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O “flop” chamado Galaxy S5
Devido às previsões erradas da empresa, o topo de gama existe alegadamente “aos montes” em armazéns. O desempenho está a ser tão negativo que ao nível de vendas fica inclusive abaixo do que o Samsung Galaxy S4 conseguiu atingir.
Em 2013 e nos três primeiros meses de vida do Samsung Galaxy S4, foram vendidas 16 milhões de unidades. Este ano e tendo em consideração o mesmo período de tempo, o Galaxy S5 conseguiu vendas de 12 milhões – um valor que apesar de muito considerável, está bem abaixo do que a empresa tinha perspetivado.
O The Wall Street Journal escreve mesmo que aquele que é um dos atuais smartphones topo de gama da empresa sul-coreana está a vender 40% abaixo daquilo que originalmente era esperado.
Só nos EUA é que as vendas do Samsung Galaxy S5 estão a superar as do modelo anterior – na China por exemplo, a quebra nas vendas ronda os 50%.
A Samsung já teria sido avisada de que a procura iria estagnar, mas a empresa terá baseado as suas projeções em inquéritos realizados pelas operadoras de telecomunicações parceiras de venda. Resultado: boa parte dos equipamentos ainda está “ao monte” em armazéns e a Samsung tem gastado mais dinheiro em marketing para tentar escoar o produto.
Como consequência dos resultados menos positivos, a Samsung pode estar a preparar grandes mexidas ao nível da estrutura organizativa. O principal responsável pela área mobile e co-CEO da empresa, K.K. Shin, está entre os principais candidatos para a saída.
B.K. Yoon, um dos atuais presidentes e também co-CEO da Samsung, e que é o principal responsável pela área de televisores e eletrodomésticos, pode ser o próximo homem forte da gigante asiática. Isto porque Yoon terá os conhecimentos necessários para liderar a empresa na exploração da próxima grande vaga: a Internet de Todas as Coisas (IoE na sigla em inglês).
A Samsung ainda não comentou oficialmente os números de vendas ou os planos sobre a reorganização na empresa.
6 fracassos em smartphones nos lançamentos de 2014
O site Phone Arena resolveu fazer uma lista dos 6 maiores fracassos de algumas das especificações dos novos modelos .
Chegamos a metade do ano e grandes lançamentos já foram feitos no mercado de smartphones e novos ainda estão por vir. Porém, o site Phone Arena resolveu listar as 6 maiores decepções dos modelos que eles já testaram.
Câmera do HTC One M8
O One M8 é um excelente smartphone, porém a sua câmera com tecnologia Ultrapixels não agradou muitos. De acordo com o site, a qualidade das fotos é medíocre, e para quem gostar de editá-las no photoshop, por exemplo, a baixa resolução dos arquivos acaba dificultando tudo.
HTC One M8
Leitor Biométrico do Galaxy S5
De acordo com o Phone Arena, o leitor biométrico nem sempre funciona. Às vezes é necessário passar o dedo várias vezes no sensor para que ele reconheça sua digital. Além disso, a Samsung prometia várias utilidades para o sensor que até agora não mostrou muito além do básico.
Monitor de batimentos cardíacos do S5
O monitor serve para verificar a saúde do usuário durante a prática de atividades físicas. Porém, smartwatchs, inclusive o da própria Samsung, também oferece o mesmo recurso de forma ainda mais prática. Assim, o sensor incluído no smartphone acabou sendo esquecido e pouco usado pelos usuários.
Galaxy S5
Disponibilidade do OnePlus One
O OnePlus One chamou a atenção de muita gente, porém ele chegou de forma limitada com acesso só através de convites. Sem falar que o produto já sofreu três atrasos e ainda não está disponível para o público em geral. Por se tratar de uma empresa nova, era esperado que problemas desse tipo acontecesse.
OnePlus One
Primeiro Nokia com Android
Foi uma surpresa o lançamento de um smartphone da Nokia com sistema Android. Assim, muitos ficaram ansiosos por esperar a muito tempo isso acontecer. Porém, o Nokia X trouxe um hardware simples com um sistema capado e altamente modificado. Perdendo muito da essência do próprio Android.
Nokia X
Ecrã QHD do LG G3
O G3 foi o primeiro smartphone global a vir com tela Quad HD (1440 x2560). Muitos torceram o nariz para tal atitude LG que acabou sendo seguida por outras empresas como a Samsung. De acordo com o Phone Arena, a diferença de uma tela QHD para uma FHD (1920x1080) é mínima. Sem falar dos efeitos colaterais como o aumento do consumo de bateria.
LG G3
Fracassos do ano 2013
O fim do ano está logo aí e é hora de fazer um balanço de quem passou vexame na área de tecnologia. Como o ano não terminou, a lista dos grandes fracassos de 2013 ainda pode crescer. Mas os 14 produtos e empresas que listamos, como o tablet Surface RT, da Microsoft, têm lugar garantido nela. Confira a seguir.

Windows RT
Lançado em 2012, o Windows RT é o sistema operacional da Microsoft para tablets leves, concorrentes do iPad e dos dispositivos com Android. Por causa da escassez de aplicativos, da limitada oferta de tablets com RT e de outros fatores, essa variante mais leve do Windows 8 não caiu no gosto do usuário. Fabricantes que a haviam adotado foram desistindo dela ao longo do ano, deixando a Microsoft quase sozinha. É possível que a empresa abandone o Windows RT em 2014.
