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Piratas exigem resgate a empresa de Famalicão em bitcoins
Um pirata informático atacou os computadores de uma empresa de Famalicão. Encriptou os ficheiros e exigiu dinheiro virtual para libertar ficheiros: 500 euros, convertidos em bitcoins, a moeda virtual.
Sem conseguir trabalhar e com os prejuízos a acumularem-se, o empresário famalicense, que conta o sucedido sob anonimato, viu-se obrigado a ceder às exigências e pagar pouco mais de um bitcoin e meio - a cotação oficial anda nos 314 euros por cada bitcoin - para resgatar os ficheiros da empresa. Depois, apresentou queixa na PSP de Famalicão, que passou o caso à Polícia Judiciária.
Sem conseguir trabalhar e com os prejuízos a acumularem-se, o empresário famalicense, que conta o sucedido sob anonimato, viu-se obrigado a ceder às exigências e pagar pouco mais de um bitcoin e meio - a cotação oficial anda nos 314 euros por cada bitcoin - para resgatar os ficheiros da empresa. Depois, apresentou queixa na PSP de Famalicão, que passou o caso à Polícia Judiciária.
wePinch – Rede social portuguesa chega aos 5000 utilizadores
Um mês e meio após o lançamento, a rede social wePinch ultrapassou a barreira dos 5000 utilizadores em Portugal, entre quem procura novos desafios profissionais, empresariais ou projetos para investir.
No final de Fevereiro, o WePinch contava com mais de 4000 profissionais, 240 projetos e Startups registados e mais de 400 investidores.
O wePinch é primeira rede social a juntar todos os protagonistas essenciais à criação de empresas: os empreendedores, os profissionais (colaboradores) e os investidores.
O objetivo do wePinch é trazer para o espaço online todo o ecossistema de criação de novas empresas (startups), juntando todo o tipo de novos projetos e negócios que precisam de profissionais e investidores. Desta forma, os empreendedores podem criar ou completar a sua equipa, assim como internacionalizar as suas startups e empresas através da ligação com profissionais residentes noutros países.
“Esperávamos atingir estes números ao fim de seis meses. É uma total surpresa e significa que a rede social tem uma razão clara de existência. Há pessoas no wePinch que começaram a colaborar em projetos assim como temos projetos que j
á cativaram o interesse de investidores. ”, explica a fundadora deste projeto, Andreia Onofre.
O projeto, disponível por enquanto para Portugal, vai abrir brevemente em novos países, potenciando a internacionalização de empresas e profissionais.
Para os profissionais (Pro), o wePinch é um espaço de oportunidades de trabalho, colaboração, co-founding ou emprego.
Para os empreendedores (starters), o wePinch permite formar equipas para o desenvolvimento dos seus projetos, assim como encontrar investidores, através das ferramentas de pesquisa e comunicação direta que esta rede social disponibiliza.
Para os investidores, o wePinch é uma montra de ideias e negócios que os ajuda a selecionar potenciais investimentos. Hoje, o investimento em startups tem vindo a ser cada vez mais recorrente por parte de empresas de capital de risco e de investidores privados.
Como funciona?
O wePinch liga profissionais, empreendedores e investidores numa escala global, em torno dos projetos certos, quer sejam empresariais, projetos pontuais ou apenas ideias em embrião.
Trata-se de uma rede social pura, totalmente interativa entre as partes, com funcionalidades de partilha, alertas e até um sistema próprio de “like”, cuja designação é o botão “aprov” – de aprovar projeto.
A rede disponibiliza duas ferramentas que favorecem a pesquisa e geo-referênciação de projetos e profissionais:
O Pro Match permite aos empreendedores, pesquisar e encontrar os profissionais com as qualificações específicas para colaborarem nos seus projetos ou na criação de empresas. Por exemplo, um designer em Lisboa e um programador em Singapura.
O Project Finder permite aos profissionais encontrarem os projetos com os quais se identificam.
