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Coreia do Norte é responsável por ataques à Sony, é oficial

Não é novidade....

A noticia não é muito impressionante até porque já muito se falava que a Coreia do Norte poderia estar associada aos ataques à Sony. Agora é oficial, o FBI confirmou que a Coreia do Norte está associada aos ataques à Sony Pictures que ocorreram há cerca de 2 semanas.








Informação pública oficial do FBI
Today, the FBI would like to provide an update on the status of our investigation into the cyber attack targeting Sony Pictures Entertainment (SPE). In late November, SPE confirmed that it was the victim of a cyber attack that destroyed systems and stole large quantities of personal and commercial data. A group calling itself the “Guardians of Peace” claimed responsibility for the attack and subsequently issued threats against SPE, its employees, and theaters that distribute its movies.
The FBI has determined that the intrusion into SPE’s network consisted of the deployment of destructive malware and the theft of proprietary information as well as employees’ personally identifiable information and confidential communications. The attacks also rendered thousands of SPE’s computers inoperable, forced SPE to take its entire computer network offline, and significantly disrupted the company’s business operations.
After discovering the intrusion into its network, SPE requested the FBI’s assistance. Since then, the FBI has been working closely with the company throughout the investigation. Sony has been a great partner in the investigation, and continues to work closely with the FBI. Sony reported this incident within hours, which is what the FBI hopes all companies will do when facing a cyber attack. Sony’s quick reporting facilitated the investigators’ ability to do their jobs, and ultimately to identify the source of these attacks.
As a result of our investigation, and in close collaboration with other U.S. government departments and agencies, the FBI now has enough information to conclude that the North Korean government is responsible for these actions. While the need to protect sensitive sources and methods precludes us from sharing all of this information, our conclusion is based, in part, on the following:
  • Technical analysis of the data deletion malware used in this attack revealed links to other malware that the FBI knows North Korean actors previously developed. For example, there were similarities in specific lines of code, encryption algorithms, data deletion methods, and compromised networks.
  • The FBI also observed significant overlap between the infrastructure used in this attack and other malicious cyber activity the U.S. government has previously linked directly to North Korea. For example, the FBI discovered that several Internet protocol (IP) addresses associated with known North Korean infrastructure communicated with IP addresses that were hardcoded into the data deletion malware used in this attack.
  • Separately, the tools used in the SPE attack have similarities to a cyber attack in March of last year against South Korean banks and media outlets, which was carried out by North Korea.
We are deeply concerned about the destructive nature of this attack on a private sector entity and the ordinary citizens who worked there. Further, North Korea’s attack on SPE reaffirms that cyber threats pose one of the gravest national security dangers to the United States. Though the FBI has seen a wide variety and increasing number of cyber intrusions, the destructive nature of this attack, coupled with its coercive nature, sets it apart. North Korea’s actions were intended to inflict significant harm on a U.S. business and suppress the right of American citizens to express themselves. Such acts of intimidation fall outside the bounds of acceptable state behavior. The FBI takes seriously any attempt—whether through cyber-enabled means, threats of violence, or otherwise—to undermine the economic and social prosperity of our citizens.


Estas duas últimas semanas têm sido desesperantes para a gigante Sony Pictures. Revelação de filmes,processos dos funcionários, cancelamento do filme “A Entrevista” e muito outra informação previligiada. Há poucos minutos, o FBI confirmou o que já se suspeitava, o governo da Coreia do Norte é o responsável pelos ataques à Sony Pictures. Na informação publicada no próprio site, o FBI refere que o objectivo dos hackers era prejudicar um negócio norte-americano e suprimir o direito dos cidadãos americanos de se exprimirem livremente”.



Até ao momento ainda não houve qualquer reacção da Sony Pictures.

