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Pagar com a palma da mão, sem cartões
E se para pagar as compras do supermercado tivesse apenas de "oferecer" a palma da mão à operadora de caixa? Ficção científica para a maioria de nós, mas uma realidade na Suécia.
No método pensado por Leifland, um estudante da Lund University, não é necessária qualquer espécie de cartões nem chips, nem quaisquer smartphones ou aplicações.
O sistema baseia-se apenas no habitual dispositivo leitor, neste caso munido de tecnologia biométrica, e nas mãos do "consumidor", que serão "scaneadas" pelo mesmo. A transação leva menos de cinco segundos, garante o seu criador.
São também marcados os quatro últimos números do telemóvel, num passo necessário para dar a oportunidade aos utilizadores de olharem para o visor da máquina de pagamentos e confirmarem o valor que estão prestes a pagar.
O método de pagamento já é usado em vários locais do campus universitário, contando com mais de 16 mil utilizadores.
Um vídeo explica como surgiu a ideia e como funciona na prática o sistema.
O sistema baseia-se apenas no habitual dispositivo leitor, neste caso munido de tecnologia biométrica, e nas mãos do "consumidor", que serão "scaneadas" pelo mesmo. A transação leva menos de cinco segundos, garante o seu criador.
São também marcados os quatro últimos números do telemóvel, num passo necessário para dar a oportunidade aos utilizadores de olharem para o visor da máquina de pagamentos e confirmarem o valor que estão prestes a pagar.
O método de pagamento já é usado em vários locais do campus universitário, contando com mais de 16 mil utilizadores.
Um vídeo explica como surgiu a ideia e como funciona na prática o sistema.
A próxima bateria dos wearables poderia ser o seu calor do corpo
Um problema é o wearables bateria . É verdade que, como regra duram mais do que um smartphone, mas reconhecem que dá bastante preguiça de ter que ser de ligar todos os dias .Gostaríamos que dure mais tempo .
Talvez, no futuro, este problema pode resolver um sistema de carga elétrica através de um gerador termoelétrico , criado pelo Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coreia ( KAIST por sua sigla em Inglês) capaz de converter o calor do nosso corpo e usado como uma fonte de energia.
Baterias sempre colocar para fora
Com "apenas" material termoelétrico vidro fio impresso pode usar o calor do nosso corpo para converter em eletricidade e usá-lo em outros dispositivos. É fina, que pode ser dobrado e ligado a muitas superfícies bem. Segundo seus criadores a potência gerada é dez vezes maior do que geradores semelhantes.
A beleza desse sistema é que ele é pouco intrusivo e se pode transportar sem se preocupar. Neste sentido, a evolução é grande porque geradores termoelétricos são bastante volumosos. Resta ver a eficácia deste sistema, o percentual de eficiência de conversão e se realmente podemos aquecer, ou não, um dispositivo eletrônico simples.
Como opinião pessoal, eu acho que, embora seja verdade que tais acontecimentos são interessantes ainda tem que tomá-lo com calma e falta de aplicações reais para poderemos usar, isso soa muito distante.Além disso, mais de uma companhia de seguros já está a investigar tais soluções, enquanto ainda outras tecnologias continuam a refinar. Ideia de carregar um smartphone em 30 segundos não parece ruim .
As luzes nas linhas rodoviárias á noite é uma realidade na Holanda
Era um projeto que estava sobre a mesa desde 2012, mas finalmente se tornou realidade. São apenas 500 metros de uma estrada na Holanda para nós, mas uma realidade para a empresa Estúdio Roosegaarde, mas o futuro das estradas do mundo, com uma pintura de base e as indicações que se acendem quando necessário depois de um dia a recarregar.
Esta pequeno percurso do N329, na Holanda, por agora, mas não inclui uma tinta especial que brilha à noite para substituir a iluminação tradicional (autonomia de 8 horas, mas não é tão eficiente quanto a luz tradicional por enquanto), mas o objetivo de seus criadoreso o importante é haver também indícios de "inteligentes" sobre o estado da estrada. Um exemplo seria o risco de marcas das placas de gelo ou neve "continuar", quando a temperatura do asfalto é inferior a desencadear uma margem definida pelo homem.
