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Campanha nacional de recolha de CDs e DVDs para reciclagem arranca em breve
Não é um império perdido, mas o tempo dos sistemas de armazenamento em discos de policarbonato já lá vai. Enquanto as pens, os discos externos e a cloud crescem junto dos consumidores, os CDs e DVDs acumulam-se nas gavetas.
A iniciativa começou a ser projetada pela Quercus há três anos, mas alguns entraves legais e de entendimento fizeram com que a iniciativa demorasse mais tempo. Hoje, 29 de abril, várias entidades vão assinar um protocolo de compromisso de apoio à campanha “Vamos gravar essa ideia”, destinada à recolha de CDs e DVDs para reciclagem.
Quantos discos com música, com software ou com fotografias tem perdidos lá em casa, a ganhar pó, alguns dos quais já tão crivados de riscos que nem os leitores óticos lhe conseguem dar significado? Foi a pensar nestes casos que a associação ambiental portuguesa projetou a iniciativa.
“Em breve”, num espaço de tempo que Pedro Carteiro da Quercus espera que não seja superior a 30 dias, estarão disponíveis em todo o país 400 pontos de recolha de CDs e DVDs. A Chronopost é a grande aliada da iniciativa já que vai colocar ecopontos próprios nas lojas da rede PickMe, onde a empresa tradicionalmente já faz recolhas e entregas diárias.
O facto de o circuito de recolha estar montado é um dos elementos positivos deste projeto, já que a nível de impacto ambiental – com os transportes por exemplo – não existem grandes diferenças. A Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED) também faz parte do grupo de acordo e os postos de recolha podem depois ser estendidos até aos hipermercados.
Ao contrário do que acontece com outros resíduos, os CDs e DVDs não são domínio de ninguém: “nem as autarquias queriam responsabilidades na recolha destes produtos”, conta Pedro Carteiro .
A campanha conta com o apoio do Ministério do Ambiente que através de uma portaria publicada no Diário da República em março deste ano validou em termos legais a realização da campanha. No documento é autorizada também a recolha de discos BluRay e de disquetes, mas optou-se por não alargar a iniciativa a estes equipamentos para não se “criar custos sobre os custos”, esclareceu o membro da Quercus.
Segundo uma nota de imprensa, o acordo para o início oficial da campanha vai ser assinado hoje e vai contar com o apoio da secretaria de Estado do Ambiente, da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), da Amb3E, da Ecopilhas, da EGF, da EGSRA, da ERP Portugal e da Sociedade Ponto Verde (SPV).
Pedro Carteiro comparou os CDs e DVDs à situação das pilhas, dizendo que existem muitos destes produtos perdidos na casa dos consumidores. Por isso é esperado no início da campanha uma grande afluência por parte das pessoas. Ainda assim o membro da entidade de defesa do ambiente não consegue projetar um número de quantos discos poderão vir a ser recolhidos, isto porque os vários levantamentos feitos aos resíduos existentes nunca contemplaram os CDs e DVDs.
Numa primeira fase só será possível preparar os discos para a reciclagem, que terá que ser feita fora de Portugal. Mas caso haja uma grande afluência, existe a possibilidade de ser feito um investimento para que também a transformação do policarbonato possa ser feita em território nacional.
Os CDs e DVDs são fabricados em policarbonato, um polímero termoplástico, tendo ainda uma camada de alumínio e outra de verniz. A sua reciclagem permite um reaproveitamento em produtos como óculos.
A venda dos resíduos vai gerar uma soma de dinheiro que vai depender da participação na iniciativa, mas que a Chronopost já prometeu entregar à associação Floresta Unida para a plantação de árvores.
Quantos discos com música, com software ou com fotografias tem perdidos lá em casa, a ganhar pó, alguns dos quais já tão crivados de riscos que nem os leitores óticos lhe conseguem dar significado? Foi a pensar nestes casos que a associação ambiental portuguesa projetou a iniciativa.
