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NOS é a operadora com mais queixas
A Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) recebeu 78.239 reclamações em 2014, mais 8,9% do que no ano anterior. A maioria das reclamações, 66.017, respeita aos serviços de comunicações eletrónicas (84,4% do total), que aumentaram 13,4% face ao ano anterior.
A Operadora NOS é a que reúne mais queixas junto da ANACOM.
As questões relacionadas com o contrato celebrado para a prestação de serviços de comunicações eletrónicas são o assunto mais reclamado pelos utilizadores destes serviços, representando mais de metade das reclamações analisadas (54,2%), com destaque para os problemas relacionados com a venda (33,5%) e o cancelamento do serviço (28%).
Seguem-se as questões relativas a equipamentos (14,1% do total de reclamações), e a faturação do serviço, que representa 10,2% do total – esta última foi a que registou maior crescimento homólogo, mais 59,6%. Avarias, atendimento ao cliente e portabilidade são os outros temas objeto de reclamação.
Tendo em conta o total de clientes de serviços de comunicações electrónicas de cada prestador, o grupo NOS foi o prestador mais reclamado no período em análise, com 2,67 reclamações por mil clientes. A Vodafone foi o prestador menos reclamado, com 1,16 reclamações por mil clientes.
Os serviços postais registaram 8.008 reclamações, menos 3,7% do que no período homólogo. Ainda assim, são responsáveis por 10,2% do total de reclamações recepcionadas pela ANACOM em 2014.
As reclamações relativas à televisão digital terrestre registaram a maior redução em termos homólogos, 34,1%, e representam 1,2% do total.
Ler informação completa aqui
Meo - muda a interface saiba as novidades
O serviço de TV recebe um novo interface que parte de uma estrutura simplificada de menu e oferece uma experiência personalizada com base no histórico de consumo da família.
O novo interface já está disponível para alguns clientes, que já podem usar os novos menus mais rápidos e intuitivos, mas o roll out será estendido nas próximas semanas até contemplar todos os clientes de serviços Meo ADSL ou Fibra. Os clientes de satélite não estão incluídos no grupo dos que recebem o novo interface.
A Meo garante que esta é a maior mudança de sempre ao nível da experiência de TV, que põe em prática uma alteração conceptual assente num modo de interação e num design em linha com as plataformas mais relevantes a nível internacional.
Meo
A nova estrutura de menus facilita uma navegação mais eficiente e rápida, colocando em destaque as diferentes opções de primeiro nível, pré-selecionando o Guia TV para acesso imediato à programação. Na segunda linha os conteúdos do histórico de utilização, com atalhos para os programas mais vistos em determinado horário, selecionados na box que está a ser usada.
Programas, filmes e apps estão acessíveis a partir do menu principal consoante o nível de utilização do agregado familiar.
A pesquisa ganhou também novos filtros de acordo com o tipo de conteúdo, de TV ou Videoclube, por temática ou data. Os favoritos podem ser adicionados manualmente e as teclas direcionais do comando dão acesso aos conteúdos mais procurados.
NOS anuncia um novo pacote.... junta Internet móvel à oferta 4play
A NOS renovou o portefólio de serviços em pacote e juntou mais uma componente à oferta 4play, que já combinava voz fixa e móvel, televisão e Internet no telemóvel e que agora ganha Internet móvel.
O tráfego de Internet móvel para usar no portátil, disponibilizado com o novo pacote NOS, é de 15 GB mensais (os limites fixados pela política de utilização responsável da opradora). A partir do final do verão o limite é reduzido para um tráfego mensal de 5 GB.
Neste pacote NOS Cinco cabem ainda 200 MB para tráfego de dados no telemóvel, a que se juntam Internet fixa a 100 Mbps e 151 canais de televisão, incluindo canais de alta definição.
O pack também integra chamadas gratuitas para redes fixas e móveis, até 2 mil minutos e 2 mil SMS. As chamadas realizadas para 50 destinos internacionais a partir da rede fixa também são gratuitas.
