Mostrar mensagens com a etiqueta nos. Mostrar todas as mensagens
NOS teve mais queixas no primeiro semestre
O número de queixas relativas a serviços de comunicações eletrónicas caiu nos primeiros seis meses do ano. A NOS foi a empresa que motivou mais reclamações.
O número de reclamações visando os serviços da NOS, que entre janeiro e junho deste ano chegaram ao regulador das comunicações eletrónicas, foi de 0,99 por cada mil clientes. Os concorrentes mais diretos, MEO e Vodafone, saíram-se melhor no período em análise com 0,54 queixas por cada mil clientes.
Mas a tendência mais vincada nos números esta quarta-feira revelados pela Anacom é mesmo a diminuição no número de reclamações relacionadas com serviços de comunicações eletrónicas no período. No total foram apresentadas 27.397 queixas, menos 19,6% que no semestre anterior e menos 14,5% que nos mesmos seis meses do ano passado. A diminuição do número de queixas reflete-se em todos os serviços e para os vários operadores.
Questões relacionadas com a venda do serviço (18,8% do total), o cancelamento (14,1%) e a faturação (12,4%) continuaram no topo da lista de reclamações apresentadas à Anacom nestes seis meses. Os problemas com equipamentos também mantêm um peso importante, tendo motivado 12,3% das reclamações recebidas. Estes quatro tópicos canalizaram aliás, mais de metade das reclamações analisadas.
Em termos concretos, os pacotes de serviços são a oferta que motiva mais reclamações (7.353) e nesta área foi a Vodafone que se destacou pela negativa, liderando no número de queixas apresentadas pelos utilizadores, com 2,97 reclamações por cada mil clientes. O segundo serviço com mais reclamações foi o de comunicações móveis (7.341). Seguem-se a televisão por subscrição e o acesso móvel à Internet, com números significativamente inferiores: 2.047 no caso da TV e 1.393 no que se refere à Internet móvel.
Os dados também referem o número de reclamações relativas ao serviço de Televisão Digital Terrestre. Entre janeiro e junho somaram-se 234, metade das que tinham sido apresentadas no semestre anterior, quase o mesmo que na comparação com o primeiro semestre do ano passado.
Conheça os novos tarifários da NOS ...o que não gastar este mês passa para o próximo
A empresa tem uma nova linha de tarifários pré-pagos, denominados de NOS Tudo. A vantagem é que se não gastar os 500 créditos em telecomunicações para todas as redes ou os 200MB de Internet do plano mais básico, pode gastá-los no mês seguinte.
A nova linha de tarifários NOS Tudo promete agitar o mercado das telecomunicações. De certa forma o que a empresa faz é transformar as condições que estão disponíveis para clientes WTF - que no entanto é um tarifário para pessoas com 25 ou menos anos - num serviço para o grande público. Os preços são no entanto superiores.
Os novos tarifários garantem sempre as mesmas condições de telecomunicações mais básicas - chamadas, SMS e MMS -, variando apenas a quantidade de Internet móvel disponível:
- 9,90 euros/mês para 500 créditos (cham/SMS/MMS) para todas as redes e 200MB de Internet;
- 12,90 euros/mês para 500 créditos (cham/SMS/MMS) para todas as redes e 500MB de Internet;
- 16,90 euros/mês para 500 créditos (cham/SMS/MMS) para todas as redes e 1GB de Internet;
Mas a característica do tarifário que para muitos utilizadores será mais apelativa é o facto de ser possível acumular de um mês para o outro os créditos e o plafond de Internet. Por exemplo, se num mês gastar apenas 300 créditos de telecomunicações e 100MB de Internet, quer dizer que no mês seguinte tem 700 créditos e 300 MB de Internet se subscrever o tarifário mais básico.
No entanto é de destacar que os utilizadores só pode acumular até ao dobro dos créditos e plafond de Internet contratado: ou seja, a nível de SMS, MMS e chamadas o máximo que se pode acumular são 1.000 créditos, enquanto ao nível de Internet podem ser acumulados até 400MB, 1GB e 2GB, dependendo do tarifário contratado.
