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Vídeo: um avião que entrou no olho do furacão Patricia

O Patricia foi o furacão mais poderoso já registrado no oceano Pacífico. Classificado na categoria 5, ele deixou a população do México — já que seria o primeiro país atingido — e todo o mundo extremamente preocupado. Contudo, ao chegar no país, felizmente ele diminuiu a intensidade e caiu para a categoria 1. Mesmo assim, seis mortes são atribuídas aos reflexos causados pela perturbação na atmosfera.
                    Imagem de Veja um avião que entrou no olho do furacão Patricia no tecmundo

Por isso, a National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) fez uma incursão com um avião P-3 Orion pelo olho do furacão. Se levarmos em conta as centenas de filmes hollywoodianos, o resultado pode não ser nada agradável.
A ideia durante a incursão era recolher dados para entender melhor o sistema e até refinar a predição, algo que pode salvar vidas. Veja o vídeo abaixo.

A página da NASA também atualizou os leitores com vídeos bem interessantes gravados ou renderizados diretamente do espaço. 

NASA mostra imagens de Marte onde Matt Damon “esteve”



A agência espacial norte-americana continua a fazer o paralelo entre a ficção do filme “Perdido em Marte” e a realidade conhecida. Desta vez, mostra imagens de alguns dos locais do planeta vermelho onde Matt Damon “esteve”, na pele do astronauta Mark Watney, claro.





Num conjunto de imagens recolhidas pela HiRISE, a “câmara fotográfica” que equipa a sonda Mars Reconnaissance, a NASA indica onde o protagonista da mais recente obra cinematográfica de Ridley Scott construiu o seu “abrigo” Ares 3, bem como os diferentes locais de passagem.



Na verdade, todo o percurso do astronauta Mark Watney pode ser feito online, através de uma ferramenta disponibilizada pela NASA, uma espécie de mapa interativo#mce_temp_url# com os pontos determinantes de viagem assinalados. 

 

As coordenadas para os locais exatos para a recolha das imagens foram dadas por Andy Weir, autor do livro que deu origem ao filme.

Kepler-452b -NASA descobre um planeta semelhante com a Terra

A NASA anunciou há pouco uma descoberta fantástica. Depois de várias imagens captadas pelo telescópio Kepler, os astrónomos descobriram um planeta semelhante em tamanho à Terra, com a distância ideal de uma estrela maior, um sol, que poderá permitir a existência de água líquida e, por consequência, vida tal como a conhecemos.
Poderá ser o “primo mais velho da Terra” que se imaginava haver.
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A descoberta foi conseguida graças ao telescópio Kepler e o novo planeta já foi baptizado de Kepler-452b. Segundo informações da agência espacial norte-americana, o planeta fica a 1400 anos luz da Terra e situa-se na constelação Cygnus, no sistema Kepler. A sua órbita contempla uma estrela bem menor que o nosso Sol, tem metade da massa e do tamanho.
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Pelas características da estrela, trata-se de uma estrela anã vermelha, muito comuns na Via Láctea, são cerca de 70% deste tipo as estrelas existentes. O Kepler-452b, não está sozinho constelação Cygnus, existem outros quatro planetas em volta da mesma estrela, contudo são planetas muito quentes o que não possibilitaria a existência de vida, com as condições ideais que sabemos serem necessárias.
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Ainda não existem muitos dados sobre o Kepler-452b. Sabe-se que tem um tamanho idêntico ao nosso planeta Terra mas não há dados sobre a sua massa, composição ou tipo de atmosfera. Segundo a NASA, a duração da sua órbita em torno do seu “Sol”, leva cerca de 130 dias, o que lhe permite apenas receber um terço da energia que a Terra recebe do Sol. Isto diz-nos que em termos de luz é muito fraca, como se o pico do sol deles fosse igual ao nosso entardecer.
Portanto, não é um planeta gémeo, mas sim primo, isto nas palavras de Thomas Barclay, investigador envolvido no telescópio Kepler, o próprio afirma que “a temperatura do planeta depende muito do tipo de atmosfera que ele tem”.
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Vamos ver se já existe lá vida ou poderá ser um dia casa “de férias” dos terrestres!

Em Ceres existem duas luzes que a NASA não consegue explicar


Os dois pontos de luz são visíveis na fotografia do planeta anão enviada pela sonda DawnFotografia © NASA


À medida que a sonda Dawn se aproxima, o planeta anão torna-se cada vez mais enigmático. Na última foto enviada, surgem dois pontos de luz que os cientistas não sabem identificar.