Criador da bitcoin parece estar ligado a loja Silk Road

Criador da bitcoin parece ter negócios com a loja Silk Road

Matemáticos apontam uma surpreendente relação entre a loja Silk Road, fechada pelo FBI por vender itens ilegais, e o misterioso criador da bitcoin


Ross Ulbricht, fundador da loja online Silk Road
Dois matemáticos descobriram o que parece ser uma surpreendente relação entre a loja Silk Road, fechada pelo FBI por vender drogas e outros produtos ilegais, e Satoshi Nakamoto, o misterioso criador da bitcoin

A Silk Road era uma espécie de mercado livre para drogas e outros itens ilegais. Funcionava no lado obscuro da web, escondida de buscadores como o Google. Para chegar até lá, os clientes usavam a rede Tor, que permite a navegação anônima no submundo da internet.
O FBI fechou a Silk Road em outubro e prendeu ohacker Ross Ulbricht, acusado de ser Dread Pirate Roberts, apelido pelo qual se identificava o dono do mercado virtual. Roberts também é acusado de ter contratado o assassinato de pessoas.
A polícia apreendeu 144 mil bitcoins que pertenciam a Ulbricht, o equivalente a mais de 120 milhões de dólares. O dinheiro foi transferido para contas controladas pelo FBI.
Supunha-se que havia sido recebido como comissão pelas vendas feitas na Silk Road. É difícil saber com certeza porque as transações em bitcoin proporcionarem anonimato a quem paga e a quem recebe.
Mas alguns dados, como o valor e o horário da transação, são públicos. Estão disponíveis no site Blockchain.info. Quando o FBI divulgou a apreensão, foi possível identificar as contas de Ulbricht pelo valor das transações.
os matemáticos israelenses Dorit Ron e Adi Shamir, do Instituto Weizzman (que fica próximo a Tel Aviv), usaram essas informações para analisar o histórico de transações da Silk Road num estudo publicado hoje (e primeiro divulgado por John Markoff, do New York Times). 
A descoberta mais surpreendente foi que, em março deste ano, Ulbricht recebeu um depósito de 1.000 bitcoins (mais de 800 mil dólares) de uma conta criada em 16 de janeiro de 2009. É uma conta que chegou a ter 77.600 bitcoins de saldo no passado, mais de 60 milhões de dólares.
Mas o detalhe mais significativo é a data. A conta foi iniciada apenas uma semana depois que a primeira bitcoin foi produzida (ou “minerada”, como se diz no jargão das bitcoins) no computador de Satoshi Nakamoto. Isso fez os dois matemáticos suspeitarem que a conta pertence ao próprio Nakamoto.
O valor anormalmente alto sugere que esse depósito não é o pagamento de uma compra ou de comissão à Silk Road. Fica, então o mistério. Teria Nakamoto feito um investimento na Silk Road? Teria ele algum tipo de sociedade com Dread Pirate Roberts?
A identidade de Nakamoto não é conhecida publicamente. O pseudónimo tanto pode se referir a um indivíduo como a um grupo. Supõe-se que ele possua uma fortuna em bitcoins.
E sabe-se que a criação da Silk Road foi crucial para que a bitcoin ganhasse força. Afinal, foi o primeiro mercado online a aceitar essa moeda. Antes da Silk Road, não havia o que fazer com ela. Foi só muito depois que empresas perfeitamente legais passaram a aceitá-la,fazendo a cotação subir (até voos espaciais já podem ser pagos em bitcoin).
A descoberta de Ron e Shamir deve suscitar discussões na comunidade de bitcoin. Nakamoto é visto por muitos como uma espécie de benfeitor, que inventou a moeda virtual e depois saiu de cena, deixando sua invenção para o mundo. Sua possível participação na Silk Road sugere interesses bem mais concretos.
Os dois pesquisadores ainda levantaram outros dados interessantes. Eles estimam que o FBI só conseguiu apreender 22% do valor arrecadado pela Silk Road com comissões de vendas. E dizem que eles só puderam rastrear 30% desse valor.
Por aí, pode-se imaginar o tamanho dos negócios de Dread Pirate Roberts. E vale notar que, depois que a Silk Road original foi fechada, já apareceu outro mercado virtual similar com o mesmo nome na web oculta.

