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Novo hardware da Sony e Sharp para Android TV



Hoje foi o primeiro dia da conferência anual para desenvolvedores da Google, a Google I/O. Nesta foram apresentadas diversas novidades relativas às mais diversas áreas do Android sendo que o Android TV foi uma das que mais se destacou.






A Google anunciou que, em 2015, a Sony, a Sharp, a TPVision e a Philips irão lançar aparelhos televisivos com o Android TV pré-instalado. A Asus e a Razer têm intenções de lançar streaming boxes que possam ser adicionadas a qualquer televisão já existente.

Além destas empresas, a NVIDIA, a Intel, a Broadcom e a Qualcomm estão a trabalhar juntamente com a Google para a ajudarem com este novo serviço.



A interface do Android TV é bastante familiar a todos os utilizadores do Android visto que se assemelha bastante com diversas zonas da Google Play Store. Além disso, a UI aparenta ser bastante agradável e fácil de navegar. A Google anunciou ainda que o Chromecast vai ser compatível com as Android TV.

Google leva o Android para o carro com o Android Auto

Tudo sobre o Android Auto ....

A Google está finalmente a desvendar as suas intenções e quer colocar o Android em todo o seu dia-a-dia, até no seu meio de transporte. Agora coloca o Android no seu carro como o Android Auto.

A nova interface pretende facilitar a interacção com o mundo sem que a atenção seja desviada do essencial, a condução.





No início deste ano, o Google e vários parceiros fabricantes de automóveis anunciaram o Open Alliance Automotive, uma colaboração importante para os desígnios da Google para entrar no segmento auto. O grupo afirmou que a sua missão era “levar ao automóvel tecnologia mais segura, mais transparente e mais intuitiva para todos”. Obviamente que o Android é o ponto central em todo esse plano. “Acreditamos que uma plataforma comum ajudará conduzir à inovação”, referiu o Open Alliance Automotive em Janeiro. Hoje fica marcado o primeiro dia em que se vê o caminho real para onde está a ir o projecto.



A tecnologia “Google’s in-car” ou Google no carro é um rival directo do CarPlay da Apple, que oferece aos proprietários do iPhone uma interface familiar com acesso a funcionalidades permitidas enquanto conduzem.

O CarPlay permite, sem utilizar as mãos, ter acesso ao iOS e permite utilizar as mensagens as funcionalidades de navegação e ter acesso a funcionalidades de aplicações de terceiros, como o Spotify, Beats Music e mesmo MLB.TV, em países onde esses conteúdos estão disponíveis.




Há um pormenor que ambas as tecnologias têm em comum: as duas estão dependentes do smartphone para funcionar. Nenhum funciona de forma independente. Existe já um grande números de fabricantes de automóveis que estão a integrar o CarPlay nos seus veículos, não encontrará em todos os carros, assim ainda há marcas que poderão adoptar o sistema da Google e não o da Apple.




Mas esta tecnologia ainda está a dar os primeiros passos e ainda vamos ouvir falar muito dela, os próximos meses serão muito interessantes, principalmente na guerra das marcas.

Google apresenta a Android TV... e as novidades do Chromecast

Reconhecimento de voz, conteúdos e experiência de utilização. Estes são os três pilares que vão guiar a reentrada da Google no mercado da televisão.






A Google quer entrar no mercado da televisão - outra vez. E desta vez a aposta recai num interface simples, de fácil controlo, para tentar atrair utilizadores e empresas interessadas em adotar o sistema operativo, seja em televisores, seja em descodificadores digitais.

O interface da Android TV sobrepõe-se à emissão, permitindo que o utilizador continue a seguir um determinado programa enquanto procura outros conteúdos no menu do sistema operativo.

Mais uma vez o sistema de reconhecimento de voz Google Now volta a ser central na estratégia da Google. Através de comandos de voz é possível pesquisar programas, séries e até atores.

A isto junta-se mais "poder" Google, como informação relacionada. Se pesquisar por "nomeados para os Óscares de 2002", o sistema operativo vai ser capaz de mostrar uma lista de todos os filmes que estiveram nomeados nesse ano.

O ecossistema da gigante de Mountain View faz-se sentir ainda ao nível da integração com outros dispositivos. Será possível controlar a televisão através do smartphone ou do relógio inteligente.

Os jogos são também uma garantia. Será inclusive possível jogar um título em modo multijogador no televisor. Desta forma a Google responde diretamente à Amazon que recentemente apresentou a Fire TV, onde os jogos são um dos destaques do equipamento.

Outra novidade da Android TV é a hipótese de transmissão de conteúdos dos dispositivos móveis para o ecrã maior, através de uma ligação de Internet sem fios. De certa forma, o novo sistema operativo para televisores vai conseguir fazer o mesmo que o Chromecast faz agora pelas TVs que não têm o sistema operativo. O periférico wireless não fica relegado para segundo plano, tendo a Google apresentado novas funcionalidades como replicação de todo o interface de um smartphone Android.

