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Oi afirma que fusão com a Portugal Telecom será irreversível

Depois de muitos rumores que apontam para a pretensão da PT em anular a fusão, a empresa Brasileira reage com um rotundo NÃO....



Há pouco a Oi informou que a fusão com a Portugal Telecom já está quase sendo finalizada, e que o processo juridico já fora concluído. Aparentemente, esse será um caminho sem volta, as companhias estão decididas sobre o futuro, porém, se o pior ocorrer ambas afundarão juntas e sem ninguém para ajudar.

Novas informações surgiram e a operadora brasileira revelou nesta sexta-feira (16/01) que a fusão entre a PT SGPS é irreversível. De acordo com o site Convergência Digital, o grupo português está enfrentando um momento difícil, então, é certo que a junção com a Oi iria ajudar a companhia. Apesar disso, a decisão não foi fácil.
 
“ A própria PT SGPS, conforme fato relevante divulgado à CMVM, contratou análises jurídicas cujos pareceres concluem e ratificam o entendimento da Oi, de que a fusão é irreversível”, afirmou a Oi em comunicado.


Na última segunda-feira (12/1) foi revelado que os acionistas da Portugal Telecom decidiram adiar a assembléia sobre a decisão da venda da PT Portugal à Altice. A reunião ocorrerá no dia 22 de janeiro, e essa será a maior chance para decidir um futuro sustentável para a Oi e PT Portugal.

A operadora brasileira afirmou que os acionistas não precisam se preocupar, já que a a decisão só irá gerar mais receita para todos; e com o estado atual da companhia portuguesa, essa é a melhor decisão possível, para melhorar os problemas financeiros e operacionais futuros.

Oi e Portugal Telecom já foi finalizada juridicamente... Anulação da fusão é complicada?




Anulação do Negócio em causa e em debate....


Este artigo foi publicado no Brasil....




De acordo com a Reuters, a Oi revelou nesta sexta-feira (16/1) que sua fusão com a Portugal Telecom está quase finalizada, a parte jurídica já foi concluída. Depois de aumentar o capital com a troca de ativos, realizada em 2014, as companhias finalmente finalizarão o acordo que haviam feito.

A Oi afirmou que o futuro da operadora e da PT Portugal serão decididos na próxima reunião entre os acionistas da Portugal Telecom SGPS, no dia 22 de janeiro. Se o grupo português aprovar a venda da PT Portugal à Altice, a Oi poderá reafirmar sua consolidação no mercado e diminuir suas dívidas.

A operadora brasileira também revelou que a venda da rede portuguesa não afetará sua fusão com a Portugal Telecom. A Oi decidiu se pronunciar sobre o assunto depois que o ex-presidente executivo da Portugal Telecom, Henrique Granadeiro, afirmou que pode denunciar a fusão, já que os termos reduziram a participação mínima do grupo na operadora brasileira.

"Não há nenhum descumprimento dos termos da fusão, uma vez que a venda (dos ativos portugueses) está condicionada à aprovação dos acionistas da PT SGPS. Se os acionistas aprovam a venda, o consentimento foi dado; se não aprovam, não ocorre a venda. Em ambos os casos, não há descumprimento do que foi acordado”, afirmou a Oi.
Depois da revelação, as ações da Oi na Bovespa caíram cerca de 5,53%, já a Portugal Telecom teve queda de mais de 6% na bolsa de valores portuguesa. Apesar de ainda ser cedo para afirmar qualquer coisa, é bem provável que ambas companhias passem por cima dos problemas depois que a fusão estiver completamente finalizada



Noticias publicadas em Portugal....



Imagine uma corda com um lenço no meio – a PT Portugal – e que está a ser disputada por duas equipas: os que defendem a fusão com a Oi e os que pedem a anulação do negócio. Cada uma puxa para seu lado, restando saber em qual vai ficar o lenço.


O negócio mais que provável da venda da PT Portugal aos franceses da Altice tem nos últimos dias sofrido algumas pressões. Não por via direta, mas por via da fusão da PT SGPS com a brasileira Oi.

Isto porque o antigo presidente executivo da operadora portuguesa, Henrique Granadeiro, veio defender publicamente a anulação da fusão – e de acordo com o Jornal de Negócios a Oi vai responder com um processo. A imprensa nacional também dá conta de uma posição semelhante por parte do presidente da Assembleia Geral de acionistas da PT SGPS, Menezes Cordeiro, que também será um defensor do cancelamento do negócio.

O presidente da AG terá mesmo defendido que a próxima reunião não se realizasse no dia 22, mas um pouco mais tarde e com o ponto de trabalho a ser “a resolução do contrato concluído com a Oi por incumprimento grave levado a cabo por esta”, escreve o Jornal de Notícias.

Ainda esta semana também tinham surgido relatos de que Menezes Cordeiro tinha pedido um parecer ao Novo Banco para que os acionistas ficassem a perceber os custos da anulação do negócio com a brasileira Oi.

Mas este é apenas um lado da corda. Durante a noite de ontem a administração da PT SGPS emitiu um comunicado onde considera que voltar atrás na fusão com a Oi iria conduzir "as partes a um litígio, de duração imprevisível" e que teria como resultado final a “destruição de valor".

Os administradores ilibam ainda a Oi de uma possível pressão do negócio com a Altice ao dizerem que a responsabilidade da venda da PT Portugal aos franceses não pode ser atribuída à operadora brasileira. Nem a título judicial ou extrajudicial.

Os executivos reconhecem no entanto que a venda da PT Portugal é uma alteração relevante aos princípios do acordo feito pelas duas empresas olhando para o plano inicial do processo de fusão.

Oi aceita vender da PT, por US$ 9,2 biliões, à Altice



No Brasil a venda da PT é revelada e confirmada desta forma....

A compra da TIM, ou fusão entre a Oi, é algo altamente significante no mercado brasileiro, mas as negociações ainda nem começaram direito, as empresas ainda estão decidindo os detalhes sobre a suposta compra. Há pouco até foi revelado que a Claro, Oi e Vivo ainda estão conversando sobre possível compra da TIM.

