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Funcionário da Google despede-se com um vídeo que vale a pena ver
A Google é conhecida não só por ser o motor de pesquisa mais utilizado no mundo, ou por ser uma das maiores empresas do planeta, mas também por dar aos funcionários, condições que poucas empresas podem garantir.
O ambiente descontraído, com jogos e e animação é no ver da Google a melhor forma de deixar os funcionários felizes e criativos. E é raro ver funcionários da Google descontentes, mas já os vimos e podem ver aqui, razões de ex-funcionários para não trabalhar na Google.
Um funcionário Google, Michel Peggs viu o seu futuro brilhar fora de uma das empresas mais valiosas do mundo.
Por isso para se despedir, fez um vídeo com grande imaginação, onde atravessa pelos interiores da Google dando as suas razões de despedimento. Contudo Michel fundou também um blog onde podemos ver a evolução depois do seu despedimento.
Acima de tudo Michel frisou a ideia que a vida é curta para estar “simplesmente bem” e devemos lutar por aquilo que realmente queremos e acreditamos
Samsung- Pode haver despedimentos em massa, devido à fraca situação financeira
Os últimos anos não foram dos mais favoráveis para a Samsung no seu setor de smartphones. Crescendo cada vez menos, a sul-coreana começou a apresentar forte queda no último trimestre. Agora, analistas preveem que a dona dos dispositivos da linha Galaxy pode fazer sérios cortes de custo, como demissão em massa de funcionários.
Nos últimos dois anos, o crescimento da Samsung foi cada vez menor. Trimestre após trimestre, a venda de smartphones aumentava cada vez menos. No último quarto que passou, o Q2, a sul-coreana começou a cair fortemente. Logo, ao invés de aumentar as vendas, ela começou a vender bem menos do que nos períodos anteriores.
A Samsung ainda está liderando com folga o primeiro lugar em vendas de smartphones no mundo. Todavia, em certos mercados estratégicos, como China e Índia, a empresa já foi ultrapassada pela Xiaomi e Micromax, respectivamente. De acordo com uma notícia recente, um bom número de empregados devolveu os seus bónus para tentar estancar a queda da empresa. Agora, no entanto, parece não ter sido o suficiente, e a gigante da Coréia do Sul pode cortar mais ainda seus gastos.
Os próprios chefes da empresa querem dar o exemplo. Estão dispostos a abolir voos em companhias aéreas mais caras e confortáveis. Ano passado, por exemplo, houve um gasto de 38 milhões de dólares em viagens de luxo dos empresários. Agora, estes irão, de fato, optar por empresas mais baratas, com a perspectiva de economizar 20% dos custos em deslocamento.
Outra fonte também afirma que a Samsung pode estar disposta a tomar medidas ainda mais drásticas, como demitir em massa funcionários. Inclusive, a sul-coreana pode estar planeando despedir até mesmo os caros executivos. Seria algo em torno de 20%. Se tal especulação for verdade, para uma empresa desse porte, o número de demissões seria estratosférico.
Vamos torcer para que essas especulações não se concretizem. Uma companhia de alcance global caindo não é bom para nenhuma das partes. Não é bom para o mercado, que perderá muito dinheiro. Não é bom aos funcionários, que são muitos, e perderão seus empregos. E, principalmente, não é bom ao consumidor, que perderá mais uma opção, diminuindo a concorrência e o ímpeto de inovação entre as empresas
Microsoft acaba com o Android e Moto X terão Windows Phone, fim da Linha Asha, 18 mil despedimentos
Hoje a Microsoft despediu praticamente tudo.... funcionários, dispositivos, apps...
Microsoft quer dar fim praticamente tudo que está relacionado à Nokia
A reformulação na Microsoft não vai envolver apenas a demissão de milhares de funcionários. O CEO da empresa, Satya Nadella, confirmou também uma mudança importante na linha Nokia X. A família de smartphones que roda Android não usará mais o sistema operacional da Google, adotando somente o Windows Phone.
Os Nokia X serão, portanto, dispositivos Lumia que rodarão o sistema operacional próprio da empresa, com aplicativos próprios e seguindo uma linha mais popular. É bem provável que o modelo X2, que saiu no mês passado, não receba mais atenção e vire item de colecionador.