Ainda não é certo quando o serviço Android TV vai ficar disponível pela primeira vez. A Sony, a TP-Vision que está responsável pelos televisores Philips e a Sharp são para já as fabricantes parceiras.


Chromecast ganha novas funcionalidades



Entre muitas outras apresentações, durante a conferência direccionada para developers, Google I/O, a empresa revelou que o popular dispositivo Chromecast irá ter agora novas funcionalidades.

Os novos recursos do Chromecast, equipamento que transmite o conteúdo da Internet para a TV do utilizador, serão implementados ainda durante este ano.






As novidades prendem-se com uma melhor funcionalidade onde um dos objectivos será que a TV apresente o ecrã do smartphone Android, em tempo real, dando uma perspectiva mais fluída e ‘realista’ dessa ligação. Até aqui, isso apenas era possível através de uma webapp do Google Chrome.



Uma outra nova funcionalidade é que será possível utilizar o Chromecast sem a necessidade de ligação à rede Wi-Fi local, podendo ser utilizada a rede de dados móveis quer do tablet quer do smartphone, sendo que, na demonstração realizada pela Google, o smartphone foi capaz de detectar automaticamente a proximidade do Chromecast. Quando esta detecção é feita, será pedido um código numérico ao utilizador.

E, por fim, o Chromecast poderá ser também utilizado em standby. Quando esta função estiver activa, o utilizador terá a possibilidade de colocar várias imagens/fotografias para servirem de Wallpaper à TV enquanto o Chromcast não está a ser utilizado (semelhante ao que a Apple TV faz). Será ainda possível utilizar fotografias de bases de dados da Google, bem como notícias, informações de meteorologia, entre outras funcionalidades que podem até ser desenvolvidas por terceiros.


Mais....

Google anunciou em San Francisco, Estados Unidos, o lançamento oficial do Android TV, um sistema operacional dedicado a televisores e conversores inteligentes. Grosso modo, pode-se afirmar que este é um Chromecast embutido e aprimorado.
O sistema é um Android L dedicado aos televisores, renovando o antigo e descontinuado Google TV. As primeiras parceiras da Google são as fabricantes Sony, Sharp e Phillips, com todas embarcando o novo SO em seus aparelhos de TV inteligentes em 17h. Além disso, ele deve ser empregado também em conversores (set-top boxes) independentes.
Este lançamento é a aposta da Google para o mercado de entretenimento caseiro, uma área já bastante povoada por set-top boxes como Apple TV, Amazon Fire TV e consoles (PlayStation, Xbox etc.). Entretanto, a companhia de Mountain View vai além dos rivais tradicionais e oferece suporte para jogos direto da TV, sem qualquer tipo de adaptor, com o Android TV.

Android TV: Google Cast, voice search and tailored content. Visit http://android.com/tv  for a preview and look for devices this fall.
Filmes e seriados não ficam de fora, pois, além de itens vendidos e alugados diretamente na loja Google Play, o sistema vai oferecer acesso direto a conteúdo de serviços como YouTube, Hulu e Netflix. Além de tudo isso, suporte para comandos de voz e joysticks, transmissão de conteúdo direto de tablets e smartphones e até mesmo o uso desses dispositivos como controle remoto da sua TV são outras características do Android TV.

Jogos do Android direto na TV

Pensado a fim de facilitar o acesso a qualquer tipo de entretenimento, o Android TV vai colocar na maior tela da sua casa os jogos com os quais você já brinca no tablet e no smartphone — o que, convenhamos, não é pouca coisa, visto que o mercado de jogos mobiles tem enorme potencial.
Durante o Google I/O, evento no qual a gigante da web anunciou a novidade, o diretor de engenharia do Android Dave Burke mostrou um pouco de como isso vai funcionar ao jogar o multiplayer de NBA Jam, da EA Sports. A jogatina acontecia por meio de um controle convencional conectado ao televisor — e a suporte ainda para uso de joysticks conectados via Bluetooth.

Suporte a comandos de voz

Em um mundo sem cabos, porém cada vez mais conectados, a Google pensou que pressionar botões talvez não fosse o ideal na hora de navegar e buscar mais conteúdo. Então, o Android TV tem suporte para pesquisas por comandos de voz, ideal para você encontrar aquilo que quiser ver ou mesmo descobrir outros filmes daquela atriz a que você está vendo no momento.

Reforçando laços

Durante a apresentação do Android TV, outro diretor de engenharia do Android, David Singleton, fez questão de ressaltar que esta não é uma nova plataforma, mas sim um sistema renovado, mais coerente e une de vez diversas características para facilitar o acesso das pessoas a conteúdos multimídia.
“Nós apenas estamos dando a TV o mesmo nível de atenção que telefones e tablets já têm”, afirma Singleton.
FONTES

Google apresentou novo design para Android, Chrome OS e Web



Da Keynote da Google,surgiram já bastantes novidades da conferência anual I/O 2014, a primeira respeitante ao design.

