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Falhas não corrigidas no software da Apple divulgadas pela Google


A Microsoft foi nas duas últimas semanas vítima por duas vezes da eficiência do Project Zero da Google. Mas não foi a única, o site acaba de revelar falhas não corrigidas no OS X da Apple.


 
                                            

As falhas em questão são três e com um nível de gravidade elevado, reportada a Cnet. Como acontece com cada falha revelada no site criado pela Google para pressionar o mercado a corrigir mais depressa as falhas no seu software, a informação da falha é publicada em conjunto com uma prova de conceito de um exploit para tirar partido do erro.

Como tem feito outras vezes, a Google acabou por revelar todos os detalhes relativos às três falhas antes de a Apple ter avançado com as correções. Esta semana tinha acontecido o mesmo com falhas em software da Microsoft.

Na semana anterior a dona do Windows tinha também sido visada pela revelação de uma falha que seria corrigida um dia depois, no pacote mensal de atualizações.

Sempre que os investigadores ligados ao projeto descobrem uma falha de segurança comunicam-na à empresa dona do software em questão, que tem um prazo de três meses para reparar o problema. Quando o prazo termina as falhas são reveladas de forma automática, tenham ou não sido entretanto corrigidas.

KitKat 4.4.3 corrige falha de segurança antiga do Android chamada Vold

A novidade é correção de uma falha já com muito tempo...
Já sabíamos que o Android 4.4.3 tinha chegado basicamente para consertar bugs, mas só agora começamos a ter noção da importância dessas correções. Ao menos num ponto, a nova versão do KitKat finalmente sana uma falha grande e antiga do sistema operacional.
Android 443 correcoes seguranca
© igor.stevanovic; shutterstock
A brecha de segurança se encontrava no componente do sistema chamado VOLD (Volume Management daemon). Em termos gerais, trata-se da parte do SO que cuida da montagem do seu cartão SD e da criação do caminho /sdcard. Além disso, ele também estabelece sistemas de arquivos virtuais, em particular o ASEC (Android Secure External Caches). Tais arquivos protegem os dados de aplicativos individuais (ao codificá-los) em ambientes inseguros como um cartão microSD.
Pois bem, o comando usado para montar esses arquivos ASEC podia ser manipulado de maneira relativamente fácil, dando acesso a informações de aplicativos e até mesmos a dados do sistema operacional.
Agora, com o Android 4.4.3, o Google simplesmente criou uma barreira de verificação no VOLD. Qualquer comando que inclua símbolos de redirecionamento ('..' ou '/') serão bloqueados. Muitos especialistas em segurança mobile dizem que essa falha é antiga. Apesar disso, não sabemos a extensão dos problemas que causou até o momento. A boa notícia é que o Android está agora mais seguro.

Nokia Lumia 630 Dual-SIM apresenta defeitos... veja como pode revolver por agora os problemas!



               



A Nokia lançou o Lumia 630 no início do ano, e logo após começar a chegar ao mercado internacional, o aparelho apresenta algumas falhas de funcionamento. De acordo com o relato de alguns usuários, o problema está na perda de áudio durante as ligações feitas com o smartphone.

A falha está relacionada ao Windows Phone 8.1, e a Microsoft deve lançar uma pequena atualização para o software que deve resolver o problema. Enquanto isso, uma maneira de sanar o defeito é seguir alguns procedimentos. Primeiro, o usuário precisa desligar o telefone, e em seguida retirar a bateria e o chip de sua operadora.

Feito isso, recoloque a bateria e o chip e ligue o aparelho novamente. Caso não resolva o problema, o usuário terá que reiniciar o aparelho para as configurações de fábrica, algo bem desconfortável. Vá em configurações, depois clique em “sobre” e, em seguida, redefinir telefone. [wmpu]


Hackers ensinam como desbloquear iPhones, mesmo os roubados



Uma falha no iCloud e na forma como o Activation Lock funciona permite a qualquer pessoa desbloquear um iPhone, mesmo que tenha sido roubado.



Um grupo de hackers disse ter descoberto uma falha no iCloud e na forma como o mecanismo de bloqueio dos iPhones funciona. Com esta falha no Activation Lock, os hackers dizem que é possível reativar um iPhone mesmo que tenha sido roubado.

Segundo o Culto of Mac, os hackers afirmam ter contactado a Apple, mas sem sucesso na obtenção de uma resposta. Como tal, decidiram publicar a sua descoberta. Já depois da publicação, dizem ter sido contactados pela Apple mas decidiram apagar o e-mail e não responder. “Pediram-me que os contactasse o mais depressa possível, mas porquê agora? Já tinha avisado a Apple há um par de meses”.

