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MB Way - já pode fazer pagamentos com o telemóvel em Portugal

O serviço MB Way, uma solução que permite ao utilizador realizar compras e transferências bancárias de forma imediata, utilizando apenas o seu número de telemóvel.
O serviço esteve em testes durante este período e agora passou a estar disponível para todos o que o pretendam usar.
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Desenvolvida para simplificar a vida dos utilizadores, a aplicação MB WAY permite a realização de compras e transferências bancárias imediatas com total comodidade e segurança, já que o utilizador pode fazê-lo através do seu telemóvel, a qualquer hora do dia e onde quer que esteja, sem que tenha de partilhar os seus dados bancários.

Principais características do serviço

  • Simples
    • É apenas usar o número do telemóvel
  • Cómodo
    • São os seus cartões bancários no seu smartphone ou tablet
  • Rápido
    • Basta o seu número de telemóvel para fazer compras e transferências imediatas
  • Seguro
    • Não necessita de dados bancários, com PIN e limite de montante diário
  • Grátis
    • Sem custos de adesão

Como funciona?

Começar a usar o MB Way é muito simples.
Passo 1) Primeiro tem de fazer a adesão ao serviço via Multibanco:
  • Selecione a tecla MB WAY > Insira o número de telemóvel que pretende associar ao seu cartão bancário > Defina o seu PIN MB WAY (6 dígitos).
Podem também fazer a adesão via homebanking.
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Passo 2) Descarregue a app MB WAY: Android | iOS | Windows Phone
Passo 3) Faça a activação do MB WAY no smartphone (existe um código de activação que chega via SMS e outro via e-mail).
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O MB Way tem actualmente 13 bancos aderentes: Activo Bank, BANIF, Barclays, BBVA, Banco Best, BPI, Caixa de Crédito Agrícola, CGD, Millennium BCP, Montepio, Novo Banco, Popular e Santander Totta. Pode consultar aqui em que lojas está disponível.

E se vai ter de pagar para usar o uTorrent?

O cliente de torrent mais usado na Internet, o uTorrent, tem há bastante tempo políticas que muitos acham estranhas para se manter a funcionar.
Depois de terem incluído na sua aplicação publicidade e outros tipos de formas de obter rendimentos, ponderam agora mudar novamente e cobrar para a utilização do seu serviço.
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Com mais de 150 milhões de utilizadores, o uTorrent é o cliente de BitTorrent mais usado na Internet. A razão é óbvia e a sua interface de utilização consegue ser das mais simples de usar.
Mas a relação do uTorrent com os seus utilizadores não tem sido pacifica nos últimos tempos. Para garantir que se mantêm os desenvolvimentos que esta aplicação necessita, foi tomada a decisão de incluir publicidade, por vezes intrusiva, na sua interface.
Para além desta decisão, surgiu ainda a inclusão de software de terceiros, por vezes de qualidade duvidosa, o que tem minado a relação com os utilizadores e levado a que surjam criticas fortes.
A ideia da inclusão destes elementos é apenas uma. O uTorrent necessita de se financiar e este foi o método encontrado. Mas é um modelo que deve ser abandonado pelo BitTorrent, empresa que detém o uTorrent, e por isso surgem agora algumas ideias que podem vir a ser colocadas em prática num futuro próximo.
A mais falada é o pagamento de uma taxa para a utilização do uTorrent, algo que não agrada a muitos utilizadores. Esta seria no entanto a forma mais simples e aberta que poderia ser encontrada.
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Mas mesmo este modelo pago não é o mais desejado pelo BitTorrent, até porque choca com o seu serviço Premium, onde já é cobrado aos utilizadores, para acesso a funções exclusivas.
We’ve never been satisfied with this revenue model. It requires compromises that detract from a premium user experience. We want to find a model that adds value to our product and our users. We want to find a better way.
Este novo modelo será testado e definido nos próximos meses, sendo apresentadas aos utilizadores as diferentes opções e quais os novos modelos de pagamento.
As ideias ainda precisam ser definidas, mas é quase certo que vão haver vários níveis de serviços, cada um com um valor associado e garantindo assim a rentabilidade futura deste cliente de BitTorrent.
Algo que atraia os utilizadores para o uTorrent era em parte o facto de ser gratuito. A mudança, se for efectivada, poderá fazer com que muitos escolham outros opções.

Campanha de crowdfunding tenta pagar a dívida grega.... quer ter mais juízo que a louca Europa?

Vamos salvar  a Grécia e a Louca Europa?



Será que o crowdfunding seria capaz de tirar um país da miséria? É isso que Thom Feeney acredita, e para essa razão ele criou uma campanha do popular Indiegogo para financiar o pagamento de 1.7 bilhões de dólares que os gregos devem ao FMI. O projeto pretende levantar fundos ao encorajar os 503 milhões de europeus a dar um pouco de dinheiro para ajudar a Grécia.

A página está sendo tremendamente popular, ao ponto que o Indiegogo chegou até mesmo a sair do ar com a entrada de tantos interessados. Por enquanto, foram levantados 200 mil euros, o que é muito dinheiro, o suficiente para financiar a maioria dos projetos que já apareceram na rede. Infelizmente, isto ainda é menos que um por cento do dinheiro necessário.

É certo que a campanha nunca vai conseguir ser bem sucedida. Os valores são simplesmente altos demais. O projeto de crowdfunding mais bem sucedido de todos os tempos (o Star Citizen de Chirs Roberts) rendeu 84 milhões de dólares, o segundo colocado , o Pebble Time, rendeu 20 milhões, e ambos levaram meses para atingir estas cifras. O FMI provavelmente não será capaz de esperar mais que algumas semanas, antes que a Grécia saia da União Européia.

Ontem mesmo, em votação entre os cidadãos gregos, a maioria foi favorável ao não pagamento da dívida. Isso mostra que a campanha pode ter partido em um sentido equivocado. Estamos falando de um país onde 40% da população jovem se encontra agora abaixo da linha da pobreza e tem dificuldade para se alimentar. Nesse cenário, um jovem estrangeiro decide fazer uma vaquinha mundial para pagar o FMI, no lugar de ajudar as áreas de pobreza extrema do país?

Existe uma razão pela qual os gregos escolheram não pagar a dívida, e nós, como pessoas que não vivem naquele país e que não compreendem a realidade de seu quotidiano, deveríamos nos preocupar tão somente em ajudar seus cidadãos mais necessitados e desejar-lhes sorte em sua decisão de negar o FMI.

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