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Quer sair do KIWI ? Aqui tem a dica

A pedido de leitores do nosso blog ( leitores e eu fazemos parte deste espaço de amigos) aqui fica a dica....

Kiwi permite ao usuário excluir sua conta. Ele é um aplicativo para compartilhar segredos, fazer perguntas e postar de forma anónima. No entanto, alguns usuários que não gostaram do serviço podem desvincular suas informações do aplicativo para excluir a conta. Dessa forma, além de deletar o app do seu celular (telemóvel), ele ainda não coleta dados da sua conta do Facebook ou e-mail, por exemplo. Para ajudar, veja neste tutorial como acessar o recurso.

Login pelo Facebook
Passo 1. Acesse o app Kiwi e clique no menu com três pontos no topo direito. Depois selecione “Sair”. Por fim, confirme a ação em “Sim” para encerrar o acesso;
Encerre a atividade no app Kiwi (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Encerre a atividade no app Kiwi (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)
Passo 2. Para desvincular sua conta do Facebook, é necessário abrir o app da rede social e clicar no botão de menu, representado por “três linhas”. Depois, selecione “Configurações da Conta”. Role a tela e toque na opção “Aplicativos”;
Acesse as configurações do Facebook pelo celular (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Acesse as configurações do Facebook pelo celular (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)
Passo 3. Depois selecione “Conectado com Facebook” e encontre o Kiwi na lista;
Acesse os aplicativos e encontre o Kiwi (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Acesse os aplicativos e encontre o Kiwi (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)
Passo 4. Toque no item do Kiwi e role a tela até o final. Selecione “Remover Aplicativo” e confirme em “Remover”.
Remova o app da sua conta do Facebook (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Remova o app da sua conta do Facebook (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)
E-mail
Passo 1. Para desvincular seu e-mail acesse sua conta pelo login e senha no site web do Kiwi. Clique em “Perfil” e selecione o ícone de roda dentada, no lado esquerdo da tela (ecrã);
Site do Kiwi acessando o perfil do usuário (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Site do Kiwi acessando o perfil do usuário (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)
Passo 2. Clique no “x” ao lado da sua conta de e-mail. Note que não terá nenhuma conta atrelada naquele perfil. Depois clique em “Sair”.
Desvincule sua conta de e-mail do Kiwi (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Desvincule sua conta de e-mail do Kiwi (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)
Pronto. Dessa forma, você consegue desvincular seu e-mail e conta do Facebook para excluir os dados da conta no Kiwi. Agora só resta excluir o aplicativo do celular(telemóvel) de forma tradicional.

WhatsApp pode sair do ar no Brasil, por ordem de um tribunal Brasileiro



A Justiça Brasileira já tentou barrar o uso de alguns serviços no país como o Secret, que causou muita polémica ano passado quando o Ministério Público do Espirito Santo abriu uma ação pública na justiça para que a Apple e a Google retirassem o aplicativo das suas respectivas lojas de aplicativos. 

Meses depois, vimos o Juiz Salles Rossi da 8ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo abrir uma ação para que os sigilos dos grupos do WhatsApp fossem encerrados e todo o conteúdo ser revelado para evitar casos similares ao ocorrido.

Agora, uma decisão judicial volta a ter o WhatsApp como alvo, onde o mesmo poderá ser tirado do ar em todo o país. O juiz Luiz Moura Correia, da Central de Inquéritos da Comarca de Teresina (PI), determinou que uma empresa de telefonia “suspenda temporariamente até o cumprimento da ordem judicial (…), em todo território brasileiro, em caráter de urgência no prazo de 24 horas após o recebimento, o acesso através dos serviços da empresa aos domínios whatsapp.net e whatsapp.com, bem como todos os seus subdomínios e todos os outros domínios que contenham whatsapp.net e whatsapp.com em seus nomes e ainda todos números de IP (Internet Protocol) vinculados aos domínios já acima citados”.