A sonda Dawn, em missão de descoberta ao planeta anão Ceres, está cada vez mais próxima do seu alvo. Mas, à medida que a distância diminui, aumenta o mistério em torno de Ceres, o maior objeto da cintura de asteroides entre as órbitas de Marte e Júpiter. A sua composição e características geológicas são desconhecidas e os cientistas da NASA esperam conseguir obter informações mais precisas quando a Dawn entrar em órbita de Ceres, no próximo dia 6 de março.

Mas, por agora, as fotografias enviadas pela sonda estão a intrigar os investigadores, que não conseguem perceber o que lhes tem sido dado a ver. A última imagem de Ceres, que foi capturada pela Dawn no dia 19 de fevereiro a cerca de 46 mil quilómetros de distância do planeta anão, mostra dois pontos brilhantes, um deles de maior dimensão, que os cientistas não são capazes de identificar.

Em comunicado divulgado pela NASA, o investigador responsável pela câmara da sonda, Andreas Nathues, explicou que "o ponto mais brilhante continua a ser demasiado pequeno para ser captado com alguma resolução, mas apesar do seu tamanho brilha mais do que qualquer outro objeto visível em Ceres. Isto é realmente inesperado e permanece um mistério para nós".

Inicialmente, a câmara da Dawn detetava apenas uma luz brilhante, surgindo depois um novo foco de luz, mais pequeno, bem ao lado do primeiro. Para Chris Russel, investigador principal para a missão da Dawn, este facto pode indicar que ambos os pontos têm origem vulcânica, mas é necessário esperar por imagens com melhor resolução que permitam confirmar - ou não - estas interpretações geológicas.
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NASA testa veículo espacial que vai levar humanos a Marte


O espaço profundo poderá ficar mais perto esta quinta-feira, dia 4 de dezembro, com o passo-chave que a NASA está a preparar: o lançamento da Orion num teste de voo bastante ousado.











Orion - Viagem de teste


A agência espacial norte-americana vai lançar a nave, concebida para transportar humanos até Marte, a uma distância de 5.793,64 quilómetros.

Os quilómetros feitos nesta viagem de testes vão permitir à Orion orbitar o planeta Terra duas vezes antes de reentrar na atmosfera e parar no Oceano Pacífico. Durante o percurso vai atingir velocidades de 32.000 quilómetros por hora e temperaturas na ordem dos 2.200ºC.

Como referência, diga-se que a nave não chegará perto da Lua, que fica a mais de 300 mil quilómetros, mas deixará para trás os limites alcançados pela Endeavour, o projeto anterior de veículos tripulados da NASA, em que se atingiu o máximo de 2.000 quilómetros de altitude.

Embora tenha sido concebida para transportar humanos, nesta viagem de teste a Orion levará apenas sensores no seu interior.
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EUA mantiveram vaivém no espaço durante 675 dias, não se sabe o porquê? mistério...


O regresso da mini-nave X-37B está a levantar várias questões e teorias da conspiração. Durante mais de dois anos o veículo norte-americano andou a vaguear pelo espaço. Mas ninguém assume de forma concreta o que andou por lá a fazer.

                              
A nave X-37B é uma versão mais pequena dos vaivém espaciais que os EUA utilizaram durante décadas para fazer o transporte de astronautas. Construída pela Boeing, regressou à Terra na semana passada, tendo feito uma aterragem de sucesso. Tudo até aqui podia ser visto como um acontecimento normal, não fosse o facto de o veículo ter estado 675 dias no espaço.

Durante quase dois anos a X-37B vagueou pelos limites da Terra. A pergunta que muitos fazem é “a fazer o quê?”, mas a realidade é que a resposta tarda em chegar de forma clara.

Por esse mesmo motivo, começaram a surgir teorias da conspiração e outros rumores que estão por exemplo a ser publicados no The Guardian e na publicação especializadaSpaceFlightNow.

De acordo com as informações não confirmadas, a nave norte-americana tanto pode ter estado no espaço a testar novas tecnologias de comunicação como pode ter estado a testar novas tecnologias de espionagem. Uma outra teoria faz referência à possibilidade de os EUA terem testado um sistema que alegadamente pode bloquear satélites de outros países, como a China e a Rússia.

