcore e a legenda "style icon" ao mesmo tempo que várias marcas aproveitavam a ocasião para promover as suas roupas mais básicas.
"O que eu gosto mais no #normcore são estes calções de 315 euros", brincou alguém no Twitter com um link para uns calções de ganga da Dolce & Gabbana a esse preço.
Aparentemente, o normcore, uma espécie de anti-look, chamemos-lhe assim, foi criado pela agência de tendências nova-iorquina K-Hole. Assim que o normcore se espalhou, os quatro membros da agência sentiram necessidade de escrever um comunicado no Facebook a explicar que o termo estava a ser mal utilizado. Afinal, normcore não é só calças de gangas dos anos 90 e Larry David. É mais um estado de espírito.
"Normcore significa que podes seguir qualquer actividade como se fosses um fanático", escreve a K-Hole. "Não faz sentido identificar o normcore como uma tendência de moda - a ideia é que tanto te possas vestir como uma mascote NASCAR para uma corrida, como mudar para roupas de raver para uma longa noite de drogas na discoteca. Tudo é flexibilidade infinita e apropriação cool."
ESTILOS
Seapunk
Cabelos rosa, azuis ou verdes, roupas tingidas, com arco-íris e golfinhos e alusões ao psicadelismo dos gráficos da internet nos anos 90. O seapunk começou como uma piada nas redes sociais, mas tornou-se um movimento urbano apoiado por gente como Azealia Banks. Diz-se que terá morrido quando Rihanna tentou ser do seapunk.
Ghetto gothik
Uma mistura explosiva entre o estilo do hip hop com o estilo gótico, que pode resultar numa combinação de lenços à Tupac na cabeça com roupas pretas e cruzes góticas. Na música Venus X é a embaixadora do “ghe20goth1k”, como se escreve, com sets de hip hop, reggaeton e até notícias da Al Jazeera.
Hipster
Bigode, saco de pano, óculos de massa mesmo para quem não precisa deles, camisas aos quadrados, calças justas... O estilo hipster já está demasiado mainstream para os verdadeiros hipsters. Mas tudo isso se esquece durante o Primavera Sound ou a ouvir o primeiro EP de Animal Collective.
Normcore
Ser normal é o que está na moda. Aliás, ser demasiado normal. Ténis Reebok, calças de ganga, T-shirts lisas, cabelo sem nenhum efeito especial... Nunca o estilo de Jerry Seinfeld ou Steve Jobs esteve tão na moda. O termo começou a ser usado na webcomic (BD online) “Templar, Arizona” para designar uma população fictícia.
Zombie
Não é look que se cultive todos os dias – embora fosse interessante ir assim trabalhar – mas pode sempre usá-lo na próxima acção promocional de “Walking Dead”.
Primeiro os vampiros estiveram na moda, depois chegou a era zombie que deve acabar em Julho, com o regresso dos vampiros na série “The Strain”.
Imagine um turista norte-americano em frente à Sagrada Família. Imagine chinelos da Adidas, Crocs, meias brancas, calças de lã chinesas, camisas de algodão sem nenhuma mensagem, nem corte, nem nada mais que algodão. Imagine essa pessoa que se veste para cobrir seu corpo, que nem sabe nem lhe interessa quem é o novo diretor de criação da Louis Vuitton, que leva o mesmo modelo de jeans feitos de jeas. Essa pessoa é agora a referência estética da tendência mais moderna entre os modernos: o normcore.
Os hipsters já não querem parecer judeus ortodoxos (nem os caminhoneiros-lenhadores dos anos oitenta). Agora querem parecer com Jerry Seinfeld ou Steve Jobs. Segundo explica Jeremy Lewis, fundador da revista Garmento, na New York Magazine “falamos do anti-look, de se mostrar exaustivamente anódino, se esquivar das tendências, para não ser como uma ovelha que segue o rebanho”. Entendendo o rebanho como essa elite fashion uniformizada com pitacos de Isabel Marant e americanas da ACNE Studios, a tribo do streetstyle e seus devotos.
O normcore parece assim um efeito secundário da mainstreamificaçãodo hipsterismo, ou ao menos alguns de seus códigos mais representativos como camisas xadrez ou esportivas da New Balance. Se todo mundo é especial, agora ninguém mais é. Seguindo a esquizofrênica lógica que move a moda, quando a maioria busca a originalidade, a única forma de se diferenciar (e portanto de ser cool) é… a evitando. Ser como os demais para ser único. Adotar o que os norte-americanos chamam Mall style ou look Lidl (ou qualquer outro supermercado de desconto).