No comunicado, não foi citado o motivo do descontinuamento da aposta no Android. É possível que as vendas dos três smartphones não tenham sido como o esperado, mas o os aparelhos também provavelmente não agradaram a todos os setores da empresa — usar o sistema operacional da concorrente é arriscado quando a ideia inicial é fortalecer a própria marca.
Microsoft também “despede” Android dos telemóveis Nokia
O sistema operativo da Google foi apanhado na vaga de despedimentos que a Microsoft anunciou. Os Nokia X continuam à venda e o suporte está garantido, mas os modelos que estavam a ser preparados vão ser reconvertidos para a gama Lumia.
É o ponto final numa estratégia que muitos sempre consideraram como confusa. A Microsoft vai deixar de equipar o sistema operativo Android nos telemóveis Nokia. A gama X vai dar lugar a novas linhas Nokia Lumia, que virão com o Windows Phone de origem.
“Planeamos mudar o design dos produtos Nokia X para que se tornem em produtos Lumia equipados com Windows. Isto assenta no nosso sucesso no segmento dos smartphones acessíveis e está em linha com o nosso foco nas Apps Universais do Windows”, escreveu o diretor executivo, Satya Nadella, no email onde anuncia as alterações.
Já Stephen Elop, o homem que veio da Nokia e que está a liderar a divisão de dispositivos da Microsoft, revelou que estão a ser desenvolvidos mais equipamentos Lumia de baixo custo, o segmento de preço que mais procura tem conhecido. A transformação dos Nokia X é “imediata”, refere o executivo, mas a venda dos equipamentos vai continuar e o suporte aos telemóveis está garantido.
De acordo com relatos do início de julho, a Microsoft já estaria a preparar uma nova vaga de smartphones Nokia com Android, depois de ter anunciado em junho o Nokia X2. Chegou a falar-se na possibilidade do Android e do Windows Phone conviverem num mesmo equipamento. Os Nokia X foram apresentados em fevereiro deste ano no Mobile World Congress.
Ainda a propósito da estratégia dos dispositivos o CEO Satya Nadella referiu que no segmento dos equipamentos topo de gama, a empresa vai apostar em tecnologias de ponta que vão espelhar os trabalhos digitais que têm sido desenvolvidos na Microsoft.
Hoje, 17 de julho, a Microsoft anunciou o despedimento de 18 mil colaboradores. Na semana passada o líder da empresa já tinha deixado antever grandes transformações na estratégia da empresa, que agora será mais focada no mobile e na cloud.
Microsoft anuncia despedimento de 18 mil funcionários
O anúncio era esperado e hoje concretizou-se: a Microsoft anunciou que vai despedir 18 mil funcionários durante o próximo ano. Em Portugal a situação atual é de reforço de colaboradores.
Os colaboradores visados pela medida serão notificados nos próximos seis meses, embora a empresa avance de imediato com a execução do plano. Nesse sentido, os primeiros 13 mil colaboradores serão notificados desde já.
Foi também detalhado que a maioria dos cortes previstos são uma consequência da aquisição recente da finlandesa Nokia. Cerca de 12.500 despedimentos são um resultado direto da integração da Nokia.
Numa carta aos colaboradores, o CEO da empresa, Satya Nadella, explicou que a medida é um passo essencial para realinhar a estrutura do grupo e posicioná-la de forma mais adequada para as ambições da empresa.
A reestruturação visa simplificar a organização e imprimir maior agilidade e rapidez ao negócio, o que passará também por eliminar algumas áreas de gestão.
"Esta decisão, difícil pela sua natureza, não tem contudo objetivos de redução de custos e assenta na necessidade de fazer evoluir a organização e a cultura da Microsoft, de modo a permitir-lhe atingir os objetivos ambiciosos a que se propõe no futuro imediato e que foram oportunamente comunicados pelo novo CEO aos colaboradores da empresa, num email de 10 de julho", reforça a empresa.
A Microsoft Portugal para já não tem informação adicional sobre o assunto, mas sublinha que "o quadro de colaboradores da subsidiária se vai expandir em 3 novas posições e ontem mesmo anunciámos a contratação de 15 recém-licenciados para o nosso centro internacional de suporte remoto sediado em Lisboa". Fonte oficial da empresa recorda ainda que há seis meses a empresa também anunciou a primeira expansão deste centro, com a contratação de 25 novos técnicos.