A Google revelou um novo design para Android, Chrome OS e Web, uma nova imagem que se enquadra naquilo que será a “teoria unificadora de um espaço racionalizado e de um sistema de movimento”.





A Google Design apresenta-se assim como a nova linguagem aplicada à nova interface.  A interface em acção vem com aplicações Google radicalmente redesenhas tanto no Android como Web, incluindo o Gmail ou o calendário.





Com esta nova interface, a Google pretende que os dispositivos com que o utilizador interage sejam um seguimento das acções da vida real.
“Our material is grounded in tactile reality, inspired by our study of paper and ink, yet open to imagination and magic”


O novo design representa desta forma uma mudança real à anterior interface Holo UI introduzida no Android 4.0 em 2012, onde as cores brilhantes e as transições animadas são a grande aposta.

Estão assim lançadas as directrizes e ferramentas para os programadores criarem as suas apps para Android e Web. Esta nova interface virá integrada já no final do ano com o lançamento da nova versão do Android “L”, mas está disponível para os programadores a partir de hoje.




Google Design




Google renova interface e experiência de utilização do Android


Chama-se Material Design e representa uma das maiores evoluções visuais que o Android sofreu nos últimos tempos. A mudança vai-se estender ao Chrome e às versões Web dos serviços, criando uma unificação entre plataformas.


A Google anunciou na conferência mundial de programadores o novo aspeto visual que o Android vai ter. É baseado numa tecnologia chamada Material Design que responde de forma fluída e direta a todas as ações que os utilizadores fazem. Por este motivo a experiência de utilização de serviços Google promete transformar-se nos próximos meses.

Quem usa a aplicação Google+ em dispositivos móveis já teve a oportunidade de experimentar um pouco daquilo que vai ser o novo design: mais simplista, um que aproveita melhor o espaço dos ecrãs.

O efeito de profundidade é outra das bandeiras do novo Android. Os elementos que o utilizador escolher vão sobressair diante dos restante, criando um efeito de flutuação. Ao mesmo tempo parece que esse conteúdo, seja um contacto ou um email, tem outra importância relativamente aos outros.

As animações de transição entre elementos também prometem ser um destaque do novo Android, para já denominado de L-Release e que vai chegar aos utilizadores durante o outono. A Google assume aqui uma atitude à la Apple, apresentando as novidades do software muito tempo antes de este poder ser experimentado pelos utilizadores finais.

Há ainda um novo sistema de notificações, novos botões virtuais e um novo modo de abertura de conteúdos entre aplicações, para que o software esteja melhor integrado com os conteúdos que só podem ser acedidos através da Internet.

No que diz respeito à segurança a Google está a trabalhar num novo sistema de reconhecimento do utilizador. Chama-se Ambiente de Confiança e permite que o telemóvel seja desbloqueado pelo utilizador, sem palavra-passe ou códigos de toque, apenas por detetar que o smartwatch do mesmo utilizador está no raio de ação. O mesmo vai funcionar entre o relógio, o telemóvel e os computadores Chrome OS.

Ao nível do sistema operativo e das novas funcionalidades há por exemplo um gestor de bateria, que ajuda o utilizador a controlar os gastos energéticos do telemóvel. O Android vai ter de forma nativa uma opção de "emergência" que pode ser ativado quando a bateria estiver demasiado baixa e que deixa o telemóvel em consumos mínimos - de acordo com a tecnológica de Mountain View, os últimos sopros de vida da bateria podem na realidade durar mais 90 minutos neste modo de poupança.

O novo Android L-Release traz cerca de 500 novas API para os programadores. O nome de código da próxima versão do Android continua por conhecer.

Android L.... tudo sobre a nova versão do sistema operacional

Já se sabia que a Google iria apresentar o novo Sistema Operacional !....  É o   Android L



  Os recursos mais interessantes adicionados pelo Android L:

A empresa aproveitou o eventoI/O 2014 para apresentar detalhes sobre a nova versão do sistema operacional Android. Para introduzir as novidades, Sundar Pichai subiu ao palco da apresentação, deixando logo clara a intenção da companhia em conquistar a preferência das 5 biliões de pessoas ao redor do mundo que ainda não utilizam a plataforma mobile.

Muitas imagens do evento.....
   

   
   



Google Fit é a plataforma que vai reunir os dados de saúde dos utilizadores





Chamada simplesmente de Android L, a atualização da plataforma tem a intenção de quebrar barreiras e oferecer experiências que fogem dos limites de tablets e smartphones, também incorporando páginas da internet e experiências oferecidas por desktops(portáteis) tradicionais. Para conquistar esse objetivo, a empresa criou nada menos que 5 mil APIs novas que vão ajudar desenvolvedores a repensar a maneira como um sistema operacional funciona.