O hack permite passar ao lado do sistema de segurança do iCloud que impede o desbloqueio de dispositivos iOS sem a conta de iCloud que os ativou. Recorrendo a um site criado pelos hackers especificamente para o efeito, os dispositivos são levados a “pensar” que estão a comunicar com os servidores de iCloud da Apple, o que permite desbloqueá-los e passar ao lado da proteção Activation Lock.

Os hackers atendem pelo nome de AquaXetine e MerrukTechnolog. O investigador de segurança, e hacker, Steven de Franco, descreve o hack como um ataque do género “man-in-the-middle”, dado que interceta o tráfego destinado aos servidores da Apple.

Os hackers dizem que a ferramenta foi feita apenas para uso pessoal, mas entretanto já há dezenas de tweets que mostram que muito provavelmente há quem tenha aproveitado a ferramenta para desbloquear iPhones roubados. Os próprios registos do site mostram que foram desbloqueados 5700 dispositivos em apenas cinco minutos.

O truque, todavia, não é perfeito. Quando o iPhone é desbloqueado usando esta técnica, o cartão SIM fica ilegível porque não tem acesso às chaves privadas de encriptação da Apple. Os hackers dizem que já estão a trabalhar neste problema. Por outro lado, depois de uma visita ao site constata-se que não há informações claras sobre o que fazer para desbloquear o iPhone. Só links para doações via PayPal, o que pode indicar de que se trata de um esquema para angariar dinheiro de utilizadores incautos.


Incêndio em Data Center da Samsung provoca falhas em serviços



Num mundo cada vez mais dependente de serviços online, em que até o mais comum dos electrodomésticos começa a estar ligado à cloud e a integrar serviços Web, uma simples falha de serviço deixa algumas pessoas em alvoroço.

Ontem ocorreu um incêndio num Data Center da Samsung que originou falhas nalguns serviços dessa empresa, algumas delas ainda sentidas hoje.








O incêndio ocorreu na cidade de Gwacheon (Coreia do Sul), por volta das 6h00 locais, e deixou milhares de utilizadores de Smartphones e televisores Smart TV sem acesso aos serviços “Smart Hub” assim como também a alguns websites da Samsung (como por exemplo o www.samsung.com).

O incêndio demorou várias horas até ficar controlado e os serviços só foram restabelecidos por volta das 10:30 do mesmo dia.

Veja o vídeo do incêndio:

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Segundo um comunicado oficial no blog Samsung SDS, este incêndio terá tido como origem de ignição uma falha e presumível curto-circuito no sistema de UPS daquele Data Center. Os técnicos desligaram alguns dos servidores e começaram de imediato a migrar os dados para outro Data Center, tentado desta forma garantir a integridade dos dados existentes.

Segundo as últimas informações disponíveis, todos os serviços foram repostos e a perda de dados foi mínima ou praticamente inexistente. Existem diversos tipos de sistemas de combate a incêndios em Data Centers, sendo o mais comum o uso de gases inertes (normalmente o Inergen ou o Novec que vieram substituir o Halon pelo facto deste último ser altamente nocivo à camada do ozono). As salas são ocupadas na totalidade por esse gás, substituindo assim o ar e respectivo oxigénio lá existentes, extinguindo assim o incêndio através do “abafamento” e da supressão (não do combustível mas do comburente).

Além do sistema de gases inertes, o edifício está munido também dos típicos extintores (normalmente de CO2, para acção directa do homem) e detectores para que os alarmes fossem actuados, permitindo assim alertar imediatamente os bombeiros e o pessoal técnico.

Abaixo, está um exemplo típico.

Erro das Finanças impede contribuintes de pagarem multas de IUC ou mesmo fazê-los pagar multas de outros ... devido ao sistema informático caduco



Um erro do Fisco está a impedir milhares de contribuintes de pagarem coimas de Imposto Único de Circulação ou mesmo fazê-los pagar multas de outros contribuintes.
"São milhares de contribuintes que estão a ser afetados e apenas um número muito residual consegue pagar as contraordenações", disse Paulo Ralha, presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos, adiantando tratar-se de um "problema informático" que acontece há mais de uma semana.
As guias de pagamento das multas do IUC são emitidas com um código de barras, para leitura ótica, que está associado a um código numérico que é introduzido internamente pela Autoridade Tributária (AT).
"O contribuinte não consegue fazer o pagamento porque o código emitido pela Direção-Geral (AT) não está correto. E, quando o pagamento é aceite, não pagam aquele processo que diz respeito ao próprio, mas sim o de outra pessoa, um terceiro", explicou.

