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PayPal.Me - um serviço de pagamentos
É mais uma proposta da PayPal e chega como se fosse um perfil numa rede social, mas exclusivamente dedicado a receber "dinheiro" de terceiros.
Com o PayPal.Me a gigante dos pagamentos digitais permite que os utilizadores criem um perfil, com um url dedicado que depois pode ser partilhado com terceiros através de email, messaging ou mesmo via redes sociais.
O serviço surge como uma nova possibilidade que, segundo a PayPal, pode ser útil em situações diversas, desde a recolha de dinheiro para comprar a prenda de um amigo comum, à divisão de uma conta de restaurante.
O endereço é construído a partir de paypal.me/nomedoutilizador. Para criar um perfil PayPal.Me vai ser preciso ter uma conta PayPal e o mesmo é exigido a quem acede ao link para fazer os pagamentos.
O serviço é inicialmente disponibilizado num conjunto de 18 países onde constam EUA, Reino Unido, França e Espanha. Portugal não está incluído.
Glymt - permite ganhar dinheiro com vídeos gravados através do smartphone
Não precisa de ser profissional, apenas precisa de garantir que as gravações têm qualidade. Além de criar o seu próprio banco de imagens, o utilizador pode ainda responder a pedidos específicos das marcas.
E se ganhar dinheiro fosse tão fácil como pegar no smartphone, iniciar a aplicação da câmara e gravar um vídeo? É justamente isso que a Glymt pede aos utilizadores: gravem vídeos entre cinco a 20 segundos e ganhem, no mínimo, 20 euros por cada criação.
Claro que para ganhar o dinheiro tem de haver alguém que compra. E é justamente nisso que a Glymt está a trabalhar neste momento: por um lado no reforço de criadores, por outro no reforço de empresas que marcam presença na plataforma. Até ao momento são quase seis mil os utilizadores e empresas, como a Nestlé, que já recorreram ao serviço.
E o conceito surgiu pela experiência pessoal de Nuno Bártolo, o diretor executivo da startup. Durante uma temporada na Índia, no qual trabalhou como arquiteto, o empreendedor viu-se perante situações em que necessitava de determinados vídeos sem que tivessse grandes condições para o conseguir.
Com a evolução dos smartphones e com a adoção das câmaras de ação, deu-se o momentum tecnológico para que a Glymt saísse do papel.
“A receção tem sido bastante satisfatória”, salientou o responsável em conversa com o TeK. Nuno Bártolo contou ainda que desde o lançamento da aplicação para iOS no dia 18 de junho, a mesma já foi descarregada mais de oito mil vezes, estando registados criadores de 17 países.
Ainda que as imagens compradas pelas marcas possam não chegar ao grande ecrã, como muitos pensarão, podem no entanto servir como exemplos em demonstrações internas.
Do lado dos utilizadores só há necessidade de cumprir alguns requisitos, como o vídeo ser em HD e não poder conter, entre outros elementos, cenas sexuais. Nuno Bártolo explicou que por agora a verificação dos vídeos implica sempre “um par de olhos”, mas que parte do processo é automatizado no que diz respeito às especificações técnicas do vídeo.
Quem dá, também tira uma percentagem
A aplicação é gratuita e não há nenhuma funcionalidade que precise de ser comprada para que funcione a 100%. Por agora a única forma de a Glymt gerar dinheiro é através da coleta de uma percentagem do negócio que é feito entre utilizadores e “requerentes”.
Isto porque se o preço base para um vídeo curto é de 20 euros, os valores conseguidos podem ser mais avolumados, mas neste caso são as próprias marcas quem define o cachê, o guião e outras indicações para o vídeo.
Nuno Bártolo revelou que internamente existem números que gostava de atingir com a Glymt até ao final do ano, só não os partilhou publicamente. No entanto ficou a indicação de que os estudantes são um público-alvo importante para a empresa, pois além de ser uma faixa social que procura receitas sem compromissos, têm também o tempo disponível para a criação de um portfólio mais completo e com maiores hipóteses de rentabilização.