O sistema desenvolvido por Estúdio Roosegaarde pensa algo maior, onde os carros conectados, sistemas de rastreamento e carro autónomo tem um papel igualmente importante do que o asfalto . Seu objetivo é que, com sua ajuda, iluminação e exposição das estradas é mais avançada, a pensar na reação dos veiculos e não vice-versa. Pense, por exemplo, de a liderança agora receber avisos ou pretende fazê-lo no HUD , directamente para a estrada.
Por enquanto, e apesar de não ser particularmente caro nem é um sistema ambiental nocivo (muito pelo contrário), o apoio do governo é o maior obstáculo a ser encontrado para continuar seu projeto.
Novo avião solar pode voar durante cinco dias
O Solar Impulse é um avião movido a energia solar, é capaz de dar a volta à Terra e é do tamanho de um 747.
Apesar do tamanho impressionante, o avião pesa “apenas” 2300 quilos. Durante o próximo ano, o Solar Impulse 2 deverá circum-navegar o planeta, com grande parte do caminho a fazer-se sobre terra.
Bertrand Piccard e André Borschberg, os mentores deste projeto, estimam que a viagem dure cerca de cinco dias. No máximo, a aeronave será capaz de atingir os 140 km/h, embora a maior parte da viagem se faça a uma velocidade mais reduzida. Para completar o desafio, os dois pilotos vão ter de seguir um plano bastante pormenorizado. Durante o dia, os quatro motores de 17,5 cavalos vão estar a funcionar em pleno, enquanto as baterias são recarregadas. Quando anoitecer, o avião vai operar com bastante menos velocidade e a tendência será aproximar-se do nível do mar, explica o ArsTechnica. Os motores garantem uma eficiência de 97%, pelo que muito pouca energia será desperdiçada.
Os dois pilotos vão partilhar uma cabine onde os assentos se convertem em sanitas e em camas e praticam exercícios de meditação e auto-hipnose para poderem manter a concentração, mesmo em alturas de maior monotonia.
O primeiro voo completo deve acontecer apenas em março do próximo ano.
Sempre sonhou em ter um dragão como animal de estimação?Já pode ter um! E deita fogo pela boca e tudo!
Isto sim é fantástico. A Hammacher Schemmer começou a vender o brinquedo mais “quente” de sempre. Estamos a exagerar?
Trata-se de um dragão telecomandado, que voa e deita fogo pela boca. Sejam adeptos do Futebol Clube do Porto, amantes da saga Game of Thrones ou malucos por fantasia, só precisam de ter € 60.000 para encomendar um “bicho” destes.
Segundo a Hammecher Schemmer, o dragão, que no fundo é apenas um avião telecomandado, atinge os 112 km por hora e consegue cuspir fogo pela boca quando esta em terra.
Tem 2,74 metros de envergadura e pesa 18 kg, ou seja, ainda é um grande animal
Quer uma Tatuagem electrónica?
A Google, no processo de venda da Motorola à empresa chinesa Lenovo, não incluiu uma importante área de pesquisa existente na Motorola, mais concretamente a ATAP (Advanced Technology and Projects), uma área visionária de pesquisa e projectos inovadores.
Esse grupo está identificado em relatórios recentes, como sendo responsável pelos mais populares e “inovadores” projectos que a Google apresentou recentemente. Um desses exemplos é o Projecto ARA. Mas há mais, por exemplo o comprimido que gera uma palavra-passe quando é engolido pelo utilizador, a que eles chamam de “Vitamin authentication pill”… é rebuscado, sim, mas é interessante o conceito. E que mais haverá?
Existem muitos outros projectos fantásticos pois este departamento da Motorola é uma incubadora de grandes ideias. Outro exemplo fantástico são as Tatuagens electrónicas. Não se espante, é mesmo isso que leu, pode ter a certeza que tatuar irá ter um “meio” electrónico para comunicar.