Nesta última segunda-feira (8/12) a Oi revelou que o Conselho de Administração da operadora aprovou a venda dos ativos da PT Portugal para a companhia francesa Altice. Agora só falta a aprovação da Portugal Telecom SGPS, que deve realizar uma assembleia geral dos acionistas em breve. É claro que há ainda a decisão das entidades regulátorias.

Se a negociação ocorrer, a Altice deve pagar à Oi cerca de € 7,4 biliões (cerca de US$ 9.2 biliões, na cotação atual), contando com os ajustes e dívidas. A informação ainda indica que o valor final deve variar um pouco, já que normalmente há ajustes na finalização da operação.

Ainda será necessário reorganizar os negócios que serão alienados, e assim separar os outros investimentos da PT Portugal, como a Africatel, que não entrará no acordo final da venda para Altice.

O valor até pode não ser tão alto, mas já pode ser o começo para a Oi investir na fusão com a TIM, ou na compra, em parceria com a Claro e Vivo. O valor já entrará para cobrir dívidas da empresa, mas sobrará uma boa parte para investimentos futuros, e pode ser que a Telecom Italia acabe ganhando bem no fim disso tudo.

Oi nega suposta nova oferta realizada pela PT

Noticias  em Portugal. ..
As acções da Semapa estão a reagir em queda à confirmação de que a empresa liderada por Pedro Queiroz Pereira fará parte do consórcio dos fundos Apax e Bain para a compra da PT Portugal

Isabel dos Santos entrega na sexta-feira pedido de registo da OPA

No Brasil. ...

Há pouco foram surgiram informações sobre a última oferta de uma companhia privada portuguesa para a Oi, mas até o momento nenhuma das empresas havia confirmada a informação. Agora, os usuários da operadora finalmente podem descobrir se haverá alguma mudança significativa na rede.

A resposta é, não. Pelo menos por enquanto. A própria Oi revelou nesta quinta-feira (27/11) Portugal Telecom ainda não fez nenhuma proposta que fechará o acordo, as ofertas continuam sendo as mesmas, já oferecidas anteriormente.

Após várias notícias e informações que saíram na imprensa, a rede de telecomunicações enviou a informação para a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), negando que a Portugal Telecom tenha ofertado algo novo.

A companhia portuguesa já declarou publicamente que quer a Oi, até o momento foram realizadas três manifestações do grupo. Porém, segundo o presidente da operadora brasileira, Bayard Gontijo, as propostas recebidas eram interessantes, mas podiam melhorar.

Os ativos da Portugal Telecom fazem parte dos grupos Altice, Apax, Bain Capital e por uma empresária angolana, chamada Isabel dos Santos. Até o momento, os ativos estão avaliados em € 7 bilhões ( no Brasil cerca de R$ 21 biliões, na cotação atual).

Ademais, a Oi ainda não está sendo controlada pela Portugal Telecom, mas a chance disso ocorrer em breve é muito alta


TIM será repartida entre Claro, Oi e Vivo.... o que pode significar o fim do negócio Oi , PT



Um negócio a ser concretizado, pode ditar o fim da fusão PT /OI.... a PT em perigo?

A TIM Brasil será divida entre três operadoras. Um acordo firmado nesta sexta-feira (31) entre as operadoras Claro, Vivo e Oi, juntamente com o banco BTG Pactual, deve render R$ 31,5 biliões aos cofres da TIM – o que se confirmado, seria o maior negócio do setor na história do Brasil.
A proposta das três empresas será agora decidida em assembleia na Telecom Itália e na Vivendi, companhias que detém as ações da TIM Brasil. Para concluir a venda, a Oi  terá que se desfazer da Portugal Telecom, em Portugal, em um negócio que deve ser concluído na próxima semana.
Caso o negócio seja mesmo concretizado, caberá à Anatel decidir como será a feita a divisão entre os clientes da operadora entre as três empresas. Detalhes como condições de planos, valores pagos pelos clientes e até mesmo migração de número via portabilidade numérica só poderão ocorrer mediante as orientações da Agência Nacional de Telecomunicações.
A TIM hoje ocupa a segunda posição no ranking das operadoras, com 27% do mercado. A Vivo lidera com 29%. Claro, com 25%, e Oi, com 18,5%, completam a lista. 

TIM desmente negócio

Em nota publicada há poucos instantes, a TIM afirmou que sua diretoria não está discutindo a venda da operadora e classificou como rumor a proposta das rivais. "A companhia informa que ambos os diretores e a Telecom Itália não têm qualquer conhecimento e não estão tomando parte em qualquer discussão que visa uma possível venda da companhia", destacou.  
Após a veiculação da notícia na imprensa brasileira as ações da TIM e da Oi subiram de 12% a 20%.
FONTE(S)

Oi põe PT à venda... decisão que pode acabar com operadora


                                                    

Os acionistas da brasileira Oi parecem ter perdido o interesse na PT e anunciam a venda da operadora portuguesa, anuncia o Expresso. A imprensa brasileira dá como certa a saída de Zeinal Bava, numa reviravolta que preocupa os trabalhadores portugueses.

Zeinal Bava tinha um mega projeto em vista quando, em agosto, deixou a presidência do conselho de administração da Portugal Telecom (PT) e ingressou na Oi. Agora essa aspiração pode, muito bem, estar à beira do precipício, assim como o seu cargo, dado que operadora de telecomunicações brasileira decidiu colocar a PT Portugal à venda, avança o Expresso.



A decisão não preocupa apenas o gestor, que poderá enfrentar, assim, a segunda mudança de emprego em menos de dois meses. Preocupa também os trabalhadores da PT em Portugal, cuja comissão vai pedir uma reunião com o ministro Pires de Lima.

A polémica que envolveu o Grupo Espírito Santo (GES) estará na causa deste desinteresse por parte dos brasileiros, que pode fazer cair por terra a fusão entre as duas operadoras.

Nos últimos meses, têm sido várias as notícias que apontam para algum desconforto entre acionistas e o presidente executivo da Oi, nomeadamente depois de ter sido descoberto o investimento de quase 900 milhões de euros em papel comercial da Rioforte, empresa do GES, que entrou em incumprimento.