Quando todo mundo busca a originalidade, a única forma de se diferenciar é a evitando. Ser como os demais para ser único
Pode ser que, a essa altura, a palavra "ridícula" tenha se desenhado em sua mente, ou, simplesmente, você sinta que seu cérebro está a ponto de fundir. Mas pense como faz o escritor e ensaista Eloi Fernández que diz que “um rico e estiloso se vestindo como se não fosse rico e estiloso” é mais antigo que a vida em si. Desde o look clochard dos anos setenta ao grungedos anos noventa.
Quando o autor de Afterpop (Anagrama, 2010) começou a ver editoriais de moda e indivíduos supostamente modernos com pose normcorepensou imediatamente em um transtorno psicológico. “Veio à minha cabeça a feição normótica ou normopatia, que é a obsessão pela convenção e a repetição da norma. Sofre a pessoa que não pode se adaptar a mudanças. Isso funciona como um mecanismo de defesa baseado na rotina”.
Segundo a colunista Fiona Duncan o normcore é, de fato, uma reação “contra a necessidade de se vestir de uma forma única e diferente”. Fernández, mais prosaico, acha que “isso pode ser considerado como um instrumento da indústria para revitalizar os produtos básicos”. Embora também revele um certo frisson, senão uma surpresa, porque em uma sociedade “onde estamos tão condicionados com como nos enxergam, e onde somos tão conscientes das implicações que cada eleição estética tem” exista gente que viva à margem disso tudo e não gaste nem um só segundo de seu tempo pensando se os Crocs com meias são a resposta adequada a alguma pergunta do universo.
Steve Jobs com seus 'mummy jeans', camiseta preta e botas de 'trekking'. / CORDON PRESS
Então, qual é a diferença entre um pai que veste calças de lã do Carrefour e tênis Stan Smith de quando era jovem, e um moderno disfarçado denormcore? Simplesmente a atitude. “A pessoa que se veste de maneira normal, digamos, é um perfeito desconhecido no mundo da moda. Onormcore, assim como o hipster, é um indivíduo que conhece em profundidade a moda e simula ter feito uma eleição básica em matéria de estilo”, segundo Fernández. Sou tão cool que posso usar essa camiseta branca sem nada e continuar sendo cool.
Inclusive as marcas de luxo estão começando a jogar com esta estética. Prova disso são as capas de chuva e casacos impermeáveis modelo esquiador lançados por Miuccia Prada na última coleção da Miu Miu. Terá futuro? Já tem.
Bill Gates, Steve Jobs, Mark Zuckerberg, são nomes que conhecemos por estarem 'na sombra' de empresas conhecidas mundialmente e geradoras de lucros astronómicos mas nem sempre desempenharam funções... oficiais. Dê uma vista de olhos pelo início de oito dos grandes nomes das tecnológicas, reunidos pela revista Forbes.
Muito antes de se tornarem conhecidos como 'moguls' do mundo da internet e da informática, muitos destes nomes estam em casa, atrás do seu computador pessoal, a fazer o que muitos jovens com alguma curiosidade e muito conhecimento técnico fazem: 'hacking', que é como quem diz, piratear.
Sejam eles, Bill Gates, o falecido Steve Jobs ou até Mark Zuckerberg, a verdade é que, no universo da tecnologia, a linha que separa o legal do ilegal é ténue e facilmente transponível para quem sabe o que está a fazer.
Vejas as histórias, reunidas pela revista Forbes, de início de carreira de alguns dos homens mais ricos ligados à internet e às novas tecnologias, assim como o valor da sua fortuna atual (com menção honrosa dedicada a Steve Jobs, já falecido).
Fundador Whatsapp e bilionário ex-hacker de Janeiro Koum.
Muito antes de que ele era a pessoa de duzentos e segundo mais rico do planeta, Jan Koum era apenas mais um garoto curioso com um wardialer.
Koum, cujo patrimônio líquido, de repente saltou para US $ 6,8 bilhões no mês passado, quando sua startup WhatsApp foi adquirida pelo Facebook , começou sua carreira como técnico de um imigrante adolescente da Ucrânia e fã do filme 1995 'Hackers'. A partir da privacidade de sua Mountain View, na Califórnia quarto, ele usaria seu wardialer-uma máquina que percorre números de telefone, discando-los em um modem para encontrar conexões abertas para sondar a Internet global e explorar redes distantes.