“Em breve”, num espaço de tempo que Pedro Carteiro da Quercus espera que não seja superior a 30 dias, estarão disponíveis em todo o país 400 pontos de recolha de CDs e DVDs. A Chronopost é a grande aliada da iniciativa já que vai colocar ecopontos próprios nas lojas da rede PickMe, onde a empresa tradicionalmente já faz recolhas e entregas diárias.
O facto de o circuito de recolha estar montado é um dos elementos positivos deste projeto, já que a nível de impacto ambiental – com os transportes por exemplo – não existem grandes diferenças. A Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED) também faz parte do grupo de acordo e os postos de recolha podem depois ser estendidos até aos hipermercados.
Ao contrário do que acontece com outros resíduos, os CDs e DVDs não são domínio de ninguém: “nem as autarquias queriam responsabilidades na recolha destes produtos”, conta Pedro Carteiro .
A campanha conta com o apoio do Ministério do Ambiente que através de uma portaria publicada no Diário da República em março deste ano validou em termos legais a realização da campanha. No documento é autorizada também a recolha de discos BluRay e de disquetes, mas optou-se por não alargar a iniciativa a estes equipamentos para não se “criar custos sobre os custos”, esclareceu o membro da Quercus.
Segundo uma nota de imprensa, o acordo para o início oficial da campanha vai ser assinado hoje e vai contar com o apoio da secretaria de Estado do Ambiente, da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), da Amb3E, da Ecopilhas, da EGF, da EGSRA, da ERP Portugal e da Sociedade Ponto Verde (SPV).
Pedro Carteiro comparou os CDs e DVDs à situação das pilhas, dizendo que existem muitos destes produtos perdidos na casa dos consumidores. Por isso é esperado no início da campanha uma grande afluência por parte das pessoas. Ainda assim o membro da entidade de defesa do ambiente não consegue projetar um número de quantos discos poderão vir a ser recolhidos, isto porque os vários levantamentos feitos aos resíduos existentes nunca contemplaram os CDs e DVDs.
Numa primeira fase só será possível preparar os discos para a reciclagem, que terá que ser feita fora de Portugal. Mas caso haja uma grande afluência, existe a possibilidade de ser feito um investimento para que também a transformação do policarbonato possa ser feita em território nacional.
Os CDs e DVDs são fabricados em policarbonato, um polímero termoplástico, tendo ainda uma camada de alumínio e outra de verniz. A sua reciclagem permite um reaproveitamento em produtos como óculos.
A venda dos resíduos vai gerar uma soma de dinheiro que vai depender da participação na iniciativa, mas que a Chronopost já prometeu entregar à associação Floresta Unida para a plantação de árvores.
Russell Brand quer que o pessoal piratear seu novo DVD
Comediante e autor Russell Brand, muitas vezes chama a atenção na blogosfera viral por dizer coisas chocantes - mais recentemente, ele bateu manchetes chamando para uma revolução política para rejeitar os atuais sistemas e hierarquias que favorecem os privilegiados.
Dando o seu trabalho de graça parece ser ao longo de uma veia anti-capitalista similar. Mais recente DVD da marca, "complexo de Messias", está disponível para compra por £ 10 ($ 16,40) da Amazonia e da Loja BBC, e ele twittou ambos os links. Mas o primeiro link que ele forneceu era um proxy Pirate Bay para o torrent (permitindo que os usuários do Reino Unido para contornar blocos de nível de ISP para o site principal do Pirate Bay).
Aparentemente, este movimento não caiu bem com a BBC Worldwide, cuja subsidiária 2Entertain publicou o DVD.
- @rustyrockets How does your agent/manager feel about you promoting Pirate Bay? :)
“@Riderofrohan: How does your agent/manager feel about you promoting Pirate Bay? :)” Some people who's jobs depend on it are angry. Complex.
Isto significa que o torrent é ilegal e não autorizado pelos empregadores da marca. Download em seu próprio risco.

Russell Brand - Messiah Complex [DVD]