O mini-vaivém, apesar de não ter tamanho e espaço suficiente para albergar a estadia de um ser humano, tem no entanto espaço para transportar armamento bélico ou até para “raptar” outros satélites.

Para “apimentar” mais a história o voo da X-37B devia ter uma duração estimada de 270 dias, mas acabou por quase triplicar essa meta. Esta foi a terceira missão da nave que já totaliza 1.368 dias em órbita terrestre.

Em comunicado a Força Aérea norte-americana não faz nenhuma referência aos objetivos da missão, apenas congratulando-se pelo sucesso da mesma e pelo bom trabalho realizado pela equipa responsável.

Para 2015 já está previsto o início da quarta missão da X-37B.

Eclipse da Lua pode hoje ser acompanhado online


Hoje acontece o quarto eclipse total deste ano, com a particularidade de se juntar ao fenómeno da Lua Vermelha. O acontecimento não pode ser visto na totalidade em Portugal mas há muitos recursos online.






O Observatório Astronómico de Santana nos Açores é um dos que vai acompanhar o Eclipse Total, e no site há transmissão em direto do evento.

O Eclipse Total da Lua ocorre às 11.55h de Portugal Continental, segundo o Observatório Astronómico de Lisboa, mas a transmissão no site do OASA tem início às 11h, 10h da hora Universal e dos Açores.

O eclipse é o último dos quatro que se registaram este ano e está a gerar algum interesse adicional pelo facto de se juntar ao fenómeno da Lua Vermelha, também designada por Lua Sangrenta. A coloração avermelhada da Lua deve-se à refração da luz e à posição do astro face à Terra nesta data.

Mais informação sobre os eclipses da Lua pode ser consultada no site a NASA.

Vídeo da NASA mostra como se formou tempestade de tornados que assolou os EUA

                      NASA.gov

Dezenas de vítimas e milhares de dólares em prejuízo é o balanço da intempérie que afetou vários estados norte-americanos. Com recurso a imagens de satélite, a agência espacial mostra como se formou o fenómeno natural.

Foi notícia em todo o mundo pelos grandes níveis de destruição que provocou nos estados de Arkansas, Iowa, Mississippi, Nebraska, Kansas, Oklahoma e Louisiana. Agora a NASAmostra as imagens onde é possível ver a formação da tempestade de tornados que afetou o território norte-americano no início da semana. 


As imagens foram recolhidas pelo satélite GOES-East no dia 27 de abril e além de mostrarem a formação da tempestade, mostram também a deslocação da mesma em parte do território americano. O satélite também conhecido como GOES-13 é tradicionalmente usado por estações terrestres para acompanhar a evolução do estado da meteorologia em tempo real. 

Apesar de o vídeo ter apenas 31 segundos, o mesmo agrega várias imagens captadas no espaço e que representam quase dois dias de tempestades. Para a formação das imagens a cores foi necessário usar informação de outros satélites, tendo tudo sido compilado para criar um vídeo mais realista. 



Numa outra página a NASA mostra ainda as diferenças que existem entre imagens do mesmo satélite, o Aqua, tiradas na mesma zona, sendo que no pós-tornado é visível o rasto que o mesmo deixou durante a sua passagem. 
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Descoberto o primeiro exoplaneta habitável e semelhante à Terra

Descoberto o primeiro exoplaneta habitável e semelhante à Terra

Astrónomos afirmam que descobriram o primeiro planeta fora do Sistema Solar com um tamanho comparável ao da Terra e no qual a água poderá existir em estado líquido, revela, esta quinta-feira, a revista "Science".
"É o primeiro exoplaneta [planeta fora do Sistema Solar] do tamanho da Terra, encontrado na zona habitável de uma outra estrela", afiançou Elisa Quintana, uma astrónoma do Instituto de Pesquisa de Inteligência Extraterrestre, da agência espacial norte-americana NASA, que participou na equipa internacional que conduziu a investigação.
O planeta, batizado Kepler-186f, orbita a estrela anã Kepler-186, "mais pequena e menos quente do que o Sol", e situa-se na "zona temperada, onde a água pode ser líquida", sustentou a astrónoma.
Esta zona é considerada habitável, uma vez que, segundo os cientistas, a vida tal como a conhecemos, que depende da presença de água, tem mais probabilidade de se desenvolver ali.
O Kepler-186f encontra-se num sistema estelar situado a 490 anos-luz do Sol, com cinco planetas do tamanho próximo da Terra. Contudo, só o Kepler-186f está na "zona habitável", os outros estão muito perto da estrela.
Entre os cerca de 1.700 exoplanetas já detetados, desde há 20 anos, duas dezenas estão em redor da sua estrela na "zona habitável". Todavia, muitos destes planetas são maiores do que a Terra, o que torna difícil verificar se são gasosos ou rochosos.

