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Jorge Jesus é "Jorge Judas" no Twitter... o assunto viral em Portugal
Jesus e equipa técnica impedidos de entrar no centro de treinos mas entrou à força na net.....
A notícia caiu que nem uma bomba na Internet portuguesa e depressa se tornou no assunto mais falado nas redes sociais.1 / 3
Jorge Jesus decidiu trocar o Benfica, onde foi bicampeão, pelo rival Sporting, apanhando de surpresa muitos adeptos de futebol, em Portugal e além-fronteiras.
Rapidamente, o nome do treinador português passou a ser um dos elementos mais falados no Twitter, em Portugal. Através da ferramenta de análise Topsy, é possível ver o que os utilizadores portugueses e estrangeiros têm a dizer sobre esta transferência: "Jorge Jesus" foi mencionado mais de 17 mil vezes nas últimas horas, mais de metade do número de vezes em que tinha aparecido nos últimos trinta dias.
Nos principais tópicos do momento ("Trending Topics") do Twitter, Jorge Jesus volta a aparecer de diversas formas, incluindo o seunome (em segundo no top) e "Judas", com muitos utilizadores a apelidarem-no agora de "Jorge Judas", em vez de Jesus.
Outras palavras e hashtags relacionadas com o tema também estão a ser muito utilizadas em Portugal: "Treinador", "Sporting", "Benfica" e #CarregaBenfica são disso exemplo.
Também no Google+ e no Facebook Jorge Jesus é um dos assuntos do momento desde que os primeiros rumores começaram a surgir. Milhares de utilizadores partilharam os artigos noticiosos sobre o caso na maior rede social do planeta, deixando o seu comentário sobre a decisão do treinador. As páginas de sátirareferentes ao novo treinador do Sporting lideram a conversa, partilhando diversas "memes" (brincadeiras que se tornam virais) sobre Jorge Jesus.
Entre as mais comuns aparece a "meme" que se criou em volta de Ricardo Quaresma, que aceitou posar "sem camisola" para a capa de uma revista nacional. Aproveitando o corpo do jogador, muitos trocam-lhe a cara pela de Jorge Jesus e colocam Bruno de Carvalho ou Luís Filipe Vieira no quadro que o tapa. "Jorge Jesus troca de camisola", reza a montagem.
Vídeo de Jesus escorrega a dançar na luz (viral) ... provocou umas gargalhadas no estádio da luz... e os resultados do fim-de semana!
Jesus traído por relvado da Luz

O treinador do Benfica, Jorge Jesus, foi este domingo, no Estádio da Luz, protagonista de um momento caricato. Num momento em que dava, de forma efusiva, indicações aos jogadores ‘encarnados’ em campo, Jesus escorregou e quase caiu. Um curto vídeo, de apenas quatro segundo, publicado no YouTube, mostra como tudo aconteceu.O relvado do Estádio da Luz tramou o técnico Jorge Jesus, este domingo, durante o encontro com o Marítimo, a contar para a 16ª jornada da I Liga.
A dada altura do jogo, enquanto dirigia, de forma efusiva, indicações para os seus jogadores em campo, Jesus escorregou e caiu de frente.
Valeram-lhe as mãos que travaram uma queda mais aparatosa. Um vídeo de apenas quatro segundo, publicado na rede social YouTube, mostra como tudo aconteceu.
Ainda assim, conta o jornal A Bola, não conseguiu evitar algumas risadas provenientes dos adeptos que ocupam as bancadas da Luz.
