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Governo acaba com programa e-escolas

No Conselho de Ministros, que se realizou na quinta-feira, o Governo aprovou o fim do programa e-escolas. Esta medida irá extinguir a Fundação para as Comunicações Móveis (FCM) mas o Governo terá também de pagar cerca de 57 milhões de euros em dívida às operadoras participantes.
O Programa e-escolas visava promover o acesso à Sociedade da Informação e fomentar a info-inclusão, através da disponibilização de computadores portáteis e ligações à internet de banda larga, em condições vantajosas.  Este programa foi lançado pelo Governo de José Sócrates.
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Em nota resultante do Conselho de Ministros realizado esta quinta-Feira é referido que foi autorizado que, a ministra das Finanças e o ministro da Economia, procedam à “celebração dos acordos finais de fecho de contas entre o Estado, os operadores móveis envolvidos no programa e-escola e a FCM (também conhecida como Fundação Magalhães)”.
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A FCM é, assim, dotada dos meios necessários para saldar o montante em dívida pelo Estado aos operadores móveis no âmbito do programa e-escolas. Encontrando-se cumpridas as obrigações dos operadores móveis e regularizadas as contas do programa e-escolas, procede-se desde já ao encerramento deste programa (e-escolas e e-escolas 2.0) e determina-se a subsequente extinção da FCM, refere o comunicado.
Os montantes em dívida, cerca de 57 milhões, serão pagos com os resultados líquidos da Anacom, regulador do sector das telecomunicações. E, fechados os pagamentos, será extinta a FCM, também conhecida como a Fundação Magalhães, um objetivo que o Governo de Passos Coelho tinha estipulado quando assumiu funções em 2011. O e-escolas foi um programa de distribuição de computadores, com acesso a banda larga, nas escolas, com descontos.
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A Meo/PT Portugal é a empresa que tem mais a receber, cerca de 50 milhões de euros, seguido de perto de seis milhões à NOS (ex-Optimus). Quanto à Vodafone haverá um pagamento de cerca de um milhão, mas há um entendimento diferente entre Estado e operadora, segundo números avançados pelo Público.
Segundo uma auditoria da Inspecção-Geral de Finanças, os programas terão custado, pelo menos, 273 milhões de euros aos cofres públicos.

Selfie pode espalhar piolhos ? O governo Russo acha que sim! e esta hein!

Super bizarro.....

Acha que tirar selfies pode ser uma atividade perigosa? Bem... Se estiver dirigindo, pedalando ou praticando qualquer atividade que exija o mínimo de concentração, talvez possa mesmo. Mas o que um órgão governamental russo alerta é bem diferente de qualquer uma dessas possibilidades. Segundo uma nova informação: “Selfies podem ajudar na proliferação de piolhos”.
Quem diz isso é o famosíssimo Rospotrebnadzor — também conhecido como “Serviço Federal de Supervisão da Proteção dos Direitos do Consumidor e Bem Estar Humano” —, que trabalha alertando os consumidores da Rússia sobre formas de utilização dos produtos que chegam ao mercado do país e também com dicas sobre o bem-estar dos cidadãos. Pode conferir o novo texto sobre “pediculose” neste link. Abaixo, um trecho traduzido:
“Uma das causas da propagação de piolhos entre os adolescentes, de acordo com especialistas é a constante captura de fotografias Selfie. Eles afirmam que grupos de adolescentes ou casais facilita a transferência de parasitas quando as cabeças são tocadas, uma vez que essa é a principal via de transmissão de piolhos.”
Não foram revelados detalhes acerca de possíveis epidemias de piolhos na Rússia, por isso não podemos dizer se o alerta foi feito de uma maneira preventiva ou se trata-se de uma dica para os jovens que sofrem com o problema. Bem... Pelo menos agora nós já sabemos que é melhor evitar tirar selfies com aquele amigo que vive coçando a própria cabeça.
FONTE(S)

Governo Português quer taxas para telemóveis e tablets



O assunto “direitos de autor” é sempre um tema sensível onde as opiniões tendem a divergir. De acordo com a edição do Jornal de Negócios, nesta quarta-feira, o governo Português (mais concretamente a Secretaria de Estado da Cultura) vai avançar com uma proposta de lei que prevê a aplicação de uma taxa sobre todos o tipo de equipamentos que possam gravar informação, como é o caso dos telemóveis, tablets ou discos rígidos.





Ter uma taxa para remunerar direitos de autor não é propriamente uma ideia nova pois já o antigo executivo de José Sócrates propôs algo semelhante. De acordo com o Jornal de Negócios, ao comprar um cartão de memória, por cada gigabyte, haverá 0,02 euros para os direitos de autores. No caso dos tablets, a cópia privada vai implicar uma taxa de 0,15 euros por cada gigabyte até ao máximo de 25 euros.