Jeremy Hammond, o hacker activista Anonymous condenado a 10 anos prisão, acusa o FBI de ter montado uma armadilha


Jeremy Hammond
'Eu sabia que quando eu comecei com Anónimos que  ia ser preso e ter uma longa frase era uma possibilidade ", disse Hammond. Foto: AP
Jeremy Hammond, o hacktivista Anonymous, que lançou milhões de e-mails relacionados com a empresa privada de inteligência Stratfor, denunciou a acusação e sentença de prisão como um "vingativo, rancoroso ato" concebido para colocar gelo na invasão politicamente motivada.
Hammond foi condenado na sexta-feira no tribunal federal de Manhattan para o máximo de 10 anos de prisão, além de três anos supervisionados release. Ele se declarou culpado de uma acusação sob a Fraude Informática e Lei de Abuso (CAFA) que flui de seu corte de 2.011 Strategic Forecasting, Inc, conhecida como Stratfor. Em uma entrevista com o The Guardian no Centro de Correção Metropolitan, em Nova York, realizada na quinta-feira, ele disse que estava resignado a uma longa pena de prisão, que ele vê como uma tentativa consciente pelas autoridades dos EUA para colocar gelo na pirataria política.
Ele não tinha nenhuma dúvida de que a sentença seria longa, descrevendo-o como um "vingativo, rancoroso ato". Ele disse que os seus promotores:. "Eles deixaram claro que eles estão tentando enviar uma mensagem para outros que vêm depois de mim Muito disso é porque eles se bateu ao redor, eles estavam envergonhados por Anonymous e eles sentem que eles precisam salvar enfrentar. "
Mais incisivamente, Hammond sugeriu que o FBI pode ter manipulado, por ele para realizar ataques de hackers em "dezenas" de sites de governos estrangeiros. Durante seu tempo com Anonymous, à solta coletivo de hackers trabalhando ao lado de WikiLeaks e outros grupos anti-sigilo, ele era freqüentemente dirigido por um indivíduo conhecido pseudonomously na web como "Sabu", o líder do grupo Anonymous filiados Lulzsec, que virou por ser um informante do FBI .
Hammond, que está sob ordens judiciais que restringem o que ele diz em público, disse ao Guardian que Sabu lhe presenteou com uma lista de alvos, incluindo muitos sites de governos estrangeiros, e encorajou-o a entrar em seus sistemas de computador. Ele disse que não tinha certeza se Sabu era por sua vez, agindo em nome do FBI ou outra agência do governo dos EUA, mas foi ainda possível que o FBI estava usando internet de Sabu lidar diretamente como contato entre os dois hackers sempre foi feito através do ciberespaço, nunca cara-a-cara.
"É meio engraçado que aqui estão me condenando por Stratfor pirataria, mas, ao mesmo tempo em que eu estava fazendo que um informante do FBI estava sugerindo para mim alvos estrangeiros para bater. Então  tem que saber o quanto eles realmente se preocupam com a proteção da segurança de sites. "
Na entrevista, conduzida de forma segura prisão horas de sala de reunião antes Hammond  de 28 anos Chicago foi condenado, ele estava otimista sobre suas perspectivas. "Eu sabia que quando eu comecei a sair com Anónimos que ser preso e ter uma longa frase era uma possibilidade. Dada a natureza dos alvos que eu ia depois que eu soube que eu iria perturbar um monte de pessoas poderosas. "
Vestido na prisão com macacão marrom, e com uma pera fina e longo bigode (que ele planeava fazer a barba tanto dentro como fora antes da audiência de sentença), Hammond foi contundente sobre a forma como o CAFA estava sendo torcida em sua opinião, para fins políticos. "Eles estão ampliando a definição do que é coberto pela lei e usá-lo para atingir especificamente ativistas políticos", disse ele.
Ele invocou a memória de Aaron Swartz, o cruzado, dados abertos, quese suicidou em janeiro , enquanto aguarda julgamento sob a CAFA para liberar documentos de trás da assinatura apenas paywall de um grupo de pesquisa online. "O mesmo animal mordeu a nós dois", disse Hammond. "Eles foram atrás Aaron causa de seu envolvimento em causas políticas legítimas - que acusações contra ele, e olha o que aconteceu."
Hammond está sob custódia desde março de 2012 Tendo sido preso em Chicago, sob suspeita de que o vazamento Stratfor de milhões de e-mails que foram finalmente divulgados pelo WikiLeaks como os arquivos de inteligência global. Sua sentença é uma indicação da agressividade com que os promotores têm buscado hackers políticos em os EUA - outros membros do Anonymous na Grã-Bretanha envolvidos na quebra de Stratfor foram condenados a penas de prisão muito mais curtos.
Hammond salientou que ele não tinha se beneficiado pessoalmente em qualquer caminho desde o lançamento email Stratfor, que a vigilância exposta por empresas de segurança privada em ativistas, inclusive os próprios membros do Anonymous, Occupy manifestantes e ativistas em Bhopal, na Índia envolvidos no impulso para a indemnização das vítimas do 1984 catástrofe industrial. "Nosso principal objetivo em realizar o hack Stratfor foi descobrir o que as empresas de segurança privada e de inteligência estavam fazendo, embora nenhum de nós tinha qualquer ideia da dimensão do mesmo."