Jesus traído por relvado da Luz
- 19 Jan
- 20 Jan
- LIVE
Portugal no Mundial, com 3 Golos de Cristiano, as outras seleções apuradas, Jorge Jesus,Taça da liga(Sporting - Porto)
«Afinal Deus é português»
Vitória de Cristiano Ronaldo sobre Ibrahimovic correu o Mundo
Suécia-Portugal, 2-3
O Campeonato do Mundo ficava mesmo a perder sem Cristiano Ronaldo
A figura
Cristiano, Cristiano, Cristiano e Cristiano. Quatro golos, play-off resolvido e Portugal está no Mundial. Next. E Cristiano Ronaldo já é, a par de Pauleta, o melhor marcador de sempre da seleção. Next. Quais são os limites dele? Não era possível esperar mais do 7 neste jogo a dois tempos que foi o Portugal-Suécia. Fez o golo na Luz e esta noite arrumou o play-off com um hat-trick. O capitão da seleção está numa forma brutal e trouxe essa energia para a decisão do play-off. Esta noite foi gigante. Não foram só os golos. Ele inventou caminhos, foi solidário quando era preciso e, depois, foi a força da natureza que é. Ainda bem para a seleção, mas também para o Campeonato do Mundo. Ficava mesmo a perder sem ele.
Momento
78 minutos. Cristiano Ronaldo tinha colocado Portugal na frente, mas dois golos de Ibra em cinco minutos alimentaram a dúvida. E então, William, recém-entrado, interceptou uma bola lá atrás, passou-a, Hugo Almeida apanhou-a e fez um belo passe, para Cristiano fazer um grande golo. O banco de Portugal entrou em peso em campo e uniu-se num abraço a Hugo Almeida. Naquela altura todos perceberam que sim, estava arrumado.
Cristiano, Cristiano, Cristiano e Cristiano. Quatro golos, play-off resolvido e Portugal está no Mundial. Next. E Cristiano Ronaldo já é, a par de Pauleta, o melhor marcador de sempre da seleção. Next. Quais são os limites dele? Não era possível esperar mais do 7 neste jogo a dois tempos que foi o Portugal-Suécia. Fez o golo na Luz e esta noite arrumou o play-off com um hat-trick. O capitão da seleção está numa forma brutal e trouxe essa energia para a decisão do play-off. Esta noite foi gigante. Não foram só os golos. Ele inventou caminhos, foi solidário quando era preciso e, depois, foi a força da natureza que é. Ainda bem para a seleção, mas também para o Campeonato do Mundo. Ficava mesmo a perder sem ele.
Momento
78 minutos. Cristiano Ronaldo tinha colocado Portugal na frente, mas dois golos de Ibra em cinco minutos alimentaram a dúvida. E então, William, recém-entrado, interceptou uma bola lá atrás, passou-a, Hugo Almeida apanhou-a e fez um belo passe, para Cristiano fazer um grande golo. O banco de Portugal entrou em peso em campo e uniu-se num abraço a Hugo Almeida. Naquela altura todos perceberam que sim, estava arrumado.
Resultados dos jogos particulares de seleções desta terça-feira:
Austrália-Costa Rica, 1-0
Quirguistão-Azerbeijão, 0-0
India-Nepal, 2-0
Rússia-Coreia do Sul, 2-1
Eslovénia-Canadá, 1-0
Liechtenstein-Estónia, 0-3
Malta-Ilhas Faroé, 3-2
Namíbia-Moçambique
Noruega-Escócia, 0-1
Turquia-Bielorrússia, 2-1
Gibraltar-Eslováquia, 0-0
África do Sul-Espanha, 1-0
Holanda-Colômbia, 0-0
Áustria-EUA, 1-0
Polónia-Irlanda, 0-0
Bélgica-Japão, 2-3
Inglaterra-Alemanha, 0-1
Austrália-Costa Rica, 1-0
Quirguistão-Azerbeijão, 0-0
India-Nepal, 2-0
Rússia-Coreia do Sul, 2-1
Eslovénia-Canadá, 1-0
Liechtenstein-Estónia, 0-3
Malta-Ilhas Faroé, 3-2
Namíbia-Moçambique
Noruega-Escócia, 0-1
Turquia-Bielorrússia, 2-1
Gibraltar-Eslováquia, 0-0
África do Sul-Espanha, 1-0
Holanda-Colômbia, 0-0
Áustria-EUA, 1-0
Polónia-Irlanda, 0-0
Bélgica-Japão, 2-3
Inglaterra-Alemanha, 0-1
Veja o escalonamento das equipas já apuradas para o Mundial, em função do ranking da FIFA do mês de outubro, com as posições respetivas:
Cabeças de série:
Espanha, 1º
Alemanha, 2º
Argentina, 3º
Colômbia, 4º
Bélgica, 5º
Uruguai, 6º*
Suíça, 7º
Brasil, 11º (organizador)
Não cabeças de série:
Holanda, 8º
Itália, 8º
Inglaterra, 10º
Chile, 12º
EUA, 13º
Portugal, 14º
Grécia, 15º
Bósnia, 16º
Costa do Marfim, 17º
Croácia, 18º
Rússia, 19º
França, 21º
Equador, 22º
Gana, 23º
México, 24º*
Costa Rica, 31º
Argélia, 32º
Nigéria, 33º
Honduras, 34º
Japão, 44º
Irão, 49º
Coreia do Sul, 56º
Austrália, 57º
Camarões, 59º
Benfica:
um mês de suspensão para Jesus
Na sequência dos incidentes no final do V. Guimarães-Benfica
Jorge Jesus vai ter de cumprir trinta dias de suspensão por causa dos incidentes no final do Vitória de Guimarães-Benfica de 22 de setembro.