Além disso, tem ainda as seguintes funcionalidades:
A beliscadela: Com o botão “Beliscar” os empreendedores (Starters) podem chamar a atenção dos profissionais (Pros) para irem conhecer os seus projetos.
Aprovs (Aprovar projeto) – No wePinch os utilizadores podem aprovar os projetos de que mais gostam. É uma espécie de “Like” que faz saltar imediatamente os projetos com mais Aprovs para a homepage do wePinch e para o top dos projetos mais aprovados por toda a comunidade
Convidar: O botão convidar permite a cada empreendedor (Starter) convidar profissionais para colaborarem no seu projeto.
Participar: Os profissionais podem, quando encontram um projeto com o qual simpatizam, demonstrar interesse para integrarem a equipa com um simples “Quero Participar”.
Investir: Os investidores também podem manifestar interesse em investir nos projetos através do botão “Quero Investir”.
Criar Anúncio: Os empreendedores podem criar anúncios para recrutarem profissionais para funções específicas nos seus projetos. Ao criarem um anúncio recebem automaticamente sugestões com perfis de profissionais que correspondem ao anúncio criado.
Para os profissionais, o wePinch permite ainda, por exemplo, importar o perfil diretamente do Linkedin, facilitando o processo.
O wePinch é dirigido a quem tem ideias e a quem quer fazer parte de projetos maiores, capazes de criar valor para todas as partes. Ao permitir a colaboração de todos, esta rede social será capaz de estimular um ecossistema de projetos online que poderão estar na génese de micro e pequenas empresas e, quem sabe, das mais icónicas startups do futuro.
Portugal, tal como a maioria dos países europeus, tem tido nos últimos anos um ecossistema crescente de jovens empresários que, através de diferentes organizações de promoção de criação de startups, têm conseguido criar centenas de empresas, algumas delas com bastante sucesso. Porém, esse ecossistema tem acontecido de forma isolada e em espaços físicos ou eventos.
O projeto foi concebido e idealizado por Andreia Onofre e desenvolvido e implementado pela empresa portuguesa Sales Engine Online, incubadora desta inovadora iniciativa.
A Sales Engine Online (SEO) desenvolve soluções digitais e de marketing online, gerindo campanhas em mais de 24 países de todo o mundo. De uma startup em Lisboa há quatro anos, a SEO passou para uma empresa global de marketing de performance, com escritórios em Madrid, São Paulo, Bucareste, Bogotá e Luanda e cerca de 40 colaboradores.
Facebook vai atualizar páginas de empresas a partir desta semana
Depois de ter confirmado a disponibilização mundial de um novo mural para os utilizadores, o Facebook também vai começar a transformar as páginas das empresas e das marcas para um melhor controlo da audiência.
Em abril do ano passado o Facebook anunciou que as Facebook Pages, páginas dedicadas para empresas e marcas, também iriam sofrer uma alteração visual significativa. Ontem a rede social de Mark Zuckerberg confirmou, quase um ano depois, que a atualização vai ficar disponível durante os próximos dias.
As alterações só vão ter lugar na versão do Facebook para computador. Diz a rede social que a nova versão das Pages vai permitir que os utilizadores encontrem informações de uma marca mais facilmente, enquanto para as empresas será mais fácil navegar entre as ferramentas de gestão de página.
Se é administrador de uma página no Facebook esta é a transformação que vai encontrar nos próximos tempos:
As alterações só vão ter lugar na versão do Facebook para computador. Diz a rede social que a nova versão das Pages vai permitir que os utilizadores encontrem informações de uma marca mais facilmente, enquanto para as empresas será mais fácil navegar entre as ferramentas de gestão de página.
Se é administrador de uma página no Facebook esta é a transformação que vai encontrar nos próximos tempos:
As publicações passam a estar concentradas todas numa coluna à direita, enquanto a coluna à esquerda vai servir para indexar fotografias, vídeos e informações relativos à empresa ou à marca.