No início da semana os rumores sobre despedimentos já circulavam na imprensa internacional, apontando que a medida seria a mais expressiva nesta área desde que a empresa despediu 5.800 funcionários em 2009.
Mais:
Atualização....
Divulgamos que a Microsoft deve substituir o Android pelo Windows Phone na linha Nokia X, e parece que as mudanças da companhia não vão parar por aí. Agora é a vez de a linha Asha dar adeus ao mundo dos dispositivos móveis.
A linha Asha é uma opção de aparelhos baratos e básicos produzidos pela Nokia, mas agora ela vai deixar de existir, já que o foco da Microsoft é aumentar a participação do Windows Phone no mercado. Com o fim da linha, a Microsoft acredita que os usuários irão migrar para sua plataforma.
Essas decisões evidenciam que a Microsoft quer dar fim praticamente tudo que está relacionado à Nokia, fabricante recém-adquirida pela empresa. Essa medida é muito arriscada, e pode fazer com que os consumidores fiquem insatisfeitos com as decisões da Microsoft, e, com isso, resolverem migrar para as plataformas concorrentes.
. [theverge]
HP planeia despedimento de mais 11 a 16 mil empregados
A empresa já tinha anunciado planos para avançar com milhares de despedimentos, agora reforça a previsão e define como meta a saída de mais 11 a 16 mil funcionários.
Os colaboradores que vão sair da empresa no âmbito da decisão representam 5% da força de trabalho do grupo e juntam-se a outros 34 mil, que terão o mesmo destino. Na informação agora divulgada pela empresa indica-se que a nova ronda de despedimentos afetará entre 11 e 16 mil pessoas. No total, o processo de restruturação implicará o despedimento de cerca de 50 mil pessoas.
Tal como a primeira, a nova medida de reajuste da estrutura da empresa tem como objetivo adaptar a companhia a uma realidade diferente daquela que tinha pela frente na altura em que o negócio dos PCs centralizava a sua atividade, hoje muito mais focada nos serviços.
Áreas como o Big Data, segurança, serviços e cloud estão no centro da nova estratégia da fabricante liderada por Meg Whitman, atual CEO. As apostas estão definidas mas a viragem para a nova estratégia não tem sido fácil de implementar e as receitas da empresa continuam em queda trimestre após trimestre.
"A realidade é que a HP deve continuar cegamente focada na continua melhoria da estrutura de custos", admitiu Meg Whitman em declarações citadas pelo Financial Times.
HP Portugal não comenta o anúncio e explica que não é política da empresa comentar a nível local anúncios feitos pelo grupo a nível internacional.
Tal como a primeira, a nova medida de reajuste da estrutura da empresa tem como objetivo adaptar a companhia a uma realidade diferente daquela que tinha pela frente na altura em que o negócio dos PCs centralizava a sua atividade, hoje muito mais focada nos serviços.
Áreas como o Big Data, segurança, serviços e cloud estão no centro da nova estratégia da fabricante liderada por Meg Whitman, atual CEO. As apostas estão definidas mas a viragem para a nova estratégia não tem sido fácil de implementar e as receitas da empresa continuam em queda trimestre após trimestre.
"A realidade é que a HP deve continuar cegamente focada na continua melhoria da estrutura de custos", admitiu Meg Whitman em declarações citadas pelo Financial Times.
HP Portugal não comenta o anúncio e explica que não é política da empresa comentar a nível local anúncios feitos pelo grupo a nível internacional.
Estratega da PayPal despedido após tuítes bizarros e ofensivos
Rakesh "Rocky" Agrawal tinha entrado para a PayPal em março. Agora, o responsável pela estratégia da empresa foi despedido por alegadamente ter faltado ao respeito aos colegas, no Twitter.
Agrawal tinha como missão cativar as pequenas empresas e investidores a adotarem o comércio e os pagamentos online. Apesar da sua contratação, num passado recente, Agrawal já tinha demonstrado uma descrença sobre este assunto e sobre os pontos de venda da PayPal, um tema sobre o qual também teria de convencer os pequenos empresários.
Agora, Agrawal foi "convidado" a sair da empresa noticia o Tech Crunch.
Agora, Agrawal foi "convidado" a sair da empresa noticia o Tech Crunch.