De salientar no caso dos CD’s e DVD’s já existem um pagamento “transparente” de direitos de autor desde 2004. Todo o dinheiro resultante destas taxas é entregue à Associação para a Gestão da Cópia Privada.

Em declarações ao site Dinheiro Vivo, Ana Isabel Trigo Morais, diretora-geral da APED (Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição) já veio criticar tal proposta referindo que “Esta proposta de lei introduz taxas em equipamentos que fazem parte da vida de todos nós, aumentando o seu preço, e parte do princípio que todos os portugueses são infratores. Um exemplo paradigmático desta presunção de culpabilidade do consumidor são as pens e discos rígidos externos, que, toda a gente sabe, podem ser utilizados para fazer cópias de documentos guardados no computador pessoal, por um estudante, um profissional liberal, ou até um trabalhador que tenha uma cópia dos documentos profissionais. São cópias de segurança e não de obras protegidas pelos direitos de autor”.

A Associação Empresarial dos Setores Elétrico, Eletrodoméstico, Fotográfico e Eletrónico, através do seu Director-Executivo, José Valverde também já veio referir que a proposta de lei é “inaceitável”.



Por enquanto é apenas uma proposta que está a ser preparada e necessitará da aprovação da Assembleia da República.

A proposta para a aplicação de uma contribuição extraordinária ao sector das telecomunicações reprovada pelo governo

A proposta para a aplicação de uma contribuição extraordinária a sectores como o das telecomunicações, como forma de gerar receitas alternativas para o Orçamento de Estado, foi abandonada.


A medida, que visava igualmente as parcerias público-privadas e o sector da distribuição, serviria para evitar os cortes nos salários dos trabalhadores da função pública e para compensar a redução na sobretaxa do IRS.

Apresentada pelo PSD, a proposta teria moldes semelhantes à que está prevista ser aplicada ao sector da energia, onde o Governo espera arrecadar um total de 153 milhões de euros em sobretaxa.

Resistências dentro do Governo, nomeadamente por parte do Ministério das Finanças, levaram os sociais-democratas a desistir de entregar uma proposta de alteração ao Orçamento do Estado (OE) para 2014 que contemplasse estas contribuições extraordinárias, escreve o Público, embora o prazo para entrega das propostas se prolongue até às 18h00 desta sexta-feira.

O Orçamento de Estado de 2014 foi aprovado na Assembleia da República na primeira semana de novembro, e está agora a ser discutido na especialidade, para receber o contributo e propostas alternativas de partidos e entidades especializadas. 

Wikipédia - página de Margarida Rebelo Pinto modificada, devido as declarações polémicas da escritora acerca da austeridade


O texto foi editado no dia 8 às 7h59 – e a avaliar por casos similares do passado, é provável que não se mantenha por muito mais tempo on-line: na página dedicada à biografia de Margarida Rebelo Pinto acaba de dar a conhecer uma versão diferente daquela que, oficialmente, tem circulado nas páginas oficiais da escritora. Segundo a mais recente atualização publicada pela Wikipédia, Margarida Rebelo Pinto só terá aprendido a escrever em 1977 (tendo nascido em 1965), e só conseguiu superar a dislexia em 1999, quando já teria 38 anos de idade.
«A sua dislexia apenas foi dada como milagrosamente ultrapassada em 1999, ano em que publicou com imenso sucesso o seu primeiro romance que conta com 244 páginas encadernadas por uma capa cor-de-rosa sob o logótipo da editora "Oficina do Livro"», alega a a Wikipédia na página dedicada à escritora, que se tornou famosa depois da publicação de títulos como «Sei Lá».
O texto insere ainda a autora no grupo de «produtores de livros portugueses», e ironiza sobre as opiniões de Margarida Rebelo Pinto sobre a obesidade e sobre o estado atual do País – e esta passagem poderá ser reveladora de que, com elevado grau de probabilidade, a página da enciclopédia que é produzida com contributos dos internautas foi alvo de uma retaliação pelas críticas que a escritora proferiu recentemente na TV sobre as manifestações contra o Governo, em frente à Assembleia da República.
Num passado recente, o capítulo português da Wikipédia foi usado mais de uma vez para a publicação de artigos de veracidade questionável. José Sócrates e a atriz brasileira Maitê Proença foram alvo de edições polémicas nas páginas biográficas da enciclopédia online.
Além de sublinhar uma suposta queda para superstição, a Wikipédia publica ainda uma passagem no texto que não corresponde à verdade: «As suas obras e crónicas estão traduzidas em 52 línguas (ver lista), o que lhe deu reconhecimento internacional e, em 2012, o Prémio Nobel da Literatura que, afirmam peritos, só este ano conheceu o seu expoente máximo».