A mensalidade deste NOS Cinco é de 79,99€ e também dá acesso a 13 milhões de hotspots Wi-Fi em todo o mundo, 600 mil dos quais estão em Portugal.
Meo e Vodafone vão partilhar rede de fibra ótica
As duas operadoras anunciaram um acordo para o desenvolvimento e partilha das respetivas redes de fibra ótica, o que vai permitir a cada empresa alargar o raio de ação em 450 mil casas. A parceria é válida por 25 anos.
O Meo e a Vodafone chegaram a acordo para a partilha de rede de fibra ótica. Cada operadora vai ganhar acesso a mais 450 mil casas através da rede da operadora parceira, o que faz com que o acordo permita que 900 mil casas possam ter acesso aos serviços das duas empresas.
A disponibilização de ofertas sob a rede partilhada vai começar já no final de 2014. De acordo com a nota de imprensa da Portugal Telecom, a parceria estabelecida terá a duração de 25 anos.
“Dado o modelo de partilha adotado, ambas as entidades manterão total autonomia e flexibilidade no desenho das suas ofertas de retalho, estando garantida a total confidencialidade da informação de clientes”, explica noutro comunicado a Vodafone Portugal.
Com a parceria estratégica as duas empresas esperam conseguir atrair novos consumidores e empresas para as suas ofertas integradas de telecomunicações.
O Meo passa assim a ter uma rede de fibra ótica que chega até 2,1 milhões de casas e a Vodafone dá mais um passo para concretizar o objetivo de chegar até dois milhões de casas em 2015.
No seu Smartphone ,,, veja tudo que área de Cliente da MEO pode oferecer
Todas as informações para os clientes da operadora MEO
Depois da Web, as aplicações móveis são agora os “locais” privilegiados para aceder à informação. De uma forma cómoda, rápida e muita intuitiva, o utilizador passa a dispor no seu pequeno dispositivo a informação que às vezes era difícil de consultar via browser.
É cliente da MEO? Já tem no seu smartphone a aplicação Área de Cliente?

A aplicação Área de Cliente da MEO permite a consulta, através do nosso dispositivo móvel, a várias informações do nosso contrato. Com esta aplicação é possível:
Consultar o saldo do seu telemóvel pré pago
Consultar o tráfego de dados consumido
Ver os dados da sua factura
Alterar o seu tarifário de voz e dados
Consultar e trocar os seus Pontos entre outras funcionalidades

A última versão da aplicação corrigiu alguns erros, melhorou também a visualização e download das facturas dos PDFs, permitiu o login automático (Deixa de ser necessário colocar as credenciais sempre que acede à app) entre outras novidades – ver aqui.
Se ainda não está registado, o utilizador apenas necessita de ir à Área de Cliente em www.meo.pt
O acesso à aplicação é gratuito em Portugal na rede móvel MEO, podendo ser usado igualmente via wifi.
Licença: Freeware
Sistemas Operativos: Android | iOS
Download: Android | iOS
Homepage: Meo
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A fusão entre Sprint e T-Mobile vale 32 mil milhões de dólares
A Sprint e a T-Mobile terão chegado a acordo para realizar o negócio que vai unir as duas empresas, numa operação avaliada em 32 mil milhões de dólares.
Para que o negócio se concretize, a Sprint vai pagar 40 dólares por cada ação da T-Mobile US, reforçando a posição de ambas as companhias no mercado norte-americano, mas reduzindo o número de opções à disposição dos consumidores. Essa alteração sujeita o negócio à apreciação da Comissão Federal do Comércio, que há três anos bloqueou a compra da T-Mobile pela AT&T.
Neste momento, Sprint e T-Mobile ocupam a terceira e quarta posição no mercado norte-americano de telecomunicações. Com mais clientes e mais negócio têm apenas à frente a Verizon e a AT&T.
O valor a que as empresas terão chegado para concretizar um negócio há muito esperado representa um prémio de 17% relativamente ao valor das ações da T-Mobile esta quarta-feira, avaliando a companhia nos 32 mil milhões de dólares, o equivalente a 23 mil milhões de euros.