A saída acontece na sequência da publicação de alguns tuítes bizarros e ofensivos para alguns colegas, nomeadamente para a responsável de comunicações da empresa, Christina Smedley. Os tuítes foram publicados após a «melhor noite da vida» de Agrawal, no Jazz Fest de Nova Orleães, escreveu o executivo.
A PayPal anunciou a saída do responsável de forma bastante sucinta e sem explicar detalhadamente o que conduziu a esta decisão: «Rakesh Agrawal já não está na empresa. Trate todos com respeito. Sem desculpas. A PayPal tem tolerância zero», escreveu a empresa no Twitter.
Agrawal chegou a culpar a interface do Galaxy S 5 pelos tuítes indesejados.
Galaxy K zoom - Tudo sobre novo smartphone para fotos da Samsung
A Samsung acaba de anunciar oficialmente o Galaxy K zoom, o novo smartphone da empresa voltado para aqueles que querem telemóveis com câmeras poderosas. Quem viu o vazamento de alguns dias atrás vai reconhecer o design do aparelho – ele é exatamente o mesmo dos rumores recentes, trazendo uma estrutura mais “cheia” para compensar o hardware extra.
Por falar no hardware, é preciso admitir que o aparelho vem com uma configuração de respeito. Embora não tão poderoso quanto o Galaxy S5, o smartphone vem com Android 4.4 KitKat, 2 GB de memória RAM e 8 GB de armazenamento interno. Assim como outros vazamentos apontavam, o telemóvel conta com um processador hexa-core, composto por um chip quad-core de 1,3 GHz e um chip dual-core de 1,7 GHz.
O melhor para fotos e vídeos
Mas a parte mais impressionante do Galaxy K zoom fica para sua câmera, é claro. Esta possui um sensor BSI CMOS com nada menos que 20,7 MP e um zoom óptico de 10x (um “presente” das lentes retráteis). A cereja no topo do bolo fica para seu sistema de estabilização de imagem e um flash embutido de xenônio.
Já na parte de software, vale notar a presença de um sistema que balanceia automaticamente os níveis de claridade do cenário, evitando, dessa forma, fotos claras ou escuras demais por problemas de iluminação. Por fim, vale também notar o Selfie Alarm, uma ferramenta que serve de temporizador para que você tire suas selfies.
Especificações técnicas
- Tela: Super AMOLED de 4,8 polegadas
- Resolução de tela: 720p (1280x720 pixels)
- Sistema operacional: Android 4.4 (KitKat)
- Processador: hexa-core (quad-core de 1,3 GHz + dual-core de 1,7 GHz)
- Memória RAM: 2 GB
- Armazenamento interno: 8 GB
- Armazenamento externo: cartões micro SD de até 64 GB
- Câmera traseira: 20,7 MP com sensor BSI CMOS
- Zoom óptico: até 10x
- ISO: 100 a 3.200
- Gravação: 1080p a 60 fps
- Câmera frontal: 2 MP
- Conectividade: 4G LTE, Bluetooth 4.0 BLE, WiFi a/b/g/n, porta micro USB 2.0, NFC
- Apps exclusivos: SMART Mode, AF/AE Separation, Object tracking, Studio, Smile/Blink detection, Ultra Power Saving Mode, Kids Mode e S Health Lite
- Bateria: 2.430 mAh
- Peso: 200 g
- Dimensões: 7,08 cm de largura x 13,75 cm de altura x 1,66 cm de espessura (2,02 com lente estendida)
O Galaxy K zoom vai estar disponível em três cores – preto, azul e branco – e deve chegar às lojas ainda em maio (embora ainda sem uma data específica anunciada). O preço do aparelho não foi divulgado, mas, vendo o hardware descrito acima, não espere pagar barato por essa belezinha.
Jordan Price sonhava trabalhar na Apple mas despediu-se mal conseguiu
Jordan Price nunca escondeu o desejo de trabalhar na Apple e fez por isso, mal sabia que a sua entrada na empresa iria causar-lhe os mais variados transtornos. Este norte-americano viu-se obrigado a deixar o sonho de lado e despediu-se de uma das maiores empresas dos Estados Unidos… apontando vários motivos para a decisão.

Tinha um chefe que o insultava, o transporte até o trabalho era demorado e os horários fixos privaram-no de ver a filha durante a semana. Sonhava em trabalhar na marca da 'maçã', mas mal conseguiu uma vaga em Cupertino viu a sua vida desmoronar-se. Esta é a história de Jordan Price, um norte-americano que se despediu da Apple pelas más condições que a empresa oferecia.