Mais: Margarida Rebelo Pinto criticada na Net
Margarida Rebelo Pinto é, esta quinta-feira, o principal alvo da ira dos cibernautas portugueses. A escritora disse sentir "repulsa" por quem se manifesta contra o Governo e recebeu uma onda de críticas nas redes sociais.

As redes sociais em Portugal nunca foram muito "amigas" de Margarida Rebelo Pinto. A autora é, volta e meia, severamente criticada online por alguma coisa que diga ou que faça e até deixou de ter página no Facebook. O mais recente episódio de desamor entre a escritora e os cibernautas portugueses está a desenrolar-se esta semana, com a publicação no Youtube de um vídeo da passagem da autora por um programa informativo da RTP, onde a mesma comentou a atualidade.

No vídeo em questão, Margarida Rebelo Pinto garante sentir "repulsa" por quem se manifesta contra o Governo, estando "profundamente triste" com a "falta de civismo" e de "responsabilidade civil" de quem "interrompe o trabalho" de quem governa para protestar.

Para a escritora, os protestantes mostram "falta de inteligência e de memória" ao protestarem, pois não é este governo o "responsável pela ultraprecária situação económica que Portugal vive neste momento". "Portugal é um bocado assim. De repente, todos achávamos que éramos ricos e tínhamos imensos recursos. Eu também tive cortes. Todos temos de aprender a ganhar menos", continua. 

Também as taxas moderadoras foram alvo do escrutínio de Margarida Rebelo Pinto, que concorda com elas. "Toda a gente fica chocada com as taxas moderadoras. Eu acho muito bem que sejam aplicadas. Esta coisa de usar todos os serviços e mais alguns e não estar disposto a pagar...", sublinha a autora.  

Algumas versões encurtadas do vídeo começaram a surgir pouco depois e têm sido muito partilhadas nas redes sociais, que não falam de outra coisa. As declarações surgem numa altura em que a escritora está prestes a lançar um novo livro e tem um filme inspirado noutra obra sua na calha, motivos que também são usado por alguns para criticar a sua intervenção, encarada como uma "publicity stunt".  

Na Internet, nada se esquece e, como tal, e a par com as partilhas do vídeo, têm ressurgido algumascrónicas polémicas da escritora. A última das quais causou muito burburinho há pouco mais de um ano(apesar de datar de 2010) e chama-se "As gordinhas e as outras", assunto que levou, até, à criação de algumas páginas "Anti Margarida Rebelo Pinto", que ganharam novo fôlego nas últimas horas. 

A SIC e a TVI criticam a proposta do Governo que concede á RTP mais canais na TDT

A SIC e a TVI consideram que a proposta do Governo para o novo contrato de concessão de serviço público distorce o mercado ao nível da concorrência e discrimina os operadores privados em benefício da RTP.
Num comunicado muito crítico, as duas televisões manifestam a sua “profunda discordância” em relação ao documento do gabinete do ministro Miguel Poiares Maduro e apelam ao Executivo que apresente uma nova versão do projecto que aborde as preocupações que lhe deixam e que “clarifique, de uma vez por todas, o papel que pretende para a RTP e para o serviço público da televisão”.
O novo contrato, dizem, “introduz distorções insanáveis no princípio da livre concorrência, procede a uma adulteração evidente do princípio da não discriminação e revela uma clara incoerência entre os princípios proclamados publicamente pelo Governo e os incentivos dados à RTP para se comportar como uma estação comercial, que concorre de forma desleal com os operadores privados”.
A concepção de serviço público do novo contrato “permite à RTP tornar-se ‘dona e senhora’, com capacidade de lançar e aumentar o número de canais públicos, numa rota de inflação e de financiamento descontrolado”. O contrato prevê que a RTP possa lançar, quando as condições do mercado o permitam, quatro canais temáticos mas a SIC e a TVI defendem que a estação pública deveria antes “actuar sobretudo numa lógica complementar, suprindo falhas de mercado e nunca mimetizando a oferta dos privados ou concorrendo com estes em áreas em que os públicos portugueses estão amplamente servidos – de que a RTP Informação é exemplo”. Mais, dizem: tal opção irá provocar o “esvaziamento” da RTP2.
Esta concepção “maximalista” da RTP irá aumentar “injustificadamente a despesa e o peso do operador de serviço público”, avisam SIC e TVI.
Mais canais da RTP na TDT é "um abuso"A crítica estende-se à possibilidade de a RTP vir a ter mais canais na TDT – Televisão Digital Terrestre, o que fará com que o Estado ocupe quase 60% da capacidade da TDT. O primeiro canal público a “migrar” da TV paga para a TDT grátis é a RTP Informação, cenário que os privados consideram um “abuso”. Defendem que “o futuro da TDT passa pelo desenvolvimento de canais em HD (alta definição) e pelo incremento da oferta de serviços de programas dos operadores já licenciados, e não pelo aumento discriminatório e desproporcionado da oferta de mais canais públicos”. A SIC e a TVI já se propuseram emitir em HD e fornecer mais canais na TDT, mas não obtiveram resposta do Governo.
O contrato também não clarifica o tempo total de publicidade para o conjunto dos canais RTP – em especial RTP Informação, os internacionais e os temáticos que pretende criar -, mas apenas o faz para a RTP1 (seis minutos/hora) e para o canal 2 (apenas publicidade institucional). As privadas lembram que o protocolo que assinaram em 2003 - que reduziu a publicidade da RTP1 e as obrigou a emitir programas culturais, financiar produção independente e a fornecer conteúdos para os canais públicos internacionais – se mantém em vigor, apesar de a RTP o ter denunciado, há pouco, unilateralmente.
Mais: consideram que a limitação publicitária a seis minutos é independente do número de canais que o operador público venha a ter em sinal aberto. Ou seja, se passar para a TDT a RTP Informação não poder ter publicidade comercial, defendem SIC e TVI.
Se não for assim, avisam, haverá “danos graves e profundos no mercado publicitário” – “exactamente os mesmos que o Governo decidiu evitar ao não privatizar a RTP”, dizem as privadas, numa clara responsabilização do executivo. E lembram que o mercado da publicidade na televisão gratuita registou uma quebra de 43% entre 2008 e 2012. É, por isso, “difícil de imaginar nestas condições o cenário no qual o Governo anuncia o incremento de receitas comerciais no serviço público de televisão”