A Sprint é detida pela japonesa Softbank, enquanto a T-Mobile é controlada pela Deutsche Telekom, que detém 67% do seu capital.
A Reuters é um dos meios que está a avançar a notícia do acordo entre os dois gigantes para a fusão das operadoras. A agência garante que os detalhes da operação continuarão a ser negociados nos próximos dias, até que o negócio seja oficialmente apresentado.
Neste momento, Sprint e T-Mobile ocupam a terceira e quarta posição no mercado norte-americano de telecomunicações. Com mais clientes e mais negócio têm apenas à frente a Verizon e a AT&T.
O valor a que as empresas terão chegado para concretizar um negócio há muito esperado representa um prémio de 17% relativamente ao valor das ações da T-Mobile esta quarta-feira, avaliando a companhia nos 32 mil milhões de dólares, o equivalente a 23 mil milhões de euros.
A Sprint é detida pela japonesa Softbank, enquanto a T-Mobile é controlada pela Deutsche Telekom, que detém 67% do seu capital.
A Reuters é um dos meios que está a avançar a notícia do acordo entre os dois gigantes para a fusão das operadoras. A agência garante que os detalhes da operação continuarão a ser negociados nos próximos dias, até que o negócio seja oficialmente apresentado.
MEO - emissões em Ultra HD previstas para 2015... Portugal - Grécia com definição Ultra HD
A PT agendou para sábado a primeira transmissão de TV com definição Ultra HD em simultâneo para acessos de rede fixa e satélite. A operadora garante que os clientes de fibra já têm largura de banda suficiente para o 4320p.
É uma estreia mundial: no sábado, às 19h45, a PT anunciou a primeira emissão em direto com definição Ultra HD para clientes da rede fixa e de satélite. A transmissão do Portugal X Grécia, que conta com o apoio da RTP e da Samsung, assume ainda contornos experimentais e estará restringida a um local onde vai ser feita a demonstração tecnológica, mas promete abrir portas para uma nova família de canais ou serviços do Meo. «Acreditamos que em 2015 poderá existir uma conjugação de fatores que possibilitem o lançamento de um serviço Ultra HD», refere a PT quando questionada pela Exame Informática.
No sábado, com a transmissão do jogo amigável da Seleção Nacional, a PT poderá contar com a produção de um conteúdo “à medida” para este primeiro ensaio tecnológico. Mas a operadora sabe que para avançar com um serviço com uma definição quatro vezes superior ao Full HD vai necessitar de mais conteúdos rodados (ou convertidos…) em 4320p. E por isso um futuro serviço Meo Ultra HD estará sempre dependente da existência de «uma cadeia de valor da indústria de média e da produção de conteúdos e fabricantes que desenvolvam um esforço concertado no alinhamento da produção e disponibilidade de conteúdos em formato de Ultra HD».
«A diversidade de equipamentos de captação, codificação e descodificação de vídeo e a redução de preços nos televisores Ultra HD, que permita a massificação deste novo formato ao nível dos clientes residenciais e vulgarização de conteúdos neste formato», são outras das condições apontadas pela PT como necessárias para o lançamento de um canal de ultra-definição.
Os números dos dois últimos anos confirmam que a produção de filmes em Ultra HD está ainda longe de entrar em ritmo cruzeiro: em 2012, apenas foram produzidos 10 filmes e em 2013 foram produzidos 50 conteúdos na nova definição ultra.
Na transmissão agendada para sábado, a PT vai usar ligações com um débito de 25 Mbps. A ficha técnica do evento, que é apresentado como estreia mundial, terá ainda por referência as seguintes características: 50 Frames Por Segundo (FPS) e 30 bits por pixel, que são considerados como uma "norma de facto" para transmissões de desporto e filmes de ação em Ultra HD de grande formato.
A PT garante que os clientes com acessos de fibra ótica já teriam hoje largura de banda suficiente para transmissões Ultra HD «sem necessidade de upgrades significativos» na rede.