O prazo para cumprimento da ordem judicial seria de 24 horas após o seu recebimento. A empresa de telefonia foi comunicada da decisão de Moura Correia em 19 de fevereiro por meio de um ofício do delegado Éverton Ferreira de Almeida Férrer, do Núcleo de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Piauí. No entanto, até o devido momento, o delegado declarou que não está autorizado a falar sobre o assunto. Mais novidades deverão surgir nas próximas horas, enquanto o processo corre em segredo de justiça e a empresa envolvida luta para cassar tal decisão, que teve início no dia 11 deste mês pelo juiz Luiz de Moura Correia.

Samsung deve deixar de produzir o Galaxy Alpha

A Samsung não passa por um bom momento, basta estar atento a todas as noticias de despedimentos na empresa, baixa de lucros, do fracasso do S5....

Em meados de julho surgiram os primeiros rumores. A chegada ao mercado aconteceu em setembro. Desde então tem sido aclamado pela imprensa como um dos smartphones mais bonitos da atualidade. Mas parece que não há espaço para ele na estratégia da Samsung.


O Galaxy Alpha conseguiu colocar a Samsung novamente nas manchetes da imprensa especializada e nem os anúncios do Galaxy S5 e do Galaxy Note 4 foram tão badalados. Durante semanas falou-se do telemóvel como o equipamento que seria o grande rival do iPhone 6. E apesar de ter sido bem recebido pela crítica, o momento menos positivo que a Samsung atravessa coloca alguma pressão no equipamento.

De acordo com o relato da ET News, o Samsung Galaxy Alpha tem os dias contados e o equipamento só será produzido enquanto houver stock dos componentes. A gigante sul-coreana vai dar mais destaque ao Galaxy A5 que apesar de ser um “primo” do Alpha, acaba por ser mais apelativo em termos de preço.

O Galaxy Alpha tem uma construção mais cuidada e o aro em metal, mesmo sendo um único pormenor, dá uma sensação de equipamento premium que poucos telemóveis da Samsung tinham conseguido até ao seu lançamento – a empresa sempre fez uma aposta no plástico como principal material de construção.





  
   
   
                                     








Samsung Galaxy Alpha


No entanto o preço elevado do Alpha – em Portugal ronda os 700 euros – colocam-no em desvantagem relativamente a outros smartphones topo de gama.

As informações apuradas apontam o mês de fevereiro como aquele em que o Galaxy Alpha vai deixar de ser produzido.

O ciclo de vida do smartphone inferior a um ano é causado pela quebra nas vendas de equipamentos que a Samsung tem sentido – até o topo de gama da tecnológica, o Galaxy S5, vendeu muito menos do que o esperado

Mais...


Teve vários elogios por seu design, o Galaxy Alpha da Samsung pecava em alguns requisitos. Entre eles está a curta duração de sua bateria e o fato de o preço adotado pela fabricante não ser exatamente atrativo quando se leva em consideração as outras opções do mercado que possuem especificações de hardware semelhantes.
Apesar desses problemas, havia a expectativa de que a companhia fosse continuar a investir nessa linha — algo que não deve acontecer. Segundo informações obtidas pelo site ET News, a empresa decidiu encerrar em breve a produção do produto, que vai ser substituído pelo Galaxy A5, voltado a consumidores que procuram aparelhos com características intermediárias.
A decisão é fruto dos esforços da pessoa de reorganizar sua divisão de smartphones, que apresentou resultados abaixo do esperado em 2014. Embora mantenha o acabamento em metal do Galaxy Alpha, o Galaxy A5 apresenta especificações mais modestas que permitem a ele tem um preço mais competitivo — no mercado chinês, o gadget pode ser encontrado por um preço equivalente a US$ 360.
A expectativa é a de que o Galaxy A5 seja lançado no mercado sul-coreano em janeiro ou fevereiro de 2015. Já o smartphone que ele está destinado a substituir deve continuar a ser produzido até o momento em que os estoques de material já adquiridos pela Samsung seja esgotado.

Mais noticias sobre a crise da Samsung....