Em resposta ás dúvidas, NOS garante no entanto que a acumulação é válida para sempre: se o utilizador tiver 1.000 créditos e 400MB acumulados no tarifário mais básico, e se não houver gastos, estes valores mantêm-se sem limite de tempo.
Fora dos limites mensais ou cumulativos os utilizadores pagam 8,5 cêntimos por minuto, SMS ou MMS, sendo que um extra de 200MB de Internet móvel custa 2,99 euros.
Os novos tarifários garantem sempre as mesmas condições de telecomunicações mais básicas - chamadas, SMS e MMS -, variando apenas a quantidade de Internet móvel disponível:
- 9,90 euros/mês para 500 créditos (cham/SMS/MMS) para todas as redes e 200MB de Internet;
- 12,90 euros/mês para 500 créditos (cham/SMS/MMS) para todas as redes e 500MB de Internet;
- 16,90 euros/mês para 500 créditos (cham/SMS/MMS) para todas as redes e 1GB de Internet;
Mas a característica do tarifário que para muitos utilizadores será mais apelativa é o facto de ser possível acumular de um mês para o outro os créditos e o plafond de Internet. Por exemplo, se num mês gastar apenas 300 créditos de telecomunicações e 100MB de Internet, quer dizer que no mês seguinte tem 700 créditos e 300 MB de Internet se subscrever o tarifário mais básico.
No entanto é de destacar que os utilizadores só pode acumular até ao dobro dos créditos e plafond de Internet contratado: ou seja, a nível de SMS, MMS e chamadas o máximo que se pode acumular são 1.000 créditos, enquanto ao nível de Internet podem ser acumulados até 400MB, 1GB e 2GB, dependendo do tarifário contratado.
Em resposta ás dúvidas, NOS garante no entanto que a acumulação é válida para sempre: se o utilizador tiver 1.000 créditos e 400MB acumulados no tarifário mais básico, e se não houver gastos, estes valores mantêm-se sem limite de tempo.
Fora dos limites mensais ou cumulativos os utilizadores pagam 8,5 cêntimos por minuto, SMS ou MMS, sendo que um extra de 200MB de Internet móvel custa 2,99 euros.
NOS é a operadora com mais queixas
A Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) recebeu 78.239 reclamações em 2014, mais 8,9% do que no ano anterior. A maioria das reclamações, 66.017, respeita aos serviços de comunicações eletrónicas (84,4% do total), que aumentaram 13,4% face ao ano anterior.
A Operadora NOS é a que reúne mais queixas junto da ANACOM.
As questões relacionadas com o contrato celebrado para a prestação de serviços de comunicações eletrónicas são o assunto mais reclamado pelos utilizadores destes serviços, representando mais de metade das reclamações analisadas (54,2%), com destaque para os problemas relacionados com a venda (33,5%) e o cancelamento do serviço (28%).
Seguem-se as questões relativas a equipamentos (14,1% do total de reclamações), e a faturação do serviço, que representa 10,2% do total – esta última foi a que registou maior crescimento homólogo, mais 59,6%. Avarias, atendimento ao cliente e portabilidade são os outros temas objeto de reclamação.
Tendo em conta o total de clientes de serviços de comunicações electrónicas de cada prestador, o grupo NOS foi o prestador mais reclamado no período em análise, com 2,67 reclamações por mil clientes. A Vodafone foi o prestador menos reclamado, com 1,16 reclamações por mil clientes.
Os serviços postais registaram 8.008 reclamações, menos 3,7% do que no período homólogo. Ainda assim, são responsáveis por 10,2% do total de reclamações recepcionadas pela ANACOM em 2014.
As reclamações relativas à televisão digital terrestre registaram a maior redução em termos homólogos, 34,1%, e representam 1,2% do total.
Ler informação completa aqui