Apesar de a rede de fibra ótica estar preparada para o incremento da definição, um futuro serviço Ultra HD implicará o uso não só de equipamentos de captação e codificação de vídeo apropriados e ainda o desenvolvimento de uma nova box da Meo, com capacidade para descodificar o sinal em Ultra HD. «Alguns destes equipamentos estão já a ser testados numa lógica de prova de conceito», refere a PT.
A operadora admite ainda que o Ultra HD possa ultrapassar, no futuro, as fronteiras do conteúdo televisivo: «Já foram anunciados alguns smartphones com capacidade Ultra HD. Num PC ou Mac é possível a descodificação de Ultra HD, embora não sejam comuns os equipamentos com capacidade de processamento suficiente e a preços competitivos para o mercado de consumo do mass-market».
A PT não está só no segmento da TV em Ultra HD: a NOS (resultante da fusão entre Optimus e Zon) já fez saber que pretende apostar num serviço de Ultra HD entre o final de 2014 e o início de 2015.
Polémica da página do NOS no Facebook é exagerada ou existe falta de ética?
A marca que sucedeu à Zon Optimus viu-se envolvida numa nova vaga de acusações, desta vez por ter transferido de forma automática os Gostos das páginas das antigas marcas para a nova, não perguntando aos utilizadores se era essa a sua vontade.
No dia 22 de maio a NOS anunciava no Facebook que “dado o desaparecimento das marcas Zon e Optimus e de forma a permitir aos seus seguidores continuarem a receber novidades, promoções e passatempos, foi criada a nova página NOS”. A empresa explicou depois que “todos os seguidores que tinham 'gosto' nas antigas páginas Optimus, Zon Life, Zon Futebol, Zon North Canyon, Zon Kids e ZON@fon foram unidos nesta nova página, que manterá o mesmo tipo e frequência de conteúdos”.
Rapidamente choveram comentários de utilizadores que não gostaram de ver um Like do seu perfil numa página da qual não tinham gostado. Entre os internautas que comentaram a publicação da NOS, há quem diga que o Like apareceu na nova página mesmo sem terem Like em nenhuma das páginas entretanto agregadas.
“Uma coisa é gostar da Zon north canyon apenas por gostar de surf...mas isso não quer dizer que goste da NOS!! Chamo a isto abuso de confiança”, escreveu Rafael Reis num dos comentários, que são mais de 600. Mas também há quem defenda que as reações dos internautas são exageradas e não passam de um resultado direto da onda de negatividade que a marca tem sido alvo.
Acusações à parte, as questões que se colocam são: agiu a NOS de forma ética ao ter assumido que os utilizadores das marcas antigas iam gostar também da nova página?; ou será esta uma polémica exagerada, mais uma polémica depois de outras que acusam a empresa de falta de originalidade na escolha da marca?
A responsável de social media da Made2Web, Helena Santos, a propósito desta questão. Para a especialista em redes sociais não há grande motivo para polémica – é fácil os utilizadores retirarem o Like da página da NOS -, mas ao mesmo tempo admite que possa ter existido falta de ética por parte da operadora.
A formadora admite que houve um certo abuso por parte da marca na questão de transferência dos Likes, mas diz perceber a estratégia que “lhes dá um ponto de partida e uma autoridade online que de outra forma demoraria a conseguir”.

A head of social media da M2W diz inclusive perceber a fusão online, que apenas deu seguimento a uma fusão que aconteceu offline. A especialista acredita que a NOS precisou da colaboração direta do Facebook para fazer a operação.
Facebook como a NOS ainda não se pronunciaram oficialmente sobre o tema.
Mas Helena Santos levanta ainda outras questões. Pergunta por exemplo se os utilizadores estão certos de nunca terem feito Gosto em nenhuma das páginas referidas, já que ao longo dos anos são muitos os Gostos que se vão acumulando e esquecendo. Sobretudo através da participação em diversos passatempos.