Samsung encerra uma das suas maiores lojas na Europa


A Samsung encerrou uma das suas maiores lojas europeias, uma flagship no Reino Unido criada para mostrar e demonstrar os produtos e tecnologias da marca.


No Reino Unido a empresa conta com 10 lojas do género, espaços de grandes dimensões, que normalmente têm prioridade na disponibilização dos produtos mais emblemáticos da marca. A loja que encerra é a Samsung Experience Store de Westfield Stratford City, um dos maiores centros comerciais de Londres, onde trabalham 58 pessoas.

A Samsung garante que não tem planos para encerrar nenhuma das restantes lojas no Reino Unido, mas a decisão não deixa de ser encarada como um sinal de ajustes na estratégia da gigante sul-coreana, que no terceiro trimestre do ano acumulou perdas de 74%.

As vendas do último smartphone de topo da Samsung, o Galaxy S5, têm sido apontadas como uma das desilusões do ano, com resultados muito abaixo do conseguido pela marca em versões anteriores do equipamento.

Noutras áreas o ano também correu menos bem à Samsung e os resultados têm sido visíveis com alterações ao posicionamento da marca em diferentes áreas. Na Europa, outro sinal dessa mudança foi o fim do fabrico de computadores.

A Samsung continua, ainda assim, a ser líder mundial no mercado de smartphones e a ocupar também um lugar de destaque na área dos PCs. Nos smartphones, o último trimestre também revelou uma perda de terreno, que se deve sobretudo à ascensão de novos fabricantes chineses.

Sempre que o The Pirate Bay for encerrado num local surgirá noutro


A convicção é do presidente do Partido Pirata da Alemanha, que recorda as várias medidas contra o site nos últimos anos e o facto de nenhuma delas ter conseguido acabar com o projeto.

                     


"O site já tinha sido fechado em 2005 e o resultado foi a criação de um Partido Pirata, que reuniu todas as ideias de partilha de informação, conhecimento, cultura e liberdade na Internet", defendeu Kramm, em declarações ao site RT.

"Cada vez que o Pirate Bay for desligado, vamos multiplicar", acrescenta o mesmo responsável, defendendo a legitimidade do projeto e considerando que a Internet é ela própria uma "enorme máquina de copiar", que alterou o conceito de propriedade pública.

Em resposta a esta transformação, a legislação deveria ter sido alterada e adequada, mas em vez disso as empresas fazem todos os esforços para fazer valer as leis antigas, defende Bruno Kramm, apontando uma exemplo que considera de sucesso nesta transição do analógico para o digital: o da música, com os serviços de streaming.

O The Pirate Bay foi encerrado no início da semana, na sequência de uma rusga às instalações de suporte ao projeto. As autoridades suecas revelaram na altura que as buscas e suspensão de atividade estão relacionadas com suspeitas de violação das leis de propriedade intelectual.

Esta não é a primeira tentativa para destativar o site, que na última década tem sido alvo das mais diversas tentativas da indústria para calar este centro de partilha de ficheiros.

O registo do domínio já tinha sido alterado e a localização dos servidores para garantir a continuidade do projeto, algo que pelos vistos pode acontecer tantas vezes quantas forem necessárias para manter ativo o maior simbolo da defesa de uma Internet onde a partilha de conteúdos é livre.

"Pirate Bay" encerrado pela polícia sueca

O maior agregador de "torrents" do planeta, o Pirate Bay, está "offline" há um dia, após uma operação da polícia sueca. Um dos co-fundadores já garantiu que gostaria que o site permanecesse encerrado.

O site "Pirate Bay" era, até terça-feira, o maior agregador de "torrents" (arquivos distribuídos por diversos utilizadores) do planeta. Mas tal poderá não voltar a ser verdade durante muito mais tempo.