Koum diz que suas intenções nunca foram malicioso. Ele teve o cuidado de não excluir nada e nunca participou do distribuído de negação de serviço ataques que atormentaram sites no final dos anos 90, inundando-os com tráfego lixo."Foi mais curiosidade, como eu posso descobrir isso, mais um desafio", diz ele.
Uma vez, Koum admite, ele encontrou o seu caminho para a rede da Silicon Graphics Computer Graphics gigante, uma história que a 38-year-old CEO tem o cuidado de deixar inacabado. "Em algum momento eu conectado ao servidor", diz ele. "E isso é o máximo que eu vou dizer."
Adicione o nome do Koum à lista crescente de empresários ultra-bem-sucedidos cujos caminhos para bilhões começou no lado mais selvagem da fronteira hacker. De fato, os fundadores da Maçã AAPL -1,12% , MicrosoftMSFT -0,53% , Facebook e Twitter todos flertou com atividades que podem hoje ser chamados hackers ilegais antes de ir para as empresas mais bem sucedidas encontradas do Vale do Silício, uma tendência vale a pena lembrar que o mundo da tecnologia e Washington lutam sobre como aplicar ou restringir-o controverso Computer Fraud e Lei de Abuso.
No final dos anos 60, um adolescente Bill Gates e seu co-fundador da Microsoft, Paul Allen, por exemplo, foram pegos com acesso não autorizado a uma conta de administrador no computador Centro Corporation e ainda vasculhou sua lixeira para impressões de código-fonte, de acordo com o livro de memórias de Allen . Em 2004, Zuckerberg usou registros de login em TheFacebook.com para invadir as contas de e-mail de Harvard Crimson jornalistas, de acordo com relatórios do Business Insider por Nicholas Carlson. Twitter co-fundador Jack Dorsey conseguiu seu primeiro emprego por invadir a rede da empresa expedição que espera que iria contratá-lo para mostrar a empresa suas vulnerabilidades de segurança.
Aventuras de hacking de Janeiro Koum desempenhou um papel semelhante em sua ascensão improvável de bem-estar para um lugar de topo na mais recente lista de bilionários da Forbes lançado no início deste mês . Koum era um membro notável da década de 1990 w00w00 grupo de hackers, que também incluiu o co-fundador do Napster Sean Fanning e, ocasionalmente, co-fundador do Napster e investidor do Facebook Sean Parker. Gordon "Fyodor" Lyon lembra Koum como um contribuinte vital para o desenvolvimento do scanner de segurança Nmap, uma ferramenta utilizada hoje pelos dois atacantes e defensores das redes a sentir os vulnerabilidades."Ele foi particularmente útil na formação Nmap reconhecer máquinas FreeBSD," Lyon me escreve em um e-mail, referindo-se a um sistema operacional de código aberto comum. "Morávamos perto e costumava sair de vez em quando. Este sucesso WhatsApp tremendo realmente não poderia ter acontecido com uma pessoa mais agradável! "
Quando Koum estava trabalhando no Yahoo! anos mais tarde, foi a mesma multidão w00w00 que ele se virou para o conselho em cortar uma negação de serviço ataque sem precedentes bater sites da empresa, de acordo com a Reuters Joseph Menn . E quando sua WhatsApp startup foi adquirida por uma chocante 19000000 mil dólares de dólares em fevereiro, o mesmo grupo de hackers montado para uma celebração espontânea, Menn relatórios.
Planos de carreira como Koum de deve ser tomado como evidência de como processar jovens hackers inofensivos sob a Fraude e Abuso de Computador Lei pode dificultar a inovação, diz Hanni Fakhoury, advogado da Electronic Frontier Foundation. "[A CAFA] está definitivamente criando um efeito inibidor sobre pesquisadores, amadores e inovadores", diz Fakhoury. "No EFF, recebemos chamadas de telefone semanal de pesquisadores que têm uma idéia, fiz alguns testes preliminares, e quer olhar mais profundo, mas está preocupado com a responsabilidade da CAFA. O volume dessas chamadas subiu. "
Fakhoury aponta para o caso de Aaron Swartz, o prodígio de codificação, ativista e empregado inicial do site de notícias sociais Reddit. Swartz foi processado sob a CAFA em 2011 depois de usar um script automatizado para download de milhões de arquivos a partir do site revista acadêmica JSTOR.Enfrentando contas legais de sete dígitos e décadas de prisão, a 26-year-old cometeu suicídio. Sua história é contada em um documentário em breve-a-ser-lançado intitulado "próprio Menino da Internet."
