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YouTube Kids- causa polémica com publicidade infantil



Quando o aplicativo YouTube Kids foi lançado, acreditava-se que seria um ambiente seguro para que os pais se sentissem tranquilos enquanto os seus filhos simplesmente fossem protegidos ao mesmo tempo que desfrutassem de programação infantil.



Porém, não é o que grupos de vigilância acreditam que ocorre na prática. Uma denúncia foi feita ao Federal Trade Commission (FTC), alegando que o app da Google abusa de comerciais. Segundo as acusação, as práticas de marketing do YouTube Kids são desleais e não seriam permitidas em um canal de televisão a cabo.

Os pais que buscam distinguir o marketing imparcial de produtos infantis se preocupam não apenas com as propagandas que aparecem necessariamente entre uma atração e outra, mas estão insatisfeitos com o fato de que nos próprios apresentadores infantis endossam produtos às crianças, em seus programas.

Há algum tempo que foi estabelecida uma série de regulamentos para publicidade infantil, diante a afirmativa de que as crianças são mais susceptíveis a determinadas abordagens de marketing. Os grupos acreditam que o YouTube Kids não respeita esses regulamentos.

As denúncias alegam ainda que o YouTube contraria suas próprias diretrizes de publicidade. "Produtos relacionados com alimentos e bebidas de consumo são proibidos, independentemente do conteúdo nutricional", segundo constaria na página sobre as políticas do aplicativo, e ainda assim, entre os vídeos infantis, está incluso um canal do McDonald's com conteúdo sobre alguns de seus alimentos.

Reguladores tornaram-se cada vez mais preocupados com a publicidade online dirigida às crianças. Em setembro passado, Yelp e TinyCo pagaram US $ 450.000 devido a uma queixa à FTC, alegando que eles teriam violado o Ato de Proteção de Privacidade de Crianças, estabelecido em 1998.

Um porta-voz do YouTube disse apenas que “ao desenvolver YouTube Kids consultamos inúmeros parceiros e grupos de defesa de privacidade da criança. Estamos sempre abertos a comentários sobre formas de melhorar o aplicativo”.

O YouTube Kids está disponível para Android e iOS desde o final de fevereiro.

ASUS diz que é preciso ser maluco par comprar Apple Watch de US$ 10 mil

Acha que a qualidade dos produtos da Apple não é o suficiente para justificar seus preços elevados, então provavelmente ficou sem palavras ao saber sobre o Apple Watch Edition – a versão em ouro do relógio inteligente que possui preços a partir de US$ 10 mil. Aproveitando a onda e buscando lucrar fazendo humor sobre a concorrente, a ASUS resolveu faze um fluxograma explicando porque escolher a “maçã de ouro” é loucura.
Embora a ideia da edição de luxo do relógio dourado seja oferecer um produto diferenciado para um público que está disposto a pagar mais por esse tipo de diferencial – e possui condições para isso –, a ASUS tenta explicar em tom de brincadeira porque não preferir o seu ZenWatch é uma decisão ilógica. Logo de cara, a empresa expõe que o único motivo para ficar com o Apple Watch Edition é “estar fora de si”.
Atualmente, o ZenWatch é vendido no exterior por US$ 199 (no Brasil equivalente a cerca de R$ 618, sem impostos), o que certamente é bem menos que os US$ 10 mil (em torno de R$ 31 mil) do relógio dourado da empresa de Cupertino. Ainda assim, vale lembrar que aqueles que preferirem um smartwatch da Maçã, mas não desejarem gastar tudo isso por ele, podem obter um Apple Watch Sport por US$ 350 (no Brasil aproximadamente R$ 1.085).

Ataque em vários fronts

Como se não bastasse a provocação com relação ao relógio dourado, a ASUS também resolveu dar uma alfinetada na Apple com relação ao seu MacBook. Em uma postagem em sua página no Facebook, a empresa postou uma imagem comparando o aparelho da Maçã com o seu ZenBook UX305. Confira a provocação a seguir:
ASUS com ArchiVong Vichet e outros 8
Computadores · 1.956.582 curtidas
 · 12 h · 
The ‪#‎ASUS‬ ‪#‎ZenBook‬ UX305 is even slimmer than the Macbook. Now that’s golden.

Sempre que o The Pirate Bay for encerrado num local surgirá noutro


A convicção é do presidente do Partido Pirata da Alemanha, que recorda as várias medidas contra o site nos últimos anos e o facto de nenhuma delas ter conseguido acabar com o projeto.

                     


"O site já tinha sido fechado em 2005 e o resultado foi a criação de um Partido Pirata, que reuniu todas as ideias de partilha de informação, conhecimento, cultura e liberdade na Internet", defendeu Kramm, em declarações ao site RT.

"Cada vez que o Pirate Bay for desligado, vamos multiplicar", acrescenta o mesmo responsável, defendendo a legitimidade do projeto e considerando que a Internet é ela própria uma "enorme máquina de copiar", que alterou o conceito de propriedade pública.

Em resposta a esta transformação, a legislação deveria ter sido alterada e adequada, mas em vez disso as empresas fazem todos os esforços para fazer valer as leis antigas, defende Bruno Kramm, apontando uma exemplo que considera de sucesso nesta transição do analógico para o digital: o da música, com os serviços de streaming.

O The Pirate Bay foi encerrado no início da semana, na sequência de uma rusga às instalações de suporte ao projeto. As autoridades suecas revelaram na altura que as buscas e suspensão de atividade estão relacionadas com suspeitas de violação das leis de propriedade intelectual.

Esta não é a primeira tentativa para destativar o site, que na última década tem sido alvo das mais diversas tentativas da indústria para calar este centro de partilha de ficheiros.

O registo do domínio já tinha sido alterado e a localização dos servidores para garantir a continuidade do projeto, algo que pelos vistos pode acontecer tantas vezes quantas forem necessárias para manter ativo o maior simbolo da defesa de uma Internet onde a partilha de conteúdos é livre.

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