ZEINAL BAVA pode  SAIR DA OI

Em menos de dois meses, o gestor moçambicano Zeinal Bava arrisca perder a segunda ‘presidência’, avançou este fim de semana a revista brasileira Veja.

 O anúncio será feito ainda esta semana pelos accionistas da operadora de telecomunicações brasileira.

A revista brasileira Veja está a dar como certa a saída de Zeinal Bava da Oi, em virtude de mudanças na estrutura de topo da operadora de telecomunicações brasileira. A publicação sublinha que esta é a segunda ‘perda’ para o moçambicano em menos de dois meses.


Em agosto, deixou a presidência do conselho de administração da Portugal Telecom (PT) e agora está prestes a suceder-lhe o mesmo na Oi. A decisão, de acordo com a revista Veja, será anunciada pelos acionistas da operadora de telecomunicações brasileira no início desta semana.

Bayard Gontijo, atualmente administrador financeiro da Oi, deverá assumir o cargo de presidente interino, mas já foi iniciada ‘uma busca no mercado’ pelo sucessor de Bava.

Refira-se que, nos últimos meses, têm sido várias as notícias que apontam para algum desconforto entre acionistas e o presidente executivo da Oi, nomeadamente depois de descoberto o investimento de quase 900 milhões de euros em papel comercial da Rioforte, empresa do Grupo Espírito Santo (GES), que entrou em incumprimento.

Um investimento que teve como consequência, entre outras, a redução da participação da PT na Oi, após a fusão, para cerca de 25%.

PT Portugal pode vir a integrar grupo da ONI e da Cabovisão


Depois de uma integração conturbada na Oi, a PT Portugal pode vir a ser adquirida pela Altice, o grupo que já comprou a ONI e a Cabovisão, adianta hoje o Jornal de Negócios.


A concretizar-se, o negócio espelharia o interesse dos acionistas da OI em ganharem músculo financeiro para assumir uma posição de força no processo de consolidação do sector naquele país. Refletiria, por outro lado, o interesse da Altice em crescer no mercado português e assumir uma posição mais confortável, do que a garantida com o "património" herdado da ONI e da Cabovisão, que controla.

Na edição desta terça-feira, o Jornal de Negócios dá nota do possível interesse dos acionistas da OI na venda da PT Portugal. O jornal também garante que a Altice está atenta à oportunidade e já iniciou conversações naquele país.

O investimento de 900 milhões de euros da PT em papel comercial da Rioforte, que entrou em incumprimento, será um dos aspetos relevantes para alterar a visão dos acionistas da OI em relação aos benefícios da fusão com a empresa portuguesa. As estimativas de sinergias na ordem dos 1,8 mil milhões de euros, previstas quando o negócio foi anunciado não tinham em conta um conjunto de fatores que entretanto se impuseram.

Outro dado novo é um possível negócio entre a TIM e a OI, tem sido noticiado o interesse da OI em reforçar presença no seu mercado doméstico, onde tem menos força que os concorrentes mais diretos em mercados chave, como o das comunicações móveis.

A empresa terá mesmo contratado um banco para assessorar uma possível compra da TIM, um negócio que tem mais interessados e que, dizem agora alguns rumores, pode afinal manter os protagonistas mas mudar os papéis de cada um. A imprensa brasileira dá conta de que a TIM também tem interesse em comprar a OI.

A empresa é controlada pela Telecom Itália, que acaba de concluir uma tentativa falhada de reforçar posição no mercado brasileiro, com a compra da GVT. A imprensa assegura agora que o operador italiano está a preparar uma nova investida, que terá como alvo a OI.

A possibilidade de uma fusão entre as duas empresas também já começa a ser avançada. Zeinal Bava lidera a OI, mas pode já não estar na empresa quando as negociações entre as duas empresas avançarem, a confirmar-se a informação avançada pela revista Veja, onde se indica que o gestor está de saída.

A Altice também tem apostado em aquisições para crescer. desde que foi formada, em 2001, destacam-se as compras da Numericable e da Completel. Mais recentemente o grupo adquiriu o operador móvel francês SFR e em Portugal a Cabovisão e a ONI.

Henrique Granadeiro demite-se da Portugal Telecom


 O até aqui presidente do conselho de administração e da comissão executiva da Portugal Telecom SGPS admite numa carta de renúncia que a demissão já tinha sido equacionada e que só não avançou para defender os acionistas.

Henrique Granadeiro abandona Portugal Telecom


 Vivem-se dias agitados na Portugal Telecom. Além das polémicas relacionadas com as ligações financeiras ao Banco Espirito Santo e à Rioforte, a empresa perde no espaço de dias dois dos seus executivos de topo: Zeinal Bava abandonou a direção para se concentrar na Oi e no processo de fusão, enquanto Henrique Grandeiro, até aqui presidente do conselho de administração, avançou hoje, 7 de agosto, com a sua demissão.

"Com a aprovação pelo conselho de administração dos documentos a submeter à deliberação dos acionistas que asseguram esses objetivos, considero cumprido esse dever e por isso renunciei sem condições aos cargos que exercia na Portugal Telecom", explica Henrique Granadeiro numa carta de renúncia.

No documento que está a ser citado pelo Jornal de Negócios e pelo Diário Económico, o gestor admite que o cenário de demissão já tinha sido equacionado, mas que tal não aconteceu para “salvar o projeto de fusão e garantir as condições de igualdade na condução da futura empresa resultante da integração”.

O agora ex-presidente diz ter sido surpreendido com a situação de incumprimento do BES relativamente à Portugal Telecom.

Granadeiro considera que a auditoria financeira que está agora a ser feita à PT "evidenciará os processos e as causas do incidente" e demonstrará que sempre agiu "no melhor interesse da PT, dos seus colaboradores e de todos os accionistas".

Já foi convocada para dia 8 de setembro a assembleia geral de acionistas, comunicando em simultâneo a renúncia do presidente do conselho de administração e da comissão executiva ao mercado.

Mais...

