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Galaxy S6 começa receber o Android 5.1.1( França) e Android 5.1.1 para o Galaxy S5 nos EUA





Depois de liberar o update do Android 5.0 Lollipop para o Galaxy S5, a Samsung parece ter se concentrado no update de outros dispositivos. Agora, contudo, nos chega a notícia de que a companhia sul-coreana já começou o update do Android 5.1.1 para o dispositivo, por enquanto para os clientes de uma operadora norte-americana. Confira logo abaixo os detalhes.




Android 5.1.1 para o Galaxy S5

Os proprietários do Galaxy S5 que também são clientes da operadora T-Mobile já começaram a receber a atualização para o Android 5.1.1 Lollipop. Entre as melhorias, podemos encontrar suporte para o formato RAW em imagens, redução dos valores ISO se estiver usando um aplicativo de câmera de terceiros, uma melhoria geral da performance e conserto de bugs. O update chegará OTA no decorrer das semanas.
Instalando o Android 5.1.1 Lollipop no Galaxy S5
Firmware do modelo SM-G900T

Por enquanto, foi disponibilizado o firmware do modelo vinculado à T-Mobile (SM-G900T). Aqui estão as informações da versão:
Conecte seu dispositivo ao computador e use o Samsung Kies ou o serviço FOTA (firmware-over-the-air);
Para baixar e instalar o firmware via OTA, vá até Configurações > Sistema > Sobre o telefone > Atualização de software > Update;
ile
• Modelo: SM-G900T
• Nome do Modelo: GALAXY S5
• País: USA (T-Mobile)
• Versão: Android 5.1.1
• Changelist: 90673209
• Data de compilação: Qua, 10 Jun 2015 17:15:27 +0000
• Código do produto: TMB
• PDA: G900TUVU1FOF6
• CSC: G900TTMB1FOF6
• Download: seção de firmware da SamMob

GALAXY S6 na França

Recentemente a operadora T-Mobile começou atualizar os Galaxy S6 e S6 Edge de seus clientes para o Android 5.1.1, o que deu indícios de que o update chegaria a novos consumidores em breve.

Agora é a vez dos usuários franceses donos do Galaxy S6 receberem a novidade, o que mostra que o novo smartphone topo de linha da Samsung já está preparado para receber a atualização para uma versão mais recente de seu sistema operacional.

Na França, a atualização está sendo disponibilizada via OTA e pesa cerca de 623MB, o que não chega a ser um tamanho grande, se levarmos em consideração que o update traz diversas novidades para seus usuários.




Com o Android 5.1.1, os donos do Galaxy S6 passam a contar com a opção de retirar os botões Quick Connect e S Finder da barra de notificações, para que ela não fique tão poluída. Outros recursos, como a possibilidade de organizar os aplicativos por ordem alfabética, também estão presentes na nova versão da plataforma do Galaxy S6.

Apesar disso, vale ressaltar que os usuários que já atualizaram seus dispositivos estão relatando que o problema com a memória RAM do Galaxy S6 não foi resolvido com o Android 5.1.1, o que nos leva a crer que a Samsung deve estar trabalhando com um update apenas para resolver essa questão.

ZenFone 2- nos EUA por US$ 299

Imagem de Asus começa a vender ZenFone 2 nos EUA por US$ 299 no tecmundo


Asus acabou de anunciar durante um evento em Nova York que passará a vender seu novo ZenFone 2 nos EUA. O aparelho chega ao mercado amanhã por US$ 299 (no Brasil R$ 900) na sua versão mais poderosa, com 4 GB de RAM e processador Intel 64-bit quad-core de 2,3 GHz. Haverá ainda uma versão mais barata à venda por US$ 199 (no Brasil R$ 599). Esse segundo modelo tem processador de 1,8 GHz e 2 GB de RAM.
Não foram divulgadas datas específicas para o lançamento do ZenFone 2 nas restantes regiões, mas a Asus já disse que isso deve acontecer em junho. Contudo, nenhum preço foi comentado. Assim que a fabricante tiver uma definição quanto a isso.
Voltado para o início das vendas nos EUA, a Asus disse que haverá uma abordagem diferente na forma de comercializar os novos ZenFones por lá. Eles só serão vendidos em lojas online e sem planos de voz e dados. Essa é uma forma da Asus se livrar das amarras das operadoras norte-americanas, que normalmente fazem exigências nem sempre vantajosas para marcas que não vendem tanto quanto Apple e Samsung.
Pode conferir a transmissão em vídeo do anúncio da Asus nos EUA aqui.