O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol decidiu, esta terça-feira, seguir a sugestão de pena avançada pela Comissão de Inquérito da Liga. Foi aplicada ainda uma multa de 5.355 euros. Ao que o Maisfutebol apurou, o Benfica não tenciona recorrer da decisão.
Sporting e Porto
Taça da Liga: sorteio colocou Sporting no grupo do FC Porto
O sorteio da terceira fase da Taça da Liga realizou-se esta quarta-feira, no Porto.
FC Porto e Sporting ficaram no mesmo grupo, o B, e defrontam-se na primeira jornada, em Alvalade, a 29 ou 30 dezembro.
Grupo A:
Paços de Ferreira
Rio Ave
V. Setúbal
Sp. Covilhã
Grupo B:
FC Porto
Sporting
Marítimo
Penafiel
Grupo C:
Sp. Braga
Estoril
Belenenses
Beira Mar
Grupo D:
Benfica
Nacional
Gil Vicente
Leixões
As datas para as partidas são as seguintes:
1ª jornada: 29 e 30 de dezembro 2013
2ª jornada: 15 e 16 de janeiro de 2014
3ª jornada: 25 e 26 de janeiro de 2014
1ª jornada: 29 e 30 de dezembro 2013
Rio Ave-P. Ferreira
V. Setúbal-Sp. Covilhã
Sporting-FC Porto
Marítimo-Penafiel
Estoril-Sp. Braga
Belenenses-Beira Mar
Nacional-Benfica
Gil Vicente-Leixões
2ª jornada: 15 e 16 de janeiro de 2014
P. Ferreira-Sp. Covilhã
Rio Ave-V. Setúbal
FC Porto-Penafiel
Sporting-Marítimo
Sp. Braga-Beira Mar
Estoril-Belenenses
Benfica-Leixões
Nacional-Gil Vicente
3ª jornada: 25 e 26 de janeiro de 2014
P. Ferreira-V. Setúbal
Sp. Covilhã-Rio Ave
FC Porto-Marítimo
Penafiel-Sporting
Sp. Braga-Belenenses
Beira Mar-Estoril
Benfica-Gil Vicente
Leixões-Nacional
Porto 3 - 1 Sporting, violência....Benfica 2 - 0 Nacional, Braga; e perdoa-me nacional vs internacional
Violência:
Porto 3 - 1 Sporting

O FC Porto tem nesta fase da sua vida um jogador em grande forma: Fernando. Talvez por isso, o que o campeão fez com maior eficácia foi conter o Sporting.
Em muitas fases da partida, o Sporting assemelhou-se às claques quando são escoltadas pela polícia até ao estádio, antes dos grandes jogos. Vão no interior daquilo que se convencionou chamar «a caixa». Nesse espaço podem gritar, espernear, até chamar nomes a quem passa. Mas no fundo sabem que dali não saem.