"Zuckerberg, Steve Jobs, Bill Gates, Wozniak, Paul Allen, todos têm contado histórias ou escrito em autobiografias sobre como quando eram mais jovens eles se engajaram em atividades legalmente questionáveis, e como eles usaram essas experiências em sua maioria inofensivas para criar as maiores empresas de tecnologia no mundo ", diz Fakhoury. "Eles tiveram a sorte que eles foram poupados o destino de Aaron Swartz."
Ninguém, talvez, tenha melhor captou a importância da experimentação de hackers para a inovação melhor do que o falecido Steve Jobs, que uma vez em parceria com o co-fundador da Apple Steve Wozniak para vender "caixas azuis", ferramentas que contornava as medidas de segurança das empresas de telefonia para permitir chamadas gratuitas. "Se não fossem as caixas azuis", Jobs disse a seu biógrafo Walter Isaacson antes de sua morte: "Não teria havido Apple."
E se não tivesse havido wardialer, não pode nunca ter sido Whatsapp.
Steve Jobs: cápsula do tempo de 30 anos é encontrada
Tubo foi enterrado em 1983, fazendo parte da Conferência Internacional de Design daquele ano
Há exatos trinta anos atrás, em Aspen, uma das edições da Conferência Internacional de Design aconteceu. Diversas personalidades da época participaram do evento, de maneira que a ideia de criar uma cápsula do tempo surgiu — e todos os voluntários deveriam colocar dentro dela algo que fosse importante para eles.
Entre os objetos escolhidos, estava um disco da banda The Moody Blues, um cubo de Rubik e até mesmo um mouse. Pode parecer algo sem importância, mas este periférico para computadores era utilizado em um computador Lisa, um dos primeiros modelos fabricados pela Apple, sendo que o seu dono era o famoso Steve Jobs.
Uma espécie de desencontro
Por este motivo, o tubo acabou sendo conhecido como “A Cápsula do Tempo de Steve Jobs” — e os planos eram de que ela deveria ser aberta no ano 2000, com o objetivo de conferir o que era considerado tendência ou simplesmente importante no ano de 1983. No entanto, por algum motivo misterioso, a ideia foi deixada de lado.
O problema é que, por conta da demora em achar os objetos, a localização da cápsula acabou se perdendo. Dessa maneira, um grupo do National Geographic, conhecido como Diggers (Escavadores), se juntou a aventura para descobrir onde o tubo estava, o que resultou na sua identificação nesta segunda-feira (23).
Ainda há trabalho a ser feito
Apesar de todas essas informações, não há dados concretos sobre o mouse de Jobs ou sobre os outros objetos que foram guardados na cápsula. A dificuldade é o fato de que havia uma quantidade de coisas surpreendente grande dentro dela, de maneira que vai ser necessário realizar a catalogação de tudo que foi encontrado, guardando apenas o que ainda está conservado.
Além do componente da Apple, também há fotografias da época e latas de cerveja — o objetivo era o de que as bebidas servissem de refresco para quem desenterrasse a cápsula. No entanto, vamos ter que esperar o final dos esforços para saber se elas podem ser aproveitadas de verdade.
Chega hoje às salas portuguesas o "biopic" sobre Steve Jobs, o mítico fundador da Apple. O ator Ashton Kutcher veste a sua pele num filme que revisita sobretudo alguns episódios marcantes da sua carreira profissional.
Título: 'Jobs'
Realização: Joshua Michael Stern
Com: Ashton Kutcher, Josh Gad, Lukas Haas, Victor Razuk
Apesar de toda uma longa história de sucessos e fracassos que remonta aos anos 70, foi no momento em que apresentou o primeiro iPod, em 2001, que Steve Jobs ganhou a dimensão de ícone pop à escala global. Não é portanto por acaso que Jobs, o filme de Joshua Michael Stern que amanhã chega às salas de cinema portuguesas, começa precisamente por recriar esse momento em que o pequeno leitor digital - que de facto mudou a forma como hoje quase todos nós ouvimos música - foi visto pela primeira vez num auditório da Apple, numa apresentação num estilo informal que Steve Jobs moldou à sua imagem e a um modelo de comunicação que, entretanto, já fez escola.