Guerra cibernética - EUA / Coreia do Norte.... até a Coreia do sul foi atacada



Depois do “apagão” no serviço de Internet, a Coreia do Norte voltou a ter conectividade com o exterior. De acordo com a imprensa Coreana, os serviços online ficaram fora do ar cerca de nove horas (mais concretamente 9h31m) e ainda não há qualquer explicação oficial para o sucedido.






De acordo com a imprensa sul-coreana, os principais sites norte-coreanos estiveram offline, de forma descontínua até às 10:45 de hoje (01:45 em Lisboa). Entre os canais de informação há a destacar o site da agência estatal de notícias “KCNA” e o do jornal “Rodong Sinmun”, dois dos principais canais de informação oficial de Pyongyang.

O site Uriminzokkiri e o diário Choson Sinbo, da comunidade norte-coreana no Japão estavam a funcionar correctamente esta manhã. De acordo com um representante da Coreia do Norte na ONU “a ligação à Internet na Coreia do Norte esteve instável nas últimas horas mas agora parece estar a funcionar correctamente”.





De relembrar que tal acontecimento ocorreu depois do FBI ter associado os ataques ao regime de Pyongyang, tendo Barack Obama dito que os Estados Unidos responderiam proporcionalmente e que foi um erro a Sony Pictures ter suspendido o filme The Interview (que deu origem a tais ataques). Já ontem , a Coreia do Norte ameaçou atacar os Estados Unidos em “todos os espaços de guerra”, incluindo obviamente no ciber-espaço.

Computadores de reator nuclear da Coreia do Sul são invadidos por hackers

 Embora não tenha sido confirmado nem negado que a Coreia do Norte está por trás do ciberataque....




Corea Hydro and Nuclear Power (KHNP), empresa responsável pelo gestão de 23 usinas nucleares da Coreia do Sul, emitiu um comunicado informando que alguns dos computadores de um dos seus reatores foram alvo de ataques cibernéticos. Os hackers conseguiram obter informações e liberá-las na internet e ameaçaram soltar ainda mais dados caso a agência não fechasse três instalações nos próximos dias.

A KHNP negou que suas usinas estejam em risco por conta do ocorrido e as autoridades afirmam que nenhuma informação crítica foi vazada. Entre os dados obtidos pelos invasores estão plantas dos reatores, mapas de fluxo de eletricidade, estimativas de exposição a radiação e detalhes pessoais sobre cerca de 10 mil empregados da companhia.

Embora não tenha sido confirmado nem negado que a Coreia do Norte está por trás do ciberataque, o método utilizado lembra padrões que já foram usados antes pela agência secreta norte-coreana. O ocorrido se encaixa não somente com os indícios deixados pelos invasores recentes da Sony Pictures, mas também outras tentativas feitas contra bancos e média da Coreia do Sul.


Riscos e preparação

A KHNP deu início a dois dias de exercícios conta possíveis ataques virtuais para se precaver contra as ameaças de novas invasões, demonstrando que não vai atender às exigências dos hackers. Além disso, a empresa emitiu um comunicado em que transparece confiança a respeito da situação e tenta diminuir o medo da população.

“É 100% impossível que um hacker consiga parar usinas nucleares de energia ao atacá-las porque o sistema de monitoramento de controle é totalmente independente e isolado. [...] Estamos fazendo grandes esforços e trabalhando junto ao governo para mensurar o vazamento de dados em certos reatores, o que se soma ao desconforto social”, afirmou a companhia.

Embora não possa afirmar nem negar que os ataques vieram da Coreia do Norte, as autoridades do país do Sul afirmaram estar investigando o ocorrido e solicitaram a ajuda dos Estados Unidos para acelerar esse processo. Enquanto isso, tensão continuar a crescer para a população sul-coreana, cuja nação tecnicamente continua em guerra contra a vizinha.

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