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O sistema de pagamento das Ex-scut é alterado em 2015
Muda o governo muda o equipamento...

A Estradas de Portugal introduzirá a partir do próximo ano novos dispositivos eletrónicos de acesso nas SCUT que deram origem a autoestradas.
Os pórticos que atualmente são usados para fazer a cobrança de portagens serão retirados e substituídos por sistemas de controlo que serão colocados nas entradas e saídas das vias, como já acontece nas restantes autoestradas do país.
O Jornal de Negócios explica hoje que o novo sistema estará baseado num chip, que registará a informação necessária para dar acesso às autoestradas geridas pela Estradas de Portugal.
Esta alteração implica o fim da possibilidade de pagar o trajeto depois de realizar a viagem, como acontece neste momento para quem não tem identificador da Via Verde. Para circular nas ex-scut passará a ser necessário recorrer a um sistema de identificação eletrónico (opção que já existe, com a Via Verde) ou fazer o pré-pagamento do trajeto.
Com estas alterações a Estradas de Portugal quer potenciar receitas e reduzir custos. Estima-se que a alteração venha a permitir poupanças de 4 milhões de euros, detalha a empresa no plano de atividades que o Jornal de negócios analisou.
A Estradas de Portugal introduzirá a partir do próximo ano novos dispositivos eletrónicos de acesso nas SCUT que deram origem a autoestradas.
Os pórticos que atualmente são usados para fazer a cobrança de portagens serão retirados e substituídos por sistemas de controlo que serão colocados nas entradas e saídas das vias, como já acontece nas restantes autoestradas do país.
O Jornal de Negócios explica hoje que o novo sistema estará baseado num chip, que registará a informação necessária para dar acesso às autoestradas geridas pela Estradas de Portugal.
Esta alteração implica o fim da possibilidade de pagar o trajeto depois de realizar a viagem, como acontece neste momento para quem não tem identificador da Via Verde. Para circular nas ex-scut passará a ser necessário recorrer a um sistema de identificação eletrónico (opção que já existe, com a Via Verde) ou fazer o pré-pagamento do trajeto.
Com estas alterações a Estradas de Portugal quer potenciar receitas e reduzir custos. Estima-se que a alteração venha a permitir poupanças de 4 milhões de euros, detalha a empresa no plano de atividades que o Jornal de negócios analisou.
Grafeno e água salgada... a nova fonte de energia limpa?
O grafeno é um material que não tem parado de nos fascinar e à medida que se vão conhecendo mais utilidades deste material mais fascínio desperta. Desta vez um grupo de investigadores descobriu que água salgada e grafeno conseguem gerar electricidade!
Ainda há dias falava-te de seis razões pelas quais o grafeno é o material do futuro. Parece que podemos começar a acrescentar outra pois o grafeno e uma coisa tão abundante como a água salgada podem ser suficientes para gerar electricidade.
Ok, usar água para gerar electricidade não é propriamente uma novidade: as barragens já existem há bastante tempo mas infelizmente a retenção artificial de água tem um grande impacto no meio ambiente a na área onde a barragem é construída.
Água salgada e grafeno no caminho da energia limpa
Além disso as experiências feitas mostraram que quanto maior for a velocidade e o volume de água a passar pelo grafeno maior é a quantidade de energia eléctrica que é produzida.
Mas há mais: um submarino coberto com grafeno poderá, depois de estar em movimento, gerar energia para alimentar os seus motores… de forma totalmente limpa e ecológica.
As aplicações desta descoberta são enormes e se bem desenvolvido podemos até ter, um dia destes, carros eléctricos autónomos com os motores alimentados por esta tecnologia.
Eu não disse que o grafeno é o material do futuro?
A animação incrível que tem apenas 64 KB foi criada por programadores alemães
Diferente do que deve ter imaginado, o vídeo acima não é uma renderização pesadíssima do trabalho de algum modelador 3D ou artista gráfico convencional. Trata-se simplesmente de gravação de uma “demo” programada com algoritmos simples e gerada em tempo real, através de um arquivo que possui nada mais do que 64 KB.
Chocado? Nós explicamos. O trabalho que acabou de ver é fruto de um grupo de artistas alemães conhecido simplesmente como Mercury. A equipe é uma das participantes do Revision, festival organizado anualmente na cidade de Saarbrücken e que visa reunir entusiastas de uma subcultura clássica popularmente referida como demoscene.
O termo é originário da década de 80 e refere-se ao costume difundido entre programadores para a criação de “demos”, pequenos trechos de vídeo e áudio gerados algoritmicamente em tempo real. Inicialmente utilizada para testar as habilidades de um profissional ou exibir as capacidades máximas de um computador, a prática é atualmente vista como uma forma de arte e difundida ao redor do mundo inteiro através de festas batizadas como demoparties.
As regras desses eventos, contudo, costuma ser a mesma: as demos precisam ser feitas em arquivos de, no máximo, 64 KB. Essa restrição é vista como uma espécie de “homenagem” aos PCs antigos e de baixa capacidade que serviram como palco para a fundação dessa curiosa subcultura.