Localizado na constelação do Cisne, o Kepler-186f está na categoria de planetas rochosos como a Terra, Marte ou Vénus.
Em fevereiro, a NASA anunciou que o telescópio Kepler tinha detetado 715 novos exoplanetas, quatro deles potencialmente habitáveis, mas 2,5 vezes o tamanho da Terra.
A maioria destes novos planetas extrassolares foi identificada nos últimos cinco anos. O engenho avariou-se em meados de 2013.
O Kepler foi lançado em 2009 para detetar mais de 150 mil estrelas semelhantes ao Sol, loc

Sonda da NASA capta o que pode ser uma nova lua de Saturno

Peggy saturno

Não é todos os dias que os astrónomos podem observar o nascimento de um novo satélite natural num dos planetas que compõe o sistema solar. Os cientistas ainda não estão certos do que pode acontecer ao novo corpo celeste.


A 15 de abril de 2013 a sonda Cassini, que está a orbitar em torno de Saturno, descobriu uma nova lua gelada em formação nos anéis do planeta. Além de ser um fenómeno raro e que está a acontecer relativamente próximo, no Sistema Solar, os investigadores estão convencidos de que esta pode ser a última lua do “planeta dos anéis”.

Saturno tem mais de 60 luas naturais, e muitas das quais terão sido formadas a partir dos elementos que existem nos anéis do planeta. Mas com o passar dos milénios os aros de corpos celestes que circundam o planeta estão a perder “força” para a produção de luas, ainda que à distância, os anéis continuem a ter uma dimensão considerável.

A nova lua foi batizada informalmente, como revela o instituto de tecnologia da NASA na Califórnia, de Peggy. A lua não tem mais do que um quilómetro de distância, mas conseguiu atrair para o seu campo gravitacional tantos elementos que os mesmos tornaram-se visíveis na parte exterior do anel A, numa área total de 1.200 metros quadrados.


Pelo que é visível nas imagens os cientistas acreditam que o corpo está em processo de separação do anel, um processo que já terá acontecido na formação de outras luas do planeta Saturno.

Os investigadores querem agora observar o fenómeno com mais detalhe, mas isso apenas deverá acontecer no ano de 2016 quando a sonda Cassiny estiver em posição. É que ainda não é certo se Peggy vai conseguir impor-se como uma lua, visto que o seu tamanho não deve aumentar muito mais, podendo até acontecer um desmoronamento do satélite natural.

O que é essa luz brilhante capturada por Curiosity em Marte? Teorias especulativas já!

O que é essa luz brilhante capturado por Curiosity em Marte?

Não há necessidade de olhar de perto para vê-la na foto: a luz estranha no horizonte.Desde NASA publicou esta foto ontem , dezenas de teorias começaram a circular tentando explicar a origem do surto. Um teste do fascínio que nos faz Marte. De onde vem essa luz?
A câmera foto capturou o rover Curiosity Mars, você pode ver abaixo a íntegra, ou tamanho aqui também . NASA oferece duas explicações possíveis: é o reflexo da luz solar sobre a superfície de uma rocha, ou um raio cósmico detectado pelo Navcam, Camera Curiosity.
Justin Maki, do JPL da NASA líder da equipe que construiu e opera a câmera robô Mars Curiosity, explica que este tipo de surto nas fotos é totalmente normal. " Nos milhares de imagens que recebemos de Curiosity, temos visto alguns flashes com quase toda semana. que pode ser causada por um raio cósmico ou luz solar refletida na superfície de uma rocha ", diz ele. Na verdade, tudo aponta para o último.
Maki dá mais detalhes NBC , explicando que a luz aparece em duas fotos tiradas por Navcam de curiosidade, a 02 de abril e 03 de abril , ainda não aparece em duas outras fotos tiradas menos de um segundo após a acima, mas capturado pelo olho esquerdo da câmera, aqui está o02 de abril e aqui está o 03 de abril . Além disso, nas duas primeiras imagens captadas pelo sensor de direito, a luz aparece em diferentes locais no quadro da imagem.
A última explicação sugere fortemente que a luz é simplesmente o reflexo da luz solar em uma pequena rocha, e não um raio cósmico. Também é possível que o flash ocorreu no impacto luz solar directamente na câmara do sensor através de um furo no invólucro que cobre. Ambos são os dois mais viável para o "mistério" das explicações claras marcianas.Aos que buscam alguma explicação especulativa, não tem nada a ver. [Via NASA , NBC e Slate ]
O que é essa luz brilhante capturado por Curiosity em Marte?