Tinha um chefe que o insultava, o transporte até o trabalho era demorado e os horários fixos privaram-no de ver a filha durante a semana. Sonhava em trabalhar na marca da 'maçã', mas mal conseguiu uma vaga em Cupertino viu a sua vida desmoronar-se. Esta é a história de Jordan Price, um norte-americano que se despediu da Apple pelas más condições que a empresa oferecia.
A experiência deste designer pode ser para muitos um motivo para não quererem trabalhar na empresa cofundada por Steve Jobs. No dia em que se despediu, Jordan deixou um longo recado ao seu chefe, um dos principais culpados pelo sua demissão.
Na carta, citada por vários sites de tecnologia, Jordan começa por dizer que sempre viu a Apple como “a melhor empresa em que um designer pode trabalhar”, contudo, revela que logo na entrevista se sentiu desconfortável, uma vez que apenas lhe foram colocadas três perguntas “básicas”, assunto que arrumou “em menos de uma hora”. No mesmo dia foi contratado.
A boa-nova foi imediatamente partilhada no Facebook e ‘choveram’ mensagens e comentários de congratulações. O mesmo fez no Twitter e vários desconhecidos o começaram a seguir.
Mas os problemas tiveram início logo no primeiro dia de trabalho. Uma viagem ‘infinita’ para chegar a Cupertino, horários inflexíveis que o privaram de ver a filha durante dias e… um chefe que o odiou desde o primeiro instante.
Para piorar a situação, num curto espaço de tempo, sofre “um corte salarial significativo” e é ‘empurrado’ para várias reuniões “a toda a hora” que reduziram a sua produtividade enquanto designer.
Os insultos, disfarçados de “piadas”, começaram a surgir e, direta ou indiretamente, Jordan começou a sentir-se ofendido. Depois, surgem as ameaças de não renovação do contrato e exigências à última hora de trabalhos pouco importantes.
“Tentei manter-me calmo e olhar para o lado bom das coisas”, escreveu o jovem na nota deixada na secretária do chefe, mas, revelou, rapidamente começou a sentir-se “como aquelas pessoas que esperam desesperadamente pela sexta-feira” e que odeiam "as noites de domingo”.
Price pensou em bater no chefe, não completar o trabalho ou chegar tarde, mas acabou mesmo por arrumar as suas coisas, descarregar os ficheiros em que estava a trabalhar e escrever um recado ao seu chefe.
Deixou, então, uma mensagem a dizer-lhe que era o pior chefe que encontrara na sua carreira, e que não poderia mais trabalhar para ele, por melhor que parecesse que a Apple constasse no seu currículo.
Blackberry despede Alicia Keys
A cantora e compositora Alicia Keys já não trabalha para a Blackberry. A saída da cantora é acompanhada ainda pelo despedimento de cerca de 40% dos trabalhadores. Os maus resultados que a multinacional obteve no último trimestre estão na origem das mudanças.
Terminou a ligação entre Alicia Keys e a Blackberry. Um ano depois de assumir o cargo de directora criativa da empresa, a cantora foi despedida devido aos fracos resultados que a fabricante de telemóveis apresentou no terceiro trimestre de 2013: cerca de 4.400 milhões de euros.
Mas não foi apenas Alicia Keys que não resistiu aos maus resultados. Também grande parte dos funcionários e da própria estrutura directiva da empresa foi substituída.
Através de um email, citado pelo New York Times, o porta-voz da empresa referiu apenas que "a ligação de um ano entre Alicia Keys e a empresa chegou ao fim".
Há cinco anos atrás, a Blackberry controlava 70% do mercado, mas agora tem apenas 5%.
Alicia Keys foi contratada no seguimento do que outras grandes empresas fizeram. A Polaroid contratou a cantora Lady Gaga e a Intel o cantor dos Black Eyed Peas, Wii.i.am.
Alicia Keys chegou à empresa canadiana em janeiro do ano passado, numa época em que a empresa lançava 10 novos telemóveis para tentar recuperar o terreno perdido para o iPhone da Apple e para os smartphones com o sistema Android da Google.

