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Android 5.0 Lollipop - SO perde funções do botão de energia
Aos poucos o Android 5.0 Lollipop chega para mais dispositivos: primeiro tivemos os Nexus 4,Nexus 5, Nexus 7 e Nexus 10, depois os Moto X e Moto G 2014 e, aos poucos, muitas das custom ROMs mais conhecidas já começam a adaptar seu software para a versão mais recente do Android.
Com isso, vamos notando quais os recursos que tiveram suas posições trocadas ou que já não funcionam mais da mesma forma. O modo silencioso que foi substituído pelo "Interrupções", agora vamos dar uma olhada mais demorada sobre as opções do menu do botão de energia que no Lollipop se resumem a apenas desligar o aparelho.
Com isso, vamos notando quais os recursos que tiveram suas posições trocadas ou que já não funcionam mais da mesma forma. O modo silencioso que foi substituído pelo "Interrupções", agora vamos dar uma olhada mais demorada sobre as opções do menu do botão de energia que no Lollipop se resumem a apenas desligar o aparelho.
O Android stock serve de base para que as fabricantes adaptem as suas interfaces de uso e possam usar o sistema operacional da Google em seus dispositivos. Assim, é bastante comum vermos um número de recursos maior nos telemóveis da Sony, da Samsung ou da LG, por exemplo, que nos Nexus. Porém, isso não significa que o Android puro tenha que, necessariamente, ser enxuto. Com o Android 5.0 Lollipop a equipa de programadores da Google tornou o OS um pouco mais intuitivo; removeu, adicionou e moveu recursos. Contudo, algumas funções relevantes do menu de opções do botão de energia caíram por terra, e agora ele só oferece uma possibilidade: desligar o aparelho.
Mas, não preciso ter o aparelho nas mãos para dizer que ele é grande. Assim, não entendo bem por que a opção como "ativar o modo avião" saiu do menu de opções do botão para ligar e desligar o dispositivo ou por que a opção "reiniciar" ainda não faz parte dele (recurso extremamente comum em ROMs customizadas). Usar um smartphone de 6 polegadas com uma mão não é fácil, e agora fica ainda mais difícil ter que acessar a barra de atalhos rápidos com uma mão e ativar o modo avião, por exemplo.
O Android 5.0 Lollipop é uma das versões mais completas e inovadoras do OS da Google, porém, existem alguns recursos que deveriam ser mantidos, especialmente quando levamos em consideração o lado intuitivo do software. Usar um telemóvel de 5 polegadas como o Nexus 5 com apenas uma mão já não é muito simples, imagine aparelhos como o LG G3, Note 4 e Nexus 6, que ficam entre 5,5 e 6 polegadas. Os atalhos presentes no botão de energia são imprescindíveis para uma experiência de uso excelente do sistema operacional e espero que a equipa de programadores do Android possa trazê-los de volta com uma próxima atualização.
Enquanto usuária de um Xperia Z2, vejo a possibilidade de reiniciar o aparelho a partir de qualquer ecrã em que esteja usando o botão de energia como uma função indispensável e esperava vê-la no Android 5.0 Lollipop finalmente, mas não foi desta vez.
Veja quanto consome de energia cada aparelho das várias operadoras....Desligar serviço triplo de telecomunicações pode render 35 euros por ano
Os consumidores podem poupar até 35 euros por ano na conta de eletricidade se desligarem da tomada os aparelhos do serviço triplo de telecomunicações, divulga a associação para a defesa dos consumidores (Deco) na próxima edição da Proteste.
A Deco procurou saber qual o consumo dos aparelhos necessários para utilizar o serviço triplo de telecomunicações (Internet+televisão+telefone fixo) quando estes não estão a ser usados.
Para o efeito, visitou a casa de 10 consumidores das várias operadoras e mediu o consumo de diferentes equipamentos: "boxes" com e sem gravação, emissor "wireless", modem, "router", telefone fixo, televisão e computador portátil, entre outros.
O consumo foi medido quer em modo de espera (sem estar a funcionar, mas ligado à tomada) e em funcionamento.
Em modo de espera, "os equipamentos da Meo e da Vodafone apresentaram consumos de cerca de 9 e 11 Watts, enquanto as "boxes" da Zon subiram a fasquia para os 16 a 18 Watts".
Os da Cabovisão consumiram entre 18 e 21 Watts e os da Optimus ficaram nos 6 Watts, "mas tratava-se de uma "box" sem gravação", refere a Deco.
"Verificámos que as "boxes" da Vodafone analisadas permitem colocá-las num modo de espera ativo, que diminui o consumo. Com esta função ligada, aquele desceu para cerca de 0,4 Watts", adianta a associação para a defesa dos consumidores.