Alguns internautas chegam mesmo a sugerir que a NOS comprou Likes, uma prática que a provar-se, vai prejudicar seriamente a imagem da marca, de acordo com a análise de Helena Santos. Para já a especialista em redes sociais avalia como positiva a performance do community manager da empresa “que tem respondido de forma eficaz”.
A porta-voz da H2W explicou por fim que o caso não é dramático, que vai deixar poucos estragos na marca e que as polémicas online acabam tão depressa como surgem.
O que dizem os termos de utilização do Facebook
A rede social permite que um administrador de duas páginas as possa fundir. “Esta opção só se encontra disponível para Páginas que representem a mesma coisa e tenham nomes semelhantes”, diz a página do Facebook.
“As pessoas que gostam das tuas Páginas e as visitas serão combinadas, mas todos os outros conteúdos, como publicações, fotos e o nome de utilizador serão eliminados permanentemente da Página que fundires. Os conteúdos incluídos na Página que pretendes manter não sofrerão alterações, exceto a inclusão das pessoas que gostam da Página e das visitas que foram fundidas a partir da outra Página. A Página que não quiseres manter será removida do Facebook e não poderás anular a fusão”.
Rapidamente choveram comentários de utilizadores que não gostaram de ver um Like do seu perfil numa página da qual não tinham gostado. Entre os internautas que comentaram a publicação da NOS, há quem diga que o Like apareceu na nova página mesmo sem terem Like em nenhuma das páginas entretanto agregadas.
“Uma coisa é gostar da Zon north canyon apenas por gostar de surf...mas isso não quer dizer que goste da NOS!! Chamo a isto abuso de confiança”, escreveu Rafael Reis num dos comentários, que são mais de 600. Mas também há quem defenda que as reações dos internautas são exageradas e não passam de um resultado direto da onda de negatividade que a marca tem sido alvo.
Acusações à parte, as questões que se colocam são: agiu a NOS de forma ética ao ter assumido que os utilizadores das marcas antigas iam gostar também da nova página?; ou será esta uma polémica exagerada, mais uma polémica depois de outras que acusam a empresa de falta de originalidade na escolha da marca?
A responsável de social media da Made2Web, Helena Santos, a propósito desta questão. Para a especialista em redes sociais não há grande motivo para polémica – é fácil os utilizadores retirarem o Like da página da NOS -, mas ao mesmo tempo admite que possa ter existido falta de ética por parte da operadora.
A formadora admite que houve um certo abuso por parte da marca na questão de transferência dos Likes, mas diz perceber a estratégia que “lhes dá um ponto de partida e uma autoridade online que de outra forma demoraria a conseguir”.
A head of social media da M2W diz inclusive perceber a fusão online, que apenas deu seguimento a uma fusão que aconteceu offline. A especialista acredita que a NOS precisou da colaboração direta do Facebook para fazer a operação.
Facebook como a NOS ainda não se pronunciaram oficialmente sobre o tema.
Mas Helena Santos levanta ainda outras questões. Pergunta por exemplo se os utilizadores estão certos de nunca terem feito Gosto em nenhuma das páginas referidas, já que ao longo dos anos são muitos os Gostos que se vão acumulando e esquecendo. Sobretudo através da participação em diversos passatempos.
Alguns internautas chegam mesmo a sugerir que a NOS comprou Likes, uma prática que a provar-se, vai prejudicar seriamente a imagem da marca, de acordo com a análise de Helena Santos. Para já a especialista em redes sociais avalia como positiva a performance do community manager da empresa “que tem respondido de forma eficaz”.
A porta-voz da H2W explicou por fim que o caso não é dramático, que vai deixar poucos estragos na marca e que as polémicas online acabam tão depressa como surgem.
O que dizem os termos de utilização do Facebook
A rede social permite que um administrador de duas páginas as possa fundir. “Esta opção só se encontra disponível para Páginas que representem a mesma coisa e tenham nomes semelhantes”, diz a página do Facebook.
