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Kepler-452b -NASA descobre um planeta semelhante com a Terra
A NASA anunciou há pouco uma descoberta fantástica. Depois de várias imagens captadas pelo telescópio Kepler, os astrónomos descobriram um planeta semelhante em tamanho à Terra, com a distância ideal de uma estrela maior, um sol, que poderá permitir a existência de água líquida e, por consequência, vida tal como a conhecemos.
Poderá ser o “primo mais velho da Terra” que se imaginava haver.
A descoberta foi conseguida graças ao telescópio Kepler e o novo planeta já foi baptizado de Kepler-452b. Segundo informações da agência espacial norte-americana, o planeta fica a 1400 anos luz da Terra e situa-se na constelação Cygnus, no sistema Kepler. A sua órbita contempla uma estrela bem menor que o nosso Sol, tem metade da massa e do tamanho.
Pelas características da estrela, trata-se de uma estrela anã vermelha, muito comuns na Via Láctea, são cerca de 70% deste tipo as estrelas existentes. O Kepler-452b, não está sozinho constelação Cygnus, existem outros quatro planetas em volta da mesma estrela, contudo são planetas muito quentes o que não possibilitaria a existência de vida, com as condições ideais que sabemos serem necessárias.
Ainda não existem muitos dados sobre o Kepler-452b. Sabe-se que tem um tamanho idêntico ao nosso planeta Terra mas não há dados sobre a sua massa, composição ou tipo de atmosfera. Segundo a NASA, a duração da sua órbita em torno do seu “Sol”, leva cerca de 130 dias, o que lhe permite apenas receber um terço da energia que a Terra recebe do Sol. Isto diz-nos que em termos de luz é muito fraca, como se o pico do sol deles fosse igual ao nosso entardecer.
Portanto, não é um planeta gémeo, mas sim primo, isto nas palavras de Thomas Barclay, investigador envolvido no telescópio Kepler, o próprio afirma que “a temperatura do planeta depende muito do tipo de atmosfera que ele tem”.
Vamos ver se já existe lá vida ou poderá ser um dia casa “de férias” dos terrestres!
Kepler-10c - Descoberto novo planeta rochoso "gigante" fora do Sistema Solar
| Representação gráfica do planeta Kepler-10 (em primeiro plano) em compração com o planeta Kepler-186f Como o próprio nome indica, Kepler-10c foi visto pela primeira vez pela sonda Kepler, uma nave especialmente concebida para procurar exoplanetas (planeta extrassolar que orbita uma estrela que não seja o Sol) e que já identificou cerca de três mil mundos fora do nosso sistema solar. Uma equipa internacional de astrónomos descobriu um novo planeta rochoso fora do Sistema Solar, com uma massa 17 vezes maior do que a Terra. A caraterística rochosa do planeta, batizado como Kepler-10c, devido ao satélite que o detetou, pode implicar a possibilidade de existência de vida nele, admitiu o astrónomo suíço Stéphane Udry, coautor da investigação, citada em comunicado pela Universidade de Genebra. O novo planeta situa-se a 560 anos-luz da Terra, o que significa que está um pouco mais afastado do "planeta azul" do que Kepler-186f, o primeiro planeta fora do Sistema Solar, identificado recentemente, com um tamanho comparável ao da Terra e no qual os cientistas creem que pode haver água em estado líquido. O Kepler-10c orbita uma estrela semelhante ao Sol em 45 dias e encontra-se na direção da constelação do Dragão, estimando os astrónomos que tenha 11 mil milhões de anos, pelo que a sua descoberta prova que houve planetas do tipo terrestre que se formaram muito cedo. Identificada a 'Godzilla' das Terras
Fotografia © David A. Aguilar (CfA)
Foi descoberta pelos astrónomos uma nova classe de planetas. Maiores que os já conhecidos 'super-terras', a estes chamaram-lhe 'mega-terras'. O Kepler-10c é um desses planetas, um mundo sólido e rochoso, com uma massa equivalente a 17 Terras, algo nunca visto até agora e que, aliás, parecia impossível existir no espaço, uma vez que um planeta tão grande deveria ser gasoso e não sólido. Trata-se de um planeta com uma superfície dura e rochosa muito semelhante ao nosso mundo só que muito, muito maior. A descoberta foi anunciada pelos investigadores do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica (CfA), nos Estados Unidos. Um novo tipo de planeta, um mundo sólido e rochoso, mas com uma massa equivalente a 17 Terras. E, pelo que sabemos até agora, esse planeta não deveria sequer existir, uma vez que algo tão grande teria que atrair grandes quantidades de hidrogénio e tornar-se, como é habitual, num gigante gasoso como Júpiter. Mas nunca num planeta rochoso como a Terra. Kepler-10c, no entanto está lá. É sólido e muito maior do que qualquer outro descoberto até então, uma "mega Terra". Tanto é assim que até deu origem a uma nova categoria: 'mega-terras'. "Ficamos atónitos quando percebemos o que havíamos encontrado", disse Xavier Dumusque, autor da descoberta e diretor da investigação. "Ele é o Godzilla das Terra!! Embora, ao contrário do monstro do cinema, Kepler-10c tem implicações positivas para a vida. " acrescenta. O novo planeta orbita uma estrela semelhante ao Sol uma vez a cada 45 dias, ou seja, invulgarmente rápido para um mundo com a sua massa. E está localizado a cerca de 560 anos-luz de distância, na constelação de Draco, e é parte de um sistema que inclui também um planeta de lava com três massas terrestres (Kepler-10b), que completa uma órbita em apenas 20 horas. |
Descoberto o primeiro exoplaneta habitável e semelhante à Terra
Astrónomos afirmam que descobriram o primeiro planeta fora do Sistema Solar com um tamanho comparável ao da Terra e no qual a água poderá existir em estado líquido, revela, esta quinta-feira, a revista "Science".
"É o primeiro exoplaneta [planeta fora do Sistema Solar] do tamanho da Terra, encontrado na zona habitável de uma outra estrela", afiançou Elisa Quintana, uma astrónoma do Instituto de Pesquisa de Inteligência Extraterrestre, da agência espacial norte-americana NASA, que participou na equipa internacional que conduziu a investigação.
O planeta, batizado Kepler-186f, orbita a estrela anã Kepler-186, "mais pequena e menos quente do que o Sol", e situa-se na "zona temperada, onde a água pode ser líquida", sustentou a astrónoma.
Esta zona é considerada habitável, uma vez que, segundo os cientistas, a vida tal como a conhecemos, que depende da presença de água, tem mais probabilidade de se desenvolver ali.
O Kepler-186f encontra-se num sistema estelar situado a 490 anos-luz do Sol, com cinco planetas do tamanho próximo da Terra. Contudo, só o Kepler-186f está na "zona habitável", os outros estão muito perto da estrela.
Entre os cerca de 1.700 exoplanetas já detetados, desde há 20 anos, duas dezenas estão em redor da sua estrela na "zona habitável". Todavia, muitos destes planetas são maiores do que a Terra, o que torna difícil verificar se são gasosos ou rochosos.
Localizado na constelação do Cisne, o Kepler-186f está na categoria de planetas rochosos como a Terra, Marte ou Vénus.
Em fevereiro, a NASA anunciou que o telescópio Kepler tinha detetado 715 novos exoplanetas, quatro deles potencialmente habitáveis, mas 2,5 vezes o tamanho da Terra.
A maioria destes novos planetas extrassolares foi identificada nos últimos cinco anos. O engenho avariou-se em meados de 2013.
O Kepler foi lançado em 2009 para detetar mais de 150 mil estrelas semelhantes ao Sol, loc