As ferramentas de administração ficam localizadas na parte superior, para um acesso mais simplificado, enquanto as estatísticas aparecem agora diretamente numa outra coluna à direita. Até aqui para consulta de estatísticas, por exemplo, era preciso aceder às definições de página.
O Facebook volta ainda a reforçar a funcionalidade Páginas a Observar, que permite comparar a evolução da página própria com a evolução das páginas de empresas/marcas com perfis semelhantes. Desta forma a concorrência é maior e permite ajustar uma estratégia também tendo em conta o desempenho dos rivais.
Rede Ilimitada - o novo tarifário da Zon Optimus para empresas... os preços
Chama-se Rede Ilimitada o novo tarifário de comunicações para empresas lançado pela Optimus e inclui "voz, SMS e Internet no telemóvel, em Portugal ou onde quer que os negócios das empresas estejam".
A nova oferta tem um custo mensal de 114 euros em troca de pacotes ilimitados de chamadas, SMS e MMS para todas as redes móveis nacionais e para até 10 colaboradores da empresa.
Por mais 44 euros por mês pode incluir também comunicações ilimitadas para os principais destinos internacionais de negócios das empresas portuguesas ou em roaming, dentro da União Europeia.
O acesso ilimitado à Internet para todos os colaboradores adiciona mais 88 euros mensais ao "pacote", enquanto o acesso ilimitado por utilizador custa 26,4 euros mensais.
A solução é flexível, na medida em que uma empresa pode optar por subscrever pacotes individuais de comunicações ilimitadas em roaming apenas para os colaboradores que têm de se deslocar ao estrangeiro ou optar por pacotes de voz, de SMS ou de internet de menor dimensão, quando a utilização ilimitada para determinados destinos não for utilizada, explica a operadora em comunicado.
Também é possível alterar os destinos incluídos no pacote de chamadas internacionais, à medida que os negócios da empresa se deslocam. Além disso permite adicionar, em qualquer altura, mais colaboradores à conta, com as mesmas condições ilimitadas do grupo, por um custo marginal de 8,80 euros.
"Com o tarifário Rede Ilimitada, a Optimus reforça o compromisso com os clientes empresariais, permitindo-lhes comunicar sem limites, através de uma oferta customizável e adaptável, que facilita a construção de um plano de comunicações perfeitamente ajustado às reais necessidades de cada empresa e com um custo mensal fixo", considera a operadora.
Por mais 44 euros por mês pode incluir também comunicações ilimitadas para os principais destinos internacionais de negócios das empresas portuguesas ou em roaming, dentro da União Europeia.
O acesso ilimitado à Internet para todos os colaboradores adiciona mais 88 euros mensais ao "pacote", enquanto o acesso ilimitado por utilizador custa 26,4 euros mensais.
A solução é flexível, na medida em que uma empresa pode optar por subscrever pacotes individuais de comunicações ilimitadas em roaming apenas para os colaboradores que têm de se deslocar ao estrangeiro ou optar por pacotes de voz, de SMS ou de internet de menor dimensão, quando a utilização ilimitada para determinados destinos não for utilizada, explica a operadora em comunicado.
Também é possível alterar os destinos incluídos no pacote de chamadas internacionais, à medida que os negócios da empresa se deslocam. Além disso permite adicionar, em qualquer altura, mais colaboradores à conta, com as mesmas condições ilimitadas do grupo, por um custo marginal de 8,80 euros.
"Com o tarifário Rede Ilimitada, a Optimus reforça o compromisso com os clientes empresariais, permitindo-lhes comunicar sem limites, através de uma oferta customizável e adaptável, que facilita a construção de um plano de comunicações perfeitamente ajustado às reais necessidades de cada empresa e com um custo mensal fixo", considera a operadora.
iOS 7 já existe download em Portugal.. iOS 7 na sua empresa; actualizar pode ser uma má decisão; Mundo novo do IOS
A espera pelo iOS 7 terminou para os utilizadores portugueses. O software móvel da Apple vem recheado de novidades e que prometem mais luta ao Android, Windows Phone e BlackBerry.