Descoberta de planeta anão pode obrigar à revisão do modelo do sistema solar

A retirada de Plutão do modelo de representação do sistema solar pode não ser a única revisão a introduzir no ensino de Astronomia.


A descoberta do planeta anão, publicada por dois astrónomos do Carnegie Institution for Science e do Observatório Gemini na revista Nature, abre a possibilidade da existência de uma "super Terra" nos limites do sistema solar, um planeta maior e mais pesado do que a Terra.

O novo planeta anão recebeu a designação de 2012 VP113 (mas tem a alcunha de Biden) e terá 450 quilómetros de diâmetro, sendo o objeto mais distante do Sol já localizado depois da identificação do Sedna, um planeta-anão descoberto em 2003 por investigadores que incluem alguns membros da atual equipa. 



A descoberta assume maior importância por abrir a possibilidade de redefinição do modelo do sistema solar. Atualmente o sistema solar é dividido em três partes: os planetas rochosos, entre os quais se conta a Terra; os gigantes gasosos, como Júpiter; e a cintura de Kuiper, que integra um conjunto de objetos gelados onde se inclui Plutão que passou a ser considerado um planeta anão. 

Para além da cintura de Kuiper só tinha sido identificado um outro planeta anão, que recebeu em 2003 o nome de Sedna e que é mais pequeno do que Plutão. 

A identificação do novo planeta anão - o 2012 VP113 - leva os astrónomos a admitir que deve ser considerada ainda neste modelo uma nova secção: a nuvem de Oort interior, que se calcula ser um dos pontos de origem dos cometas. 

Estes dois planetas descobertos nos limites do sistema solar são agora apontados como a ponta do icebergue de um conjunto de objetos dessa nuvem, com órbitas que os levam a centenas de unidades astronómicas de distância do centro do sistema solar. 



Os autores do estudo publicado na Nature calculam que na nuvem de Oort interior podem existir cerca de 900 objetos com órbitas semelhantes aos dois planetas descobertos, e dimensões superiores a mil quilómetros de diâmetro, podendo rivalizar com Marte ou com a Terra. 

A descoberta foi feita utilizando a câmara de energia escura do NOAO, um telescópio localizado no Chile que tem como missão vigiar grandes regiões do céu à procura de objetos muito pequenos. 

Os investigadores sublinham a importância de continuar à procura de mais objetos nesta região do espaço, que permitirão identificar a origem da nuvem de Oort e a formação e evolução do nosso sistema solar. 






Astrónomos descobrem planeta nos confins do sistema solar

O mundo gelado descoberto habita uma zona muito para lá de Neptuno.


Segundo o New York Times, um grupo de astrónomos descobriu um planetoide gelado numa zona distante do sistema solar, entre o Cinto de Kuiper e a Nuvem de Oort, que até agora se julgava vazia.
Estima-se que o planetoide tenha uma circunferência de 400 quilómetros e que a sua órbita oscile entre os 12 mil milhões de quilómetros e os 115 mil milhões de milhas. O planeta, com o nome de 2012 VP113 está, agora, no seu ponto mais próximo do Sol. Por comparação, Neptuno, o mais distante planeta do Sistema Solar, está a 4,5 mil milhões de quilómetros do Sol.
O planetoide 2012 VP113 é o segundo objeto que os astrónomos encontram nesta região entre o Cinto de Kuiper (uma zona de corpos de gelo para lá da órbita de Neptuno) e a Nuvem de Oort (uma hipotética esfera de planetesimais gelados, que nunca foi observada mas se julga envolver o sistema solar e existir a cerca de um ano luz do Sol). Sedna foi o primeiro planetoide a ser descoberto nesta região, em 2003, e deu origem ao nome que os astrónomos usam para designar estes objetos: sednóides. Depois da descoberta, os astrónomos julgavam que depressa iriam descobrir outros sednóides na região. Todavia, durante os anos que se seguiram não encontraram nenhum, até ao 2012 VP113.
Ainda não há explicações satisfatórias para a existência destes corpos celestes numa região que se julgava deserta. Foram feitas simulações de computador que mostram, todavia, que estes corpos celestes podem ser explicados pela influência gravítica de um planeta ainda não descoberto. Tal planeta teria uma massa equivalente a cinco Terras e estaria a 37 mil milhões de quilómetros do Sol.