O website está offline desde que foi alvo de (mais) uma operação da polícia em Estocolmo, onde foram apreendidos diversos computadores e servidores. Alegadamente, conta o site TorrentFreak, o material obtido pelas forças policiais (ao abrigo de uma investigação à violação de direitos de autor) era fulcral para o site, que foi encerrado e assim permanece até ao momento. Outros sites de "torrents" também foram afetados, como EZTV, Torrage, Zoink, SuprBay Bayimg ou Pastebay.

Um dos fundadores do site, Peter Sunde, já deixou a sua opinião sobre a matéria, garantindo que não está muito importado se o website continuar offline. "Parece que o Pirate Bay foi invadido novamente. Há oito anos, quando isso aconteceu pela última vez, muita gente foi para as ruas protestar. Hoje, poucos parecem importar-se. E eu sou um deles", diz, no seu blogue.

O cofundador, que foi libertado há um mês depois de ter estado preso por violação de direitos de autor, explica que não é "fã do que o Pirate Bay se tornou" e acusa quem gere atualmente o site de ganância. "O Pirate Bay tornou-se uma instituição que toda a gente espera que esteja sempre lá. Ninguém parece estar com vontade de fazer avançar a tecnologia. O site continua feio, cheio de erros, código e design antigos. Nada mudou, exceto numa coisa: publicidade", queixa-se.

Peter Sunde lamenta que o site não tenha sido encerrado no 10.º aniversário, como pretendido pela equipa que o criou e que, em vez disso, quem tomou as rédeas do site tenha feito uma festa para celebrar o acontecimento, patrocinada por uma "empresa sexista" e com pagamento de entrada. "O Pirate Bay já não tem alma. Estava uma porcaria quando foi encerrado hoje. Sabe bem pensar que talvez tenha sido encerrado de vez", garante, esperando que o desaparecimento do agregador impulsione uma nova geração de sites mais avançados.

Segundo o TorrentFreak, suspeita-se que o equipamento apreendido pela polícia estaria em Nacka, em Portlane (Estocolmo) e a denúncia teria sido feita por um grupo anti-pirataria, denominado "Rights Alliance".




Uma cópia idêntica do Pirate Bay, sediada num servidor na Costa Rica, tem sido indicada por muitos como a nova versão do site, mas basta uma pesquisa rápida pela página para perceber que nada funciona.

CES encerra com novidades em tecnologia...Feira em Las Vegas mostrou lançamentos e tendências do setor


Por três dias Las Vegas foi a capital mundial da tecnologia. Entre 7 e 10 de janeiro, a cidade foi sede da International CES 2014, maior feira de tecnologia do mundo. E nesse período foram mostradas diversas novidades que vão desde carros movidos a energia solar a eletrodomésticos que se comunicam por sms.
Objeto em 3D é criado em uma tela no estande da Leopoly durante a International CES 2014, em Las Vegas
As televisões de tela curva chamadas de UltraHD polarizaram as atenções de 150 mil visitantes da feira. Especialistas afirmam que já neste ano, as vendas deste tipo de aparelho deverá alcançar os 500 mil. Em 2013, as vendas foram de 60 mil unidades. Em 2017 deverão ser 3 milhões de televisores vendidos.
O maior diferencial deste modelo é a definição da imagem. São 8 milhões de pixels, quatro vezes mais do que um televisor convencional em HD. Para os amantes dos games, na feira foi anunciado o Playstation Now, serviço em rede que permite o usuário jogar em qualquer televisor ou dispositivo móvel sem precisar de um console.
A LG anunciou uma linha de eletrodomésticos que enviam sms para seus donos. Graças a uma plataforma de comunicação será possível, por exemplo, perguntar à geladeira se é preciso comprar leite ou se a máquina de lavar roupas já terminou o ciclo de lavagem.
Já a Ford apresentou na feira um carro que recarrega sua bateria com energia solar, graças a um painel acoplado ao teto do veículo que age como uma lente de aumento, potencializando a intensidade dos raios solares. Além de produtos, muitas previsões de mercado foram lançadas.
Estima-se que a impressão em 3D terá um faturamento de US$3,7 bilhões em 2015 e US$10,8 bilhões até 2020.

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