Surface RT
Anunciado em 2012, o Surface RT deveria ser a resposta da Microsoft ao iPad. Seria um tablet leve e prático, de preço razoável, que também poderia ser usado como notebook graças a uma capa com teclado. Mas o Surface RT fracassou, principalmente por ter o indesejado Windows RT a bordo. A Microsoft registrou 900 milhões de dólares de perda por depreciação de estoque.Estima-se que, em junho, havia entre 3 e 6 milhões de unidades encalhadas.
BlackBerry Z10
Depois de anos de decadência, a BlackBerry fez uma tentativa de recuperação, neste ano, ao lançar o elegante BlackBerry Z10 e seu novo sistema operacional BB 10. Sem dúvida, esse smartphone é superior a tudo que a empresa havia feito antes. Mas o Z10 encalhou e, em setembro, a empresa teve de declarar perda de quase 1 bilião de dólares em unidades não vendidas. É mais um sintoma de que talvez seja tarde demais para a BlackBerry.
Galaxy Gear
A Samsung vendeu 800 mil unidades do Galaxy Gear em dois meses, o que faz dele o relógio inteligente mais vendido no mundo. Mas a maioria dos especialistas que o testaram fezavaliações negativas, descrevendo-o como grandalhão e pouco funcional. E 30% das pessoas que compraram o Gear nos Estados Unidos ficaram tão decepcionadas que o devolveram à loja. É uma taxa de devolução altíssima. Por isso, ele merece estar nesta lista.
Facebook Home
Anunciado em abril, o Facebook Home chegou a ser descrito como uma ameaça ao domínio do Google e da Apple nos smartphones. Ele ocupa a tela inicial do Android, dando acesso aos apps e à rede social. É compatível com poucos smartphones. Mesmo assim, teve 1 milhão de downloads em um mês. Mas muitos usuários logo se cansaram da torrente de notificações na tela e removeram o app. O Facebook pode até tentar novamente em 2014 e se sair bem. Mas, por enquanto, a importância do Home é quase zero.
Chromebook Pixel
Anunciado pelo Google em fevereiro, oChromebook Pixel tem design elegante, ótimo desempenho e tela com a maior densidade de pixels entre todos os laptops. Como outros chromebooks, ele só roda aplicativos da web. Mas seu maior problema é o preço, que começa em 1.300 dólares nos Estados Unidos. Com esse dinheiro, compra-se um MacBook Pro com tela Retina ou meia dúzia de chromebooks básicos da Samsung ou da Acer. O resultado é que quase ninguém se interessou pelo Pixel.
Wii U
A Nintendo esperava vender 5,5 milhões de unidades de seu novo console para jogos Wii U até março. Mas muitos jogadores o acharampouco atraente perto dos concorrentes PlayStation 4 e Xbox One, que já estavam a caminho. Alguns produtores de jogos também não se convenceram e abandonaram o Wii U. Em julho, a Nintendo declarou prejuízo de 50 milhões de dólares por causa das vendas fracas do Wii U. Ela havia vendido apenas 3,6 milhões de unidades.
Nokia
A Nokia liderou o mercado de celulares durante anos e chegou a ter mais de 30% de participação nele. Neste ano, suas vendas caíram tanto que ela deixou a lista dos cinco maiores fabricantes de smartphones. Por isso, a empresa, comprada pela Microsoft por 7,2 bilhões de dólares, merece estar nesta lista. Os finlandeses podem se consolar com o sucessodos smartphones Lumia na Europa e na América Latina. Em diversos países nessas regiões, as vendas do Lumia superam as do iPhone.
NSA
Graças a Edward Snowden, agora temos uma ideia do enorme alcance das ações de espionagem da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos, a NSA. Mas isso só foi possível porque a segurança da NSA falhou. Ninguém esperava que um simples técnico fosse capaz de subtrair tantas informações altamente secretas dos arapongas americanos. Nesse episódio, os espiões foram os espionados.
Preço do PlayStation 4 na America Latina!
O PlayStation 4 foi aplaudido pelas boas características técnicas e fez sucesso em muitos países ao ser lançado em novembro. No Brasil, porém, ele chegou por 3.999 reais, mais de quatro vezes o preço nos Estados Unidos, onde o console custa 399 dólares. A Sony reconheceu que o preço é “absurdo” mas não o baixou em nem um centavo. Pôs a culpa nos impostos e ainda disse que vende o PS4 com prejuízo no Brasil.
Restrições no Xbox One
Elogiado por suas características avançadas, o Xbox One foi alvo de muitas reclamações quando a Microsoft anunciou, em junho, uma série de restrições que seu novo console teria. Ele exigiria acesso permanente à internet para validação de copyright e não permitiria empréstimo e nem revenda de games. Apesar da reação negativa, a Microsoft ainda tentou resistir. Mas voltou atrás e eliminou os bloqueios quando a Sony começou a divulgar que o PS4 não teria restrições desse tipo.
SimCity
O jogo SimCity fez enorme sucesso nos anos 90 e deu origem a títulos como The Sims, outro grande sucesso. Em março, retornou em nova edição, mas o lançamento foi um desastre. O jogo exige conexão com a internet. Os servidores não aguentaram a carga de trabalho e falharam repetidamente durante vários dias. A publicadora Electronic Arts pediu desculpas e deu outro jogo grátis como compensação a quem havia comprado o SimCity.
Obamacare
Desenvolvido ao longo de três anos a um custo estimado em 634 milhões de dólares, o site Healthcare.gov, portal do novo sistema de saúde americano, apelidado Obamacare, deveria ser uma das grandes realizações do governo Obama. Mas sua estreia foi um desastre. Pouquíssimas pessoas conseguiram se cadastrar para usar o serviço. A situação ficou tão vergonhosa que empresas como Google, Oracle e Red Hat juntaram uma tropa de elite de especialistas para ajudar a consertar o site.