Material design: filosofia que integra diferentes plataformas

Usando cores chamativas, a nova interface Material Design usa inspiração em materiais como papel e tinta para possibilitar a criação de uma experiência integrada que abrange diferentes meios de interação. Adotando um visual limpo e simples, a novidade brinca com a profundidade de pixels, adotando recursos que ajudam a dar profundidade para os elementos mostrados pelos aparelhos que adotam o Android L.
A Google segue uma filosofia de design que permite que elementos se expandam e se transformem de forma inteligente. Além disso, a companhia tornou mais rápida e inteligente a integração entre elementos pertencentes a diferentes aplicativos — softwares construídos com base na nova versão da plataforma vão poder conversar entre si de maneira inédita, bastando ao usuário arrastar itens de uma janela para outra para que esse processo ocorra.
Para tornar suas criações ainda mais atrativas e interativas, desenvolvedores agora podem “brincar” com o valor de elevação de um elemento, trabalhando com sombras reais e fontes de luz dinâmicas. Outra novidade fica por conta da inclusão de uma gama mais variada de animações, que podem ser acionadas a partir de qualquer tela, sejam elas pertencentes ou não a algum aplicativo.
Um dos pontos destacados pela empresa durante a apresentação é o fato de que todas as experiências construídas com base no Material Design são capazes de rodar a 60 quadros por segundo constantes — algo que não seria possível realizar em 2013. Segundo a Google, a nova interface está recheada de pequenos elementos subtis que, na prática, fazem uma grande diferença para o usuário.
Para obter uma experiência integrada entre o Android L e páginas da internet, a empresa desenvolveu a biblioteca de interfaces Polymer. Além disso, a companhia passou a disponibilizar em seu espaço de desenvolvedores novos “guias de boas maneiras” que ajudam a criar a visão unificada sonhada por ela — material que já está disponível no site Google.com/design.

O maior lançamento da história do Android

Prometendo oferecer mudanças em praticamente todos os aspectos que tornaram a plataforma um sucesso, o Android L conta com novos widgets, animações e elementos tridimensionais que prometem oferecer uma experiência única aos desenvolvedores interessados.
Para exemplificar como essas novidades se aplicam na prática, a companhia mostrou relances do novo discador do sistema operacional. Adotando cores vibrantes e diversas sombras, o recurso permite destacar facilmente o histórico de ligações ou realizar chamadas — além disso, a interface modificada permite o acesso fácil a qualquer elemento e oculta de forma dinâmica itens que não contribuem para a tarefa que o usuário está realizando.
A Google também exibiu um sistema de notificações aprimorados, que aproveita o espaço disponível na tela de bloqueio para mostrar mensagens de email, textos SMS, ligações perdidas e outros itens. Qualquer uma dessas opções pode ser dispensada com um simples movimento do dedo, e um toque sobre um aviso específico faz com que ele seja aberto rapidamente no aplicativo correspondente.
Outras novidades ficam por conta do “Heads Up Notifications”, sistema interativo que surge quando você está usando algum aplicativo e pelo novo conceito de destravamento inteligente — a partir de elementos como aparelhos com conexão Bluetooth, comandos de voz e localizações específicas, o sistema dispensa o usuário de inserir um código PIN para poder acessar o que seu gadget tem a oferecer.

Nova maneira de pensar a web

Ciente de que o número de usuários ativos do Chrome que usam plataformas móveis só aumenta — atualmente, 300 milhões de pessoas usam constantemente o navegador através do Android —, a Google decidiu aumentar a integração entre seu sistema e a internet. Através da biblioteca Polymer, a empresa permite a criação de páginas que compartilham as mesmas animações, visual e organização apresentadas pelo Android L.
A empresa também repensou seu sistema multitarefas, que agora permite o acesso direto a sites de internet a partir da aba “recentes” do sistema operacional — o que garante a transição mais rápida entre aplicativos e conteúdos online. Outra novidade fica por conta da possibilidade de que o mesmo software ocupe múltiplos espaços nessa área, cada um deles responsável por permitir o acesso a uma função específica.
O Android L também muda a maneira como o sistema trabalha com links, que agora têm acesso direto a aplicativos instalados em seu smartphone ou tablet — recurso que será disponibilizado a todos os desenvolvedores interessados. Além disso, agora é possível ter acesso rápido a conteúdos públicos disponibilizados em sua conta na rede Google+ e uma API integrada faz com que o sistema registre os apps você utilizou para realizar tarefas no passado.