O FC Porto fez isso ao Sporting. A equipa de Leonardo Jardim até teve bola, até conseguiu aproximar-se da área de Hélton, mas a capacidade para fazer mal ao adversário era limitada. Fernando foi o jogador essencial no sucesso deste trabalho. Não por acaso, o golo surgiu numa bola parada. Depois só houve mais uma oportunidade, por Montero.
Além do médio, que tinha sido espantoso frente ao Zenit, houve espaço nas alas para Alex Sandro (penálti) e Danilo (golo), e para a inspiração de Varela, o mais dinâmico dos avançados. O único que realmente desequilibrou, de um lado ou do outro.
No resto, os treinadores quiseram o jogo amarrado. Dez remates para cada lado, com o FC Porto mais eficaz. Aliás, foi sobretudo isso que fez a diferença, a qualidade dos remates e a zona em que foram feitos. As duas equipas tentaram manter-se organizadas, posicionais. Mesmo quando atacavam, pensavam em como seria a sua vida quando perdessem a bola.
Esta forma de estar revela também que o FC Porto não atravessa uma fase de grande confiança coletiva, a que se soma a relativa insegurança de Otamendi, a inexperiência de Herrera e o menor fulgor de Jackson Martinez.
Tudo somado, o FC Porto conseguiu, sem inesquecível brilho, o principal objetivo: aumentar a distância para os rivais. Em simultâneo, provocou a primeira derrota no Sporting e afastou para depois as sombras da Liga dos Campeões. Para já, talvez não fosse possível pedir mais.
Benfica:

Não foi brilhante, mas foi eficaz e deu alguns sinais. O Benfica voltou a vencer na Luz, celebrou com um triunfo sobre outro Nacional os dez anos do estádio e ganhou confiança. No dia em que tinham o terceiro lugar em risco e viam os rivais debaterem-se no Porto, os encarnados mostraram que ainda há uma grande diferença na qualidade entre o pódio da Liga e o resto. Ainda não foi este domingo que o Benfica voltou a encantar, é verdade, mas teve um desempenho minimamente sólido atrás e eficaz na frente. Ou não estivesse Óscar Cardozo em campo, a maior fonte de rendimento.
A primeira parte do Benfica não foi estranha para os parâmetros da temporada. Tanto fez uma jogada bem delineada, como a seguir entrou num esquecimento daquilo que é capaz de fazer. O problema esteve e está, portanto, na sequência, na intensidade que coloca e deixa de colocar como quem liga e desliga um interruptor.
Nos minutos iniciais, o Benfica conquistou meia dúzia de cantos. Indicativo de qual era a baliza para a qual se jogava. Tinha problemas na fase de construção, é certo. Enzo estava pouco esclarecido, a troca de bola devia ser feita com maior fluidez, faltava encontrar espaços. Por isso, não se viu ninguém de camisola encarnada a chegar à linha de fundo. Gaitán costumava fazê-lo, sabe fazê-lo, mas não o fez. Optou quase sempre pelo cruzamento ou ir para o espaço interior.
Ivan Cavaleiro ainda dava os primeiros passos no flanco. Daí, era necessário apoio dos laterais. Maxi surgiu um par de vezes na direita, mas definiu quase sempre mal. Siqueira subiu uma vez e marcou golo. Numa tabela com Cardozo que foi milimétrico na assistência. Aos 15 minutos, 1-0. Oportunidade para retirar a desconfiança do público.
O Nacional também estava em campo. E, é bom não esquecer, chegou ao jogo a lutar pelo terceiro lugar. Algum mérito tinha de ter. E teve. Aproveitou o descanso do Benfica com o golo e começou a rondar a baliza de Artur. Um livre de Claudemir quase enganava Artur e ninguém ficava sossegado na cadeira entre os adeptos do clube da Luz.