“As pessoas que gostam das tuas Páginas e as visitas serão combinadas, mas todos os outros conteúdos, como publicações, fotos e o nome de utilizador serão eliminados permanentemente da Página que fundires. Os conteúdos incluídos na Página que pretendes manter não sofrerão alterações, exceto a inclusão das pessoas que gostam da Página e das visitas que foram fundidas a partir da outra Página. A Página que não quiseres manter será removida do Facebook e não poderás anular a fusão”.
NOS ... tudo sobre o novo operador! Que nasceu hoje
O mercado das telecomunicações Português tem andado nos últimos anos a ser marcado por novas posições e surgimentos de parcerias lógicas e que nos trazem melhorias consideráveis. Desde a oferta integrada de serviços até á redução de custos.
Hoje nasce um novo operador no mercado de telecomunicações em Portugal. A fusão da ZON e da OPTIMUS e a nova estratégia da empresa tornou incontornável a criação de uma nova marca e identidade. A NOS.
A NOS marca o início de uma nova etapa na vida do Grupo. Sendo uma alavanca crítica para ambição de crescimento da empresa, corporiza a integração de todas as necessidades de telecomunicações e entretenimento num ponto de acesso único e convergente.
A NOS nasce grande, mas determinada a crescer ainda mais e demonstrar que o valor que representa é muito maior do que a soma das partes, procurando criar um novo paradigma assente numa experiência de entrega holística e de excelência.
“A nova marca é um passo muito importante na afirmação da nossa estratégia. A NOS é uma nova empresa de telecomunicações e multimedia, que surgindo da junção da ZON e da OPTIMUS, será mais do que a soma destas duas grandes empresas. É uma empresa portuguesa que nasce para fazer a diferença no nosso mercado e que queremos que seja a primeira escolha dos portugueses”, afirma Miguel Almeida CEO da NOS.
A NOS nasce com o propósito de entregar a melhor experiência de comunicação e entretenimento. Nasce para todas as pessoas, todas as famílias, todas as empresas, todos os lugares.
Nasce com todos os serviços, todos os conteúdos e todos os equipamentos. Surge para um novo mundo que funciona cada vez mais em rede e que é cada vez mais colaborativo. É uma marca multi-segmento que criará valor para as pessoas, famílias e empresas.
A nova marca assume, por isso, uma imagem única e transversal a toda a oferta da empresa, apropriando-se dos territórios chave para o seu desenvolvimento: da televisão ao móvel, passando pela internet, telefone, cinema e convergente.
“Vamos entregar a melhor proposta de valor aos nossos atuais e futuros clientes. É um compromisso que assumimos assente num ambicioso plano de investimento, de mais de mil milhões de euros ao longo dos próximos 5 anos; no desenvolvimento das nossas redes de Fibra e 4G, no desenvolvimento de novos serviços e no enriquecimento da experiência dos nossos clientes, reforçando aquela que é, já hoje, a melhor experiência de Televisão e Mobilidade em Portugal.”, reforça o CEO da NOS.
O lançamento oficial da marca na FIL foi Parque das Nações. Falou-se do porquê do nome “NOS”, em que cada troço colorido representa cada um de nós, o filme, o jogo de futebol, etc. reunidos num círculo colorido. A música “Don’t Stop Me Now” dos Queen foi a banda sonora escolhida para representar esta nova imagem, tendo actuado um grupo de dança, um grupo de percussão e foi ainda mostrado um flashmob publicitário e um lipdub com todos os colaboradores da empresa.
A nova marca foi criada, desenvolvida e implementada por um vasto conjunto de parceiros, entre os quais a Wolff Olins que a criou, uma equipa interna de comunicação com a RMAC a liderar a declinação local do grafismo, a Arena como agência de meios, Havas na produção da campanha de lançamento e eventos, os três principais Grupos de Comunicação, entre muitos outros.
Orange lança os seus primeiros serviços em Portugal
O Grupo Orange associa-se com operadoras portuguesas para lançar novos serviços.
Este programa do Grupo Orange fará com que os operadores associados beneficiem de meios e adquiram experiência e soluções para responder aos desafios dos mercados onde estão localizados.