No caso dos "routers" e o dispositivo ONT, obrigatório nos serviços de fibra, "exceto na Zon, em média, gastam quase oito euros cada um, em espera, ao fim do ano".
A Deco concluiu que o consumo do "router" diminui caso se desligue a rede sem fios. Se não for usada a rede "wireless" esta poderá permitir uma poupança de dois euros ao fim de um ano.
"Com as nossas medições, concluímos que os equipamentos usados para o serviço triplo de televisão, Internet e telefone fixo têm elevados consumos quando não estão a ser utilizados, ou seja, em modo de espera", aponta a Deco.
"O desperdício anual em eletricidade pode cifrar-se em cerca de 35 euros. As "boxes" são os aparelhos mais vorazes, mas os "routers" também revelaram um consumo considerável", adianta.
Neste estudo, a Deco decidiu também analisar outros aparelhos, como os gravadores de DVD, os sistemas de "surround", consolas de jogos e leitores multimédia.
"Nos equipamentos mais recentes, como consolas de jogos, impressoras, discos rígidos externos, leitores multimédia, entre outros, o consumo em "stand-by" não é significativo: é inferior a um euro por ano", adianta.
No caso dos gravadores de vídeo, estes podem gastar mais de seis euros por ano, enquanto um leitor de DVD ronda os três euros.
Cloogy.... o Sensor contabiliza energia gasta e permite poupança de 25%
Numa altura em que a fatura da luz pode ter um acréscimo de cerca de 2,8% em 2014, existe uma opção portuguesa no mercado que pode inverter esta tendência. Chama-se Cloogy e traduz-se num sensor que se instala no quadro elétrico, recolhendo informações sobre o consumo energético que está a ser efetuado, cujos números aparecerão no computador, tablet ou smartphone a que estiver agregado, explica o gestor de produto, Nuno Martins.

“O Cloogy é uma solução de smart home, atualmente com funcionalidades dedicadas à eficiência energética residencial e em funções de automação doméstica”, começa por referir ao Notícias ao Minuto o gestor de produtor, Nuno Martins referindo-se a um sensor que, ao ser instalado no quadro elétrico, recolhe informações sobre o consumo energético que está a ser efetuado.
Depois de recolhidos, os dados irão aparecer no dispositivo móvel a que o Cloogy estiver agregado, como explica Nuno Martins: “O consumo global da casa e o de cada equipamento ligado a uma tomada inteligente Cloogy é medido pelo hardware do Cloogy e transmitido em tempo real para o software, a que o utilizador pode aceder através do computador, tablet e smartphone”.
Desta feita, aquele aparelho, desenvolvido pela empresa de base tecnológica portuguesa Intelligent Sensing Anywhere (ISA), mostra em tempo real a energia elétrica que está a ser consumida (traduzida em quilowatt-hora), transformando-o de seguida em euros. De acordo com o gestor do Cloogy, “desmistifica-se, deste modo, a quantidade de energia” gasta, pelo que “é possível entender a quantia de dinheiro correspondente a uma lavagem de roupa ou louça, a um aquecimento”, exemplifica.
“Acedendo ao histórico dos consumos, [o utilizador] consegue ainda de uma forma imediata perceber ‘como se está a comportar’ face ao dia, semana ou mês anteriores”, remata o responsável.
Isto permite uma poupança significativa na conta da luz, que pesa cada vez mais na carteira dos portugueses, sendo que a tendência é para aumentar – o acréscimo pode atingir os 2,8% este ano. “Em média, os utilizadores do Cloogy conseguem poupar até 25%, havendo casos em que as poupanças atingem os 30%”, assegura.
De salientar que “brevemente” este produto “vai incluir funcionalidades nas áreas da segurança e conforto, possibilitando nessa altura a monitorização e controlo remoto da casa em tempo real, com câmaras IP e detetores de gás, incêndio e inundação”, adianta o representante.
O produto começou a ser comercializado no final de 2012, tanto através das encomendas online como através de um conjunto de parceiros e dos kits dedicados à gestão dos consumos de eletricidade, e tem vindo a superar as expetativas de comercialização. “O Cloogy atingiu, já em meados de 2013, a marca das 20 mil unidades vendidas, meta que tinha sido traçada atingir apenas no final do ano”, conclui Nuno Martins.
Os produtos Cloogy da gama residencial têm preços que variam entre os 199 e os 399 euros, enquanto os da gama empresarial estão disponíveis por 529 e os 709 euros.
Contactada pelo Notícias ao Minuto, fonte da Associação para a Defesa do Consumidor (DECO) esclareceu que o aparelho ainda não foi testado pelos seus técnicos, acrescentando que não lhes chegou, por enquanto, qualquer feedback por parte de utilizadores.