Desempenho ainda melhor

Construído para oferecer uma experiência realmente multiplataforma, o Android L é compatível com as arquiteturas ARM, x86 e MIPs e pode trabalhar com sistemas de 64 bits. O novo runtime adotado pela plataforma (conhecido como ART) adota ferramentas aprimoradas de detecção e eliminação de lixo e um novo sistema de alocação de memória para aprimorar o desempenho de aparelhos e reduzir as pausas de execução testemunhadas pelos usuários.
Através do “Android Extension Pack”, desenvolvido em parceria com a NVIDIA, Qualcomm, ARM e Imagination Technologies, a novidade também garante um desempenho gráfico capaz de competir com PCs de alto desempenho. Para isso, são adotadas técnicas especializadas de tesselação, shaders de geometria e computação e compressão ASTC de texturas.
Para demonstrar o potencial oferecido pelo novo sistema em parceria com tablets e smartphones de alto desempenho, a Google exibiu uma pequena demonstração criada em parceria com a NVIDIA. Construído com base na Unreal Engine, o pequeno vídeo mostrou personagens com um nível de detalhes há pouco tempo impensável em uma plataforma mobile sendo animados em tempo real de maneira bastante fluida.

Consumo energético não foi ignorado

Ciente de que o consumo energético é uma das maiores preocupações de donos de aparelhos mobile, a Google anunciou o Project Volta, recurso integrado ao Android L. Com o objetivo de aprimorar a maneira como subsistemas lidam com a bateria de aparelhos, a novidade incluiu a ferramenta de medição Battery Historian, que faz um relatório completo da maneira como um smartphone ou tablet lida com a carga disponível.
A empresa também desenvolveu a Job Scheduler API, que permite aos desenvolvedores um grau de controle inédito sobre a maneira como seus aplicativos lidam com recursos do sistema — incluindo o uso do rádio integrado. Para completar, foi incluído um novo modo de economia de bateria que pode ser acessado de forma manual ou configurado para ser acionado automaticamente dependendo da condição de seu gadget. Segundo a empresa, a solução garante até 90 minutos a mais de conversação em aparelhos Nexus 5 usados em testes internos.

Google Play aprimorado

Para acompanhar o lançamento da nova atualização, a Google também anunciou algumas mudanças na maneira como o Google Play se funciona. Segundo a companhia, o sistema que garante uma nova versão do sistema do serviço a cada 6 semanas vai ser usado para distribuir novas atualizações de segurança de forma automática ao Android L.
Além disso, serão adicionados novos controles de privacidade e experiências se aproveitam da conexão entre gadgets com características diferentes, que prometem estar cientes ao contexto que o usuário utiliza cada uma das opções que tem à sua disposição. Para completar, o sistema deve adicionar um suporte a uma gama ainda maior de comandos de voz, tudo isso tomando como base o que é oferecido no universo mobile.

Somente o começo

Segundo a Google, o que foi apresentado durante o I/O 2014 somente “arranha a superfície” do que o Android L vai oferecer — reforçando a alegação de que esse é o maior lançamento da história do sistema operacional. O código incompleto da nova versão deve ser disponibilizada para desenvolvedores ainda nesta quinta-feira (25), o que vai dar a eles a oportunidade de iniciar a criação de novos aplicativos já adaptados ás novidades preparadas pela empresa.
A versão finalizada da atualização deve ser disponibilizada ao público durante o outono do hemisfério norte — estação que se inicia no dia 22 de setembro e vai até 21 de dezembro. Até lá, a expectativa é a de que a companhia divulgue ainda mais informações sobre sua nova plataforma, incluindo seu nome oficial (Lollipop e Liquorice são algumas das opções cogitadas) e, provavelmente, seu número específico — embora restem poucas dúvidas de que este realmente se trata do aguardado Android 5.0.

Próximo Android pode dobrar o desempenho de aplicativos

Ocorreu hoje a Google I/O 2014, que é a conferência preparada pela Google para mostrar aos desenvolvedores todas as novidades que vão ser vistas nas próximas versões de seus sistemas. E um dos protagonistas do evento foi o Android Run Time (ART), que será a máquina virtual presente na próxima versão do Android.  O motivo para isso está na performance prometida, pois a desenvolvedora afirma que ele pode dobrar o desempenho dos aplicativos.
Isso mesmo! A Google afirma que os softwares existentes hoje podem ficar duas vezes mais potentes com o ART — atualmente o Android utiliza a virtualização Dalvik .Além de mudar os métodos de compilação dos aplicativos, há também outras novidades que podem chegar para tornar o sistema operacional mais leve e poderosos para os consumidores.
O Android “L” (nome ainda não revelado) equipado com o ART suporta processadores com arquiteturas ARM, x86-64 e também MIPS64, garantindo uma excelente abrangência. Tudo isso em conjunto deve fazer com que os desenvolvedores encontrem formas de deixar seus aplicativos muito mais rápidos. Vale dizer que os códigos necessários para utilizar o ART serão distribuídos sem custo para os desenvolvedores.