Paradoxalmente, Hammond insiste que ele nunca teria realizado a violação do sistema informático da Stratfor se não tivesse sido levado a fazê-lo por Sabu - cujo nome verdadeiro Hector Xavier Monsegur - o hacker sujeito que se está aguardando a sentença ter se declarou culpado de 12 hackers relacionada acusações criminais. "Eu nunca tinha ouvido falar da Stratfor até Sabu trouxe outro hacker que me disse sobre ele. Praticamente, eu nunca teria feito o hack Stratfor, sem o envolvimento de Sabu ".
Hammond descobriu que um informante do FBI Monsegur foi o dia depois de sua prisão. Como ele estava lendo a denúncia criminal contra ele, ele viu citações marcado C para "testemunha co-operação" que continha detalhes que só poderia ter vindo de Sabu.
"Eu me senti traído, obviamente. Embora eu soubesse que essas coisas acontecem. O que me surpreendeu foi que Sabu foi envolvido em tanta segmentação estratégica, na verdade identificar alvos. Ele me deu a informação sobre alvos. "
Parte do interesse de Sabu nele, ele acredita agora, foi que Hammond tinha acesso a ferramentas avançadas, incluindo um conhecido como PLESK que lhe permitiu invadir sistemas web utilizados por um grande número de governos estrangeiros. "O FBI ea NSA são claramente capazes de fazer a sua própria pirataria de outros países. Mas quando uma nova vulnerabilidade surge em segurança na internet, às vezes hackers tenham acesso a ferramentas que estão à frente deles, que pode ser muito valioso ", disse ele.
Olhando para trás, seu envolvimento com o anónimo, o de Chicago, disse que tinha sido desenhado para trabalhar com Anonymous, porque ele viu-a como "um modelo de resistência -. Era descentralizado, sem liderança" Ele cresceu cada vez mais político em seu foco de pirataria, em parte sob a influência do movimento Occupy, que começou em Wall Street em setembro de 2011 e se espalhou por todo o país.
Chelsea Manning, o soldado dos EUA anteriormente conhecido como Bradley quem vazou um tesouro enorme de segredos de Estado a WikiLeaks agora servindo uma sentença de 35 anos de prisão militar, foi uma grande influência sobre ele. Manning lhe mostrou que "as instituições poderosas - se as empresas militares ou de segurança privada - estão envolvidos em atividades irresponsáveis ​​de que o público é totalmente inconsciente de que só podem ser expostos por delatores e hackers".
Hammond tem muitas vezes descreveu-se como um anarquista. Ele tem uma tatuagem no ombro esquerdo do símbolo da anarquia, com as palavras: "Liberdade, igualdade, anarquia". Outra tatuagem em seu antebraço esquerdo mostra a representação chinesa do "líder" ou "exército", e uma terceira tatuagem em seu antebraço direito, é um planador que significa o movimento open-source de hacking que é desenhada a partir do jogo de simulação de computador de vida .
Ele diz que pretende usar seu tempo na prisão "ler, escrever, trabalhar fora e praticar desporto - treinar-me a tornar-se mais disciplinado para que eu possa ser mais eficaz em minha libertação". Quanto ao que a liberação, ele diz que não é possível prever como ele vai estar pensando quando ele emerge da prisão, mas duvida que ele iria voltar para hacking. "Eu acho que meus dias de pirataria são feitas. Esse é um papel para outra pessoa agora ", disse ele.
:Ex-Anonymous é condenado a dez anos de prisão nos EUA
O hacker Jeremy "narchaos" Hammond, que foi preso em 2012 por fazer parte de grupos de ciberativismo, recebeu a pena de dez anos de prisão e outros três de pena supervisionada por invasões danosas e motivadas politicamente à empresa de inteligência privada Stratfor.
Hammond era ligado aos grupos Anonymous e AntiSec e já tinha um vasto currículo de ataques, incluindo o site do FBI e vários departamentos públicos dos Estados Unidos. O juiz responsável pelo caso alegou que o réu teve "total falta de respeito pela lei". Já o próprio acusado disse que a decisão é "um ato de rancor e vingança do governo". Ao todo, as empresas vítimas do hacker e ativista alegam terem acumulado um prejuízo de até US$ 2,5 milhões pelos vazamentos e invasões.
Durante o julgamento, os advogados de Hammond tentaram reduzir a pena para menos de dois anos, munidos de um abaixo-assinado e cartas de apoio de fãs. O argumento principal dizia que ele estava fazendo um favor ao mundo ao expor contratos privados e detalhes de espionagem contra ativistas ou organizações cometida por agências de inteligência.
O jovem de 28 anos já havia se declarado culpado no começo do ano por hackear servidores da Strategic Forecasting Inc., roubando emails privados, arquivos e dados de cartões de crédito. Tudo isso foi parar no WikiLeaks, incluindo as informações bancárias, usadas pelo Anonymous para realizar doações para ONGs. Depois de libertado, Hammond ficará impossibilitado por um tempo de exercer atividades anônimas ou envolvendo criptografia.