O novo sistema operativo móvel da Apple, o iOS 7, está disponível para download desde as 18 horas de Portugal Continental, 17 horas nos Açores. A nova versão representa a maior revolução visual que o iOS já sofreu desde o lançamento inicial em 2007 e promete até 200 novas funcionalidades.
Mas antes de ir a correr para atualizar o seu iPhone, iPad ou iPod Touch, o melhor é espreitar o conjunto de razões que elaboramos sobre as vantagens de não instalar de imediato o iOS 7.
Caso pretenda avançar e experimentar já o iOS 7, fique a saber que pode optar por uma atualização Over The Air (OTA), através do Wi-Fi nas definições do telemóvel, ou através do iTunes para computador. Em ambos os casos, não se esqueça de fazer uma recuperação dos dados para casos de emergência.
Apresentado há três meses, na WWDC 2013, o novo sistema operativo vai trazer funcionalidades como partilha direta de ficheiros por Wi-Fi, conhecida como AirDrop, um interface de utilização redesenhado, o serviço iTunes Radio e um centro de controlos que não existia em nenhuma versão anterior.
Para conhecer todas as novidades veja o artigo abaixo "Admirável mundo novo do iOS 7". Fique também a saber o que pode e não pode fazer com a nova atualizaçãocaso trabalhe numa empresa e precise do iPhone ou do iPad profissionalmente.
O mais recente software da Apple para dispositivos móveis já vem instalado de origem noiPhone 5c e iPhone 5s, mas até ao momento da publicação deste artigo a Apple ainda não anunciou a disponibilização dos equipamentos para o mercado português.
Mas antes de ir a correr para atualizar o seu iPhone, iPad ou iPod Touch, o melhor é espreitar o conjunto de razões que elaboramos sobre as vantagens de não instalar de imediato o iOS 7.
Caso pretenda avançar e experimentar já o iOS 7, fique a saber que pode optar por uma atualização Over The Air (OTA), através do Wi-Fi nas definições do telemóvel, ou através do iTunes para computador. Em ambos os casos, não se esqueça de fazer uma recuperação dos dados para casos de emergência.
Apresentado há três meses, na WWDC 2013, o novo sistema operativo vai trazer funcionalidades como partilha direta de ficheiros por Wi-Fi, conhecida como AirDrop, um interface de utilização redesenhado, o serviço iTunes Radio e um centro de controlos que não existia em nenhuma versão anterior.
Para conhecer todas as novidades veja o artigo abaixo "Admirável mundo novo do iOS 7". Fique também a saber o que pode e não pode fazer com a nova atualizaçãocaso trabalhe numa empresa e precise do iPhone ou do iPad profissionalmente.
O mais recente software da Apple para dispositivos móveis já vem instalado de origem noiPhone 5c e iPhone 5s, mas até ao momento da publicação deste artigo a Apple ainda não anunciou a disponibilização dos equipamentos para o mercado português.
iOS 7: Atualizar o iPhone ou iPad pode ser uma má decisão
Existem alguns factores que todos os utilizadores devem ter em conta antes de partirem para uma nova versão do sistema operativo. O iOS 7 pode não ser o mais indicado para o seu telemóvel ou tablet.
São vários os artigos que dão conta da chegada do iOS 7, de como as mais de 200 funcionalidades novas vão transformar os iPhone e iPad, e até de como instalar a nova versão do sistema operativo móvel da Apple. Mas os leitores que vão migrar devem ler os seguintes conselhos antes de instalarem o upgrade assim que ele ficar disponível.
Sem querer criar alarmismos e desconfiar da capacidade da Apple de entregar o melhor produto possível, existem considerações que devem ser feitas para evitar desgostos no futuro.