Os operadores poderão construir os seus próprios programas de acordo com as suas necessidades, recorrendo a uma série de módulos que abrangem:
- Inovação, aquisição de plataformas de serviços, comercialização e preços de apoio
- Fornecimento de aparelhos e equipamentos ao cliente
- Recursos humanos: acesso ao programa de desenvolvimento de gestão e liderança e outros programas de formação da Orange
- Roaming: acesso a soluções de roaming internacional e apoio a acordos
O primeiro grupo de interesse a entrar na aliança em Portugal será a ZonOptimus.
ZON 4i em todo o país
A Zon Optimus, resultado da fusão entre as duas empresas, explica que o serviço Zon 4i vai chegar agora a todo o país. Em algumas regiões, o serviço quad play só estará disponível por satélite e a partir de 11,49 euros.
O serviço por satélite, nas zonas onde a oferta de cabo ou de fibra não está disponível, terá uma mensalidade de 79,99 euros e inclui 81 canais de TV, Internet com velocidade até 40 MB, chamadas ilimitadas nacionais e internacionais no serviço fixo de voz, dois cartões de telemóvel com chamadas também ilimitadas para as redes fixas e móveis nacionais e 200 MB de tráfego de Internet móvel.
Segundo o comunicado da Zon Optimus, as zonas satélite terão outras configurações possíveis, com várias modalidades de um a quatro serviços e os preços a começar nos 11,49 euros, para uma oferta só de televisão, por exemplo.
O serviço Zon 4i foi lançado em outubro do ano passado e já tinham sido registadas 300 mil adesões em fevereiro deste ano.
O serviço por satélite, nas zonas onde a oferta de cabo ou de fibra não está disponível, terá uma mensalidade de 79,99 euros e inclui 81 canais de TV, Internet com velocidade até 40 MB, chamadas ilimitadas nacionais e internacionais no serviço fixo de voz, dois cartões de telemóvel com chamadas também ilimitadas para as redes fixas e móveis nacionais e 200 MB de tráfego de Internet móvel.
Segundo o comunicado da Zon Optimus, as zonas satélite terão outras configurações possíveis, com várias modalidades de um a quatro serviços e os preços a começar nos 11,49 euros, para uma oferta só de televisão, por exemplo.
O serviço Zon 4i foi lançado em outubro do ano passado e já tinham sido registadas 300 mil adesões em fevereiro deste ano.
Dezembro de 2015: fim do "roaming" na Europa
Parlamento Europeu aprova fim do roaming até 2015
As taxas de roaming dentro da Europa estão definitivamente condenadas. Depois das limitações já em vigor aos custos nas chamadas e mensagens, o Parlamento europeu votou hoje a abolição do sistema, que deverá entrar em vigor ainda em 2015.
A votação decorreu esta manhã em sessão plenária no Parlamento Europeu e abrange o pacote de novas regras para o mercado das telecomunicações, designado Connected Continent, que tem um impacto alargado na forma como os serviços de Internet são tratados pelos ISP e também na taxação das chamadas realizadas em países da União Europeia.
A proposta da Comissão Europeia recebeu luz verde dos eurodeputados que desta forma dão mais um passo para a garantia da neutralidade na rede e a criação de um verdadeiro espaço europeu de telecomunicações, onde não existem tarifas de roaming aplicadas a utilizadores de serviços móveis de um dos 28 Estados membros.
O objetivo definido é que as tarifas de roaming sejam abolidas a partir de 15 de dezembro de 2015, mantendo-se o preço da chamada de acordo com o valor aplicado pelo plano de preços do utilizador, independentemente do país onde se encontra, desde que no espaço Europeu.
O relatório preparado pelo Parlamento Europeu mostra que existem hoje mais de 200 operadores de telecomunicações que estão sujeitos a regras muito diferentes e que praticam preços muito dispares num mercado europeu muito fragmentado.