Google I/O - o que esperar do evento.....nova versão do Android será exibida amanhã





Arranca esta quarta-feira a Google I/O. A conferência de programadores é o palco habitual da Google para revelar grandes novidades. Saiba o que deve esperar da edição deste ano.

Os bilhetes estão esgotados há muito. Mesmo que não estivessem, o sistema de sorteio introduzido para a edição deste ano complicou a vida (e aumentou o investimento necessário) a quem quer participar naquele que já se assumiu como um dos eventos do ano.

O mediatismo e a máquina da Google asseguram no entanto que toda a informação chegue, a todo o mundo, na mesma altura em que está a ser anunciada ou logo em seguida. 

A transmissão online e em direto de várias apresentações ajuda a atingir o objetivo. A primeira terá lugar dia 25 de junho, quarta-feira, às 17 horas de Lisboa, e terá como protagonista o diretor de inovação da empresa, Sundar Pichai. 

É logo que aí que deverão ser reveladas as novidades mais "quentes" da conferência, que se prolonga até quinta-feira, dia 26 de junho. Olhámos para o que dizem os especialistas e para o que tem revelado a Google nos últimos meses para alinhar um conjunto de "novidades prováveis" nestes dois dias: 

Wearable: o futuro é agora 
Circula com insistência o rumor que atribui à Google planos para lançar o seu próprio relógio inteligente mas não é provável que, a fazê-lo, a empresa tenha pronto um produto para apresentar nos próximos dias. 

O que se espera é que a I/O empreste o palco a fabricantes com novos produtos nesta área "alimentados" pela nova plataforma de software criada pela empresa especificamente para este segmento: o Android Wear. 

Desde março que se sabe que a Google está a trabalhar na plataforma e foi na mesma altura que se adiantou como provável a estreia com o LG G Watch, que a fabricante asiática tem vindo a desenvolver com a Google e tem chegada prevista às lojas para o próximo dia 7 de julho. 

A Motorola, com o Moto 360, também tem trabalhado com a Google nesta área e também se espera que suba ao palco da conferência para mostrar resultados. Mais recentemente a Samsung começou a ser apontada como a terceira convidada da Google, com o mesmo objetivo: mostrar um novo relógio inteligente.


Saiba com pode contar...

Os Google Glass também se integram nesta categoria dos wearable, mas em relação a este projeto não é provável que a Google tenha "no bolso" grandes novidades para revelar. A mais aguardada seria provavelmente a apresentação de uma data para o lançamento de uma versão comercial dos óculos, com um preço mais acessível que os atuais 1.500 dólares por uma verão beta. 

Em vez disso a Google terá, provavelmente, novas aplicações para mostrar e exemplos de projetos desenvolvidos no âmbito do programa Explorers. Não deverá ir mais longe. 

Família Nexus pode ganhar um novo membro… o último 
São vários os rumores que antecipam o final da aposta da Google em tablets e smartphones próprios, uma aposta que até agora tem sido veiculada pela linha Nexus. Antes de fechar esta porta, a empresa deverá despedir-se com um produto que vai dar nas vistas. 

As previsões centram-se num equipamento que volta a chamar a HTC para parceira da empresa norte-americana: o HTC Volantis. A confirmarem-se as informações que circulam online, o tablet 4G contará com um ecrã de 8,9 polegadas e uma resolução de 2.048x1.440 pixéis. No interior contará com um processador Nvidia Logan de 64-bits, 2GB de memória RAM e 16 ou 32GB para armazenamento. A câmara traseira oferece até oito megapixéis. 

Google Nexus Volantis

Android em ponto de rebuçado 
Nos últimos dias o sistema operativo móvel Android, cujo desenvolvimento é coordenado pela Google, recebeu uma atualização. O update visou sobretudo questões de segurança, mantendo as portas escancaradas para uma mudança maior que pode ser revelada já amanhã, 9 meses após a apresentação da versão 4.4, ou KitKat e por isso na cadência habitual de renovação do produto. 

E há quem diga que com esta nova versão não existirão apenas mudanças no software. O nome de código também vai deixar os sabores achocolatados, para descobrir o mundo dos chupa-chupas. Antecipa-se que a versão 5.0 do Android seja apresentada esta quarta-feira e se chame Lollipop. 

Em termos de características, é de esperar que a segurança seja uma aposta central da renovação, tal como as funções dedicadas a uma utilização mais profissional. Não é de hoje que se fala numa aproximação entre Android e Chrome OS, o sistema operativo de suporte aos Chromebooks. Será desta? A resposta está para breve. 