Se não instalar de imediato o iOS 7 tem tempo para acompanhar a receção que os outros utilizadores estão a fazer do sistema operativo. As falhas e os bugs que podem aparecer nas primeiras versões e que podem causar problemas sérios - como esgotamento severo da bateria -, podem ser evitados se o sistema operativo só for instalado daqui a uns dias. A Apple é por norma rápida a resolver este tipo de bugs.
Depois há a questão do hardware e do software. O iOS 7 foi desenhado a pensar nos dispositivos mais recentes. O modelo anterior, o iPhone 5, não deve ter problemas em lidar com o sistema operativo já que partilha as mesmas especificações que o iPhone 5c.

Já outros modelos, como o iPhone 4 e o iPad 2 - os dispositivos "mínimos" para receber o novo iOS - podem vir a ter problemas de desempenho com o novo sistema operativo. No caso dos iPod Touch só o de quinta geração é que vai receber o iOS 7. O quer com isto dizer que em determinadas tarefas o dispositivo pode-se tornar mais lento do que era habitual com outra versão do iOS. O bom funcionamento do equipamento nunca está em causa.
As versões mais antigas, como o iPhone 4, 4S e iPad de terceira geração, mesmo com o iOS 7, não vão ter direito a filtros na aplicação de câmara e não vão conseguir utilizador o AirDrop. No caso do iPhone 4 nem as fotografias panorâmicas nem o assistente Siri vão estar disponíveis. O mesmo vale para o iPad 2.
Depois aparece um terceiro problema. Caso o iOS 7 traga erros e traga lentidão ao seu telemóvel, se o instalar não poderá regressar a versões anteriores. Ou para o fazer terá que perder o direito à garantia pois é necessário recorrer a aplicações não oficiais. Por isso, pense e analise bem se o novo iOS 7 traz vantagens para si e deixe que outros utilizadores - como a imprensa especializada - testem primeiro o software da Apple.

Os conselhos sugeridos não diferem muito daqueles que são dados pelo ZDNet. Mas a publicação norte-americana ainda acrescenta outros motivos.
O caso de ainda não haver jailbreak disponível - acesso de administrador no telemóvel que permite instalar outros softwares além daqueles que estão disponíveis na App Store - é um deles. Outro é o facto de muitas aplicações poderem não funcionar de imediato já que não são compatíveis ou cujas atualizações para o iOS 7 ainda não foram aprovadas pela tecnológica da maçã.
Nota de redação: clarificada a informação de que serviços estão indisponíveis nos diferentes iPhone e iPad. Esclarecemos também que o iPhone 4, 4S e iPad 2 e 3 não vão suportar "filtros de lente" - que permitem colocar efeitos nas imagens antes de estas serem captadas -, apesar de estes poderem ser aplicados numa fase posterior, informação baseada no que várias publicações escrevem, sendo uma delas a PC Mag.
Sem querer criar alarmismos e desconfiar da capacidade da Apple de entregar o melhor produto possível, existem considerações que devem ser feitas para evitar desgostos no futuro.
Se não instalar de imediato o iOS 7 tem tempo para acompanhar a receção que os outros utilizadores estão a fazer do sistema operativo. As falhas e os bugs que podem aparecer nas primeiras versões e que podem causar problemas sérios - como esgotamento severo da bateria -, podem ser evitados se o sistema operativo só for instalado daqui a uns dias. A Apple é por norma rápida a resolver este tipo de bugs.
Depois há a questão do hardware e do software. O iOS 7 foi desenhado a pensar nos dispositivos mais recentes. O modelo anterior, o iPhone 5, não deve ter problemas em lidar com o sistema operativo já que partilha as mesmas especificações que o iPhone 5c.