Entre o golo e nova aparição do Benfica passaram 20 minutos. É muito tempo. Mas é nesse tempo que Jesus tem de se concentrar. Para além do Nacional, que razões levaram a equipa a, subitamente, deixar de chegar à área adversária? Cansaço? Não pareceu. A saída da pressão contrária foi difícil e muitas vezes Cardozo foi solicitado para jogo direto. O resto do Benfica estava longe, porém. Ainda assim, a melhor ocasião do primeiro tempo, extra golo, era do paraguaio, que adiou o festejo.
Todos os problemas que podiam vir na segunda parte, Cardozo resolveu. A passe de Gaitán. Ainda se olhava para o relvado à procura de mudanças quando o argentino apanhou a bola, fugiu para o meio e serviu o Tacuara. Bola no pé esquerdo do paraguaio e o Nacional ficou para trás em definitivo. Percebeu-se isso ali, porque apesar de não encantar, a equipa da Luz dava mostras de segurança defensiva, ainda que Djaniny quisesse provocar estragos.
Noutras épocas, com 2-0 aos 48 minutos, o Benfica de Jesus cavalgaria para a baliza contrária. Mas os tempos são outros. Assim como tempo pede o treinador para que a equipa suba de produção. Para já, não sofreu golos. Um bom sinal. Depois, ganhou alguém que por fim consegue acelerar na transição ofensiva. Ainda que lhe tenha faltado definição, Ivan Cavaleiro exibiu-se em bom plano.
Depois, porque os encarnados têm conseguido encontrar Cardozo pelo menos uma vez por partida na liga. E isso, é meio caminho andado para a vitória. Falta, como se disse, sequência, repetição, porque o segundo tempo, apesar de calmo, voltou a ter menos ocasiões de golo do que o esperado para um candidato ao título.
No Perdoa-me:
Porto 3 - 1 Sporting
O FC Porto tem nesta fase da sua vida um jogador em grande forma: Fernando. Talvez por isso, o que o campeão fez com maior eficácia foi conter o Sporting.
Em muitas fases da partida, o Sporting assemelhou-se às claques quando são escoltadas pela polícia até ao estádio, antes dos grandes jogos. Vão no interior daquilo que se convencionou chamar «a caixa». Nesse espaço podem gritar, espernear, até chamar nomes a quem passa. Mas no fundo sabem que dali não saem.
O FC Porto fez isso ao Sporting. A equipa de Leonardo Jardim até teve bola, até conseguiu aproximar-se da área de Hélton, mas a capacidade para fazer mal ao adversário era limitada. Fernando foi o jogador essencial no sucesso deste trabalho. Não por acaso, o golo surgiu numa bola parada. Depois só houve mais uma oportunidade, por Montero.
Além do médio, que tinha sido espantoso frente ao Zenit, houve espaço nas alas para Alex Sandro (penálti) e Danilo (golo), e para a inspiração de Varela, o mais dinâmico dos avançados. O único que realmente desequilibrou, de um lado ou do outro.
No resto, os treinadores quiseram o jogo amarrado. Dez remates para cada lado, com o FC Porto mais eficaz. Aliás, foi sobretudo isso que fez a diferença, a qualidade dos remates e a zona em que foram feitos. As duas equipas tentaram manter-se organizadas, posicionais. Mesmo quando atacavam, pensavam em como seria a sua vida quando perdessem a bola.
Esta forma de estar revela também que o FC Porto não atravessa uma fase de grande confiança coletiva, a que se soma a relativa insegurança de Otamendi, a inexperiência de Herrera e o menor fulgor de Jackson Martinez.
Tudo somado, o FC Porto conseguiu, sem inesquecível brilho, o principal objetivo: aumentar a distância para os rivais. Em simultâneo, provocou a primeira derrota no Sporting e afastou para depois as sombras da Liga dos Campeões. Para já, talvez não fosse possível pedir mais.
Benfica:
Benfica-Nacional, 2-0
Não foi brilhante, mas foi eficaz e deu alguns sinais. O Benfica voltou a vencer na Luz, celebrou com um triunfo sobre outro Nacional os dez anos do estádio e ganhou confiança. No dia em que tinham o terceiro lugar em risco e viam os rivais debaterem-se no Porto, os encarnados mostraram que ainda há uma grande diferença na qualidade entre o pódio da Liga e o resto. Ainda não foi este domingo que o Benfica voltou a encantar, é verdade, mas teve um desempenho minimamente sólido atrás e eficaz na frente. Ou não estivesse Óscar Cardozo em campo, a maior fonte de rendimento.