Kairos

A definição correta seria a de que o Kairos é um relógio híbrido, pois consegue juntar o melhor de um relógio analógico com o melhor de um relógio digital. Além disso foi construído de forma premium para que também consiga responder à necessidade de design que existe neste mercado. O segredo do Kairos está no uso de um painel OLED transparente que apenas se ativa quando existem notificações que o utilizador realmente quer ver – updates das redes sociais, mensagens e chamadas r








Chromecast: um conceito de sucesso a precisar de novos argumentos 
O periférico da Google que permite passar conteúdos multimédia de dispositivos móveis para a televisão tem conseguido algum sucesso, mas há muito que se sabe que não vai mais longe devido à oferta limitada de conteúdos (que em Portugal é ainda mais limitada). 

É por isso uma das previsões - ou quem sabe mesmo um sonho - que uma das novidades reservadas pela Google para a I/O esteja relacionada com o Chromecast e que consiga dar o "empurrão" necessário para que o sistema reforce os seus argumentos no mercado. 

Também é provável que a empresa atualize o software de suporte ao dongle, com algumas melhorias. Há também quem acredite que o momento pode servir para voltar a apresentar o conceito Android TV, agora formatado como plataforma de conteúdos multimédia e apps. 
Google também quer dominar no seu automóvel, mas será já? 
A Apple revelou o CarPlay e são várias as marcas de eletrónica que têm apresentado projetos nesta áreas. A própria Google apresentou em janeiro a Open Automotive Alliance, razões mais do que suficientes para que se espere uma resposta da fabricante a tantas movimentações do mercado. A questão é saber se essa reação acontecerá agora. 

Para facilitar a vida à empresa há todo um Google Maps, que se espera seja a base do novo sistema, uma plataforma onde o acervo do YouTube também pode ser relevante. Há quem diga que o sistema automóvel da Google poderá ainda ter mais um trunfo na manga para rivalizar com o CarPlay da Apple: não ser apenas compatível com Android, mas assegurar também compatibilidade com equipamentos que usem iOS. 

Lar, doce lar e robots: uma mistura explosiva ou nem por isso 
Já este ano a Google foi várias vezes às compras dando indicações bem claras sobre duas áreas onde quer apostar em força: o conceito de casa inteligente e os robots. A compra da Nest, que fabrica termostatos inteligentes foi a mais expressiva mas não foi a única. Ainda esta semana foi confirmada a aquisição da Dropcam. 

A empresa manteve uma operação independente e a linha de produtos que já tinha mas a prazo a integração no grupo será notória, só não se sabe se na conferência desta semana já existirão sinais disso. 

O grupo também adquiriu fabricantes de robots - a Boston Dynamics e outros seis - e muitos acreditam que das compras nesta área surgirá mais um dos projetos imprevistos da Google. Estará relacionado com o lar inteligente? É bem possível. 



                        Prévia de nova versão do Android será exibida amanhã

Prévia de nova versão do Android será exibida amanhã

Já circulavam na web rumores de que uma nova versão do Android poderia ser apresentada nesta semana em San Francisco, Estados Unidos, onde ocorre o Google I/O 2014. O evento para mostrar novidades da Google ao mundo começa amanhã (25), a partir das 16 horas  (No Brasil, 13h horário de Brasília), e quinta-feira (26).

Em entrevista ao Bloomberg Bussinesweek, o chefe do Android Sundar Pichai, ele próprio vai mostrar uma prévia da nova versão do sistema operacional para portáteis mais popular do planeta. “Eu quero que o mundo entenda o que nós estamos fazendo o mais breve possível”, informou Pichai sem dar mais detalhes sobre o que vem por aí.

Na entrevista, porém, Pichai não revela se a nova versão será a de número 5.0 ou 4.5 nem mesmo informa o codinome do novo Android. Visto que a versão atual começa com a letra K, a próxima deve iniciar com a letra L, e especula-se que ela deve ser chamada de Lollipop (pirulito, em inglês).
Troca de farpas

Como não poderia deixar de ser, Pichai respondeu Tim Cook, executivo da Apple, sobre suas alegações de que o Android seria um “guisado tóxico” devido ao alto índice de malwares que atingem o sistema da Google. Pichai foi claro ao ressaltar que o Android é um alvo justamente por ser um SO popular.



“Deve ser libertador [para a Apple] acordar e pensar sobre o seu dispositivo, seu software, e dizer ‘eu posso inclusive ligar para o pessoal do chipset e dizer o que o chip deveria ser’. Eu tenho que pensar em construir uma plataforma, levá-la à maior quantidade possível de pessoas e fazer isso direito. Acredito que esta é, acima de tudo, uma abordagem mais poderosa, mas também muito mais estressante", garante Pichai.

“Você deve ser cuidadoso quando faz um carro da Mercedes de US$ 100 mil, não olha para o restante da indústria automobilística e faz comentários sobre isso”, conclui o desenvolvedor do Android em resposta às críticas feitas pelo executivo da empresa rival.