Comentários no Facebook despedem funcionário
Comentários no Facebook tramam funcionário
Numa decisão sem precedentes na Justiça portuguesa, o Tribunal de Trabalho de Matosinhos proferiu uma sentença sobre um trabalhador despedido por justa causa na sequência de comentários feitos no Facebook, noticia o Jornal de Notícias.
O Tribunal do Trabalho de Matosinhos validou a sentença de despedimento por justa causa, ocorrido em Janeiro, de um trabalhador da empresa de segurança Esegur devido a várias publicações com conteúdo ofensivo de imagem, dignidade e bom nome, de acordo com o apurado pelo Jornal de Notícias.
Esta é a primeira vez que um despedimento com base na rede social Facebook é validado por um juiz, rejeitando a impugnação do despedimento feita pelo trabalhador.
O trabalhador em questão era administrador de um grupo privado criado na rede social chamado “Grupo Trabalhadores na Esegur” onde estavam agregados 140 membros, trabalhadores e ex-trabalhadores da empresa.
A acusação baseou-se nas publicações feitas nesse grupo, entre Setembro e Dezembro de 2012, onde o funcionário acusou a empresa de o humilhar, de o calar, de dizer mentiras e de perseguições. Chamou colegas de “analfabetos”, disse que os delatores de comentários eram “imbecis” e comparou os superiores a palhaços.
Na sentença, a que o Jornal de Notícias teve acesso, faz-se referência à fronteira entre o direito à liberdade de expressão do trabalhador e o direito ao bom nome e reputação da empresa sublinhando que “é inaceitável que a liberdade de expressão e de comunicação não tenham qualquer tipo de limites externos”.
Sobre o facto de se tratar de um perfil privado, é esclarecido que não é aceitável que o autor defenda a privacidade dos conteúdos, dado o número de membros: “(…) o elevado número de membros da referida página retira-lhe o cariz estritamente privado do referido perfil do Facebook. Diverso seria se estivéssemos perante uma página eminentemente pessoal”.
Os meios de prova foram as publicações e, ainda que se encontrem numa rede social, foram considerados pelo juiz como de cariz profissional e, como tal, susceptíveis de violarem os deveres laborais a que o trabalhador está vinculado, sendo que “podem e devem ser objecto de controlo por parte do empregador, para efeitos de punição disciplinar”.
Microsoft deslocaliza serviços de apoio ao cliente provoca 120 despedimentos em Portugal
A Microsoft vai deslocalizar para a Grécia e Brasil os serviços de apoio ao cliente e de suporte técnico, que eram prestados pela multinacional Sitel a partir do Parque das Nações, em Lisboa, levando ao despedimento colectivo de 120 funcionários.
"No caso do serviço de apoio telefónico a clientes, [houve uma] alteração de fornecedor", explica a Microsoft Portugal, adiantando que "no caso de Portugal foi seleccionada uma empresa internacional [Teleperformance venceu um concurso internacional] que é igualmente uma das melhores e maiores empresas de referência no mercado nacional".
O presidente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e das Telecomunicações (SNTCT) confirmou hoje à Lusa que a Sitel "já informou a Autoridade para as Condições do Trabalho do despedimento colectivo dos 120 funcionários" que estavam atribuídos aos serviços da Microsoft.
Vítor Narciso acrescentou que os trabalhadores da Sitel foram informados pela empresa que, em Novembro, os serviços até agora prestados pelos próprios, "vão ser assegurados a partir da Grécia e do Brasil".
O responsável considera a situação "preocupante", disponibilizando o sindicato para esclarecer e ajudar os trabalhadores no que for possível.
Funcionários da Sitel adiantaram à Lusa que a empresa os informou de que os serviços vão ser transferidos gradualmente, a partir de Novembro, para a Grécia e para o Brasil, e que "os 120 funcionários já começaram a assinar as cartas de rescisão do contrato".
Os trabalhadores, que pediram anonimato, confirmaram estar em curso um "despedimento colectivo" sustentado na "extinção do posto de trabalho", devido à cessação do contrato com a Microsoft, acrescentando que a Sitel voltou a contratar entre 20 a 30 destes colaboradores para outras campanhas da empresa.
Ainda de acordo com os funcionários, em Lisboa, a Sitel prestava serviço para clientes de língua portuguesa, italiana e espanhola, que agora passam para a Teleperformance Brasil e para a Teleperformance na Grécia.