Este assunto pode ser um tanto futurista, para lá do viável, mas faz sentido. A pessoa pode transportar consigo o acesso ao tal “código” pessoal e intransmissível. Provavelmente é um assunto que em breve será abordado de forma muito séria como sendo a alternativa a tudo o que conhecemos, para termos sempre a chave de segurança. É um facto que estaremos a pouco mais que 5 anos desta realidade.
Tatuagens electrónicas com componentes flexíveis e duradoiros.
Mas o que são as Tatuagens electrónicas?
Antes de mais vamos separar as águas. Não se trata de uma tatuagem tal como as conhecemos: não há agulhas, não há tinta ou um qualquer piercing na nossa pele. A razão pela qual lhe deram o nome de “tatuagem” é que a aplicação que criaram se assemelha àquelas tatuagens falsas que colocávamos em criança que normalmente vinham nas pastilhas elásticas… lembram-se?
Isto porque essas tatuagens vinham numa película de plástico e colocando as mesmas na pele, pressionando, era transferida para a pele a imagem, uma tinta de borracha que estava sobre a nossa pele, as mais modernas eram pequenos fios de silicone.
O conceito por detrás das tatuagens electrónicas é simples. A ideia é criar um dispositivo electrónico, usualmente envolvendo sensores, que seja fino como uma folha de papel e flexível como um penso-rápido que se cole à nossa pele. O segredo deste dispositivo são os componentes electrónicos flexíveis e o cerne da questão é esta inovação passar a fazer parte do nosso corpo de uma forma não invasiva, indolor e barata.
A nanotecnologia permite um sem número de sensores flexíveis.
Adicionalmente aos sensores, o pacote electrónico terá a capacidade de transmitir sem-fios, o que permite não só uma interacção directa com o sensor mas também o controlo remoto de smartphones ou de computadores.
Mas porque aparecem agora as Tatuagens electrónicas?
Quase todos os grandes saltos tecnológicos são antecedidos pelo aparecimento de materiais revolucionários. Por exemplo, a revolução nos computadores deveu-se à revolução dos semicondutores, incluindo o silício, que vieram substituir as válvulas termiónicas o que trouxe a este mundo a existência da Lei de Moore, definindo que o número de transístores em circuitos integrados duplica a cada dois anos.
Novos componentes permitem um desenvolvimento rápido de alta tecnologia.
A revolução da tatuagem electrónica está a chegar porque o desenvolvimento de dispositivos electrónicos está numa escala nano e altamente flexível. De facto, o desenvolvimento da electrónica flexível está a acontecer há décadas. Grande parte dos consumíveis electrónicos, desde telefones às câmaras digitais, contêm circuitos que são flexíveis permitindo que se possam dobrar e arrumar para ocuparem pouco espaço. Mas, nestes últimos anos, apareceram circuitos que se podem dobrar, enrolar, esticar e mais importante que possam ser repetidamente dobrados sem que avariem.
Para que servem as tatuagens electrónicas?
O cientista John Rogers e a sua empresa MC10, desenvolveram circuitos electrónicos flexíveis que se fixam directamente sobre a pele como tatuagens temporárias para monitorizar a saúde de um utente. Chamaram-lhe Biostamp e são constituídos por uma “malha electrónica fina” que, tal como vimos anteriormente, se fixa à pele e mede a temperatura, hidratação e tensão arterial.
Rogers sugere que os seus dispositivos “epidérmicos electrónicos” poderiam ser desenvolvidos em grande massa para uso na saúde, permitindo uma monitorização dos pacientes sem os ter amarrados a “grandes máquinas”. Não só seria mais barato como a taxa de sucesso seria altamente favorável.
Este tipo de tecnologia serviria de monitorização constante de sinais vitais de um bebé, por exemplo.
Mas há muitas outras aplicações desta tecnologia como, por exemplo, no campo no âmbito atlético e desportivo. Esta tecnologia poderia dizer quando um atleta estava a precisar de se hidratar para uma melhor performance física, detectar a fadiga muscular, entre tantos outros itens que podem ser recolhidos em tempo real. Mesmo ao nível “pessoal” do dia-a-dia, estes dispositivos poderiam ter muita utilidade, como avisá-lo quando estivesse ao sol e necessitasse de um protector solar, até ao ponto de servir de monitorização dos sinais vitais das pessoas mais idosas ou mesmo de um bebé. Tudo com a facilidade de comunicação, preço e importância à vida humana.