Já outros modelos, como o iPhone 4 e o iPad 2 - os dispositivos "mínimos" para receber o novo iOS - podem vir a ter problemas de desempenho com o novo sistema operativo. No caso dos iPod Touch só o de quinta geração é que vai receber o iOS 7. O quer com isto dizer que em determinadas tarefas o dispositivo pode-se tornar mais lento do que era habitual com outra versão do iOS. O bom funcionamento do equipamento nunca está em causa.
As versões mais antigas, como o iPhone 4, 4S e iPad de terceira geração, mesmo com o iOS 7, não vão ter direito a filtros na aplicação de câmara e não vão conseguir utilizador o AirDrop. No caso do iPhone 4 nem as fotografias panorâmicas nem o assistente Siri vão estar disponíveis. O mesmo vale para o iPad 2.
Depois aparece um terceiro problema. Caso o iOS 7 traga erros e traga lentidão ao seu telemóvel, se o instalar não poderá regressar a versões anteriores. Ou para o fazer terá que perder o direito à garantia pois é necessário recorrer a aplicações não oficiais. Por isso, pense e analise bem se o novo iOS 7 traz vantagens para si e deixe que outros utilizadores - como a imprensa especializada - testem primeiro o software da Apple.
Os conselhos sugeridos não diferem muito daqueles que são dados pelo ZDNet. Mas a publicação norte-americana ainda acrescenta outros motivos.
O caso de ainda não haver jailbreak disponível - acesso de administrador no telemóvel que permite instalar outros softwares além daqueles que estão disponíveis na App Store - é um deles. Outro é o facto de muitas aplicações poderem não funcionar de imediato já que não são compatíveis ou cujas atualizações para o iOS 7 ainda não foram aprovadas pela tecnológica da maçã.
Nota de redação: clarificada a informação de que serviços estão indisponíveis nos diferentes iPhone e iPad. Esclarecemos também que o iPhone 4, 4S e iPad 2 e 3 não vão suportar "filtros de lente" - que permitem colocar efeitos nas imagens antes de estas serem captadas -, apesar de estes poderem ser aplicados numa fase posterior, informação baseada no que várias publicações escrevem, sendo uma delas a PC Mag.
O admirável mundo novo do iOS
A Apple chama-lhe "a maior mudança desde o lançamento do iPhone" e interpreta-a como "um começo". A versão 7 do iOS só chega no Outono, mas as principais diferenças já são conhecidas.
As alterações são várias, umas mais visíveis do que outras, mas quando descarregar o novo iOS 7 para o seu iPhone, iPad ou iPod Touch a utilização será instantaneamente familiar, sem obrigar a qualquer reaprendizagem, garante a fabricante da maçã.
"O seu ecrã inicial continua a ser o seu ecrã inicial, por exemplo, só que agora tira maior vantagem do ecrã Retina. Mas vai usá-lo da mesmíssima maneira", escreve a Apple online, numa das muitas referências à nova versão do seu sistema operativo móvel.
As maiores mudanças registam-se a nível do design, que pretende ser "mais simples e arejado", mas também mais funcional e colorido. Para tal, a Apple mexeu numa série de recursos e introduziu alguns elementos.
Para começar, a redefinição da tipografia, agora mais "fina", refletida em toda a experiência de utilização, além da adoção de uma nova palete específica de cores. Foi igualmente feito um redesenho de todos os ícones nativos, com base num sistema "grid", explica a Apple.
Se era fã do "pano de mesa" verde da aplicação de jogos, dos acabamentos em cabedal do bloco de notas ou das prateleiras em madeira do quiosque de revistas é capaz de ficar desiludido.
Se, pelo contrário, dispensava tais "pormenores", pode ser que as alterações feitas lhe agradem. Na imagem abaixo, tem oportunidade de comparar, "taco a taco", o atual iOS 6 e o futuro estilo iOS 7.
As transparências e as animações entre as imagens são outra das grandes apostas da Apple na nova versão do seu sistema operativo móvel. Tais características pretendem dar "dimensão" ao ecrã, ou como a própria fabricante diz, várias dimensões.
