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Magikbee - conheça um projeto português...para brincar com o iPad



O projeto 100% português apresenta uma proposta diferente ao nível dos brinquedos educativos: tira partido das novas tecnologias, mas dá-lhe um sentido físico e ao mesmo tempo nostálgico. Aproxime os blocos de madeira do tablet e veja as personagens virtuais ganharem vida.



Num mundo cada vez mais digital, por vezes parece que os mais pequenos já não ligam a outros brinquedos, sobretudo aos que já fizeram felizes muitas gerações de crianças. Será possível em pleno século XXI entreter uma criança com blocos de madeira? A Magikbee acredita que sim.

A empresa bracarense apresenta uma proposta alternativa de brinquedo educativo. Não se limita apenas a desenvolver um produto digital, mas dá-lhe algo palpável, algo físico e verdadeiramente interativo que pretende estimular a curiosidade dos mais novos.


Hugo Ribeiro, um dos três elementos da Magikbee, explicou ao TeK que as próprias filhas foram uma inspiração na hora de avançar para o projeto. As crianças já são muito ligadas ao tablet como dispositivo de entretenimento e isso fez Hugo sentir que havia uma falta de ligação a outros elementos.

Este é um dos motivos que ajuda a explicar a escolha dos blocos de madeira e não blocos de plásticos ou eletrónicos. “Há muitos anos que as crianças brincam com peças de madeira. São úteis e são simples na interação. E a madeira é uma realidade que acaba por ser muito distinta. Não existem muitos produtos assim”, explicou Hugo Ribeiro.

Mas a madeira por si só não garante a interatividade com o tablet. O segredo? Uns 'pozinhos de perlimpimpim'.

“Em cada bloco colocámos ímanes com um feitiço mágico que espalha uma energia poderosa detetada pelos circuitos do tablet. O mago do código fez o seu trabalho ao criar uma aplicação que deteta a energia quando aproximas os blocos do tablet”. Esta é a descrição apresentada pela Magikbee no seu site e até pode ser suficiente para convencer as crianças. Mas e os adultos?

Para os adultos a explicação é a mesma, mas com um sentido mais real. Cada bloco tem pequenos ímanes cujo campo magnético é depois interpretado ao nível do software. Desta forma o tablet sabe que peça foi colocada, onde foi colocada e o que deve fazer relativamente a esse posicionamento.



Por agora o objetivo da Magikbee é dar a conhecer o conceito e receber as primeiras impressões. “Estamos muito entusiasmados com o projeto, a receção tem sido brutal. Esperamos ser um projeto de sucesso”, adiantou um dos cofundadores

Até ao final do ano a ideia passa por uma campanha de crowdfunding, que deverá ajudar a trazer os blocos ‘mágicos’ para o mercado.

A estimativa de Hugo Ribeiro é que os Magic Blocks fiquem disponíveis no final do primeiro trimestre de 2016, para o maior número possível de famílias. Pois essa é uma meta clara da empresa: querer criar um produto que é acessível e que não ganhe o rótulo de elitista.
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Console OS...Android e Windows em uma mesma plataforma


 Um projeto inovador...

E se pudesse ter Windows e Android no mesmo aparelho?


Um nova e ousada empreitada promete fazer com que usuários utilizem, em uma mesma plataforma, dois dos sistemas operacionais mais populares da atualidade. Sob o nome deConsole OS, o projeto visa "integrar" os sistemasAndroid e Windows em um mesmo PC. E não apenas computadores poderiam se tornar híbridos; tablets com x86 e outros "2 em 1" seriam também capazes de rodar o aplicativo –  que visa fazer do Android "o sistema primário de PCs".
Idealizado pelos mesmos criadores do sistema para jogos Android via PC iConsole.tv, o Console OS não se constitui como um emulador do software para mobile da Google. Durante os últimos 18 meses, os desenvolvedores adaptaram a interface Android para “ser ótima ao trabalhar junto a PCs”, conforme explicam também os programadores na própria página do site de financiamento coletivo Kickstarter.
“Como você usa o Console OS? Isso é o que faz do programa algo tão bom: você pode tanto instalá-lo em uma partição interna de seu computador quanto rodá-lo a partir de um disco externo conectado via cabo USB”, observam os idealizadores do projeto. Naturalmente, para que o auspicioso projeto saia do papel, o valor de US$ 50 mil deve ser angariado pela Mobile Media Ventures, Inc. (MMV), companhia responsável pelo desenvolvimento de Console OS.