A Google, por exemplo, tem patentes específicas para uma tatuagem electrónica que funciona como umdetector de mentiras. Há também uma tatuagem no pescoço que transmite sons da garganta para um smartphone ou para outro dispositivo ao qual esteja ligado. A ideia pode ser útil e servir como microfone para falar em um ambientes barulhentos.
Estas são algumas ideias já em prática e que, em breve, poderão fazer parte do seu dia-a-dia. São tecnologias emergentes nas mãos de grandes empresas que pretendem em breve criar necessidades para justificar estas inovações. Há uma fome constante por tecnologia revolucionária… o futuro já começou, estará pronto para o usar?
Jato supersónico tem ecrãs em vez de janelas
O avião a jato supersónico Spike S-512 vai conseguir ligar Nova Iorque a Londres em três horas, atingindo velocidades de Mach 1,6.
Para aguçar o interesse dos fãs, a Spike Aerospace anunciou que em vez de janelas, o jatoterá ecrãs finos no interior do cockpit. Estes monitores vão ter a capacidade de mostrar, em direto, imagens captadas por várias câmaras em miniatura instaladas ao longo do avião, noticia o Engadget.
O avião deve estar disponível apenas em 2018 e somente para voos privados. Não é credível que transportadoras comerciais optem por ter na sua frota um Spike S-512. Este jato supersónico é capaz de atingir Mach 1,6, ou seja, aproximadamente 2000 km/h.
Os ecrãs vão poder também passar imagens de cor sólida ou do céu estrelado para permitir um sono mais descansado aos passageiros. Além da componente tecnológica, a substituição das janelas por ecrãs permite também voos mais rápidos, com menos atritos e que gastam menos combustível.
Cada jato destes deve custar cerca de 80 milhões de dólares e terá a capacidade para levar até 18 passageiros.
As novidades dos carros de próxima geração.... que tal conduzir sem pôr as mãos no volante
São muitas as novidades prometidas pela indústria automóvel para os próximos anos, com muita (até agora) ficção prestes a tornar-se realidade. Prepare-se os para os carros inteligentes do futuro num presente muito próximo.
Embora sempre tenha estado na dianteira da inovação, o sector automóvel ganhou uma dinâmica acrescida nos últimos tempos, com uma sucessão de vários anúncios e a apresentação de funcionalidades que prometem dar uma nova "roupagem" ao conceito de "condução segura".
São cada vez mais comuns as parcerias entre as gigantes da tecnologia e as grandes da produção automóvel com o objetivo de integrar sistemas operativos móveis, como são exemplo o iOS ou o Android, que oferecem funções adicionais de comunicação aos veículos.
Palco por excelência para a apresentação de dispositivos de eletrónica de consumo, a CES viu este ano o seu espaço "invadido" por várias fabricantes de automóveis que quiseram mostrar as novidades mais recentes ou em preparação para um futuro não muito distante, resultantes destas parcerias.
A Mercedes-Benz exibiu um relógio inteligente desenvolvido em parceria com a Peeble, que se liga ao seu carro. O smartwatch oferece dados à distância sobre o veículo com base numa aplicação, nomeadamente verificação do bloqueio de portas, local em que o veículo foi estacionado, quantidade de combustível e pressão dos pneus.

Dentro do carro, o relógio inteligente é capaz de alertar o condutor sobre acidentes, condições climáticas, peões na estrada, entre outros dados.
Na Audi a aposta foi para o painel de instrumentos totalmente digital do próximo Audi TT. Com um ecrã TFT de 12,3 polegadas, o painel de instrumentos apresenta informação em dois modos: no tradicional, com o velocímetro e o conta-rotações em primeiro plano, e em modo "infotainment", em que a parte central do ecrã é dedicada à função que se pretenda utilizar, como a de mapas e o velocímetro e o conta-rotações são minimizados.

A Hyundai, com seu modelo Genesis, apostou na integração do Google Glass e o sistema do automóvel, o que fará com que as informações sobre o veículo possam ser apresentadas nas lentes dos óculos da Google.