A empresa agora gerida por Tim Cook aposta em várias camadas que criam essa sensação de maior profundidade, mas que também servem para ordenar os ícones e estabelecer hierarquias.
Com as alterações introduzidas, os planos de fundo vêem-se e movem-se ligeiramente consoante mexemos o telefone ou o tablet, atrás dos elementos mais frontais. Um bom exemplo é a renovada aplicação de meteorologia, com os seus fundos animados.
Além das alterações no modo de funcionamento e de apresentação de algumas funcionalidades, o iOS 7 introduz novas aplicações como o Control Center, um painel que surge quando arrastado a partir do fundo do ecrã e que dá acesso instantaneo às principais tarefas, comandos e definições do dispositivo.
Há também um Notification Center, onde ficam registados todas as interações ou tentativas de interação em termos de comunicações, como emails recebidos, chamadas perdidas, tarefas pendentes, etc. Conte ainda com acesso à nova iTunes Radio ou com o centro de partilhas Airdrop.
"Por si só, estes podem não ser detalhes que fossem logicamente exigidos ou esperados, mas combinados oferecem uma relação mais harmoniosa entre elementos individuais e contribuem para uma melhor e mais agradável experiência num todo", diz a Apple acerca das alterações introduzidas com a chegada do iOS7.
Fique com o vídeo onde a Apple fala da nova versão do sistema operativo móvel na primeira pessoa.
O que deve ou não fazer com o novo iOS 7 na sua empresa
(atualizada) O iOS 7 chega a 18 de setembro, mas são muitos os administradores de TI que ainda estão pouco familiarizados com as possibilidades que a nova versão do sistema operativo móvel da Apple pode oferecer às organizações.
O iOS 7 conheceu, esta terça-feira, a sua data de disponibilização, a par de outras novidades lançadas pela marca da maçã.
Apesar de só chegar agora, as principais diferenças face à versão anterior são conhecidas há algum tempo, mas não por todos, segundo indica um estudo conduzido pela Cortado.
A empresa, que desenvolve soluções na área da mobilidade, indica que 42,5% entre 1.350 administradores de TI desconhece o impacto que o iOS 7 poderá trazer ao seu negócio.
Com base nos resultados do estudo, a Cortado criou uma infografia onde são apontados alguns "dos & dont's" relativamente à nova versão do sistema operativo móvel da Apple, com alguns números mais gerais pelo meio.
Entre o que não fazer está, por exemplo, impedir a utilização do iOS 7 aos colaboradores da empresa. Os números provam que 75% das empresas insistem em proibir o uso de apps pessoais, o que não impede 38% dos funcionários de as usarem na mesma.
No conjunto dos "a fazer" consta a sugestão "venda todos os dispositivos que não suportem iOS7 enquanto pode" e "institua políticas de BYOD".
Espreite na infografia abaixo todos os conselhos.
Apesar de só chegar agora, as principais diferenças face à versão anterior são conhecidas há algum tempo, mas não por todos, segundo indica um estudo conduzido pela Cortado.
A empresa, que desenvolve soluções na área da mobilidade, indica que 42,5% entre 1.350 administradores de TI desconhece o impacto que o iOS 7 poderá trazer ao seu negócio.
Com base nos resultados do estudo, a Cortado criou uma infografia onde são apontados alguns "dos & dont's" relativamente à nova versão do sistema operativo móvel da Apple, com alguns números mais gerais pelo meio.
Entre o que não fazer está, por exemplo, impedir a utilização do iOS 7 aos colaboradores da empresa. Os números provam que 75% das empresas insistem em proibir o uso de apps pessoais, o que não impede 38% dos funcionários de as usarem na mesma.
No conjunto dos "a fazer" consta a sugestão "venda todos os dispositivos que não suportem iOS7 enquanto pode" e "institua políticas de BYOD".
Espreite na infografia abaixo todos os conselhos.