Henrique Granadeiro abandona Portugal Telecom


 Henrique Granadeiro demitiu-se, esta quinta-feira, do cargo de presidente do Conselho de Administração e da Comissão Executiva da Portugal Telecom.
"Com a aprovação pelo conselho de administração dos documentos a submeter à deliberação dos acionistas que asseguram esses objetivos, considero cumprido esse dever e por isso renunciei sem condições aos cargos que exercia na Portugal Telecom", refere Henrique Granadeiro, na carta de renúncia, citada pelo Jornal de Negócios.
Granadeiro renunciou aos cargos de presidente do conselho de administração e da Comissão Executiva da PT SGPS.
O gestor apresentou demissão um dia depois do ministro da Economia, António Pires de Lima, ter feito duras críticas à administração da PT, no âmbito do processo da crise do BES.
A Portugal Telecom subscreveu quase 900 milhões de euros em papel comercial da Rio Forte, empresa do Grupo Espírito Santo, que falhou o pagamento na data prevista.
A atual situação do mercado de capitais português, com a bolsa a registar perdas, "espelha, do meu ponto de vista, a grande desilusão com a situação do BES e também aquilo que é a desfaçatez verificada na PT [Portugal Telecom]", disse na quarta-feira à agência Lusa o ministro da Economia.

"Os investidores, naturalmente depois de terem percebido ao longo dos últimos meses a evolução do caso do BES e terem verificado as atitudes que se verificaram ao nível da administração da PT, reagem negativamente. Penso que têm de fazer a digestão de tudo aquilo que se passou", acrescentou o governante.
O BES era um dos acionistas de referência da PT, com cerca de 10%.
No final de julho, foi ainda conhecido que Henrique Granadeiro já não faria parte do conselho de administração da nova empresa que resulta da fusão entre a PT e a operadora de telecomunicações brasileira Oi, cujo acordo inicial, datado do início de outubro do ano passado, previa que seria vice-presidente.
Num comunicado, divulgado a 29 de julho, a Oi, que passou a integrar a PT, dava conta das novas etapas da operação de reorganização da sociedade, depois de um novo acordo que acomodou a situação de a PT ter investido 897 milhões de euros em papel comercial da Rio Forte.
Com 70 anos, Henrique Granadeiro anunciou hoje ao conselho de administração da operadora a sua renúncia aos cargos que ocupava na PT.

O gestor iniciou funções na operadora como administrador em 2003 e em 2006 passou a presidente do conselho de administração e presidente do conselho geral da Fundação Portugal Telecom.
Entre abril de 2006 e março de 2008 acumulou as funções de presidente do conselho de administração com as de presidente executivo, numa altura em que a Sonaecom lançou uma OPA (oferta pública de aquisição) sobre a operadora de telecomunicações.
Posteriormente, depois do fim da OPA, Granadeiro fica como presidente do conselho de administração da PT.
No ano passado, o gestor voltou a acumular os dois cargos até hoje.
Antes da entrada na PT, Granadeiro foi presidente executivo da Lusomundo Media, entre 2002 e 2004, tendo sido embaixador na OCDE entre 1979 e 1981 e chefe da Casa Civil da presidência da República, entre 1976 e 1979.

É licenciado em Organização e Administração de Empresas pelo Instituto Universitário de Évora.
As ações da PT caíram hoje 4,91% para 1,37 euros.

Meo Wallet ...PT estreia em breve o serviço de pagamentos

O SAPO Codebits é o local escolhido pela Portugal Telecom para testar um novo serviço. A ideia passa por criar um sistema de pagamentos eletrónicos para diversas situações do dia a dia.


A Meo Wallet, um projeto na área dos pagamentos eletrónicos, está na reta final de desenvolvimento e vai ficar disponível “em breve” para o grande público. A revelação foi feita pelo cofundador do SAPO, Celso Martinho, durante a apresentação de abertura da sétima edição do CodeBits.

Como referiu o CTO, “o Codebits vai ser o centro comercial do Meo Wallet”. O executivo comentou ainda que este foi o projeto mais complexo no qual já participou.

Apesar de ser uma novidade, a Meo Wallet vai estar disponível de forma aberta para todos os 900 participantes do evento. Aplicação para iOS e Android, plataforma de desenvolvimento e uma verdadeira sandbox de experimentação vão estar ao alcance de cada um.

O serviço pode ser equiparado ao PayPal, já que assente num conceito semelhante. Ao utilizador basta associar uma conta a esta carteira digital e efetuar os pagamentos através do telemóvel ou PC, na rede de parceiros que para já é compatível com o serviço.

O Meo Wallett também vai estar disponível através do serviço de televisão da empresa. A tecnologia será compatível com cartões Mastercard, Visa e com referências Multibanco.

A carteira inteligente da PT também vai poder funcinar como um cartão de bónus, onde ao fim de X compras o utilizador poderá usufruir de vantagens.

A cada participante do Codebits vão ser dados mil euros artificiais para que possam ser gastos em diferentes atividades como máquinas de pinball ou em postos de bebidas. Além de gastarem o dinheiro, os participantes do Codebits vão poder assumir a vertente de vendedores, para terem noção de como vai funcionar todo o sistema.

Com a estreia “controlada” da Meo Wallet, a PT espera que os participantes possam contribuir para a evolução do projeto, sobretudo na descoberta de novos cenários onde a tecnologia possa ser implementada. 

Mudança da TMN para Meo realiza-se hoje nas redes sociais... os fãs com o bónus de poder ganhar telemóveis

Mais de duas semanas depois do anúncio da mudança da marca TMN para MEO, a empresa dá hoje mais um passo na transformação, com o encerramento das páginas da marca móvel nas redes sociais. Mas estão preparadas surpresas os fãs do Facebook.

Os mais de 839 mil fãs da página da TMN no Facebook vão ter acesso a uma aplicação que lhes permitirá guardar o post de que mais gostam no seu próprio mural. A iniciativa é inovadora e vem acompanhada de "bónus" com a possibilidade de ganhar telemóveis.

Os fãs podem escolher entre os mais de 4 mil posts colocados na página da TMN desde 2009, podendo guardar apenas um. A cada 250 posts guardados através desta aplicação será oferecido um iPhone.

Segundo fonte da Portugal Telecom, vão ser disponibilizados 20 iPhones 5C de 16 GB para esta oferta de mudança, que antecipa a convergência com a marca MEO também nas redes sociais.

