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A gama de produtos da Motorola vendidos em Portugal vão aumentar já em novembro
A Motorola Mobility apresenta na próxima semana a estratégia para Portugal, que passa por um conjunto de parcerias que vão estender a oferta de telemóveis da fabricante no mercado português.
A empresa, que é agora parte do grupo chinês Lenovo, montou uma estratégia para reforçar a presença no mercado português, onde chega apenas uma parte reduzida da sua oferta. O controlo da operação continuará em Espanha, como acontecia quando a Motorola Mobility era detida pela Google, mas a empresa estabeleceu uma nova rede de parceiros, que permitirá reforçar a oferta local.
A nova estratégia será apresentada pela empresa na quinta-feira, 6 de novembro, e as novas ofertas começam a chegar às lojas portugueses ainda durante o mesmo mês.
Do portfólio que chegará em breve às lojas portuguesas destaque para os produtos apresentados pela empresa na IFA em Berlim, no início de setembro, onde se incluem atualizações do Moto G e Moto X, dois dos telemóveis mais populares da marca nos últimos tempos.
Na feira um dos grandes destaques da Motorola Mobility foi para o relógio inteligente Moto 360, que também ainda não está à venda em Portugal, mas que pode vir a estar em breve.
Cabovisão perdeu 13 mil clientes
A operadora portuguesa de telecomunicações teve um trimestre negativo pois além de ter perdido clientes, também viu cair a receita média por utilizador. O impacto estendeu-se depois às receitas totais.
A Altice apresentou os resultados do segundo trimestre do ano e revelou que entre os meses de abril e junho o desempenho das empresas que o grupo detém em Portugal não foi o melhor.
Ao nível do consumidor as receitas da Cabovisão recuaram 10% para os 25,2 milhões de euros, muito por causa da perda de clientes. Em comparação com igual período de 2013 a operadora de telecomunicações ficou sem 13 mil clientes e em comparação com o primeiro trimestre do ano perdeu três mil consumidores. Atualmente a Cabovisão tem 230 mil clientes.
Além da queda no número de utilizadores a Altice também sentiu uma quebra na receita média por utilizador (ARPU na sigla em inglês): o correspondente a 2,2%, que faz com que a operadora ganhe cerca de 34,35 euros com cada cliente.
Em comunicado o grupo francês de telecomunicações explica que os resultados negativos são justificados pela concorrência intensa no sector em Portugal, pelas políticas de preço adotadas pelos outros operadores e pelas campanhas agressivas, além de ainda se sentirem efeitos da crise económica que o país atravessou.
Mas o mau trimestre da Altice em Portugal também engloba o negócio de Business to Business (B2B), onde houve um recuo de 12% nas receitas para os 22,6 milhões de euros.
No campo do B2B as perdas aconteceram sobretudo devido à redução de atividade de alguns clientes e devido à renegociação de contratos que foi feita ao longo do último ano.
Tendo em conta todos os resultados globais da Altice, a empresa francesa baixou 1,3% nas receitas para os 837 milhões de euros.
Samsung - Domínio no mundo dos smartphones Android pode estar perto do fim
Não faz muito tempo, a Samsung tornou-se a maior vendedora de smartphones do mundo, destronando gigantes como Nokia e BlackBerry. Atualmente tida por muitos como referência nos topos de linha com Android, a dona da linha Galaxy S parece que não vai ter um reinado muito longo. De acordo com as últimas pesquisas, a derrocada da sul-coreana pode ter começado há anos.
De acordo com as pesquisas reveladas pelo pesquisador Jan Dawson da empresa Jackdaw Research, as vendas dos smartphones da Samsung vem caindo drasticamente ano após ano. Do primeiro trimestre de 2012 até o segundo trimestre de 2014, testemunhamos uma queda livre no ritmo de crescimento de smartphones vendidos mundialmente. Desta feita, a sul-coreana tem tido um crescimento cada vez menor, período após período, até culminar na grande queda do último trimestre, como nos mostra o gráfico abaixo.
Esses números são bastante preocupantes para a Samsung. A marca só atingiu o patamar que possui hoje por ter conseguido vender a todas as camadas sociais, para os mais diversos tipos de clientes. Ter seus aparelhos nas mãos de muitos donos não apenas traz lucro como também fortalece o nome da empresa perante mercado e investidores.
Já comentamos as justificativas da sul-coreana pela baixa nas vendas. Segundo a própria Sammy, a concorrência forte no mercado de baixo e médio curto fez cair os seus lucros no setor. Lembramos, porém, que o seu atual topo de linha, o Galaxy S5, também não foi bem recebido pelo grande público.
Resta agora a Samsung fazer suas apostas com os próximos Galaxy Alpha e Galaxy Note 4para tentar se recuperar, ou refrear, um pouco da sua drástica queda. O mercado, afinal, sempre precisa de competidores fortes para gerar concorrência, evolução e, principalmente, preços acessíveis ao cliente final.