Estima-se que esta fragmentação custe à Europa até 0,9% do seu PIB, o que corresponde a 110 mil milhões de euros por ano. Um estudo da Comissão Europeia calcula que com o fim das tarifas de roaming, as empresas de telecomunicações vão ganhar 300 milhões de novos clientes e os dados que existem atualmente já aponta para um estimulo às comunicações: no ano passado com a redução do preço das taxas de roaming de dados em 35% a utilização subiu mais de 100%.
A aplicação das taxas faz com que 94% dos europeus que viajam para fora do seu país limitem a utilização da Internet, incluindo as redes sociais, para evitar o custo das tarifas de roaming. E segundo um estudo da Comissão Europeia, 4 em cada 10 portugueses desligam mesmo o telefone quando viajam para evitar custos adicionais.
A decisão de hoje abrange também a garantia da neutralidade da rede, impedindo os fornecedores de internet de bloquear ou limitar serviços de Internet dos seus concorrentes. Neelie Kroes admitiu ontem , num discurso sobre a liberdade dos consumidores, que um em cada quatro europeus vê os seus serviços de Internet bloqueados ou limitados, nomeadamente os serviços de peer-to-peer e de voz sobre IP, como o Skype.
Ambos os pontos têm ainda de conseguir o acordo com os ministros europeus para o texto final.
Numa votação separada, os eurodeputados vão discutir ainda novas regras para que as empresas, cidadãos e autoridades públicas tenham acesso a formas mais fáceis e seguras de assinar e certificar documentos online, mas que ainda precisa de ser adotado pelo Conselho Europeu. Recorde-se que o Governo português apresentou na semana passadaum novo sistema que combina um ID com o número de telemóvel.
A proposta da Comissão Europeia recebeu luz verde dos eurodeputados que desta forma dão mais um passo para a garantia da neutralidade na rede e a criação de um verdadeiro espaço europeu de telecomunicações, onde não existem tarifas de roaming aplicadas a utilizadores de serviços móveis de um dos 28 Estados membros.
O objetivo definido é que as tarifas de roaming sejam abolidas a partir de 15 de dezembro de 2015, mantendo-se o preço da chamada de acordo com o valor aplicado pelo plano de preços do utilizador, independentemente do país onde se encontra, desde que no espaço Europeu.
O relatório preparado pelo Parlamento Europeu mostra que existem hoje mais de 200 operadores de telecomunicações que estão sujeitos a regras muito diferentes e que praticam preços muito dispares num mercado europeu muito fragmentado.
Estima-se que esta fragmentação custe à Europa até 0,9% do seu PIB, o que corresponde a 110 mil milhões de euros por ano. Um estudo da Comissão Europeia calcula que com o fim das tarifas de roaming, as empresas de telecomunicações vão ganhar 300 milhões de novos clientes e os dados que existem atualmente já aponta para um estimulo às comunicações: no ano passado com a redução do preço das taxas de roaming de dados em 35% a utilização subiu mais de 100%.
A aplicação das taxas faz com que 94% dos europeus que viajam para fora do seu país limitem a utilização da Internet, incluindo as redes sociais, para evitar o custo das tarifas de roaming. E segundo um estudo da Comissão Europeia, 4 em cada 10 portugueses desligam mesmo o telefone quando viajam para evitar custos adicionais.
A decisão de hoje abrange também a garantia da neutralidade da rede, impedindo os fornecedores de internet de bloquear ou limitar serviços de Internet dos seus concorrentes. Neelie Kroes admitiu ontem , num discurso sobre a liberdade dos consumidores, que um em cada quatro europeus vê os seus serviços de Internet bloqueados ou limitados, nomeadamente os serviços de peer-to-peer e de voz sobre IP, como o Skype.
Ambos os pontos têm ainda de conseguir o acordo com os ministros europeus para o texto final.
Numa votação separada, os eurodeputados vão discutir ainda novas regras para que as empresas, cidadãos e autoridades públicas tenham acesso a formas mais fáceis e seguras de assinar e certificar documentos online, mas que ainda precisa de ser adotado pelo Conselho Europeu. Recorde-se que o Governo português apresentou na semana passadaum novo sistema que combina um ID com o número de telemóvel.