Spotify lança serviço de vídeos e deixa usuários do Android de fora
Spotify lança serviço para streaming de vídeos............
O Spotify, famoso serviço para streaming de músicas, anunciou hoje a nova aposta da companhia. Agora o Spotify oferece o próprio serviço para streaming de vídeos, que funciona integrado ao player de música... mas só para usuários do iPhone. Confira mais detalhes no artigo abaixo.
O Spotify oferece agora videoclipes e shows em seu mix de música. O serviço agora sugere shows em áudio e vídeo para os usuários. Segundo o CEO do Spotify, Daniel Ek, a ideia é oferecer mais possibilidades aos usuários e fazer com que eles permaneçam mais tempo online:
Nós estamos trazendo uma experiência mais profunda, rica e mais imersiva no Spotify. Queremos que o Spotify te ajude a encontrar a trilha sonora da sua vida, oferecendo um mundo ainda mais amplo de entretenimento com uma mistura impressionante da melhor música, podcasts e vídeos entregues a você durante todo o dia. E nós estamos apenas começando.
Com isso, o Spotify integra suas plataformas de conteúdo, disponibilizando vídeos em parceria com gravadoras e produtores independentes do YouTube, além de produzir programas exclusivos para assinantes. Atualmente, o Spotify possui uma base com 60 milhões do usuário, dos quais apenas 15 milhões utilizam a versão premium (paga). Serviços concorrentes ao Spotify já oferecem integração com canais de vídeos, como o Google Play Music Key, que permite aos usuários assistirem vídeos do Youtube sem anúncios. O próprio Tidal, serviço para streaming de músicas recém-lançado nos Estados Unidos, oferece acesso para videoclipes exclusivos de artistas parceiros do serviço.
Além disso, artistas conhecidos também vão apresentar programas de rádio, entre eles já estão confirmados para participar neste momento Icona Pop, Tyler the Creator e a equipe da Odd Future, Jungle, Mike Skinner e Murkage presentan Tonga, Popjustice, Big Narstie, Elliphant y Rixton e mais nomes ainda estão por vir de acordo com o serviço.
O Spotify oferece agora videoclipes e shows em seu mix de música. O serviço agora sugere shows em áudio e vídeo para os usuários. Segundo o CEO do Spotify, Daniel Ek, a ideia é oferecer mais possibilidades aos usuários e fazer com que eles permaneçam mais tempo online:
Nós estamos trazendo uma experiência mais profunda, rica e mais imersiva no Spotify. Queremos que o Spotify te ajude a encontrar a trilha sonora da sua vida, oferecendo um mundo ainda mais amplo de entretenimento com uma mistura impressionante da melhor música, podcasts e vídeos entregues a você durante todo o dia. E nós estamos apenas começando.
Com isso, o Spotify integra suas plataformas de conteúdo, disponibilizando vídeos em parceria com gravadoras e produtores independentes do YouTube, além de produzir programas exclusivos para assinantes. Atualmente, o Spotify possui uma base com 60 milhões do usuário, dos quais apenas 15 milhões utilizam a versão premium (paga). Serviços concorrentes ao Spotify já oferecem integração com canais de vídeos, como o Google Play Music Key, que permite aos usuários assistirem vídeos do Youtube sem anúncios. O próprio Tidal, serviço para streaming de músicas recém-lançado nos Estados Unidos, oferece acesso para videoclipes exclusivos de artistas parceiros do serviço.
Além disso, artistas conhecidos também vão apresentar programas de rádio, entre eles já estão confirmados para participar neste momento Icona Pop, Tyler the Creator e a equipe da Odd Future, Jungle, Mike Skinner e Murkage presentan Tonga, Popjustice, Big Narstie, Elliphant y Rixton e mais nomes ainda estão por vir de acordo com o serviço.
Brasileiros e usuários do Android estão de fora desta dança
Porém, os brasileiros estão de fora desta dança, pois o serviço estará disponível apenas para usuários de iPhone nos EUA, Reino Unido, Alemanha e Suécia - em mais mercados e plataformas num futuro próximo.