Site de vendas de drogas Silk Road está de volta ... depois do FBI o ter encerrado

Site de vendas de drogas Silk Road volta em versão 2.0

Drogas injetáveis


Versão “2.0” do serviço foi lançada na manhã desta quarta-feira, após a página original ter sido fechada pelo FBI no início de outubro


O site para vendas de drogas Silk Road está de volta ao ar. Uma versão “2.0” do serviço foi lançada na manhã desta quarta-feira (06), após a página original ter sido fechada pelo FBI no início de outubro.

Assim como o original, o Silk Road 2.0 mantém o anonimato de seus serviços ao utilizar a rede Tor e a moeda virtual Bitcoin para proteger a identidade dos vendedores e compradores.
O novo administrador do site também manteve o nome de “Dread Pirate Roberts”, o mesmo pseudónimo utilizado pelo dono original do serviço, Ross Ulbricht, antes dele ser preso pelo FBI.
Antigos usuários já realizam a transição para o Silk Road 2.0, mas até o momento não é possível realizar novas inscrições e somente membros da comunidade podem enviar convites para novos usuários.
Visualmente o novo site também está bastante idêntico ao antecessor. Apenas a nova página de login que está mais segura e traz uma camada extra de autenticação.
E parece que os novos administradores não estão preocupados com a vigilância do FBI. Segundo a revista Forbes, o Silk Road 2.0 já conta com mais de 500 drogas listadas no serviço.

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