Mas entre as novidades mais recentemente apresentadas, as relativas à condução autónoma são aquelas que mais interesse têm gerado. A Google tem uma grande quota de responsabilidade no tema com os seus populares "carros sem condutor". Numa aplicação não generalizada, a tecnologia já leva alguns avanços comprovados.
São cada vez mais comuns as parcerias entre as gigantes da tecnologia e as grandes da produção automóvel com o objetivo de integrar sistemas operativos móveis, como são exemplo o iOS ou o Android, que oferecem funções adicionais de comunicação aos veículos.
Palco por excelência para a apresentação de dispositivos de eletrónica de consumo, a CES viu este ano o seu espaço "invadido" por várias fabricantes de automóveis que quiseram mostrar as novidades mais recentes ou em preparação para um futuro não muito distante, resultantes destas parcerias.
A Mercedes-Benz exibiu um relógio inteligente desenvolvido em parceria com a Peeble, que se liga ao seu carro. O smartwatch oferece dados à distância sobre o veículo com base numa aplicação, nomeadamente verificação do bloqueio de portas, local em que o veículo foi estacionado, quantidade de combustível e pressão dos pneus.
Dentro do carro, o relógio inteligente é capaz de alertar o condutor sobre acidentes, condições climáticas, peões na estrada, entre outros dados.
Na Audi a aposta foi para o painel de instrumentos totalmente digital do próximo Audi TT. Com um ecrã TFT de 12,3 polegadas, o painel de instrumentos apresenta informação em dois modos: no tradicional, com o velocímetro e o conta-rotações em primeiro plano, e em modo "infotainment", em que a parte central do ecrã é dedicada à função que se pretenda utilizar, como a de mapas e o velocímetro e o conta-rotações são minimizados.
A Hyundai, com seu modelo Genesis, apostou na integração do Google Glass e o sistema do automóvel, o que fará com que as informações sobre o veículo possam ser apresentadas nas lentes dos óculos da Google.
Mas entre as novidades mais recentemente apresentadas, as relativas à condução autónoma são aquelas que mais interesse têm gerado. A Google tem uma grande quota de responsabilidade no tema com os seus populares "carros sem condutor". Numa aplicação não generalizada, a tecnologia já leva alguns avanços comprovados.
A Bosch pretende lançar em 2015 o seu Automatic Parking Assistant, um sistema de estacionamento automático, tal como o nome indica, que eleva ao nível seguinte este tipo de tecnologia. Este baseia-se em sensores instalados no carro e numa aplicação móvel, podendo ser acionado remotamente.
A BMW tem algumas coisas a dizer na área da condução autónoma, como também mostrou na CES. A fabricante alemã levou à feira um protótipo que pode prescindir do condutor e que se mostrou ágil com as manobras entre cones e ao surgimento de obstáculos imprevistos.
Carros suficientemente inteligentes para falarem entre si
A possibilidade dos carros do futuro se conduzirem sozinhos vai assentar numa outra capacidade que estão prestes a adquirir: comunicarem uns com os outros e com as infraestruturas rodoviárias.
É nesse sentido que a Comissão Europeia investiu mais de 180 milhões de euros em projetos de investigação na área dos sistemas de transportes.
Tal investimento terá dado recentemente os seus primeiros resultados, com o anúncio de que estão reunidas as condições para avançar com os standards que permitirão transformar o conceito de "carros ligados" em realidade.
As normas adotadas vão assegurar que veículos produzidos por diferentes fabricantes possam comunicar uns com os outros.
Do outro lado do Atlântico vem informação idêntica, com a National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA) nos Estados Unidos - o equivalente à Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária em Portugal -, a dar conta que está a desenvolver uma tecnologia de comunicação veículo-a-veículo, com o objetivo de reduzir a sinistralidade nas estradas norte-americanas.
A tecnologia consistiria num sinal de rádio integrado de origem nos veículos e que transmitiria a localização, distância, velocidade e outros dados relevantes. Os carros receberiam os avisos de outros carros e um computador de bordo alertaria o condutor para uma colisão iminente, por exemplo.