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Recorde-se que a Portugal Telecom anunciou o fim da marca TMN e a mudança para MEO no dia 27 de janeiro, no âmbito da estratégia global de redefinição de marcas dentro do Grupo.

A TMN tinha mais de 7 milhões de clientes que agora transitam para a marca MEO. A marca móvel criada em 1991 chegou a alcançar a liderança em número de fãs entre as páginas de Facebook de marcas portuguesas.

Para além da página do Facebook, também a presença da TMN no Twitter e LinkedIn vai agora se assumida pelo MEO. No Twitter a marca contava com mais de 8 mil seguidores. 

Oi está a ser investigada por alegadas práticas anticoncorrenciais



O caso remonta a 2008 e 2009 e tem por base uma queixa da GVT. A Concorrência brasileira considera que há indícios de condutas anticoncorrenciais e, por isso, abriu investigação.
O CADE (Conselho Administrativo de Defesa Económica), a polícia da concorrência brasileira, está a investigar a conduta da Oi em 2008 e 2009 para verificar eventuais comportamentos anticoncorrenciais, anunciou esta quinta-feira, 30 de Janeiro, a entidade.

A abertura da investigação tem por base uma denúncia da Anatel - Agência Nacional de Telecomunicações, o regulador sectorial, feita em Novembro de 2012, processo que se tinha iniciado no regulador depois de queixa da concorrente GVT (Global Village Telecom) em 2009. 

Os factos referem-se a um período anterior à entrada da PT na Oi.

O CADE explica que a Oi é acusada pelo concorrente de ter cortado cabos de ligação em infra-estrutura partilhada entre as empresas em prédios residenciais. "A Anatel chegou a emitir decisão cautelar em 2009 determinando que a empresa encerrasse a prática", tendo o processo chegado à Justiça Federal de Brasília que proferiu decisão no mesmo sentido. A Oi é ainda acusada de "provocar lentidão e supostas falhas técnicas no tráfego de dados da GVT quando esta concorrente utilizava-se de interconexões com a sua rede para operar". 

Está, ainda, a ser investigada a conduta da Oi na passagem de clientes para a GVT, suspeita de ter atrasado os processos de transferência.

Em comunicado, o CADE explica ter entendido que "os indícios apresentados são relevantes e que, se comprovados, poderiam indicar potenciais prejuízos à concorrência e aos consumidores no mercado de telecomunicações, justificando análise mais aprofundada pelo órgão antitruste [anticoncorrencial]". 

A Oi, depois de notificada, tem 20 dias para apresentar a sua defesa, para que o CADE possa, depois, decidir pela condenação ou arquivamento. Se for condenada, e se o CADE decidir que há infracção, a Oi pode ser condenada ao pagamento de 0,1 a 20% do seu volume de negócios.

A fusão da Portugal Telecom com a Oi já foi notificada à Autoridade da Concorrência, depois de já ter recebido luz-verde da homóloga brasileira.
A Autoridade da Concorrência já recebeu a notificação por parte da Portugal Telecom e da Oi do processo de fusão. Decorre, agora, um período de 10 dias para entidades terceiras se pronunciarem sobre a operação.

O anúncio da notificação está esta quinta-feira, 30 de Janeiro, publicada nos jornais, momento a partir do qual começa a contar o tempo de pronunciamento a entidades que não sejam parte da operação. A notificação entrou na entidade liderada por António Ferreira Gomes a 20 de Janeiro, já depois da luz-verde no Brasil. 

É durante este período que a Autoridade da Concorrência pede aos reguladores sectoriais, Anacom e ERC, que se pronunciem sobre a fusão. 

A PT, mesmo antes da notificação, tem mantido conversas com a Autoridade da Concorrência, não se antecipando impedimentos ou condições.

Tal como já aconteceu no Brasil, onde a CADE (Conselho Administrativo para a Defesa Económica) já aprovou a fusão sem restrições.

No final da semana passada, Zeinal Bava, presidente da PT Portugal e da Oi, manteve a intenção de concluir a fusão no segundo trimestre deste ano, mesmo com a contestação que os accionistas minoritários da Oi têm estado a prometer.

TMN agora é MEO ....PT vai oferecer tráfego nas apps MEO (todas as novidades)


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Entre as mudanças com o fim da marca TMN está a oferta de todo o tráfego para apps MEO, uma "borla" que já existia em alguns tarifários.

Cloud, música, MEO Kanal e MEO Drive ou MEO Go são algumas das apps que passam agora a ter tráfego gratuito nos tarifários móveis do MEO. A estratégia de oferecer tráfego em algumas apps tem vindo a ser seguida pelos operadores.

A TMN já disponibilizava tarifários com essas características e nessas propostas incluía algumas apps do universo MEO, aplicações centradas em serviços móveis e der televisão.

A regra passa agora a valer para todos os tarifários e para todas as aplicações Meo, de acordo com a informação veiculada por Zeinal Bava na conferência de imprensa em que anunciou o fim da marca TMN e a sua substituição pela marca MEO, que assume todo o retalho. 

"MEO passa a ser a outra vida da TMN e única marca da PT para o retalho"

A frase é de Zeinal Bava, que garante uma mudança sem disrupção na transição de marcas, que acontecerá de forma "tranquila" para o cliente.

Na apresentação da nova estratégia de marca da PT para o retalho, o responsável da PT Portugal explicou que o grupo decidiu dar uma nova vida à marca TMN, com o MEO. Sublinhou que a marca PT simboliza inovação e investimento tecnológico que lhe garantem uma posição extremamente forte.

O grupo quer tirar partido dessa posição, simplificando a comunicação e mantendo apenas duas insígnias na comunicação com o cliente. A marca MEO foi a escolhida para fazer dupla com a marca PT.

Esta mudança vai trazer "melhorias ao serviço de backoffice, que ficará simplificado e deixará de obrigar as pessoas a conviver com uma panóplia de marcas" defendeu Bava, explicando que a digitalização e transformação da marca para simplificar serviços tem sido uma prioridade da empresa nos últimos meses.