A primeira parte do Benfica não foi estranha para os parâmetros da temporada. Tanto fez uma jogada bem delineada, como a seguir entrou num esquecimento daquilo que é capaz de fazer. O problema esteve e está, portanto, na sequência, na intensidade que coloca e deixa de colocar como quem liga e desliga um interruptor.
Nos minutos iniciais, o Benfica conquistou meia dúzia de cantos. Indicativo de qual era a baliza para a qual se jogava. Tinha problemas na fase de construção, é certo. Enzo estava pouco esclarecido, a troca de bola devia ser feita com maior fluidez, faltava encontrar espaços. Por isso, não se viu ninguém de camisola encarnada a chegar à linha de fundo. Gaitán costumava fazê-lo, sabe fazê-lo, mas não o fez. Optou quase sempre pelo cruzamento ou ir para o espaço interior.
Ivan Cavaleiro ainda dava os primeiros passos no flanco. Daí, era necessário apoio dos laterais. Maxi surgiu um par de vezes na direita, mas definiu quase sempre mal. Siqueira subiu uma vez e marcou golo. Numa tabela com Cardozo que foi milimétrico na assistência. Aos 15 minutos, 1-0. Oportunidade para retirar a desconfiança do público.
O Nacional também estava em campo. E, é bom não esquecer, chegou ao jogo a lutar pelo terceiro lugar. Algum mérito tinha de ter. E teve. Aproveitou o descanso do Benfica com o golo e começou a rondar a baliza de Artur. Um livre de Claudemir quase enganava Artur e ninguém ficava sossegado na cadeira entre os adeptos do clube da Luz.
Entre o golo e nova aparição do Benfica passaram 20 minutos. É muito tempo. Mas é nesse tempo que Jesus tem de se concentrar. Para além do Nacional, que razões levaram a equipa a, subitamente, deixar de chegar à área adversária? Cansaço? Não pareceu. A saída da pressão contrária foi difícil e muitas vezes Cardozo foi solicitado para jogo direto. O resto do Benfica estava longe, porém. Ainda assim, a melhor ocasião do primeiro tempo, extra golo, era do paraguaio, que adiou o festejo.
Todos os problemas que podiam vir na segunda parte, Cardozo resolveu. A passe de Gaitán. Ainda se olhava para o relvado à procura de mudanças quando o argentino apanhou a bola, fugiu para o meio e serviu o Tacuara. Bola no pé esquerdo do paraguaio e o Nacional ficou para trás em definitivo. Percebeu-se isso ali, porque apesar de não encantar, a equipa da Luz dava mostras de segurança defensiva, ainda que Djaniny quisesse provocar estragos.
Noutras épocas, com 2-0 aos 48 minutos, o Benfica de Jesus cavalgaria para a baliza contrária. Mas os tempos são outros. Assim como tempo pede o treinador para que a equipa suba de produção. Para já, não sofreu golos. Um bom sinal. Depois, ganhou alguém que por fim consegue acelerar na transição ofensiva. Ainda que lhe tenha faltado definição, Ivan Cavaleiro exibiu-se em bom plano.
Depois, porque os encarnados têm conseguido encontrar Cardozo pelo menos uma vez por partida na liga. E isso, é meio caminho andado para a vitória. Falta, como se disse, sequência, repetição, porque o segundo tempo, apesar de calmo, voltou a ter menos ocasiões de golo do que o esperado para um candidato ao título.
No Perdoa-me:
Jesus abraçado a Machado
VS
Precisam de ir ao perdoa-me.
Pellegrini confirma ter recusado cumprimentar Mourinho
Chileno não gostou da forma como o português celebrou a vitória do Chelsea
Braga:
Sp. Braga: petição na internet para despedir Jesualdo
Movimento conta com 152 assinantes
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