Internautas podem escolher novo fato espacial da NASA... até dia 15 Abril

Internautas vão escolher novo fato espacial da NASA

A NASA quer que os internautas ajudem a escolher o protótipo de fato espacial dos astronautas que vão colonizar o planeta Marte. O equipamento já é conhecido pela designação "Z-2". Agora, até ao próximo dia 15 de abril, há que escolher um dos três modelos propostos.
Embora os modelos tenham sido criados a pensar nos futuros exploradores do planeta vermelho, a verdade é que o fato espacial Z-2 é, para já, apenas um protótipo e o modelo escolhido será utilizado em testes diversos.
De acordo com os investigadores, o novo fato é um marco na história da NASA: é o primeiro fato testado no vazio total, o primeiro a ser criado com o recurso a "scanners" a laser 3D e a equipamento de impressão 3D, tendo sido utilizado o sistema mais avançado de estruturas resistentes a impactos num fato.
"Fizemos um fato com um estilo diferente", reconheceram os engenheiros responsáveis pelo projeto, no qual também participa a Universidade de Filadélfia, nos EUA. Estes especialistas ocuparam-se de pormenores tão importantes como a capa que serve para proteger contra a abrasão durante a missão, um aspeto que "não se tinha utilizado antes", porque não era necessário em missões anteriores.
Quanto às diferenças entre as três opções de fato, explicaram que a opção A (a que chamaram "biomimetismo") reflexa as qualidades "bioluminiscentes" de criaturas aquáticas que se encontram a grandes profundidades, com pele escamosa. Os peritos indicam que este desenho reflete "as qualidades que protegem algumas das criaturas mais estranhas da Terra".

O desenho inclui especificamente pregas segmentadas nos ombros, cotovelos, anca e joelhos, assim como um arame "eletroluminiscente" na parte superior do torso, que é visível com pouca luz.
A opção B ou "Tecnologia" rende homenagem aos fatos com que se obtiveram grandes êxitos no passado, à medida que incorpora elementos subtis do futuro. Mediante o uso de arame e remendos emissores de luz, este desenho "confere uma mudança nas regras" no que se refere à maneira de identificar os membros da tripulação.
Finalmente, o modelo C ou "Tendências da Sociedade" pretende ser um reflexo daquilo que poderia ser a roupa diária no futuro. Este fato utiliza arame "eletroluminiscente" e um esquema de cor brilhante para imitar a aparência da roupa desportiva e o mundo emergente das tecnologias portáteis.
As votações estão abertas até 15 de abril aqui. O vencedor será conhecido a 30 de abril, devendo o modelo escolhido estar pronto para ser utilizado em novembro.

NASA quer contratar caçadores de asteroides


A agência espacial norte-americana pretende reforçar-se com programadores que ajudem a identificar asteroides que poderiam colidir com a Terra. 



A NASA está a organizar um concurso para os participantes darem a melhor ideia para identificar asteroides que possam vir a embater na Terra e que minimize a hipótese de surgirem resultados com falsos positivos. O primeiro prémio rende cerca de 30 mil euros, noticia a BBC.
«Ao abrir a busca por asteroides, estamos a recolher o potencial de inovadores e cidadãos cientistas em todo o mundo para ajudar a resolver este desafio global», explica Jenn Gustetic responsável pelo programa.
A agência já usa os resultados da Zooniverse, uma plataforma online que reúne mais de um milhão de cidadãos interessados em astronomia. Estes curiosos ajudam a escrever código para encontrar padrões nas fotografias captadas pela NASA e que podem não estar o mais nítidas possível.
Um dos membros da Zooniverse explicou que estão a ser criados grandes conjuntos de dados, mas que não há cientistas suficientes para os analisar. 