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Esta noticia não sei se é para rir ou para levar a sério - Governo dá preferência ao software open source no Orçamento de Estado para 2014

Governo dá preferência ao software open source no Orçamento de Estado para 2014

A utilização de serviços e aplicações informáticas que estejam disponíveis de forma gratuita é uma das fórmulas que o Governo quer adotar para reduzir a despesa do Estado.



Na proposta de Orçamento de Estado apresentada ontem pelo Governo para o ano de 2014, é dada preferência à utilização de software livre por parte dos serviços integrados e dos serviços e fundos autónomos do Estado.

Apenas pode ser comprado software proprietário sempre que seja demonstrada a inexistência de alternativas em open source ou quando o custo total do uso de software livre seja superior à aquisição ou licenciamento de software proprietário. No conceito de "custo" estão concentradas as despesas relacionadas com "manutenção, adaptação, migração ou saída" do software.

Sempre que uma entidade avançar para a compra de software essa aquisição terá que ser validada pela Agência de Modernização Administrativa, que vai avaliar as despesas e os fundamentos dessa compra.

As regras elaboradas pelo executivo de Pedro Passos Coelho não são válidas às aquisições de software cujo "contrato seja declarado secreto", ou cuja "respetiva execução deva ser acompanhada de medidas especiais de segurança", lê-se no OE 2014.

Na proposta do Orçamento de Estado está ainda previsto que "todos os serviços integrados e os serviços e fundos autónomos, autarquias locais e setor empresarial local" estão obrigados a reutilizar tinteiros e toners. Isto sempre que se comprove de que não existe outra solução mais económica, pode ler-se no capítulo destinado à disciplina orçamental e modelos organizacionais. 

Governo Português mandou investigar 213 utilizadores do Facebook

213 utilizadores do Facebook investigados pelo Governo português

Nos primeiros seis meses do ano, o Governo português dirigiu aos responsáveis do Facebook 177 pedidos de informação que abrangeram 213 utilizadores daquela rede social.

Os dados constam do mais recente relatório de transparência do Facebook que reporta pedidos por parte de mais 73 países, além de Portugal, que no total requereram dados de cerca de 38 mil utilizadores.

Estão no top 5 dos países com maior número de pedidos os Estados Unidos (10.000 a 11.000), a India (3.245), o Reino Unido (1.975), Alemanha (1.886) e Itália (1.705), por esta ordem.

O relatório informa ainda acerca da percentagem de pedidos em que foi dada resposta, que no caso português foi de 42%. Por comparação, refira-se que o governo norte-americano obteve dados em 79% dos seus pedidos, a Índia em 50%, o Reino Unido em 68%, a Alemanha em 37% e a Itália em 53%.

A grande maioria destes pedidos está relacionada com crimes como roubos ou raptos, explica-se a partir do blog do Facebook onde é publicado o relatório.

Na maioria dos casos, os governos querem obter informação básica sobre os subscritores, como o nome, a morada e a duração do serviço. Há igualmente pedidos que se referem aos registos de endereços de IP ou até mesmo ao conteúdo de contas, acrescenta-se.

Refletindo o seu nível de utilização, o Facebook foi a rede social à qual Portugal dirigiu mais pedidos nos últimos meses. O relatório de confidencialidade mais recente do Twitter não registava qualquer intenção por parte do Estado português, enquanto o do Google mencionava cinco pedidos de remoção de conteúdos. 

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