                                           

O erro é logo detetado no pagamento da multa (cobrada pelo Fisco aos contribuintes que atrasaram o pagamento do imposto do veículo) porque o comprovativo do pagamento indica dados incorretos, de outro contribuinte.
"Isto tem causado transtorno nos serviços de Finanças", denunciou Paulo Ralha, explicando que os contribuintes se deslocam aos serviços do Fisco para regularizarem a situação e alguns apresentam-se "mais irados".

A razão do problema, explica o sindicalista, é o sistema informático "obsoleto" da AT.
"Esta situação gera um rol de erros e um acumular de situações pendentes e é sintomático do tipo de serviço que prestamos hoje em dia, sem qualidade ao nível informático. Este é um problema de informática ao nível central", concluiu.

Microsoft corrige três falhas importantes no Windows XP

O suporte do sistema operativo por parte da Microsoft vai terminar em abril, mas até lá a tecnológica quer assegurar que todos os utilizadores continuam protegidos.

No Patch Tuesday de novembro a Microsoft vai corrigir oito falhas, três das quais são classificadas como críticas, enquanto as restantes são apresentadas como importantes. Os problemas mais graves afetam todas as versões do Windows e permitem a execução remota de código.

Tanto a versão Service Pack 2 como a Service Pack 3 do Windows XP são afetadas pelas falhas que a Microsoft só vai detalhar na próxima terça-feira, 12 de novembro. Nestas versões do software uma das descobertas críticas diz respeito às versões 6, 7 e 8 do Internet Explorer, enquanto as outras duas estão mesmo no sistema operativo.

A correção para o Windows XP aparece apenas alguns meses antes de a Microsoft terminar o período de suporte ao software. Mas todas as versões posteriores do Windows também são afetados pelas falhas: Vista, Windows 7, Windows 8 e 8.1.

No boletim de informação a tecnológica norte-americana refere ainda cinco outras correções, mas cujo nível de alerta situam-se em "importante". Enquanto algumas destas falhas permitem também a execução remota de código, existem problemas que permitem explorar técnicas de negação de serviço e de acesso a privilégios do sistema.


Divulgadas as primeiras falhas de segurança do iOS 7

Problemas com a possibilidade de localizar aparelhos roubados e ignorar a tela de bloqueio do telemóvel são identificados


         Surgem as primeiras falhas de segurança do iOS 7

Com o lançamento oficial e em grande escala do iOS 7, era de se esperar que possíveis bugs e falhas de segurança fossem encontrados em pouco tempo. Pouco mais de 24 horas após a liberação da atualização e começaram a aparecer os primeiros relatos de problemas com o sistema operacional da Apple.
O usuário Jose Rodriguez mostrou no seu canal do YouTube uma forma simples de ignorar completamente a tela de bloqueio do iOS 7, conseguindo controle do aparelho e de suas imagens, podendo compartilhá-las da maneira que quiser.
  • Para fazer isso, ele seguiu os seguintes passos:
  • Passe o dedo na tela bloqueada para acessar o painel de controle;
  • Abra o aplicativo de cronómetro;
  • Vá até o alarme;
  • Segure o botão para desligar até receber o aviso para apagar o telefone;
  • Aperte o botão para cancelar a ação e, em seguida, pressione duas vezes o botão Home, segurando um pouco na segunda vez. Pronto.
Para ver a falha em ação, clique aqui.

Impedindo que o seu aparelho seja encontrado

A função Find my iPhone/iPad é uma das facilidades do iOS que sempre ajudaram aqueles que perderam os seus aparelhos ou foram roubados. Com a nova versão do sistema operacional, foi possível encontrar uma brecha que desativa completamente a localização do iGadget.
Utilizando a Siri ou passando o dedo na tela bloqueada, é possível colocar o aparelho em modo Avião, que corta todos os tipos de conexão de dados que ele possa ter. Dessa forma, o iPhone ou iPad não envia o sinal que o Find my iPhone/iPad precisa para mostrar a localização do mesmo.
Até o momento, a Apple não se pronunciou sobre os problemas, que deverão ser resolvidos em uma nova atualização do sistema operacional.

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