O responsável tranquilizou ainda os clientes da operadora, frisando que a rede é a mesma, tal como os serviços: nada muda para os clientes TMN. As próprias referências multibanco manterão a designação TMN/Meo. Só as aplicações verão os nomes alterados. 

PT encerra jogo da marca TMN e coloca todas as fichas no MEO

(Atual.) A morte da marca de comunicações móveis que já soma 22 anos já era antecipada mas torna-se hoje definitiva com a mudança da denominação social da empresa para MEO.

O TeK já tinha antecipado a mudança que se concretizou esta manhã com o anúncio formal, numa conferência onde Zeinal Bava, presidente da PT Portugal, traçou a nova estratégia global de marcas para a empresa de telecomunicações, onde a convergência é a palavra de ordem.

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O peso que o MEO vinha assumindo desde o lançamento do M40, a oferta convergente, em janeiro do ano passado, antecipava a mudança que foi sendo feita gradualmente em algumas das áreas onde a TMN tinha dado cartas durante vários anos, nomeadamente nos festivais de verão, onde o Sudoeste TMN passou a Meo Sudoeste e o Marés Vivas assumiu a mesma mudança.

"Ter uma marca só para o retalho é possível porque investimos em sistemas", adiantou Zeinal Bava na apresentação da marca MEO, que agora engole a TMN e se assume como marca única para o retalho. "Começámos a pensar na convergência em 2013", acrescentou o mesmo responsável.

O presidente da PT Portugal também refere que para a empresa era claro que "as pessoas iam querer simplicidade e convergência mas fizemos por fases, é preciso correr riscos bem medidos".

Para os clientes de serviços móveis, que são mais de 7,8 milhões, os serviços e tarifários mantêm-se, mas agora com acesso através do portal meo.pt. As lojas que ainda mantinham a marca TMN passam também a apresentar-se com o nome MEO.

A lógica dos serviços é ainda de alargamento, com a utilização integrada do MEO Music, que antes se chamava Music Box e que passa agora a ter acesso a vídeos, o MEO Go, a MEO Cloud, o MEO Drive com trãnsito em direto, e ainda o MEO Kanal que ganha a possibilidade de upload direto a partir do móvel.

No segmento empresarial a convergência faz-se com a marca PT Empresas, que agrega os serviços até aqui prestados pela PT Negócios e PT Prime.

Com a fusão das marcas o MEO passa a ser líder de mercado na rede móvel com uma quota de 46,3%. A marca já tinha uma quota de 47,2% no triple play, sendo a marca mais recordada pelos portugueses, em todos os setores, de acordo com o estudo Publivaga da Marktest. Na apresentação a PT também revelou que o M4O é hoje responsável pelo principal crescimento móvel. 80% dos novos clientes são M4O.

A partir de hoje a PT vai comunicar a nova marca, mas recuperando alguns dos principais destaques da história da TMN, recuperando o lançamento da primeira chamada GSM no país e a introdução do MIMO, o primeiro cartão pré-pago do Mundo. 






A marca TMN desaparece e passa a ser Meo. Ao mesmo tempo, todas as apps Meo passam a ter direito a tráfego gratuito na rede Meo.



O CEO da PT diz que para, o cliente final, esta mudança não trará quaisquer mudanças. Mantêm-se os tarifários, cartões, telemóveis e smartphones, números de contacto e tudo o mais que pertencia ao mundo TMN. A única mudança é que a TMN desaparece enquanto marca, dando lugar ao Meo.
O objetivo é unificar a marca para o mercado doméstico. Assim, em vez das múltiplas marcas que existiam até agora, passa a haver uma que cobre todos os servidos do móvel à oferta de televisão.
Outra novidade é que as múltiplas apps da PT passam agora a ser todas conhecidas por Meo. Assim, passa a haver o Meo Music (anterior Music Box), Meo Go, Meo Cloud, Meo Drive (com direito a informações de trânsito em direto), Meo Kanal e Meo Parking.
Todas estas apps passam a ter direito a tráfego gratuito, sendo que o Meo Go tem um limite de 15 horas mensais.
A PT criou uma campanha de marketing para dar a conhecer a nova identidade da TMN que recorre a anúncios de TV clássicos da marca e cria uma versão moderna dos mesmos com a ajuda dos Gato Fedorento. Entre eles, contam-se o anúncio do cacilheiro, do mimo e dos Reis Magos, entre outros. 

TMN acabou! PT anuncia fim da TMN na segunda feira... uma ano depois do M40

Um ano depois de lançar o "pacotão" M40, em plena fusão entre a Zon e a Optimus, a Portugal Telecom volta a antecipar-se à concorrência. Enquanto na Zon Optimus decidem a nova marca, esperada para abril, na segunda feira, a operadora vai "matar" a TMN e dar nova vida ao Meo. O anúncio será feito num encontro com Zeinal Bava, o CEO da PT Portugal e da Oi, no Brasil.
foto GLOBAL IMAGENS/ARQUIVO
Portugal Telecom anuncia fim da TMN na segunda feira
Zeinal Bava












     
























A atual marca estrela da PT foi em 2013 a mais recordada pelos portugueses. À frente da Vodafone, da Optimus e da Zon. E a partir desta semana vai sair mais reforçada, passando a assumir em pleno a oferta integrada de telecomunicações da PT, inclusive as móveis, durante anos um exclusivo da TMN.
A oferta de televisão foi sempre defendida por Zeinal Bava como um elemento central para atrair clientes. Com os Gato Fedorento a dar a cara pelo Meo, o serviço de televisão paga da PT rapidamente chegou a 1,3 milhões de clientes. Muito próximo da Zon. E o Meo passou a ser o foco da PT também ao nível da comunicação publicitária.
Na TMN, o investimento caiu dois dígitos. A marca deixou ainda de dar o nome aos festivais. O Sudoeste, por exemplo, passa a Meo Sudoeste.


Os Pacotes de Tv, net, móvel, telefone mais baratos... Preços das ofertas zon, pt, cabovisão, vodafone

Há muitas ofertas. Agora, até já vêm com telemóvel incluído. A escolha depende do seu perfil de consumo


Escolher um serviço de telecomunicações para casa não é fácil, já que há uma multiplicidade de ofertas. A primeira decisão tem de responder à pergunta: que serviços é que precisa? Hoje em dia os pacotes com três ofertas - televisão, internet fixa e voz fixa - são os mais comuns e, mesmo, os que permitem maiores poupanças.