Recursos e experiência gamer aprimorada

A adaptação do sistema operacional Android para PCs foi feita aparentemente de modo cauteloso. Os comandos por toques, recurso fundamental da interface pertencente à Google, foram traduzidos de forma “amigável” para os computadores; não será necessário, portanto, se preocupar com o suporte a monitores multitoque – displays que admitem comandos por meio de toque são também compatíveis com o Console OS. “É claro que você pode usá-los. Suportamos plenamente várias telas multitouch; isso pode transformar os maiores e menores computadores em gigantes aparelhos Android multitoque”, esclarece a MMV.

Suporte a comandos por gestos, gerenciador de aplicações, alternância rápida entre ambos os sistemas operacionais e acesso remoto são outros dos recursos oferecidos por Console OS. Mas o que tem se destacado no projeto não é somente a possibilidade de acesso às “versões nativas” de ambos os sistemas; a experiência gamer, conforme se pode perceber a partir da demonstração feita pelo vídeo acima, configura-se como uma das principais frentes de ataque da empreitada. “Durante a GDC, mostramos como o OpenGL ES 3.1 (...) vai fazer do Console OS e Android plataformas principais voltadas a jogos”, destacam os programadores.

Compatibilidade

Até o momento, apenas alguns modelos de PCs são capazes de rodar o Console OS (confira a lista completa por meio deste link). O suporte a sistemas adicionais será possível apenas se fundos suficientes forem arrecadados. “Quanto ao Macintosh e Surface Pro, iremos suportá-los também se conseguirmos o retorno esperado” – todas as especificações e condições para a futura instalação do Console OS podem ser consultadas na página do projeto no Kickstarter.
FONTES

Projeto Ara da Google... telemóveis modulares por 50 US

Projeto Ara do Google tem sido objeto de muita atenção recentemente, com o anúncio da conferência de desenvolvedores com vencimento em abril 15-16. Felizmente, na conferência de tecnologia LANÇAMENTO um dos membros da equipe do projeto Ara passou suculentas 25 minutos para falar sobre o conceito de telefone modular. Ele até passou e demonstrou como trocar componentes funciona.
Referido como Google Ara no vídeo abaixo, o telefone modular virá em três tamanhos no lançamento: a mini (cerca de 4 "), médio (abaixo de 5") e maiores (acho que phablets). Nós já sabemos que o Google quer manter Ara o mais barato possível. Um relatório recente sugere a endoesqueleto para que todos os módulos anexar vai custar mais de US $ 50 .
No vídeo, o membro Ara disse que a base de todo o telefone modular deve executar cerca de US $ 15 por unidade. Ele não faz nada além de colmatar o resto dos componentes para que eles possam trabalhar em conjunto.
Google vai lançar sua loja oficial Ara para diferentes módulos, mas também faz questão de ter outros desenvolvedores e retalhistas oferecem algum bem. Confira o Projeto de pouco Ara 25 minutos do vídeo abaixo (salto para a marca de 5:00 minuto).

Tango.... como a Google quer pôr o Kinect em smartphones

A Google está a desenvolver uma plataforma para que os smartphones possam mapear o ambiente e o movimento, tal como acontece com o Kinect. 



O projeto está a ser trabalhado pelo grupo Advanced Technology and Projects que saiu recentemente da Motorola. Johnny Lee, um dos responsáveis, explica que o Project Tango quer permitir que o smartphone entenda o espaço envolvente e o movimento como os humanos fazem, à semelhantça do Kinect, da Microsoft.
O Myriad 1 é o processador desenhado pela Movidius para permitir a visualização do ambiente em smartphones. O desafio para a empresa foi conseguir um bom desempenho com um tamanho e consumo energético reduzidos, noticia o ArsTechnica.
O protótipo tem câmaras e sensores que lhe permitem “analisar” as redondezas e ver de que forma é que as apps podem interagir com o ambiente. Cada equipamento tem um ecrã de 5 polegadas, sistema operativo Android, dois co-processadores, câmara de 4 MP, um sensor de profundidade e uma segunda câmara para detetar movimento.
A Google pretende produzir o hardware e colocar os dispositivos nas mãos de programadores para ver o que poderá ser criado a partir daí. Numa primeira fase, cerca de 200 criadores vão poder receber o produto em troca de fornecerem as suas ideias à Google.


Projeto Tango da Google: um novo conceito de 

3D no smartphone


A Google apresentou o Projeto Tango e abriu portas à comunidade de programadores para se juntarem ao conceito e desenvolverem aplicações. Saiba mais sobre este novo conceito de smartphone.

A iniciativa tem envolvido um leque variado de parceiros e pretende criar um smartphone capaz de ultrapassar as limitações dos dispositivos atuais em termos espaciais e de leitura de movimento.