Incrível.... Maior erupção solar dos últimos anos registada em vídeo



A maior erupção solar de 2014 e uma das mais intensas dos últimos anos foi registada pela NASA. As imagens, de grande beleza, foram captadas na segunda-feira. Veja o vídeo.
A intensa erupção solar foi registada pelo satélite "Solar Dynamics Observatory" e obteve o nível mais elevado entre os três que categorizam este tipo de fenómeno. Ocorreu a partir de uma mancha solar ativa, chamada AR1990.


A erupção foi classificada com a designação "X4.9". As erupções solares de classe X são as mais poderosas tempestades solares.
De acordo com o Spaceweather.com, que monitoriza o clima espacial e os acontecimentos das estrelas, o fenómeno não representa um perigo para a Terra.

Planeta Terra é uma "estrela de fim de tarde" quando vista a partir de Marte

A sonda Curiosity captou uma fotografia que pode ficar para a História: o planeta Terra é o astro mais brilhante do anoitecer marciano e seria visível a olho nu se por lá houvesse habitantes.

O robô de exploração espacial Curiosity continua a sua missão no planeta vermelho e também continua a brindar a Terra com algumas relíquias da sua passagem por Marte. Desta vez a sonda captou duas imagens que mostram como é a Terra quando vista a partir de solo marciano. Os investigadores da Nasa equiparam o brilho do planeta Terra ao de uma estrela de fim de tarde.

A resolução das imagens não é a melhor, mas não existem dúvidas de que o ponto mais brilhante da paisagem é a Terra, que está a 160 milhões de quilómetros. Quando aplicado um zoom nas imagens é possível ver a Lua, que também seria visível a olho nu. As fotografias com mais resolução podem ser vistas no site da NASA. 



Escreve a NASA que as imagens foram captadas cerca de 80 minutos depois de o Sol se ter posto em Marte, no 529º dia do Curiosity em Marte - 31 de janeiro de 2014. 

As imagens que a agência espacial norte-americana divulga são "retocadas", uma edição que serviu para tirar os efeitos dos raios cósmicos. 

Pela falta de resolução estas imagens dificilmente se vão tornar tão icónicas como algumas que foram tiradas, por exemplo, do planeta Terra a partir da perspetiva da Lua ou da Estação Espacial Internacional. Mas fica o registo de como seria ver o "berlinde azul" a partir de Marte. 

Uma outra missão espacial da NASA, a sonda Cassini, tinha captado em julho de 2013 uma imagem também da Terra e da Lua vistas a partir de Saturno, tendo os aneis do planeta como perspetiva. 

Recentemente uma outra imagem captada por um satélite tornou-se "viral", pois foi apelidada pelos investigadores de "Mão de Deus".



Rocha marciana encontrada pela NASA continua envolta em mistério




O mistério sobre a rocha misteriosa em forma de donut encontrada pela NASA adensa-se. As primeiras análises mostram uma composição estranha.



Depois das primeiras imagens que espantaram a comunidade científica, a NASA publicou mais algumas informações sobre a rocha mistério de Marte.

Os investigadores indicam que a composição química é invulgar e que apresenta compostos anteriormente não encontrados no planeta.

De acordo com o Slashgear, Steve Squyres, cientista da missão Mars Exploration Rover, a análise mostra que a rocha contém níveis muito elevados de magnésio e enxofre, bem como o “dobro do manganésio alguma vez encontrado” em Marte.

Recorde-se que na semana passada a sonda da NASA que percorre o solo marciano encontrou uma rocha com um formato a lembrar um donut num local onde, 12 dias antes, nada existia.

NASA descobre 'mão de Deus' no Espaço



O telescópio NuStar, da agência espacial norte-americana (NASA), descobriu aquela que pode ser a ‘mão de Deus’ no Universo. Não se trata de uma aparição religiosa, mas sim do ‘lixo’ resultante da explosão de uma estrela a 17 mil anos-luz que assume a forma, quase perfeita, de uma mão.



A NASA descobriu o que a imprensa internacional já batizou de ‘mão de Deus’. Trata-se dos resíduos espaciais resultantes da explosão de uma estrela a 147 mil anos-luz.


Esse ‘lixo’ poderia ter passado despercebido, não fosse a forma que assumiu: a de uma mão.
Alguns cientistas mostram-se céticos quanto a esta imagem, defendendo que se trata de um fenómeno psicológico, através do qual as pessoas caracterizam algo devido a reconhecimentos prévios.
A imagem foi recolhida pelo telescópio NuStar.