Os operadores têm outras combinações. Este ano surgiram no mercado as ofertas "quadruple play" (integram, além dos três serviços, serviços móveis). No entanto, é um pacote que, dado o valor total, não é desenhado para qualquer caso. Para valer a pena fazer contas a estas ofertas com cartões de telemóveis tem de ver o seu perfil de consumo móvel, compensando se tiver, dentro do seu agregado, dois cartões ou mais na mesma rede e se gastar, com esses serviços, mais de 35 euros por mês.

É que apesar das ofertas com quatro serviços garantirem voz e SMS praticamente ilimitados (ao abrigo do consumo responsável limita-se a dois mil minutos e SMS a utilização), há consumidores que não precisam de pagar um "premium" (prémio) por mais tráfego, se não tiverem uma utilização que o justifique.

Outro ponto a ter em conta nestas ofertas quadruplas é o tráfego de internet móvel incluído: 200 MB (megabytes), o que pode não ser suficiente para uma utilização que inclua correio electrónico. Há a possibilidade de se contratar mais tráfego móvel.

Ainda nestes pacotes, e no caso da Vodafone, tenha em conta que ao preço indicado, acresce 2,99 euros por dia pelo "roaming", estando activado por defeito. O que significa que para não pagar este valor tem de expressamente indicar que não quer esta opção. A Vodafone dá, ainda assim, uma vantagem aos clientes tribais do Extreme e Yorn que também não pagam pelas chamadas para os números que estejam no pacote Red.

Em qualquer das opções de ofertas - quatro ou três serviços - tenha em conta a rede que o vai servir. As ofertas assentes na rede de cobre (ADSL) não garantem a mesma qualidade dos serviços que chegam através da rede de cabo e das redes de fibra óptica. Há ainda as opções que chegam via satélite que, também, são mais limitadas. Nem todo o país está coberto com rede de cabo ou fibra óptica. As coberturas podem ser verificadas, mediante o código postal, nos "sites" dos operadores.

Verificada a cobertura e decidido se quer um pacote de quatro ou três serviços, tenha em atenção o que inclui o preço que lhe estão a oferecer. Há preços, por exemplo, que não têm o valor da "box". E se precisar de mais do que uma caixa vai pagar mais. Veja se os canais que quer estão incluídos e não se deixe levar pelo número de canais prometido, que incluem na maior parte dos casos as rádio. Quanto à velocidade da internet fixa, a decisão depende do perfil de consumo. Para a maior parte dos consumidores 30 Mbps é suficiente.



68%
"Triple play" é preferido
Dos lares com dois ou mais serviços de telecomunicações, 68% contratam um pacote de três serviços ("triple play"), de acordo com um inquérito realizado pela Indera, divulgado recentemente pela Anacom.


406,8
Receitas de três serviços crescem
Até Junho deste ano, as ofertas "triple play" representaram receitas de 406,8 milhões de euros no mercado português, de acordo com dados da Anacom. As receitas só de televisão desceram para os 160,5 milhões de euros.




As ofertas disponíveis mais baratas

Estas são as ofertas mais baratas que os operadores disponibilizam e que divulgam nos respectivos "sites". No entanto, a negociação pode alterar as condições


Portugal Telecom
A primeira a lançar oferta com telemóvel

A PT tem para a oferta que inclui televisão, net e voz fixa e telemóvel (dois cartões) - M4O - um preço de 80,99 euros, incluindo uma box gravável. Se precisar de mais caixas o aluguer passa para cinco euros, por cada. No M4O pode associar-se mais dois cartões de telemóvel (custo por cada um é de 7,5 euros). As chamadas e SMS são praticamente ilimitadas e tem direito a 200 MB de net móvel. Para quem não quiser associar telemóvel, o Meo dispõe de vários pacotes de tv com net e voz fixa. Começando com uma oferta de 45,49 euros (nos primeiros seis meses paga 24,99 euros), com 30 Mgps de velocidade de internet e 90 canais de televisão.


Zon Optimus
Fusão trouxe mais ofertas ao mercado

A Zon Optimus lançou recentemente a oferta quadrupla (tv, net e voz fixa e telemóvel) por 79,99 euros. Tem 99 canais, 100 Mgbps de velocidade de internet (o mesmo do M4O), e dois cartões de telemóvel com as mesmas condições do M4O. Já tem uma box incluída. A Zon Optimus tem, ainda, as ofertas Iris, para um pacote com tv, net e voz fixa. O pacote de entrada, nesta oferta, disponibiliza velocidade de internet a 30 Mbps e custa 44,99 euros,estando em vigor um desconto de cinco euros no primeiro ano se aderir ao débito directo e facturação electrónica. Esta oferta integra uma box que tem apenas 20 horas de gravação.


Vodafone
Operadora tenta reforçar a quota na televisão

A Vodafone tem uma oferta que pode ser composta para incluir televisão, net e voz fixa e telemóvel. Pode associar apenas um telemóvel ou até quatro. Se associar apenas um telemóvel custará 65,3 euros. Com dois ficará a 85,2 euros. Ambos os preços incluem o aluguer de um receptor. Tem 85 canais de televisão (sem os promocionais). Sem telemóveis, a oferta de entrada da Vodafone no "triple play" (tv, net e voz fixa) é de 24,9 euros, acrescido de 5,5 euros pelo aluguer da box, o que totaliza 30,4 euros. Este pacote tem 50 Mbps de velocidade de internet fixa. A Vodafone não tem em todo o país oferta em fibra óptica, garantindo o serviço através da rede cobre da PT.


Cabovisão
Ainda sem telemóvel associado nas ofertas

A Cabovisão, adquirida pela Altice e que quer mostrar que está neste mercado para ganhar, não tem, ainda, oferta com telemóvel integrado. No seu pacote "triple play" (televisão, voz e net fixa) de entrada dá 30 Mbps de velocidade de internet, 68 canais de televisão. O preço é de 39,99 euros (já incluindo o aluguer da box por 5,5 euros), mas a Cabovisão está a oferecer um preço, nos primeiros três meses, de 19,99 euros (mais 5,5 euros da box, ou seja, um total de 25,49 euros). A Cabovisão não tem oferta em todo o país e assenta o seu serviço na rede de cabo mais avançada (Docsis 3.0).