FONTES
Bloomsberg Bussinesweek


Mais....
A conferência para desenvolvedores do Google se aproxima. Ela acontecerá nos dias 25 e 26 de junho, e é o evento mais importante do ano para a comunidade Android. Nele, os programadores do Big G apresentarão todas as novidades de software, mas não apenas isso. Os rumores a respeito da conferência já circulam pela internet, e já podemos ter uma ideia das novidades que serão mostradas pelo Google no fim do mês.
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© Google Developers

Nexus 9

Existem rumores de que a Google, em parceria com a HTC, vai lançar um novo dispositivo Nexus no Google I/O. Durante o final de semana, fotos do HTC Volantis, um tablet de 8,9 polegadas, apareceram na rede. O então chamado Nexus 9 pode vir em alumínio e trazer auto-falantes stereo, assim como o HTC One M8. Os preços apontados seriam de 399 dólares para o modelo de 16GB com WiFi, e 499 dólares para 32GB com WiFi, as variantes LTE seriam mais caras. Sobre o lançamento, espera-se que chegue junto com o Android L (Lollipop ou Lava Cake).

Relógio inteligente da Samsung com Android Wear

Assim como no ano passado, acabam de surgir informações de que a Google vai anunciar um dispositivo em duo com a Samsung durante o evento para deenvolvedores na quarta-feira. Mesmo depois de anunciar a segunda geração do smartwatch Gear rodando com Tizen, parece que a fabricante sul-coreana vai disponibilizar uma versão Android Wear do gadget.  

Android 4.5 ou 5.0

A atualização para o Android 4.4.3 já é oficial e está disponível para muitos dispositivos, mas sabemos nessa altura que não se trata de um update de peso: alguns consertos de bugs e modificações do app do telefone, e só. Todos esperam, contudo, a atualização que trará inovações ao sistema, e que provavelmente não se chamará mais KitKat, e sim algum doce que comece com a letra L. Poderia ser o Android 4.5 ou o Android 5.0. O possível Lollipop traria algumas mudanças de design importantes, mostradas nesse vazamento, mas as funções de software ainda permanecem um mistério. Entre elas, poderão estar novos aplicativos para saúde e exercícios (principal moda do ano), integração com possíveis acessórios wearables (veja o item abaixo) e um novo aplicativo de telefone. Na minha opinião, depois do lançamento anti-climático do KitKat 4.4.3, a comunidade quer ver algo realmente novo. Será que as expectativas serão atendidas?
android lollipop banner

Nexus 8

Quando o Google lança uma nova versão do sistema operacional, tradicionalmente lança também um novo dispositivo para apresentá-lo. Foi assim com o Nexus 5 e o Android 4.4 KitKat no fim do ano passado, e com Nexus 7 e o Jelly Bean 4.3 no começo de 2013. Agora, todos os rumores apostam num tablet de 8 polegadas do Google, que também viria com a marca Nexus. O Nexus 8seria produzido pela LG e, a se julgar pelo destino do Nexus 10, não verá nunca as praias brasileiras.

Google Watch

O Google já trabalha há tempos no chamado Android Wear, um sistema operacional planejado para dispositivos wearable como os smartwatches, mas quando veremos finalmente um relógio inteligente próprio da companhia? A melhor oportunidade seria o Google I/O. Talvez um Google Watch não apareça, mas o Moto 360 já esteja pronto e seja mostrado rodando com o Android Wear. De toda forma, o software do Google seria o verdadeiro protagonista. Este mercado já conta com vários representantes, mas nenhum que tenha realmente convencido o público ou a crítica especializada.
moto 360 motorola
© Motorola

Novos aplicativos para o Chromecast

O Chromecast acaba de chegar ao e A portugal ( por 99 euros) Brasil (por R$ 199,00), mas no mundo ele já tem um público cativo. Trata-se de um dispositivo HDMI que permite a visualização de conteúdos em streaming dos nossos smartphones ou tablets na TV. O único problema no momento é a ausência de aplicativos compatíveis. Ou melhor, existem apps interessantes para o Chromecast na Play Store, mas trata-se de aplicativos de terceiros, que nem sempre funcionam perfeitamente e que contêm muitas vezes publicidade exagerada. Durante a conferência do Google, isso poderá mudar, e os desenvolvedores poderão apresentar novos aplicativos próprios para o Chromecast.


Android TV

Permanecendo no assunto televisão, também é possível que o Google apresenta uma Android TVna conferência. Ela seria uma plataforma de software para TV que iria substituir a Google TV, de pouco sucesso até agora. Ela ofereceria mais funções do que o Chromecast, com integração de aplicativos fundamentais do Google, como o YouTube e a Play Store, isso com enfoque claro nos conteúdos de multimídia como jogos, filmes e músicas.

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