NASA vai cultivar nabos, agriões e manjericão na Lua



Space Shuttle Atlantis To Repair Hubble Space Telescope

A agência espacial norte-americana, a NASA, vai enviar para a Lua já em 2015 uma pequena estufa, com a qual pretende experimentar o cultivo de nabos, agriões e manjericão.
 
foto NASA
NASA vai cultivar nabos, agriões e manjericão na Lua
Sementes serão enviadas para a Lua na "Moon Express Lander" (ilustração)
 
Assim que a nave enviada para o efeito aterrar na Lua, um mecanismo libertará um pequeno depósito de água para um papel que irá iniciar a germinação das sementes: "Um filtro de papel com nutrientes dissolvidos, dentro da câmara, poderá alimentar uma centena de sementes de agriões, dez sementes de manjericão e outras dez de nabo", afirma a NASA.
A agência espacial norte-americana pretende desenvolver uma câmara de cultivo simples e selada, que poderá sustentar a germinação durante um período de cinco a dez dias na Lua.
"Usaremos a luz natural do Sol sobre a Lua como fonte de iluminação para a germinação das plantas, numa primeira demonstração do uso de recursos in situ", assinalou a NASA, acrescentando que os rebentos serão fotografados em intervalos regulares, com resolução suficiente para os comparar com os modelos de crescimento em plantas da Terra.
As plantas não serão cultivadas sobre o solo lunar, uma vez que o pó que o reveste carece de muitos dos nutrientes que suportam a vida vegetal e não contém o material orgânico decomposto que enriquece o solo terrestre.
Ainda de acordo com a NASA, os níveis de radiação na Lua são muito mais intensos do que os verificados na Terra, uma vez que o satélite não tem uma atmosfera que detenha os raios do Sol mais perigosos.

Além disso, as temperaturas na superfície da Lua variam, no mesmo dia, entre os 100ºC e os -173ºC e o céu de luz e sombra que regula a fotossíntese está sujeito ao facto de o "dia" lunar durar 28 dias terrestres.

As melhores selfies são feitas pela NASA

An historic image of earth from the moon, taken July 20, 1969 from Apollo 11. To celebrate the <a href='http://www.cnn.com/2013/11/18/tech/mars-maven-mission/'>launch of Mars probe MAVEN</a> on 18 November, Nasa showed off this mosaic from the Viking 1 Orbiter, which passed by the planet over 30 years ago, on 22 February, 1980.


No ano em que as selfie invadiram as redes sociais e as formas de tirar auto-retratos, a NASA brinda os seus admiradores com a entrada no Instagram. Afinal de contas, não há quem faça melhor selfies do que os astronautas em pleno Espaço, revela a CNN.
Super-Typhoon Haiyan lashing the Philippines taken from NASA's Aqua satellite on 7 November, 2013.

A NASA aderiu ao Instagram há quase três meses, mas o sucesso das ‘selfies espaciais’ fazem com que a agência seja já um fenómeno nas redes sociais, lê-se no site da CNN.This one went viral too: <a href='http://www.cnn.com/2013/11/13/us/nasa-saturn-earth-picture/'>a new view of Saturn</a> taken by NASA's Cassini spacecraft. It's a natural color image that shows the view as it would be seen by a human observed.

Ao todo, a agência norte-americana conta com mais de 360 mil seguidores que procuram conhecer como é o dia-a-dia de um astronauta, seja em Terra ou a vaguear pelo Universo.
A primeira imagem partilhada nesta plataforma foi sobre o lançamento do robot LADEE, e embora a grande maioria das imagens ilustre as aventuras espaciais, são dos selfies dos astronautas que os seguidores mais gostam.Nasa posted this snap of astronaut James H. Newman on 20 November to celebrate the 15 anniversary of the International Space Station.A #nofilter image of the surface of Mars courtesy NASA's Mars Curiosity Rover.
There it goes! In the background NASA's LADEE spacecraft lifts off toward the moon. But it was the <a href='http://www.cnn.com/2013/09/12/tech/innovation/frog-and-rocket/'>foreground photobomber that stole the show</a>, earning this snap almost 25,000 likes.

NASA astronaut Karen Nyberg takes a selfie with Russian cosmonaut Fyodor Yurchikhin and European Space Agency astronaut Luca Parmitano behind her.

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