Negoceie com a operadora 

Na negociação para contratar um serviço de telecomunicações há que pedir, obrigatoriamente, várias informações e ter cuidado com o que é pago e por que serviços. Além disso, até agora um bom modo de conseguir baixar a factura com comunicações é regatear junto da operadora que já tem e fazer uma ronda para saber condições de todos os outros operadores, munindo-se de contrapopostas.

Tem sido prática no mercado conseguir-se bons negócios ameaçando com a mudança de operador, ainda que tenha de ter em conta qual o seu período de fidelização. A maior parte dos contratos, especialmente os mais recentes, têm contratos de fidelização de dois anos. Tem de perceber se está dentro desse período em que a resolução antecipada do contrato leva ao pagamento de indemnizações às operadoras. É devido a estes períodos de fidelização que a Deco - Associação de Consumidores lançou recentemente uma campanha e uma petição para que os períodos de fidelização não sejam tão extensos.

Além de ter em conta o período de fidelização, garanta que no preço está incluído o aluguer da caixa receptora e certifique-se qual a "box" que lhe está a ser disponibilizada (há pacotes sem caixa gravável). Verifique, também, se o pacote que vai adquirir tem os canais de televisão que mais vê. A lista de canais pode ser extensa, mas vale a pena olhar para ela.
Por fim, certifique-se também que promoções estão disponíveis quando for contratar um serviço.


PT vai ser extinta com integração na Oi

Portugal Telecom vai ser extinta com integração na Oi

Portugal Telecom vai ser extinta com integração na Oi

A holding que detém a Portugal Telecom vai ser extinta assim que ocorrer a integração da empresa portuguesa na brasileira Oi, sobrevivendo apenas a PT Portugal.

O fim da holding PT, recorda a edição desta segunda-feira do Jornal de Negócios, decorre, de resto, da fusão entre a Oi e a PT, conforme estipulado no memorando de entendimento entre os principais accionistas das duas empresas.
Segundo os termos do acordo assinado, quer a Oi, quer a PT, serão incorporadas nessa nova empresa.

PT e Oi anunciam a fusão



A Portugal Telecom informou a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) da existência de um memorando de entendimentos que propõe a fusão entre a PT e a Oi. A avançar, Zeinal Bava vai ficar como Presidente Executivo da nova empresa.


 Já há algum tempo que se especulava sobre a fusão da PT com a Oi. Agora, um comunicado do operador de telecomunicações português enviado à CMVM confirma a intenção da união com a brasileira Oi.

Desde 2010 que as empresas têm uma aliança e, caso o negócio seja aprovado pela regulação e pelos acionistas, a sede da empresa saída da fusão vai ser no Brasil e Zeinal Bava vai assumir o cargo de CEO.  Segundo o Diário Económico, o processo de fusão deverá estar concluído no primeiro semestre do próximo ano. 

Mais:
A operadora nacional chegou a subir mais de 22% após o anúncio de fusão com a Oi, mas acabou por moderar os ganhos ao longo da sessão. Ainda assim, trocaram de mãos 72,29 milhões de acções da PT, o valor mais elevado desde Fevereiro de 2007.
A Portugal Telecom e a Oi anunciaram esta quarta-feira, ainda antes da abertura da bolsa, que celebraram um acordo com vista à fusão das duas companhias e que criará um novo operador luso-brasileiro de telecomunicações. Uma notícia bem recebida pelos investidores, já que a operadora chegou a disparar 22,79% para os 4,175 euros (máximos de 15 de Março deste ano).

Também a liquidez desde logo se acentuou. Pelas 12h, já o volume negociado estava tão elevado quanto em Setembro de 2009, fechando em níveis máximos desde que a Portugal Telecom rejeitou a OPA da Sonaecom, ou seja desde Fevereiro de 2007, com 72,29 milhões de títulos negociados.

Quanto à valorização, a Portugal Telecom acabou por encerrar a subir 6,50% para os 3,621 euros. Isto representa a maior valorização de fecho desde dia 4 de Junho deste ano e a cotação (também de fecho) mais elevada desde Maio deste ano.

Em média, costumam ser transaccionadas 6 milhões de acções por sessão (número que tem como base os últimos seis meses).

Um entusiasmo que foi extensível ao restante sector, já que a Zon Optimus subiu 3,22% para os 4,676 euros e a Sonaecom apreciou 1,25% para os 2,106 euros.

As acções da Oi também estão a registar uma subida acentuada, valorizando 11,14% para 4,69 reais.

Chamar táxi à distância de um smartphone

A Portugal Telecom prepara-se para lançar um serviço para iOS/Android que permite aos utilizadores chamar um táxi que se adeque às suas necessidades e lhes permita ver em tempo real o percurso do mesmo.



Ainda não tem nome definido nem data de lançamento, mas o serviço permitirá a qualquer utilizador com um smartphone chamar um táxi à sua medida.
No comunicado de imprensa, a PT indica que a app será disponibilizada para as plataformas iOS e Android. Depois de feito o pedido de táxi na app, este será encaminhado para o taxista que o recebe também numa aplicação móvel. Quando o pedido for aceite, o passageiro é notificado e pode acompanhar, em tempo real, o percurso do táxi no mapa e o tempo estimado para que este chegue até si
O serviço será lançado em breve em parceria com a tecnológica portuguesa Geolink, “que desenvolve e comercializa sistemas eletrónicos de despacho de táxis e que conta já com experiência de cinco anos no desenvolvimento deste tipo de soluções”, indica o comunicado.
Entre as funcionalidades permitidas pela app contam-se a possibilidade de escolher o número de lugares do táxi, se inclui ou não ar condicionado, quais os métodos de pagamento disponíveis, entre outros.
A app, que ainda não tem nome definido, é gratuita e a PT indica que o serviço é também isento de quaisquer custos.

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