Escolhido como filme de encerramento da edição deste ano do festival de Sundance, o projeto começou a nascer da leitura de inúmeras entrevistas dadas pelo fundador da Apple. Assinado por Matt Whiteley, o argumento procura recordar sobretudo episódios da vida profissional de Steve Jobs, relegando para um plano claramente secundário as breves frestas pelo espaço da sua vida pessoal que agora vemos retratada no grande ecrã. A garagem da casa dos pais onde tudo começou, o sucesso do computador Apple II, a criação do Macintosh ou episódios da vida empresarial da companhia que passam por várias reuniões de criativos, de técnicos ou de administradores, fazem a maioria dos quadros de um filme mais centrado numa tentativa de retratar os acontecimentos que eventualmente interessado em conhecer as personagens que ali encontramos.
Excetuando a evocação da apresentação do iPod que abre o filme, toda a narrativa está cronologicamente arrumada, os vários peões do universo do fundador da Apple sendo recriados no cinema por atores com semelhanças físicas bem evidentes, a figura de Steve Jobs cabendo a Ashton Kutcher. Porém, e tal como aconteceu recentemente no modo essencialmente físico com que Anthony Hopkins recriou Alfred Hitchcock para o filmeHitchcock (que recordou o momento em que nasceu o clássico Psico), também o Steve Jobs de Ashton Kutcher foca as atenções do ator (e consequentemente do espectador) numa tentativa de decalque dos gestos e do modo de caminhar do líder da Apple.
Criticado por questões de veracidade como as já levantadas por Steve Wozniak (um dos fundadores da Apple retratados no filme),Jobs não será em breve o único biopic sobre este ícone do nosso tempo. Com argumento de Aaron Sorkin (The Newsroom ou A Rede Social), um novo filme será baseado em momentos concretos da autobiografia de Steve Jobs.
Mais:
Co-fundador da Apple arrasa filme sobre Steve Jobs
"Há muitas coisas erradas", afirma Steve Wozniak sobre o filme que retrata a vida do norte-americano Steve Jobs, com quem fundou a Apple. "Foi decepcionante", acrescenta o co-fundador da Apple.
Wozniak, que também é retratado no filme, critica a forma como Ashton Kutcher, interpreta o papel de Steve Jobs e a verdade de algumas cenas. "É como se fosse um fã", salienta. "Sem conseguir ver que ele tem muitas falhas", adianta. "Parece que ele foi posto fora da empresa por nenhuma razão, sem ouvir as pessoas que explicam o que estava a correr mal", nota.
O co-fundador da Apple adianta ainda que há detalhes que não são verdade. "A minha relação com o Steve Jobs não era assim e a relação de outras pessoas com o Steve Jobs não era assim", frisou, em entrevista à estação de televisão norte-americanaBloomberg."Glorificam o Steve Jobs da primeira fase quando não assim", critica. "Não gostei de ver pessoas que conheço não receberem o respeito que merecem", afirma.
Wozniak considera que Steve Jobs era um visionário mas que que não sabia executar as suas ideias e que foi apenas quando regressou aos comandos da Apple que o conseguiu fazer. "Tudo parece sair da cabeça dele quando na verdade é trabalho de muitas pessoas". "Ele fez muito para melhorar a nossa vida mas considero que o filme não retrata bem a relação que tinha com os outros".
Sobre o ator que representa o papel de Steve Wozniak, Josh Gad, afirma que "da maneira como está escrito faz coisas que eu nunca fiz". "Mas acho que ele representou bem", diz, reconhecendo que se riu com algumas piadas do filme. "Ri-me quando dizem que carrega o meu peso. É uma boa piada, ainda que fosse magro na altura".
O engenheiro, de 63 anos, foi convidado por Ashton Kutcher para ser consultor no filme mas declinou a proposta. "Li o guião, com a minha mulher, não achei bem entrar a meio, quando já havia um guião, não gostei de algumas coisas, porque estavam muito longe da verdade e disse que não por ter uma vida muito agitada na altura". Mantém-se, no entanto, como consultor de um filme que está a ser preparado por Aaron Sorkin. "Uma coisa é ser a fonte primária de um guião e levarem as nossas informações em linha de conta, outra é estar escrito e modificá-lo aqui e ali".
Woz, como é conhecido, confessa que "tinha grandes expetatitvas" quanto ao filme. Foi vê-lo na quinta-feira, numa sessão da meia-noite, para não ser incomodado. "Jobs", realizado por Joshua Michael Stern, estreia em Portugal na quinta-.feira, dia 22.