O alerta poderia chegar sob a forma de um sinal sonoro ou de uma vibração no cinto de segurança. Se as fabricantes automóveis assim o entenderem, é possível integrar na tecnologia sistemas automáticos de travagem para evitar acidentes.
LG mostra tablet de 8,3 polegadas na IFA - G Pad
A feira de tecnologias IFA é o palco escolhido pela LG para mostrar o tablet G Pad, com ecrã de 8,3 polegadas, processador quad-core Qualcomm Snapdragon 600 e Android 4.2.2.
O novo tablet pesa menos de 500 gramas, tem um ecrã de 8,3 polegadas WUXGA, com resolução de 1920x1200 pixéis, processador quad-core Qualcomm Snapdragon 600, a 1,7 GHz, e uma câmara traseira de 5 megapixéis e outra frontal de 1,3 MP.
O G Pad vai oferecer 2 GB de RAM, 16 GB de armazenamento e o sistema operativo Android 4.2.2, noticia a Cnet. O tablet vai ser apresentado na IFA 2013, em Berlim e faz parte da família G Series.
A LG anunciou que o produto deve estar disponível nos principais mercados no final do ano, mas não adiantou ainda o preço recomendado.
O smartwatch Samsung Galaxy Gear?
Será este o smartwatch Samsung Galaxy Gear?
Fotos e informações saídas confirmam que relógio é especial para atletas e quem cuida da saúde
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Os rumores sobre o Galaxy Gear não param de sair, mas parece que nenhum deles será tão completo e fiel à realidade quanto este vazamento. O site Venturebeat teve acesso a um vídeo de marketing e a um protótipo do smartwatch a partir de uma fonte anónima, que trabalha em uma das parceiras da Samsung e recebeu uma unidade do acessório.
Logo de início, o visual causa algum estranhamento: a tela parece ser grande e “quadrada” demais para pulsos mais finos e parece um smartphone em miniatura, apesar de não ser muito pesado. Vale ressaltar que ele pode não ser a forma final, já que se trata de um protótipo, mas a versão definitiva “não estaria longe disso”.
O smartwatch seria pareado com dispositivos Android (até o momento, só os Galaxy S) e possui funções básicas, como email, câmera fotográfica, galeria de imagens e redes sociais. Confira algumas das especificações reconhecidas:
- Tela OLED com 3” de diagonal;
- Conectividade WiFi e Bluetooth;
- Câmera digital de 4 MP;
- Alto-falantes;
Preocupação de muita gente, a bateria parece durar 10 horas ou mais, dependendo das funções utilizadas com frequência no relógio.
Especial para atletas
Apesar de mirar todos os públicos loucos por eletrónicos, a Samsung parece apostar em atletas amadores e profissionais como o público mais fiel do Galaxy Gear. São várias as funcionalidades do relógio inteligente que agradam a quem gosta de corridas de rua e fitness em geral.
A câmera digital, integrada à pulseira do smartwatch, serve principalmente para tirar fotos das refeições para um controle de dieta. Um sensor faz o cálculo de batimentos cardíacos, calorias perdidas e passos para que você controle a saúde de perto, e comandos de voz fazem com que dê ordens ao acessório mesmo enquanto estiver a toda velocidade no exercício. Aplicativos para Android destinados a fitness e saúde em geral já vêm pré-instalados.
Galeria de Imagens
As críticas já começaram
O visual pouco convencional e ser novidade em um mercado (no caso, de smartwatches) rende muitas críticas ao Galaxy Gear – e as primeiras já surgiram após este vazamento. A mais pontual é sobre o visual masculino demais, o que afastaria boa parte do público feminino.
(Fonte da imagem: Reprodução/Venturebeat)
Há ainda preocupações com a baixa duração da bateria (muita gente já não aguenta recarregar o smartphone uma vez por dia) e o tamanho da tela – apesar de leve, será que ela não deixa mesmo o braço desconfortável?


Essas questões só começam a ser solucionadas na IFA 2013 e, antes disso, nesta quarta-feira (4), quando a Samsung deve revelar o Galaxy Gear em evento oficial, juntamente com o Galaxy Note 3.