"Dar uma dimensão humana" à forma como os telemóveis percecionam a envolvente espacial e o movimento é um dos grandes desafios do Projeto Tango, como explica um dos investigadores no vídeo que a empresa preparou para apresentar o conceito e o protótipo.

O dispositivo que aplica o conceito é um equipamento com ecrã de 5 polegadas com várias sensores de movimento que permitem captar informação em três dimensões a um ritmo de 250 mil referências por segundo. Esta informação é usada para criar mapas do ambiente envolvente, que vão sendo constantemente atualizados para fornecer informação sobre o posicionamento e localização do utilizador em tempo real.
O sistema operativo a correr no protótipo é Android, que integra com APIs e algoritmos criados para gerir e tratar a informação espacial que o equipamento vai recebendo.

A Google frisa que todas as ferramentas usadas para desenvolver o protótipo estão ainda em fase de desenvolvimento pelo que, nesta fase, o projeto se dirige apenas à comunidade de programadores que é chamada a participar no desenvolvimento de aplicações que ajudem a concretizar o potencial do conceito e a partilhar ideias sobre o tema.

Para levar à prática o desafio, a empresa preparou 200 kits de desenvolvimento e vai entregar uma parte a programadores a partir de 14 de março. Os restantes já estão a ser usados em projetos internos. 

O projeto de smartphone modular da Motorola

Conheça o projeto de smartphone modular da Motorola

O conceito da Phonebloks de criar um smartphone capaz de ser montado e desmontado pelo próprio consumidor surpreendeu – e agradou a muita gente. E parece que a Motorola estava ligada à reação do público quanto a esse tipo de novidade.
Isso porque a companhia acaba de lançar o seu próprio projeto do que podemos chamar de um “smartphone modular”. Chamado de Project Ara, o projeto traz uma plataforma aberta e de licença livre – tudo para que designers, inventores e entusiastas do mundo todo possam também colaborar com a ideia.

Nada de novo

Segundo a postagem no blog oficial da Motorola, o desenvolvimento de algo do tipo não é nenhuma novidade dentro da empresa. De acordo com a companhia, nos últimos seis meses uma equipa conduziu o Sticky, um caminhão “embrulhado” em velcro e recheado com smartphones da Motorola e equipamentos de impressão 3D de última geração.
Essa equipe atravessou os Estados Unidos e, segundo o blog, diversos recursos e ideias de programas e dispositivos que eles nunca teriam imaginado começaram a aparecer. A postagem diz que “nessa viagem, vimos os primeiros sinais de um novo ecossistema de hardware aberto, possibilitado pelos avanços na fabricação e pelo maior acesso às poderosas capacidades computacionais dos smartphones modernos”. Tudo isso já rendeu algumas ideias – a base para o Project Ara.

Um verdadeiro esqueleto

Com todas as ideias que surgiram dessa viagem, a Motorola resolveu juntar a equipe de desenvolvimento do projeto a ninguém menos do que Dave Hakkens, o homem por trás daquele “primeiro” conceito de móvel desmontável.
Conheça o projeto de smartphone modular da Motorola                                       Conceito de Dave Hakkens agradou à Motorola (Fonte da imagem: Reprodução/YouTube)

De acordo com a empresa, eles querem levar para o hardware toda a liberdade de software que o Android permitiu às pessoas. Ou seja, a ideia é que o aparelho seja separado em módulos e que, assim,seja capaz de substituir partes dele de acordo com as suas preferências e necessidades.
Quer uma câmera melhor? Precisa de um gadget com uma excelente capacidade de bateria? Um processador tão poderoso não é uma necessidade ? Todas essas questões poderiam ser resolvidas de forma simples, bastando que  troque essas partes por elementos que se adequém melhor aos seus desejos. Entre as sugestões feitas pela (e para a própria) Motorola estão módulos que separam o CPU, o display, bateria, sensores externos, entre outros.
Dessa forma, a estrutura do Project Ara consiste em uma parte principal, chamada de “endoskeleton” e que é, como  já deve ter percebido pela sua nomenclatura, a parte que funciona como um esqueleto, uma estrutura que trabalha segurando e mantendo os módulos todos juntos.
Conheça o projeto de smartphone modular da MotorolaMódulos da Motorola (Fonte da imagem: Reprodução/The Official Motorola Blog)

Por fim, a Motorola exalta o fato de que se trata de um projeto totalmente aberto, ou seja, a companhia conta com a participação de toda a comunidade para o desenvolvimento desse novo conceito de smartphone.
Chamados de Ara Scouts, os voluntários podem se inscrever para participar do projeto aqui. Há um kit de desenvolvimento pronto para ser lançado no fim do ano e os cem participantes que forem mais ativos ganharão modelos do celular, quando este ficar pronto. E aí, o que achou?

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