A Microsoft e a Teleperformance recusaram dar mais esclarecimentos sobre o negócio e a consequente deslocalização dos serviços de Portugal para outros países.
Após várias tentativas, a Teleperformance escusou-se a dizer quantos postos de trabalho é que este novo contrato com a Microsoft vai permitir criar fora de Portugal e o valor do mesmo.
A Sitel, por seu lado, alegando "confidencialidade nos negócios", também se recusou a explicar o impacto que tem na empresa o fim do contrato de prestação de serviços com a Microsoft, nem adiantou quantos, dos 120 funcionários, é que efectivamente conseguiu recolocar.
Na resposta escrita enviada à Lusa a Microsoft deixou ainda uma intenção.
"Adicionalmente, a Microsoft Portugal continua empenhada na criação de emprego, encontrando-se actualmente em negociações para trazer para o nosso país novos serviços de suporte, com vista a criar mais emprego em Portugal".
A Sitel e a Teleperformance são duas das principais multinacionais de 'outsourcing' de 'contact center'.
Alcatel-Lucent anuncia o despedimento de 10 mil funcionários
A Alcatel-Lucent confirmou esta manhã os rumores que apontavam para uma nova fase no processo de reestruturação da empresa. Estão previstos 10 mil despedimentos. Ainda não há dados relativamente a Portugal.
O plano de reestruturação da Alcatel-Lucent foi anunciado logo que o Michel Combes assumiu o cargo de CEO da empresa. Prevê uma reorganização de áreas de negócio, a alienação de negócios não core e o reforço da aposta nas áreas onde a empresa é mais forte.
Quando em junho foi conhecido o plano, não foram adiantados números concretos para a saída de funcionários, uma medida que a empresa acabou por confirmar esta manhã.
Os cortes correspondem a 14% da força de trabalho da Alcatel-Lucent, atualmente com 72 mil colaboradores em todo o mundo. A Europa, médio oriente e África serão as regiões mais afetadas pela decisão, prevendo-se a saída de 4.100 colaboradores. Na Ásia serão afetados pelo plano 3.800 colaboradores e nos EUA 2.100.
Relativamente ao impacto da medida em Portugal ainda não há detalhes, um porta-voz da empresa, remetendo para os números indicados para a Europa.
A Alcatel-Lucent enfrenta forte concorrência de fabricantes chineses, como a Huawei, que ao longo dos últimos anos conseguiram angariar uma forte participação no mercado das telecomunicações fixas e móveis.
O plano de reestruturação da fabricante que resulta da fusão entre Alcatel e Lucent prevê uma redução de mil milhões de euros anuais nos custos operacionais até final de 2015. No mesmo período, a Alcatel-Lucent pretende encaixar mil milhões de euros em receitas com a venda de negócios não estratégicos e multiplicar por cinco a margem operacional do grupo até 2015.
Michel Combes é o terceiro CEO da Alcatel-Lucent desde a fusão. Está no cargo desde fevereiro, vindo da Vodafone.
Quando em junho foi conhecido o plano, não foram adiantados números concretos para a saída de funcionários, uma medida que a empresa acabou por confirmar esta manhã.
Os cortes correspondem a 14% da força de trabalho da Alcatel-Lucent, atualmente com 72 mil colaboradores em todo o mundo. A Europa, médio oriente e África serão as regiões mais afetadas pela decisão, prevendo-se a saída de 4.100 colaboradores. Na Ásia serão afetados pelo plano 3.800 colaboradores e nos EUA 2.100.
Relativamente ao impacto da medida em Portugal ainda não há detalhes, um porta-voz da empresa, remetendo para os números indicados para a Europa.
A Alcatel-Lucent enfrenta forte concorrência de fabricantes chineses, como a Huawei, que ao longo dos últimos anos conseguiram angariar uma forte participação no mercado das telecomunicações fixas e móveis.
O plano de reestruturação da fabricante que resulta da fusão entre Alcatel e Lucent prevê uma redução de mil milhões de euros anuais nos custos operacionais até final de 2015. No mesmo período, a Alcatel-Lucent pretende encaixar mil milhões de euros em receitas com a venda de negócios não estratégicos e multiplicar por cinco a margem operacional do grupo até 2015.
Michel Combes é o terceiro CEO da Alcatel-Lucent desde a fusão. Está no cargo desde fevereiro, vindo da Vodafone.