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EOS Parking chega a Faro, Setúbal..... pagamento estacionamento através se smartphone
Desde o passado dia 13 de junho que já é possível fazer o pagamento de parquímetro via smartphone em Setúbal. Já no próximo dia 23 de junho a tecnologia chega a Faro, aumentando para oito o número de cidades portuguesas que integram o sistema EOS Parking, desenvolvido pela empresa portuguesa Maksu Services.
Serão mais de 1.700 os lugares disponíveis em Setúbal e Faro (699 e 816 respetivamente), atingindo os 6.999 lugares que se dividem ainda por Vila Nova de Gaia, Vila Real, Sesimbra, Portimão, Lagos e Amadora.
Os utilizadores poderão, assim, ter a vida facilitada ao pagarem as tarifas via dispositivos móveis, deixando a dor de cabeça de ter moedas e fazer pré-carregamentos.
Pedro Mendes Leal, CEO da Empark, explica que têm “até à data, 10 mil inscritos com cerca de 250 utilizações diárias,” com crescimento mensal de 10%, o que leva a crer que os utilizadores estão satisfeitos com o serviço.
O objetivo da Empark é agora disponibilizar o serviço em mais cinco cidades até ao final do ano, onde se inclui Lisboa. Contudo, para a capital receber o sistema, a EMEL terá de autorizar a instalação do serviço.
O sistema EOS Parking permite ainda ao utilizador pagar unicamente o tempo utilizado, podendo prolongar ou interromper o estacionamento do veiculo.
Anuidade do WhatsApp agora pode ser paga por outra pessoa
O WhatsApp liberou na segunda-feira (10) a versão 2.11.186 e, entre suas novidades, está o recurso que permite o usuário pagar a assinatura do aplicativo para um amigo. A novidade é ideal para jovens que não possuem cartão de crédito e precisam que os pais paguem, por exemplo. Porém, somente os usuários de dispositivos Android podem efetuar o pagamento da conta alheia.
O serviço do WhatsApp é gratuito durante um ano. Após esse período, é preciso pagar uma assinatura anual no valor de US$ 0,99 para continuar usando o aplicativo.
Apesar de só os usuários de dispositivos Android poderem pagar a conta do outro, aqueles que utilizam outros sistemas operacionais, como Windows Phone, Blackberrye iOS, também poderão receber a gentileza de seus amigos da plataforma do Google.
A atualização do software também trouxe outras novidades, como novas configurações de privacidade para o recurso “visto pela última vez” e limitar a visualização da foto do perfil e status. Além disso, tem um atalho para câmera fotográfica e opção para mostrar mensagens não lidas no widget.
E se a Google andar a cobrar ilegalmente pelos jogos freemium?
Uma mãe de um pequeno aficionado do jogo Marvel Run Jump Smash! apresentou queixa num tribunal contra a Google, devido à cobrança de 68,95 euros em funcionalidades freemium.
Llana Imber-Gluck é uma desconhecida no mundo das tecnologias – mas pode muito bem fazer história no modelo de negócio seguido pelas lojas de apps. A cidadã nova iorquina apresentou uma queixa em tribunal com o objetivo de obrigar a Google a pôr fim à cobrança pelo uso de funcionalidades de valor acrescentado que costumam ser disponibilizadas em apps que são distribuídas gratuitamente.
Na origem do caso, está uma conta menos agradável que deu entrada nas finanças pessoais de Llana Imber-Gluck, depois do respetivo filho gastar o equivalente a 68,95 dólares numa moeda virtual que é usada no jogo Marvel Run Jump Smash!.
«A Google tem lucrado de forma injusta com jogos para crianças que são anunciados como sendo grátis ou de custo reduzido, e permitem acumular vários custos, numa moeda virtual que só tem valor dentro do jogo, sem que seja aplicado qualquer sistema de controlo ou exigida uma password», reitera Shanon J. Carson, do gabinete de advogados que encaminhou o caso para o tribunal em nome de Llana Imber-Gluck, quando questionada pelo Guardian.
Com este caso, a Google poderá ser obrigada a rever as políticas de uso que dispensa a inserção de passwords na meia hora subsequente à última vez em que foi inserida. Mas este até nem será o pior receio da gigante de Mountain View. Na memória dos responsáveis da Google estará um caso similar que levou a Apple a aceitar um acordo que previa a criação de um fundo de 100 milhões de dólares para a compensação de utilizadores que descarregam inadvertidamente funcionalidades comercializadas dentro de uma app