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Resultados financeiros LG

LG vende 12,1 milhões de smartphones e fecha trimestre com recorde

Resultados financeiros foram divulgados nesta semana pela empresa sul-coreana.

          LG vende 12,1 milhões de smartphones e fecha trimestre com recorde

A LG Electronics divulgou nesta semana os seus resultados financeiros relativos ao segundo trimestre de 2013. A empresa vendeu nada menos do que 12,1 milhões de unidades de smartphones entre os meses de abril e junho deste ano, obtendo assim o melhor desempenho da história da companhia.
As receitas da empresa também subiram cerca de 10,1% e o faturamento alcançou a marca de US$ 13,58 bilhões, refletindo um forte aumento nas vendas da maioria das unidades de negócio da LG. A LG Home Entertainment Company reportou uma receita de US$ 4,91 bilhões, um resultado 6,4% superior ao trimestre anterior.
Já a LG Mobile Communications obteve uma receita de US$ 2,78 bilhões, o que representa um aumento de 10,9% em relação ao mesmo período do ano passado. A melhora das vendas nos Estados Unidos e em mercados emergentes, como a China e a América Latina são apontadas pela empresa como as principais causas do bom desempenho.

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Facebook dispara em bolsa após resultados bem recebidos pelo mercado

A cotação em pré-mercado das acções do Facebook Inc. indica que a acção pode abrir a subir mais de 17% na sessão de hoje. Resultados e receitas superaram estimativas e contribuíram para diminuir os receios dos analistas face ao segmento móvel.
                                               

A aposta do CEO Mark Zuckerberg no móvel deu nos resultados do segundo trimestre as primeiras provas de estar a resultar. A forte procura por publicidade que aparece nos ecrãs dos telemóveis através da “app” da rede social ajudou a que os lucros e as receitas do Facebook Inc. tenham batido as expectativas dos analistas.

As receitas com publicidade nos telemóveis parece estar a caminho de superar as receitas dispostas nos computadores pessoais, representando já 41% das receitas totais. Um sinal bem recebido pelos investidores, que estão a levar as acções do Facebook a subirem 17% no pré-mercado, para 31,13 dólares por acção.

As receitas subiram 53% para 1,81 mil milhões no trimestre, informou a empresa na noite de quarta-feira. Os lucros excluindo alguns itens foram de 19 cêntimos por acção. Os analistas previam lucros de 14 cêntimos por acção e vendas de 1,62 mil milhões.

“Os resultados do segundo trimestre do Facebook devem contribuiu para anular os receios que muitos investidores têm tido desde a estreia em bolsa”, escreve Brian Wieser, analista da Pivotal Research, ao mesmo tempo que aumenta o preço-alvo de 33 para 35 dólares.

Os receios estavam ligados com a capacidade da rede social de tirar partido dos mais de 1,1 mil milhões de utilizadores activos, segundo a empresa, perante a utilização crescente da rede social em dispositivos móveis, que até recentemente não tinham anúncios.

Os resultados podem ajudar a acção a recuperar do terreno perdido desde a estreia em bolsa, a um preço de 38 dólares por acção. O título chegou a ser negociado a 17 dólares.

Reservas da Apple poderiam pagar oito vezes a dívida de Detroit

                                       
                                   

O dinheiro acumulada pela tecnológica que apresentou resultados esta madrugada corresponde a mais de oito vezes o valor total da dívida do falido Estado de Detroit.
A Apple anunciou que detém 146,6 mil milhões de dólares (111 mil milhões de euros) em reservas que detém nos Estados Unidos e no estrangeiro, durante a conferência de comentário aos resultados que divulgou durante a madrugada.

Um valor que corresponde a cerca de oito vezes a dívida de Detroit, que entrou num programa de protecção contra credores na passada quinta-feira, 18 de Julho, conforme nota a publicação on-line “Quartz” (www.qz.com). A dívida de Detroit ascende a 18,5 mil milhões de dólares e foi o maior pedido de protecção jamais feito por uma cidade dos Estados Unidos da América (EUA).

A cotada liderada por Tim Cook alcançou um novo recorde para o valor das reservas de uma empresa no terceiro trimestre fiscal, que culminou a 29 de Junho. A publicação norte-americana refere que o contraste entre o património da Apple e a dívida da cidade que aloja a maior parte da indústria automóvel norte-americana reflecte a transição da economia dos EUA do modelo de produção industrial para outro que denomina “economia do conhecimento”.

A Apple vive um período de sucesso financeiro desde que Steve Jobs relançou a empresa, com o lançamento do iPod, iTunes, iPhone e iPad, a partir da primeira década de 2000. Já Detroit tem vindo a perder postos de trabalho devido ao declínio da indústria automóvel e à sua automatização.

A empresa que esteve próxima da ruptura financeira não tem encontrado destino para os fundos que detém em reservas. Em parte isso justifica-se porque a maior parte do seu dinheiro (cerca de 106,6 mil milhões de dólares) seriam sujeitos a uma taxa de repatriação caso a cotada os transeferisse para a casa-mãe, nos EUA, lembra “Quartz” que cita os dados da conferência telefónica com analistas.

A tecnológica tem adiado o recurso a este capital mas decidiu distribuir um dividendo de 50 mil milhões de dólares aos accionistas, a pagar no dia 15 de Agosto. A maior parte do dividendo será financiado através de crédito, com a empresa a realizar uma emissão obrigacionista no valor de 30 mil milhões de dólares.

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